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Esporte

Aparecida Speed Racing marca o retorno de Goiás à Stock Car após duas décadas

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Iniciativa de apaixonados pelo automobilismo, a equipe busca não apenas competir, mas também fomentar talentos locais e ser a voz de Goiás no cenário nacional

Aparecida de Goiânia, fevereiro de 2024 – O automobilismo goiano volta a ter uma equipe na Stock após 23 anos. A Aparecida Speed Racing, iniciativa de um grupo de apaixonados por velocidade, estreia na temporada 2024, marcando uma nova era para Goiás no circuito automobilístico.

Operando a partir de Aparecida de Goiânia, a equipe, verdadeiro produto goiano, tem à frente Rodrigo Gomes na direção técnica. Para ele, o automobilismo transcende a mera velocidade; é um elo entre comunidades. “A chegada da Aparecida Speed Racing transcende a competição. Pretendemos ser uma fonte de inspiração e desenvolvimento para os talentos da região, projetando o futuro do automobilismo”, afirma Gomes, ao destacar que a equipe aparecidense é oficialmente a representante goiana na competição.

A formação de uma equipe capaz de competir na elite do automobilismo reflete determinação e compromisso dos membros desse time. Uma estratégia meticulosa e ágil, que abrangeu desde a seleção criteriosa do piloto até a execução de ajustes logísticos e técnicos, garantiram uma preparação impecável para enfrentar o desafio que se inicia em Goiânia, nos dias de 2 e 3 de março.

Nas pistas, a equipe será representada pelo piloto goianiense Raphael Teixeira, que se destaca no cenário do automobilismo brasileiro, acumulando uma experiência de 350 corridas em diversas categorias, incluindo Stock Light, Interlagos Race, Sprint Race, Mercedes Challenge, Brazilian Truck Cup, Stock Car entre outras.

Para o corpo técnico, a Aparecida Speed Racing trouxe o chefe de equipe Roberto Ramos Rodrigues, o Betinho, que tem mais de 30 anos de experiência com o automobilismo e já atuou em grandes equipes da Stock Car. Além de Rodrigo, Raphael e Betinho, a Aparecida Speed Racing tem mais 22 pessoas na equipe, sendo 10 delas envolvidas direta e 12 indiretamente.

A Aparecida Speed Racing estreia na primeira etapa de 2024, que foi batizada de “GP Wilson Fittipaldi Jr”, em homenagem ao vetereno do esporte falecido no último dia 23/02. A competição acontece nos dias 2 e 3 de março no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia.

Crédito da foto: Ray Negreiros

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Esporte

Inovação nos esportes e os conflitos enfrentados pelas Confederações Esportivas no Brasil – Do futebol ao fitness

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Enquanto se aguarda a decisão do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6) sobre os agravos apresentados pela Confederação Brasileira de Musculação e Fisiculturismo (CBMF) contra a liminar que suspendeu a comercialização de seus cursos de formação de treinadores, o caso ganhou novas camadas de complexidade, uma vez que vieram a público condenações por desvio de verba envolvendo o atual presidente do Conselho Federal de Educação Física (CONFEF), Cláudio Augusto Boschi, além de novas acusações de crimes como apropriação indébita, descumprimento de normas legais e condução da autarquia como se fosse patrimônio particular.

Especialistas em Direito Esportivo, entre eles Giovani Ravagnani, doutor em Direito Processual Civil pela USP, defendem a legitimidade da atuação de treinadores formados por confederações esportivas. Ragnani aponta a incoerência do sistema CONFEF/CREF ao tentar barrar novas formações enquanto técnicos de futebol comandam clubes e a Seleção Brasileira sem diploma em Educação Física.

Para o jurista, a resistência a modelos semelhantes em outras modalidades, como a musculação, evidencia uma tentativa indevida de criação de reserva de mercado. O tema já foi objeto de atenção da imprensa nacional. Em abril do ano passado, a Folha de São Paulo questionou se realmente seria obrigatório possuir registro no CREF para atuar como personal trainer. Além disso, o Supremo Tribunal Federal, ao julgar a ADI nº 6.260, reafirmou que a Lei nº 9.696/1998 não cria exclusividade nem reserva de mercado para profissionais de Educação Física.

O conflito se estabelece de forma clara: de um lado, a CBMF propõe um modelo específico de certificação, respaldado pela Lei Geral do Esporte; de outro, o sistema CONFEF/CREF insiste em defender um monopólio regulatório baseado em resoluções internas. A Lei nº 9.696/1998 regula exclusivamente a profissão de Educação Física, exigindo formação universitária e registro profissional, mas não alcança o esporte nem as confederações esportivas.

O futebol brasileiro exemplifica a aplicação bem-sucedida da Lei Geral do Esporte. A CBF, por meio da CBF Academy, forma e certifica seus próprios treinadores. Técnicos como Tite, Dorival Júnior e Abel Ferreira atuam sem registro no CREF, com ampla aceitação social, estabilidade jurídica e reconhecimento internacional. Esse modelo de validação da expertise esportiva nunca foi questionado, levantando a pergunta: por que o mesmo raciocínio não poderia ser aplicado na musculação? Parece razoável que um atleta com duas décadas de experiência em levantamento de peso, medalhista internacional e especialista prático em biomecânica aplicada, seja impedido de treinar jovens no esporte porque não cursou Educação Física?

É nesse espaço que a CBMF atua, propondo uma via de certificação focada na especificidade da modalidade, sem confronto direto com o sistema atual. Do ponto de vista jurídico, não há conflito entre a Lei nº 9.696/1998 e a Lei Geral do Esporte. O que levanta a pergunta: Porque os CREFs insistem na judicialização do tema?

A explicação reside na opção dos conselhos por priorizar suas próprias resoluções internas, como a Resolução CONFEF nº 206/2010, em detrimento da legislação federal que delimita sua atuação. A pretensa exclusividade invocada pelo sistema CONFEF/CREF não está prevista em lei, mas decorre de normas internas infralegais editadas pelo próprio Conselho. Esse embate ocorre em meio a um cenário de graves questionamentos sobre a atual gestão do CONFEF. Denúncias e escândalos marcam a administração de Cláudio Augusto Boschi, presidente da entidade, que responde a processos por crimes como apropriação indébita e já foi condenado por desvio de verba pública, conforme o processo nº 9018919-53.1992.8.13.0024, já transitado em julgado.

Esse contexto levanta a pergunta de milhares de associados ao próprio Conselho: como alguém com tal histórico assume e permanece no comando de um conselho profissional responsável por arrecadar centenas de milhões de reais em anuidades, taxas e multas cobradas de profissionais e academias em todo o país?

Eleito em 2020 para suceder Jorge Steinhilber, que estranhamente permaneceu por mais de 22 anos na presidência do Conselho, Boschi iniciou sua gestão com decisões controversas, como a centralização das movimentações financeiras do CONFEF em uma conta bancária aberta em Belo Horizonte, sua cidade de residência, apesar de a entidade possuir sede no Rio de Janeiro. Tal prática afronta a Lei Federal nº 4.320/1964, que veda pagamentos de autarquias por meio de cheques, além de contrariar normas da Controladoria-Geral da União (CGU). Questionamentos públicos sobre essas irregularidades jamais foram respondidos pela presidência ou pelo setor jurídico do Conselho. Diante desse contexto, torna-se evidente que o embate do CONFEF contra a CBMF — incluindo a tentativa de impedir a formação de treinadores pela confederação — está diretamente ligado à disputa pelo controle de um mercado que movimenta milhões de reais.

No centro da controvérsia está a resistência do sistema CONFEF/CREF em dividir esse espaço e aceitar modelos alternativos mais modernos e legitimados pela legislação esportiva vigente.

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Esporte

Capoeira Para Todos: a arte brasileira que cruza fronteiras e derruba preconceitos

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Mestre Daniel Muralha reforça expansão global da capoeira e destaca inclusão de raças, gêneros e nacionalidades

A capoeira, patrimônio cultural brasileiro, segue se consolidando como uma prática inclusiva e sem fronteiras. Um dos principais nomes dessa expansão é Mestre Daniel Muralha, que acumula 40 anos de trajetória, títulos nacionais e internacionais e atuações em países como Estados Unidos, Espanha, Portugal, Alemanha, Colômbia, França, Itália e Polônia.

Reconhecido como treinador de atletas de alto rendimento, Muralha destaca que a capoeira mantém sua origem na resistência do povo negro, mas hoje é uma arte global que acolhe todas as pessoas.
“A capoeira nasceu da luta contra a opressão. Por isso, não existe espaço para preconceito. É uma prática aberta a negros, brancos, mulheres, homens, jovens e idosos”, afirma.

Estudos recentes mostram que a capoeira é praticada em mais de 80 países, e o mestre testemunha essa diversidade em suas viagens. Durante sua passagem pela cidade de Krakow, Polônia, nos últimos dias, Muralha conduziu atividades para mais de 150 capoeiristas, com idades entre 5 e 70 anos, enfrentando neve e temperaturas negativas.

A programação incluiu aulas práticas, técnicas, teóricas e estratégicas, além de um seminário de MMA ministrado por Muralha na academia Gracie Barra, referência na região. O evento foi organizado pelo professor Bocca, polonês que vem fortalecendo a capoeira no país. Em outra cidade, ao lado do Contramestre Cajueiro, o mestre também realizou um treinamento intensivo de sete horas com atletas locais.

Para Muralha, ensinar no exterior reforça o alcance e o impacto da capoeira como ferramenta cultural.
“É uma alegria imensa levar nossa arte para outros países. Em cada lugar, percebo como a capoeira conecta pessoas diferentes e cria um ambiente de respeito e integração”, destaca.

O mestre já planeja a próxima edição internacional de atividades, com expectativa de ampliar o alcance do projeto e fortalecer ainda mais a presença da capoeira no cenário mundial.
“A capoeira pertence ao mundo. Ela une, transforma e derruba barreiras”, conclui.

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Esporte

Evento pelos 35 anos do Krav Maga no Brasil terá presença do Grão Mestre Kobi em Fortaleza

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Celebração no dia 18 destaca a história da modalidade no país e a expansão liderada pela Federação Sul Americana de Krav Maga.

A comemoração pelos 35 anos da chegada do Krav Maga ao Brasil será marcada por um evento especial nesta terça-feira, 18 de novembro, às 18h30, no Círculo Militar de Fortaleza. A celebração terá a presença do Grão Mestre Kobi, israelense e maior autoridade da arte de defesa pessoal do exército israelense na América Latina e responsável por introduzir a técnica no país em 1990. A entrada é gratuita, e a programação inclui palestra, vídeos, depoimentos e demonstrações.

O encontro está sendo organizado pelo Mestre Fred Carneiro, vice-presidente da Federação Sul Americana de Krav Maga e aluno do Grão Mestre Kobi desde a primeira aula ministrada no Brasil. Sendo assim, Mestre Fred, que é o responsável pela implantação do Krav Maga no Ceará, desde 2008, também completa 35 anos de práticas.

A data celebra a trajetória de disseminação da técnica de defesa pessoal criada por Imi Lichtenfeld na década de 1940, na América Latina. Simples, objetiva e baseada em movimentos naturais do corpo humano, a técnica fortalece o condicionamento físico, estimula disciplina, atenção e autocontrole, e forma praticantes mais seguros e conscientes.

Grão Mestre Kobi foi aluno direto de Imi Lichtenfeld e seu primeiro faixa-preta a deixar Israel com a missão de difundir o Krav Maga, exatamente como foi concebido. Chegou no Brasil no início de 1990 e logo após fundou a Federação Sul Americana de Krav Maga, que hoje é a maior organização de Krav Maga do mundo e referência na preservação da filosofia, didática e técnica originais. A organização atua no Brasil, Argentina, México, Portugal, Estados Unidos e Canadá, formando e atualizando instrutores sob supervisão direta do Grão Mestre.

Mais informações:

Site: www.kravmaga.com.br

YouTube: Krav Maga Mestre Kobi

Instagram: @kravmaga_mestrekobi

Contato local:

Mestre Fred Carneiro

WhatsApp: (85) 98644-8008

Instagram: @mestrefredkravmaga

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