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Negócios

5 dicas para uma administração de shopping mais eficiente e rentável

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A administração de um shopping exige um olhar atento a diferentes assuntos ao mesmo tempo: operação, finanças, mix de lojas, campanhas promocionais, relacionamento com lojistas, atendimento ao cliente e rentabilidade. Com o aumento da concorrência, da digitalização e da exigência dos consumidores, o papel dos gestores deixou de ser apenas operacional e passou a ser estratégico.

Baseado na experiência de mais de 30 anos do Grupo EASE no desenvolvimento de soluções especializadas para shoppings em todo o Brasil, o fundador Bosco Magalhães reuniu cinco práticas essenciais para tornar a administração mais moderna, eficiente e lucrativa.

1- Invista em tecnologia de gestão integrada

Um dos maiores desafios da administração é lidar com múltiplas informações espalhadas entre diferentes setores. Quando não há integração entre contratos, financeiro, faturamento e cobrança, surgem gargalos que comprometem a produtividade e a qualidade da gestão.

O primeiro passo é adotar um sistema de gestão completo e centralizado. O E.net, sistema desenvolvido pelo Grupo EASE, é uma solução com infraestrutura em nuvem que integra todas as áreas operacionais do shopping, com acesso remoto, controle por perfis de usuários e atualizações automáticas.

Além de eliminar retrabalho, o ERP oferece segurança na emissão de documentos fiscais, controle de receitas e inadimplência, automatização de rotinas e consistência nos dados. Isso permite ao gestor ter uma visão holística e em tempo real do negócio, facilitando o planejamento e a tomada de decisão.

Dica prática: avalie a escalabilidade do sistema de gestão que você utiliza. Um shopping em crescimento precisa de uma tecnologia que acompanhe sua evolução.

2- Acompanhe indicadores de desempenho em tempo real

A administração de shopping não pode mais se basear apenas em planilhas ou relatórios mensais. Para tomar decisões ágeis e embasadas, é fundamental acompanhar indicadores de desempenho (KPIs) atualizados em tempo real.

Vale destacar que, se ainda há necessidade de recorrer a planilhas acessórias para controle e gestão, isso é um forte indício de que o modelo atual já não acompanha as exigências do mercado. Nesse cenário, a gestão passa a ser considerada ultrapassada, limitando a eficiência e a tomada de decisão estratégica.

Do fluxo de visitantes ao faturamento por loja, passando pela taxa de inadimplência e a ocupação de espaços, os dados certos ajudam a identificar tendências, corrigir desvios e melhorar os resultados.

Com o BS (Business Smart), o gestor tem acesso a dashboards visuais que consolidam informações financeiras e operacionais do shopping, com filtros inteligentes e visões comparativas. Tudo isso em tempo real e com acesso de onde você estiver via aplicativo.

3- Fortaleça o relacionamento com lojistas

Nenhum shopping é forte sem seus lojistas. São eles que movimentam o negócio, atraem o público e geram receita. Por isso, um dos pilares da boa administração está na qualidade do relacionamento com essas marcas parceiras.

Lojistas que não se sentem ouvidos ou enfrentam dificuldades para acessar documentos, entender cobranças ou resolver demandas operacionais tendem a se desengajar. Isso afeta a saúde do empreendimento.

Pensando nisso, o Grupo EASE desenvolveu o EWS (Ease Web Services), um canal digital de comunicação e autoatendimento que centraliza tudo o que o lojista precisa: boletos, comunicados, abertura de chamados e mais. Com isso, o shopping reduz o volume de solicitações manuais, melhora a transparência e fortalece a confiança entre as partes.

Insight de gestão: criar uma rotina de feedback com lojistas também ajuda a antecipar problemas e construir uma administração mais participativa.

 4- Otimize a estratégia comercial do Shopping

Uma administração eficaz exige visão comercial apurada. Não basta preencher espaços vagos, é necessário analisar o mix de lojas, o perfil do público, o histórico de vendas e as tendências do mercado para atrair marcas estratégicas e manter o empreendimento competitivo.

O Mapa Comercial do Grupo EASE foi criado justamente para isso. Com ele, a equipe comercial visualiza o empreendimento por completo, acessa informações detalhadas de cada espaço e realiza reservas de lojas com poucos cliques. A ÚNICA ferramenta também permite filtrar dados por andar, status de ocupação e outros filtros que possibilitam um atendimento personalizado de acordo com o perfil do cliente.

Exemplo prático: durante uma negociação com uma nova marca, o corretor pode mostrar rapidamente quais espaços locáveis  estão disponíveis, auxiliando o cliente sobre qual é o mais atrativo para o seu modelo de negócio..

5 – Explore soluções de marketing baseadas em dados

O sucesso de um shopping também depende da capacidade de atrair, engajar e fidelizar o público. Isso exige um marketing mais inteligente, personalizado e orientado por dados reais de comportamento.

Com o avanço da tecnologia, é possível transformar o shopping em uma plataforma de mídia. O Mapa Interativo do Visitante, permite que lojistas anunciem promoções com visibilidade estratégica, enquanto o shopping gera receita adicional e coleta dados relevantes para futuras ações de marketing.

Além disso, os relatórios do sistema ajudam a entender o que atrai mais o público, quais áreas têm maior circulação e como isso pode influenciar o posicionamento de produtos, eventos e campanhas promocionais.

Shoppings que utilizam dados para direcionar suas ações de marketing tendem a aumentar o tempo de permanência do visitante e o ticket médio por compra.

De acordo com Bosco, a administração de shoppings está em constante evolução. Em um cenário cada vez mais dinâmico, apenas os gestores que adotam tecnologias inteligentes e práticas eficientes conseguem garantir competitividade, atratividade e rentabilidade.

As soluções do Grupo EASE foram desenvolvidas para apoiá-los em todas as etapas da gestão: do controle operacional ao relacionamento com lojistas, da análise estratégica à comunicação com o público.

Sobre o Grupo EASE

Fundado em 1995 por Bosco Magalhães, o Grupo EASE é pioneiro no setor de gestão para shopping centers, tendo sido a primeira empresa da área a operar com infraestrutura em nuvem, desde 2008. Desenvolvido no Brasil e adaptado à realidade tributária e operacional nacional, seu principal produto, o Ease Controller.net, é um sistema modular que integra todos os departamentos internos e sistemas externos, garantindo eficiência, segurança e conformidade fiscal. Com sede em Cotia (SP) e atuação em todo o país, a empresa soma 4 milhões de m² de ABL e 99 mil contratos de locação ativos sob gestão. A estrutura do grupo inclui a RBMS, voltada à consultoria empresarial liderada por Bosco Magalhães; a EASE Serviços de Informática (desenvolvimento e evolução do sistema) e a EaseMall – Centro de Serviços Compartilhados (CSC).

Sobre Bosco Magalhães

Fundador e presidente do Grupo EASE, Bosco Magalhães possui mais de 40 anos de experiência em gestão e desenvolvimento de empreendimentos comerciais. Técnico em contabilidade, iniciou sua trajetória na área administrativa e contábil, atuou com construção civil até se tornar executivo na área de gestão corporativa. Vivendo o mercado, em 1995, identificou a necessidade de um sistema específico para a gestão de shopping centers, com foco em governança e compliance, e deu início à empresa que se tornaria uma das mais reconhecidas do segmento, por meio do ERP Ease Controller.net. Desde então, lidera a evolução da empresa, que cresceu para atender empreendimentos em todo o Brasil, consolidando um ecossistema de tecnologia, consultoria e serviços que eleva padrões de eficiência, confiabilidade e inovação no setor.

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Referência em turismo receptivo, empresa brasileira conecta viajantes a experiências completas

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Referência absoluta em Foz do Iguaçu e na região da Tríplice Fronteira, a Loumar Turismo é uma empresa 100% iguaçuense que atua desde 1990 no mercado de turismo receptivo, transporte e experiências integradas. Com mais de três décadas de atuação contínua, a companhia se consolidou como uma das maiores e mais respeitadas operadoras do destino, atendendo mensalmente mais de 20 mil turistas entre Brasil, Argentina e Paraguai.

Reconhecida pela excelência operacional e pela inovação constante, a Loumar lidera o mercado regional de receptivo turístico, logística e transporte de passageiros, com uma estrutura robusta, frota própria moderna e uma equipe altamente capacitada. Sua atuação estratégica faz da empresa uma das principais geradoras de empregos diretos e indiretos do setor turístico em Foz do Iguaçu.

Mais do que uma operadora local, a Loumar se posiciona como uma Tourism Tech, unindo tecnologia de ponta a um atendimento humanizado. O modelo, definido internamente como “Tecnologia Humanizada”, alia plataformas digitais, sistemas próprios e canais de venda online ao suporte próximo de especialistas no destino, garantindo segurança, eficiência e uma experiência personalizada para cada cliente.

Com presença marcante nas ruas, nos hotéis, nos atrativos turísticos e nas redes sociais, a Loumar também se destaca como uma das empresas mais influentes na promoção do Destino Iguaçu no Brasil e no exterior. Pioneira no uso estratégico das redes sociais e no live commerce turístico, a empresa alcança milhões de pessoas por meio de conteúdos próprios, campanhas digitais e transmissões ao vivo que conectam diretamente o viajante às experiências da Tríplice Fronteira.

A Loumar Turismo opera um portfólio completo de produtos e serviços, que inclui transporte regular e privativo, city tours no Brasil e na Argentina, pacotes integrados de ingressos, logística para eventos, atendimento a grupos e agências, além de soluções exclusivas que facilitam a mobilidade e o planejamento do turista no destino.

Com uma trajetória marcada por inovação, credibilidade e visão de futuro, a Loumar Turismo segue na vanguarda do turismo nacional, reafirmando seu papel como principal referência em turismo receptivo na Tríplice Fronteira e como parceira estratégica para quem busca viver Foz do Iguaçu com segurança, conforto e excelência.

Sobre a Loumar Turismo
Instagram: https://www.instagram.com/loumartur
Site: https://www.loumarturismo.com.br

Para cotações, informações e atendimento direto:
https://bit.ly/almeidasindicamloumar

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Negócios

Dra. Beatriz Bocchi apresenta modelo de advocacia trabalhista voltado à prevenção de riscos empresariais

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Créditos da Foto: Divulgação

A ampliação das discussões sobre jornada de trabalho, a intensificação da fiscalização digital e as mudanças nas dinâmicas de contratação colocam a prevenção de riscos trabalhistas no centro das estratégias empresariais em 2026. Nesse contexto, cresce a demanda por modelos jurídicos que atuem de forma integrada à gestão dos negócios, com foco na antecipação de passivos e na organização interna das companhias.

Autora do livro O Poder da Decisão, a advogada Beatriz Bocchi atua no Direito do Trabalho empresarial com foco em consultoria preventiva e orientação estratégica. Nascida em Ribeirão Preto e formada em Direito pela UNAERP, ela é sócia-fundadora do escritório Beatriz Bocchi Advocacia, localizado na Avenida Paulista, em São Paulo, onde desenvolve um modelo de atuação voltado à gestão de riscos trabalhistas e à tomada de decisões empresariais mais seguras.

Créditos da Foto: Divulgação
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Segundo a advogada, a proposta do escritório é integrar o jurídico à estrutura operacional das empresas, indo além da atuação tradicional focada exclusivamente no contencioso. Para ela, a prevenção exige entendimento dos fluxos internos, da cultura organizacional e da forma como a legislação é aplicada no dia a dia corporativo. “Não entregamos apenas a lei. Atuamos na construção de processos, engenharia de turnos e manuais internos que organizam a empresa de dentro para fora”, afirma.

De acordo com Beatriz, muitos passivos trabalhistas surgem de falhas recorrentes na gestão. Entre elas, destacam-se as contratações de pessoas jurídicas em condições incompatíveis com a legislação, ausência de documentação formal de conduta e ética, o tratamento das normas de segurança previstas na NR1 apenas como exigência burocrática e ajustes improvisados de jornadas e escalas. Para a advogada, esses fatores criam riscos financeiros relevantes quando não são tratados com base técnica e planejamento.

Créditos da Foto: Divulgação
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A atuação direta da advogada junto aos empresários também é um diferencial do modelo adotado pelo escritório. Segundo ela, o trabalho envolve participação nas decisões estratégicas, mantendo o diálogo constante com sócios e lideranças. “Traduzir o jurídico para a linguagem de negócios é essencial para que ele funcione como um viabilizador de decisões seguras”, explica. Essa abordagem reflete os conceitos apresentados em seu livro O Poder da Decisão, no qual aborda liderança, clareza e responsabilidade na condução das empresas.

Créditos da Foto: Divulgação
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Para as organizações que investem em assessoria trabalhista contínua, os reflexos são observados tanto no controle financeiro quanto na gestão interna. Segundo a Dra. Beatriz, nota-se uma redução no volume de novas ações trabalhistas, diminuição de autuações administrativas e maior previsibilidade nas operações. No campo da gestão, processos claros permitem que os empresários direcionem esforços à expansão, com maior segurança sobre a base operacional do negócio. “Quando a empresa organiza sua gestão de pessoas, ela protege o patrimônio e ganha liberdade para crescer”, afirma.

Créditos da Foto: Divulgação
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A advogada avalia que o cenário atual exige uma mudança de postura imediata por parte dos empresários. Para ela, a combinação entre novas regras, fiscalização tecnológica e transformações no mercado de trabalho torna indispensável a profissionalização da gestão. “Não decidir organizar a empresa já é uma decisão que gera risco. O momento pede clareza, estrutura e responsabilidade”, declara.

Créditos da Foto: Divulgação
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Mais informações sobre a atuação da Beatriz Bocchi Advocacia, o livro O Poder da Decisão, mentorias e conteúdos sobre Direito do Trabalho e gestão empresarial estão disponíveis no site www.beatrizbocchiadv.com.br. A advogada também compartilha análises e orientações práticas no Instagram @dra.beatrizbocchi e no YouTube @porbeatrizbocchi. Contato comercial e para palestras pelo e-mail beatriz@beatrizbocchiadv.com ou WhatsApp (11) 98804-8424.

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Negócios

Indústria têxtil enfrenta avanço dos importados e risco crescente de desindustrialização no Brasil

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Setor sofre perda de competitividade encarecimento produtivo e retração no emprego enquanto empresários buscam alternativas para manter operações

A indústria têxtil brasileira vive um processo consistente de enfraquecimento produtivo, marcado pela redução de capacidade instalada, fechamento de fábricas e aumento da dependência de produtos importados, especialmente vindos da Ásia. Levantamentos da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) apontam queda na produção interna ao longo dos últimos anos e aumento expressivo das importações de vestuário e artigos confeccionados. A China permanece como a principal origem desses produtos, respondendo pela maior parcela do volume comprado pelo Brasil. Essa combinação pressiona preços e reduz margens, ampliando o risco de desindustrialização em um dos setores mais tradicionais do país.

Para Cláudio Costa Cardozo, empreendedor com mais de 30 anos de atuação na indústria nacional e fundador da Declaus Confecções, o cenário atual evidencia desafios estruturais. “A competição com produtos internacionais sempre existiu, mas a diferença de escala, incentivos externos e custos produtivos internos coloca as empresas brasileiras em desvantagem. Aqui trabalhamos com carga tributária elevada, energia mais cara e menos acesso a financiamento para inovação”, afirma. Segundo ele, mesmo empresas consolidadas enfrentam dificuldades para manter competitividade em meio à pressão por preços mais baixos e prazos curtos de entrega.

A discussão sobre perda de densidade industrial não é exclusiva do setor têxtil. Estudos do Ipea e da CNI mostram que a indústria de transformação brasileira tem reduzido participação na economia nas últimas décadas, refletindo menor investimento em tecnologia e crescente penetração de importados. No caso têxtil, entidades representativas relatam níveis elevados de ociosidade, especialmente entre pequenas e médias empresas, que têm menor capacidade de absorver oscilações de custos ou modernizar maquinário.

Além da concorrência externa, fatores domésticos também contribuem para o quadro: logística complexa, volatilidade cambial, juros elevados e pressão tributária tornam a produção local significativamente mais onerosa que a de países concorrentes. “Para quem opera no Brasil, competir apenas por preço é inviável. A saída tem sido buscar diferenciação, investir em qualidade, foco no cliente e processos mais eficientes”, observa Cláudio.

A perda de dinamismo no setor também tem impacto social relevante. A cadeia têxtil é uma das maiores empregadoras industriais do país, distribuída em cidades de médio porte e fortemente dependente de produção local. A retração da atividade afeta renda, arrecadação e oportunidades de trabalho nessas regiões. Para evitar agravamento, entidades setoriais defendem medidas como simplificação tributária, instrumentos de defesa comercial mais ágeis e políticas de incentivo à modernização produtiva.

Para consumidores, pequenos fabricantes e profissionais da área, especialistas destacam caminhos possíveis para aumentar a resiliência do negócio. Entre as principais práticas recomendadas estão:

• diversificação de canais de venda, com integração entre loja física, e-commerce e redes sociais
• gestão de estoque baseada em dados para reduzir perdas e evitar imobilização financeira
• adoção gradual de automação e tecnologias de controle de produção
• foco em produtos com maior valor agregado e menor competição direta com itens importados

Apesar dos desafios, Cláudio acredita que ainda há espaço para recuperar competitividade. “A indústria têxtil brasileira tem conhecimento técnico e histórico de inovação. Com ambiente mais favorável para produzir, políticas adequadas e visão estratégica, o setor pode voltar a crescer e entregar produtos que valorizem a produção nacional”, conclui.

A trajetória da indústria têxtil revela não apenas obstáculos do presente, mas a necessidade de reposicionar o país diante das transformações globais. O debate sobre desindustrialização torna-se, assim, essencial para compreender como setores tradicionais podem se adaptar, preservar empregos e garantir futuro econômico sustentável.

 

 

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