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Cartão de crédito e débito: benefícios desses métodos de pagamento

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Saiba por que investir em cartão de crédito e débito como meio de pagamento. Conheça as vantagens e as melhores soluções!

Seja pela conveniência, segurança e flexibilidade de pagamento, a questão é que o cartão de crédito e débito se tornou o principal meio de pagamento hoje no Brasil. Viabilizar o recebimento pelas mais diversas bandeiras é uma estratégia indispensável para qualquer segmento e porte de empresa que deseja expandir a sua base de clientes, aumentar as vendas e fortalecer o relacionamento com o público.

Ainda que muitas outras opções digitais de pagamento estejam ganhando espaço a cada dia, ainda estão bem longe de substituir o bom e tradicional cartão de crédito ou débito. Por isso, é muito importante que o empresário garanta que a equipe esteja atenta às melhores práticas, tendências e processos que possam otimizar a gestão financeira. Veja as vantagens das duas modalidades a seguir:

Aumento nas vendas

Segundo reportagem divulgada pela CNN Brasil, 80% dos brasileiros preferem evitar realizar pagamentos em dinheiro vivo. Isso só pode significar uma coisa: uma empresa que deseja aumentar suas vendas, e viabilizar o processo de compra, deve aceitar outros meios de pagamento. Com destaque especial para o cartão de crédito, opção preferível pela maioria dos brasileiros.

Portanto, ao investir em uma maquininha de cartão de crédito, o empresário atrai ainda mais clientes e, consequentemente, aumenta suas vendas e receita.

Aumento do ticket médio

Quem nunca visitou uma loja com o objetivo claro de comprar um item, mas acabou saindo de lá com uma sacola cheia de outras coisas? Seja porque encontrou aquilo que procurava há algum tempo, porque o produto chamou sua atenção ou porque o preço estava realmente bem em conta, o fato é que dispor os produtos de forma organizada e lógica é uma ótima forma de aumentar o ticket médio e fazer com que seu cliente invista muito mais na sua loja.

O problema é quando o cliente está com o dinheiro contato apenas para o item que pretende comprar.
“Nesses casos, o cartão de crédito pode ser uma saída para a aquisição de outros produtos em uma mesma compra. Além disso, ainda que o cliente ‘não tenha o dinheiro na conta’, a possibilidade de efetuar o pagamento na próxima fatura pode ser um fator decisivo”, explica Bruno Coelho, diretor de negócios da Card.

Redução do risco de inadimplência

Uma vez que o pagamento foi aprovado pela operadora, o empreendedor receberá o valor dentro do prazo previsto. “Portanto, independentemente da inadimplência do cliente, a responsabilidade por garantir que você receberá o valor da compra é exclusivamente do cartão. Diferente do crediário, que demanda o empenho e a ação do cliente em realizar a quitação das parcelas”, lembra.

Aumento da credibilidade

É muito raro encontrar hoje uma empresa que não aceite maquininha de cartão de crédito e débito, não é? Mas principalmente nos pequenos negócios ou nas cidades menores, onde as pessoas ainda têm o hábito de realizar os pagamentos em dinheiro vivo ou por transferência bancária, isso pode acontecer.

Entretanto, ter a opção do cartão de crédito e débito confere à marca mais credibilidade, além de mostrar aos clientes que a empresa investe em tecnologia e acompanha as tendências do mercado. “Outro ponto interessante é que trabalhar com os mais variados meios de pagamento também confere uma imagem mais profissional e moderna, o que pode agregar valor ao seu produto”, aponta

Gestão do fluxo de caixa

Com pagamentos eletrônicos (por meio do cartão de crédito e débito), é mais fácil para a equipe financeira registrar as vendas, rastrear os dados da compra e, claro, construir os descritivos para a contabilidade do negócio. Tudo muito mais rápido e conveniente do que abrir e fechar o caixa com a contagem das cédulas.

Segurança

As transações realizadas com cartão de crédito e débito são seguras, com tecnologia de criptografia de dados e uma série de medidas antifraude desenvolvidas pelas próprias operadoras. “Da mesma forma, o pagamento eletrônico minimiza a quantidade de cédulas na loja ou outro estabelecimento, evita muitas idas às agências bancárias, oferece mais tranquilidade e segurança para clientes e colaboradores nas dependências da empresa e reduz os riscos de assaltos e roubos”, finaliza.

Sobre a CARD

A CARD está há mais de 20 anos no mercado. Atua em parceria com diversas empresas de todo o País com a missão de proporcionar as melhores soluções de Telecom, pagamentos, recargas e outros serviços.

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Analice Nicolau explica como construir uma narrativa humanizada antes que a IA tome conta

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84% da Geração Z engole conteúdo falso todo instante; aprenda com caso que custou milhões

Analice Nicolau sabe exatamente como é compartilhar um conteúdo sem checar se veio de humano ou máquina, la mesma já caiu nessa. Segundo a OECD, 84% da Geração Z vive essa confusão todo dia, rolando feeds sem aquele filtro instintivo que só experiência traz. Num mundo de prompts instantâneos, marcas enfrentam escolha dura: ou mergulham na alma do cliente através de conversas reais, ou viram mais um perfil genérico perdido no algoritmo. Nenhuma IA senta na sala de reunião captando emoção, história de vida, tom de voz. Esse é o superpoder humano que Analice entrega.

Com 20 anos de jornalismo e centenas de reuniões cara a cara, Analice aprendeu que narrativa não nasce de prompts, nasce de conexão. O framework da OECD lista 22 competências técnicas, mas esquece o principal: sentar com o empreendedor em São Paulo, ouvir o gestor contar a pressão do conselho, captar o sonho da PME de Fortaleza que quer ser gigante. “É esse “mergulhar na alma” que gera verdades impossíveis de falsificar. IA gera texto. Reunião gera descobertas que transformo em legado”. conclui Analice

O caso do deepfake do Jason Momoa em 2025 mostra o preço da superficialidade. Vídeo falso prometendo romance e investimento que enganou a viúva britânica, US$ 600 mil sumiram porque faltou o faro humano de desconfiar. Dois milhões de views antes de cair, e as marcas acabam perdendo 30% dos seguidores por compartilhar sem sentir a frieza artificial. Analice repete pros clientes: “IA viraliza em segundos. Mas a conversa humana reconquista em meses.”

No Brasil, campanhas de moda praia em 2025 viralizaram com biquínis impossíveis, costuras flutuando, sombras erradas, seis dedos nos modelos. Milhões curtiram antes do desmascaramento. Marcas de beachwear enfrentaram boicote: vendas cairam 25%, nas redes sociais gritando “fake”. O erro fatal? Confiaram em tela, não em conversa com público real. Analice nunca deixa isso acontecer, ela vive nas reuniões onde cliente revela o que algoritmo nunca vai entender. A sua narrativa. E ela é única.

A metodologia Analice é direto ao ponto, mas ninguém copia: Primeiro, ela ouve a história que o empreendedor nunca contou pra ninguém, a dor do fracasso, o sonho que  o mantém acordado às 3 da manhã. Segundo, usa IA para rascunho bruto, mas reescreve tudo com a voz dele, palavra por palavra, emoção por emoção. Terceiro, manda pros clientes uma pergunta simples: “Você sentiu que eu te entendi?”  Quarto, coloca aqueles detalhes que só brasileiro pega, o ritmo no texto que embala, a metáfora do jogo empatado no final, a saudade do interior que aperta o peito.

Os números só confirmam o que ela viveu em vários projetos cara a cara:  40% mais mensagens espontâneas via rede social. “Fico tão feliz quando vejo a face do cliente e o sorriso que o fez se sentir validado” funis que vendem 3x mais rápido, clientes que ligam domingo às 20h dizendo “Analice, você me entende como ninguém”. Enquanto consultorias entregam planilhas Excel, Analice entrega gente que compra de novo. Enquanto agências mandam 50 variações de prompt, ela olha nos olhos. Para 2026, quem entender que narrativa é relacionamento humano, ganha. Quem achar que IA substitui olho no olho, já perdeu.

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Imagem com propósito: como Jéssica Migliorini ressignifica o vestir como ferramenta de comunicação e influência

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Durante muito tempo, a imagem feminina foi tratada apenas como um recurso estético, dissociado de estratégia, identidade e intenção. Hoje, esse olhar vem sendo revisado por profissionais que entendem a imagem como parte fundamental da comunicação pessoal e do posicionamento social. Entre esses nomes, destaca-se Jéssica Migliorini, consultora de imagem e estrategista de posicionamento, que tem contribuído para uma nova leitura sobre o papel da imagem na construção de autoridade feminina.

O trabalho desenvolvido por Jéssica parte do princípio de que o vestir é um ato de comunicação consciente. Cada escolha visual carrega mensagens, símbolos e significados que impactam diretamente a forma como uma mulher é percebida e como ela se percebe. A partir dessa perspectiva, a imagem deixa de ser um elemento superficial e passa a ser compreendida como uma ferramenta de influência, clareza e direcionamento.

Criadora do método Vista-si, Jéssica propõe um processo de alinhamento entre identidade, essência e intenção. A metodologia integra moda, comportamento, comunicação não verbal e inteligência emocional, auxiliando mulheres a construírem uma presença coerente com seus valores e objetivos de vida. O foco não está em tendências passageiras, mas na construção de uma imagem que sustente crescimento, segurança e protagonismo.

Com uma estética clássica aliada a uma visão contemporânea e histórica da imagem feminina, Jéssica Migliorini desenvolveu uma atuação autoral, que respeita trajetórias individuais e contextos pessoais e profissionais. Seu trabalho se diferencia por transformar escolhas visuais em estratégias de posicionamento, fortalecendo a autoconfiança e a autoridade de mulheres em diferentes áreas.

Além da consultoria, Jéssica é criadora do projeto Vestida de História, que conecta imagem, memória e identidade, resgatando a relação entre o vestir e as narrativas que atravessam a vida de cada mulher. Como palestrante, mentora e influenciadora digital, compartilha conteúdos que convidam à reflexão sobre imagem, comportamento e presença consciente.

Ao propor uma abordagem que une estética, estratégia e inteligência emocional, Jéssica Migliorini reforça a ideia de que imagem não é vaidade, mas uma linguagem poderosa capaz de comunicar propósito, fortalecer decisões e ampliar oportunidades.

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Evento da Aliança Divergente reúne 4.500 pessoas e projeta São José dos Campos no cenário nacional

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Entre os dias 30 de janeiro e 1º de fevereiro, São José dos Campos (SP) recebeu um dos maiores eventos presenciais do país voltados ao desenvolvimento humano. Realizado pela Aliança Divergente, o encontro aconteceu na Arena Farma Conde e reuniu cerca de 4.500 participantes, vindos de diferentes regiões do Brasil e do exterior.

De acordo com estimativa da organização do evento, a realização movimentou aproximadamente R$ 40 milhões na economia local. O impacto foi percebido principalmente na rede hoteleira, no setor de alimentação, no transporte, no comércio e em serviços ligados à produção e à logística do evento.

A presença de um público expressivo ao longo de vários dias reforçou a capacidade do município de receber grandes encontros nacionais, ampliando a visibilidade de São José dos Campos como destino para eventos de grande porte.

A Aliança Divergente destaca que o evento não tem caráter terapêutico nem clínico. A proposta é criar um espaço de reflexão sobre desenvolvimento humano, relações e escolhas individuais, a partir de uma metodologia própria, chamada Teoria da Permissão, aplicada pela organização em sua comunidade.

Segundo Renato Torres, CEO da Aliança Divergente, o encontro foi pensado como uma experiência coletiva, voltada à consciência e à responsabilidade pessoal, sem promessas de cura ou intervenção médica. “O objetivo é provocar reflexão, clareza e decisões mais conscientes. O evento é um espaço de encontro, troca e aprendizado, não uma prática terapêutica”, afirma.

O evento reuniu participantes de diferentes faixas etárias e perfis, que já acompanham a comunidade da Aliança Divergente em formato digital e se encontraram presencialmente em São José dos Campos. A organização afirma ter mais de 150 mil aliados, distribuídos em 85 países, o que amplia o alcance da iniciativa.

Durante a programação, relatos pessoais e experiências compartilhadas pelos participantes reforçaram o caráter reflexivo do encontro, com foco em postura, relações e responsabilidade individual.

Mesmo avaliando a realização do evento em outras capitais, a organização optou por manter São José dos Campos como sede. A decisão levou em conta fatores como infraestrutura, localização estratégica e a relação da empresa com o município, onde está instalada desde 2018.

Com a realização do encontro, São José dos Campos se consolida como uma cidade capaz de unir infraestrutura, organização e capacidade de atração de grandes públicos, ampliando seu protagonismo no circuito nacional de eventos.

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