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3 lições que todo líder deve aprender com a Inteligência Emocional por Paulo Alvarenga (P.A.)

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Com todas as incertezas em torno da vacina, a realidade do Home Office ainda é muito latente na rotina de trabalhadores e organizações, e é bem provável que ela ainda faça parte da nossa vida por um bom tempo.

 

A cultura do home office sempre foi o sonho e o desejo de muita gente, mas ela é bem mais que isso, tanto para trabalhadores quanto para empresas.

 

Se por um lado, além de garantir mais qualidade de vida diminuindo o tempo de deslocamento, aumentando a flexibilidade de horários, melhorando a comodidade para trabalhadores e, as empresas ganhem a possibilidade de redução de custos, por outro lado, os desafios também são proporcionais, surgindo inúmeras dificuldades das quais boa parcela desses trabalhadores não estejam preparados para lidar.

 

Por isso, alguns cuidados são essenciais para manter a produtividade e evitar que o trabalho remoto interfira no seu desempenho e performance.

 

Separei 7 dicas infalíveis para você que deseja potencializar o seu home office, ou para você que atua nesse modelo há pouco tempo e ainda esbarra em algumas dificuldades.

 

Sumário:

 

  1. Siga a cultura de home office implementada por sua empresa
  2. Organize bem o seu ambiente de trabalho
  3. Faça acordos de convivência com os integrantes da casa
  4. Não peça permissão, peça apoio
  5. Mantenha um horário regular
  6. Respeite as pausas ao longo do dia
  7. Quebre seus próprios preconceitos

 

  1. Siga a cultura de home office implementada por sua empresa

É muito provável que a sua empresa tenha se esforçado para criar uma cultura de home office para você, mas quando trabalhamos de casa isso tende a se perder com mais facilidade, afinal, se relacionar de forma virtual não é o mesmo que encontrar as pessoas no escritório.

 

E é por isso que viver a cultura de home office implementada por sua empresa e seguir regras que parecem tão “cansativas” como reuniões semanais de alinhamento, regras relacionadas a comunicação, utilização de ferramentas para ajudar no compartilhamento e acompanhamento de tarefas e atividades são importantíssimas, para não só manter a mesma performance e produtividade de quando se estava no escritório, mas, colocar todos na mesma página.

 

2.Organize bem o seu ambiente de trabalho

Em um mundo ideal, todos os trabalhadores teriam seus escritórios bem equipados e próprios para realizarem suas tarefas dentro de casa. Mas, como sabemos bem, essa não é a realidade da maioria das empresas.

 

Por isso, é tão importante elaborar outras maneiras de criar um espaço e você pode fazê-lo da maneira como preferir. Seja na sala, no seu quarto ou até mesmo na varanda, o mais fundamental é que você tenha um espaço onde consiga ter o seu “ambiente de trabalho”, para tentar não misturar a rotina dos integrantes da casa ou da família, que podem trazer uma dose extra de estresse.

 

3.Faça acordos de convivência com os integrantes da casa

 

Muitos profissionais estão tendo suas rotinas marcadas pela presença dos filhos durante o home office, seja pelas brincadeiras, o homeschooling, conversas em volume alto. A presença de uma criança sem acordos de convivência pode gerar muito mais estresse do que qualidade de vida no trabalho remoto.

 

E aqui, vale a pena citar não apenas as crianças, mas os adultos que também compartilham a mesma casa. Por isso é tão importante prezar pelo diálogo aberto e estabelecer acordos de convivência. Onde todos possam falar como se sentem e o que pensam, criando regras que permitam que cada um tenha o seu espaço e consiga viver sua rotina, amenizando os problemas e até mesmo criando outros hábitos para viverem em harmonia.

 

4.Não peça permissão, peça apoio

Nunca peça permissão para sua família, ou para os integrantes da casa, sempre peça apoio. Isso o ajuda a criar um senso de cooperação e não de obrigação com os demais integrantes dessa família.

 

  1. Mantenha um horário regular

É fundamental que você consiga criar uma rotina de horários e tenha diretrizes claras sobre o momento de começar o seu dia e encerrá-lo. Esta é uma estratégia que auxilia muitas pessoas a manterem o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, e a manterem uma rotina de atividades parecida com a do escritório.

 

Estabeleça um cronograma e tente cumpri-lo com afinco, mesmo que pareça tentador não fazê-lo. A realidade do home office é que um dos principais benefícios é justamente a flexibilidade de horários e, às vezes, você pode cair na tentação de acordar um pouco mais tarde do que o habitual ou até mesmo estender o dia para encaixar outras atividades na rotina.

 

No entanto, é muito importante que você consiga compensar essas alterações. Começou mais tarde? Trabalhe até mais tarde. Ficou muito tempo depois do expediente? Termine mais cedo no dia seguinte.

 

O mais importante é manter uma rotina com horários regulares, e isso nada tem a ver com ser inflexível, pois isso vai ajudá-lo a construir e organizar bem as suas tarefas e rotina.

 

6.Respeite as pausas ao longo do dia

Fazer pausas ao longo de atividades ao longo do dia são essenciais se você quiser manter a sua performance no home office.

 

Existem diversas estratégias, e a melhor é sempre aquela que mais funciona para sua rotina e realidade, mas fazer pequenos intervalos ao longo de atividades muito grandes, quebrando-as em pequenas partes de 20 minutos, estabelecendo início, meio e fim para cada uma dessas partes pode ajudá-lo a se manter mais focado, melhorando sua concentração e atenção.

 

Além disso, seja fiel ao seu momento de descanso e respeite cada um deles, especialmente a sua hora de almoço com a família. Evite comer e continuar checando as mensagens no grupo da empresa, por exemplo. Esteja presente nesse momento, isso vai ajudá-lo depois a foca naquilo que precisa realizar.

 

7.Quebre seus próprios preconceitos

Mesmo sabendo de todas as vantagens tanto para colaboradores quanto para empresas, várias pessoas se sentem inseguras ou ficam receosas em relação ao home office.

 

Muitos acreditam, por exemplo, que colaboradores podem ficar acomodados e até mesmo que a produtividade vai diminuir. Isso, porém, não se sustenta na prática.

 

Com um bom planejamento pessoal, utilização de ferramentas, a criação de uma rotina é possível manter os resultados e performance. Em muitos casos, se melhora e muito os níveis de performance, e não é por acaso que muitas empresas têm adotado esse modelo de trabalho.

 

Mas, produtividade e performance é um assunto que vem à tona toda vez que o assunto é home office, por isso, se essas dicas te ajudaram e você quiser alavancar ainda mais os seus resultados no home office, por meio de estratégias cientificamente comprovadas que o ajudem a ter mais atenção e foco para construir uma rotina de performance, venha descobrir o:

 

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Paulo Alvarenga (P.A.)

CEO & Founder da Mastersoul

 

 

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Estoque parado custa caro: como a tecnologia cria novos caminhos para gerar receita sem comprometer o posicionamento das marcas?

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Estoque parado é um dos principais desafios do varejo moderno, especialmente em setores com alta rotatividade de produtos, onde as opções mudam rapidamente e o comportamento do consumidor é cada vez mais imprevisível, fazendo com que empresas acumulem itens que imobilizam capital, geram custos logísticos e reduzem a margem de lucro, além de pressionar marcas a realizarem liquidações que podem comprometer seu posicionamento no mercado.

Nesse contexto, a tecnologia surge como uma aliada estratégica ao permitir que empresas transformem produtos encalhados em novas oportunidades de receita, utilizando dados, inteligência artificial e canais de distribuição mais controlados para equilibrar oferta e demanda sem prejudicar o valor da marca e a percepção do consumidor.

Segundo Leonardo Mencarini, especialista em negócios, CEO e Co-fundador da Mercado Único, o estoque parado representa um custo relevante para o varejo. “Itens remanescentes imobilizam capital, geram custos logísticos importantes e criam um custo de oportunidade significativo, já que recursos que poderiam ser reinvestidos em novas coleções, marketing ou expansão acabam presos em produtos de coleções passadas ou itens retornados, e a tecnologia ajuda a reduzir esse impacto ao permitir uma gestão mais inteligente do escoamento”, explica.

Para ele, o principal avanço está na capacidade de conectar oferta e demanda com precisão, já que, com inteligência de dados, é possível analisar histórico de vendas, perfil de lojas, regiões e comportamento do consumidor, identificando contextos em que um produto que não performa no canal tradicional pode ter excelente giro em outro, transformando o que antes era prejuízo em uma nova linha de receita com maior previsibilidade e controle.

Mencarini também ressalta que o maior desafio das marcas é liquidar produtos sem comprometer seu posicionamento, destacando que a chave está na criação de canais controlados e discretos, com regras claras de distribuição, restrições geográficas e curadoria dos compradores, garantindo que os produtos sejam direcionados para pontos de venda compatíveis com o perfil da marca e evitando conflitos com os canais principais, o que preserva o valor e a imagem no mercado.

O especialista ainda afirma que tecnologias de previsão de demanda já são amplamente utilizadas, analisando dados históricos, sazonalidade e comportamento do consumidor, mas alerta que é impossível prever com total precisão a demanda, especialmente em setores que envolvem fatores subjetivos. “Por isso é fundamental que as empresas contem com canais estruturados para absorver esse excedente e manter a operação saudável”, pontua.

Por fim, ele destaca que marketplaces, outlets digitais e vendas estratégicas podem ser soluções eficientes, desde que exista controle, pois canais abertos geram volume, mas também trazem riscos de exposição excessiva e perda de controle sobre preço e posicionamento. “Enquanto estruturas organizadas permitem monetizar o estoque de forma eficiente sem comprometer a imagem da empresa, mostrando que a tecnologia, quando aplicada de forma estratégica, pode transformar o estoque parado em um ativo capaz de gerar receita e fortalecer a sustentabilidade do negócio”, conclui.

(Foto: FreePik)

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ENTRE A RAZÃO E O INTUIÇÃO: ATILA GAIA UNIU COISAS TÃO DIFERENTES APÓS UM PERÍODO DE DOR E REINVENÇÃO

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Depois de transitar entre recursos humanos, esoterismo e produção acadêmica, Atila Gaia construiu uma carreira rara, em que sensibilidade e método deixaram de ser opostos e passaram a se fortalecer mutuamente.

 

Em um mercado que costuma separar com rigidez o racional do intuitivo, a trajetória de Atila Gaia segue na direção contrária. Sua história cruza áreas que, à primeira vista, parecem inconciliáveis: a assessoria acadêmica, marcada por método, pesquisa e estrutura, e o tarot, frequentemente associado apenas à espiritualidade e à subjetividade. No entanto, foi justamente na interseção entre esses dois universos que ele construiu sua identidade profissional e encontrou um caminho próprio, sólido e original.

Atila começou a atuar com assessoria acadêmica em 2014, ainda no segundo ano da faculdade de Administração. Naquele momento, o trabalho surgia como uma renda extra, enquanto sua atuação principal seguia em paralelo na área de recursos humanos. A base técnica, a disciplina e a familiaridade com processos vieram dessa fase inicial, em que o olhar analítico começou a ser lapidado. O que parecia apenas um trabalho complementar, porém, já revelava uma habilidade que mais tarde se tornaria decisiva: a capacidade de organizar conhecimento, interpretar demandas complexas e transformar conteúdo em resultado.

Foi em 2018 que sua vida profissional tomou um rumo inesperado. Ao conhecer o tarot, Atila encontrou um campo pelo qual se apaixonou profundamente e que, em pouco tempo, se transformou em sua principal fonte de renda. Seu crescimento foi rápido, mas não por acaso. Em vez de sustentar seu trabalho apenas em uma narrativa mística, ele passou a defender com insistência uma visão menos romantizada e mais técnica das cartas, afirmando que o tarot também exige estudo, repertório, método e treino. Essa postura, mais racional do que convencionalmente se espera no esoterismo, tornou-se um diferencial. Suas leituras ganharam destaque pela assertividade, especialmente nas previsões, chegando a desvendar crimes, seus alunos passaram a se destacar da mesma forma, confirmando que resultado, naquele campo, também podia nascer de preparo e consistência.

Mas a trajetória não foi linear. Em maio de 2023, a perda do irmão em um acidente de trânsito marcou uma ruptura profunda em sua vida pessoal e profissional. A partir dali, o trabalho com as cartas começou a se tornar emocionalmente insustentável. Ouvir dores, aconselhar pessoas e lidar diariamente com dramas alheios passou a exigir uma energia que, naquele período, já estava comprometida pelo luto e pela depressão. Aos poucos, Atila foi substituindo os atendimentos com o tarot pelos trabalhos acadêmicos, até que, entre agosto de 2023 e dezembro de 2024, se afastou completamente de tudo o que envolvia o tarot. Não atendia, não divulgava e não mantinha presença nesse universo. Dedicou-se integralmente às pesquisas e à produção de artigos, retomando com força o lado técnico de sua trajetória.

O que poderia ter sido um encerramento definitivo, porém, acabou se tornando um intervalo de reconstrução. Em dezembro de 2024, um novo movimento alterou o rumo da história: a Globo entrou em contato com Atila para convidá-lo a participar de uma matéria sobre as cores e o Réveillon. O convite teve, para ele, um efeito maior do que a simples exposição na mídia. Funcionou como um reencontro. Mais do que uma participação pontual, aquele momento foi percebido como um chamado para retornar ao tarot, agora de forma mais consciente, organizada e madura. Em fevereiro de 2025, ele decidiu voltar.

O retorno, no entanto, não significou abandonar a assessoria acadêmica. Ao contrário, significou compreender que uma parte da sua força profissional estava justamente na coexistência desses dois mundos. Depois de mergulhar novamente no tarot, Atila percebeu que já não conseguia se desligar dos trabalhos acadêmicos, porque havia desenvolvido um vínculo real com esse campo. Foi dessa conciliação que nasceu sua marca mais singular: de um lado, a criatividade, a escuta e a sensibilidade que o tarot exige; de outro, a técnica, a lógica e a estrutura que a produção acadêmica pede. Em vez de escolher entre um e outro, ele transformou essa dualidade em método de trabalho.

Hoje, essa construção já alcançou novos patamares. Atila Gaia consolidou sua atuação em duas frentes e ampliou sua presença para além do atendimento individual, levando seu conhecimento também para a formação de outras pessoas. Sua carreira inclui palestras realizadas em diferentes estados, em cidades como Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro, todas voltadas ao tarot. Essa circulação reforça não apenas o alcance do seu nome, mas também a força de uma abordagem que rompe com estereótipos e apresenta o esoterismo com seriedade, estudo e profundidade.

Mais do que uma história de versatilidade profissional, a trajetória de Atila Gaia é um exemplo de reinvenção. Sua experiência mostra que, em alguns casos, razão e sensibilidade não competem entre si, mas se completam. Ao levar mais técnica para o tarot e mais sensibilidade para os trabalhos acadêmicos, ele criou uma síntese rara, construída não apenas por talento, mas por vivência, ruptura, coragem e recomeço. No fim, sua carreira não se define por ter escolhido entre dois caminhos, mas por ter aprendido a sustentar ambos com autenticidade. 

 

Texto criado por Nathalia Pimenta
Supervisão jornalística aprovada por Radija Matos

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Empresários brasileiros compartilham conselhos para quem deseja crescer nos Estados Unidos

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Em entrevista, André e Raphael Carvalho discutem decisões e comportamentos que costumam influenciar o crescimento de um negócio

Empreender nos Estados Unidos é uma realidade cada vez mais comum entre brasileiros que buscam novas oportunidades fora do país. No entanto, transformar esforço em crescimento consistente ainda é um desafio para muitos empresários imigrantes. Agenda cheia, rotina intensa e múltiplas responsabilidades acabam ocupando quase todo o tempo de quem está à frente de um negócio.

Para os empresários André e Raphael Carvalho, essa realidade é frequente entre brasileiros que iniciam sua trajetória empreendedora no país. Segundo eles, o problema raramente está na disposição para trabalhar, mas na ausência de estratégias que permitam evoluir como empresário.

Enquanto muitos empresários acreditam que crescer depende apenas de trabalhar mais, André destaca que trabalhar muito é algo que praticamente todo empreendedor imigrante já faz. A maioria acorda cedo, dorme tarde e assume diversas funções dentro da própria empresa. “O problema é que o esforço sozinho não garante crescimento. Em algum momento, o empresário precisa desenvolver visão estratégica. Isso envolve entender melhor o mercado, aprender sobre gestão e tomar decisões mais conscientes”, afirma.

Para Raphael, existe uma diferença entre operar e construir um negócio. Ele diz; “no início, é normal o empreendedor estar envolvido em tudo, mas se ele continua apenas executando tarefas e não investe em conhecimento, acaba ficando preso no mesmo nível por muitos anos. Crescimento exige evolução pessoal e profissional”.

O mercado muda o tempo todo, e quem não acompanha essas mudanças acaba ficando para trás. Mas Raphael aponta algo importante: ”não basta consumir qualquer informação. Hoje existe um volume enorme de conteúdo disponível, especialmente nas redes sociais, e nem tudo vem de fontes confiáveis”.

“Portanto, o empresário precisa ter muito cuidado com o que escuta, o que lê e quem decide seguir. Nem todo conselho serve para a realidade de quem empreende nos Estados Unidos. Às vezes a pessoa está tentando aplicar estratégias que funcionam em outro país ou em outro tipo de mercado. O ideal é buscar referências que tenham experiência real e resultados comprovados”, complementa André.

Quando perguntados sobre o papel do networking nesse processo de crescimento, André diz que: “construir conexões é essencial. Nenhum empresário cresce sozinho. Em algum momento você vai precisar de orientação, parcerias, indicações ou oportunidades que surgem através de outras pessoas. Por isso é importante estar próximo de ambientes onde existam outros empresários, pessoas que também estão buscando evoluir”.

Já Raphael afirma que é importante entender que networking não é apenas conhecer pessoas. “O mais importante é construir relações de confiança ao longo do tempo. Muitas oportunidades aparecem justamente dessas conexões que foram cultivadas com respeito e consistência”, diz.

Ele complementa dizendo que conhecer pessoas é relativamente fácil. O desafio é manter essas relações de forma genuína. “Isso envolve reciprocidade, respeito e consistência. Quando existe troca de valor entre as pessoas, essas conexões se tornam muito mais duradouras”.

Muitas das oportunidades que aparecem para um empresário ao longo da carreira surgem justamente dessas relações construídas ao longo do tempo. Às vezes uma indicação, uma parceria ou até um conselho que muda a direção do negócio vem de alguém que faz parte do seu círculo profissional, completa Andre.

Os irmãos concordam que o primeiro passo é o empresário entender que crescimento não acontece apenas com esforço físico, mas é preciso investir em conhecimento, autodesenvolvimento e buscar ambientes onde existam pessoas que também estão evoluindo. E talvez o ponto mais importante seja assumir a responsabilidade pelo próprio desenvolvimento. “O empresário que decide aprender continuamente, se cercar das pessoas certas e evoluir na forma como lidera o negócio aumenta muito as chances de construir algo sólido no longo prazo”, finaliza Raphael.

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