Moreover, larger shares of Americans say they are skeptical or unsure that computer programs can predict whether two people will fall in love. These factors make online dating be overwhelming.
Free
Free dating sites can be a great way to find love online. While they may not offer as much features as paid dating services, they can help you meet singles who are interested in finding a first date or long-term relationship. However, you should take some measures when using free international dating sites. For example, you should only communicate with photo-verified profiles and avoid sharing personal information.
There are a variety of free dating sites and apps on the market, including Match, OkCupid, and Hinge. Most of these sites allow you to browse profiles and send messages without a subscription, but some require a paid membership to see who likes you or send unlimited messages.
Some of the best free dating websites include eHarmony, which has led to over 2 million happy marriages, and Our Time, which is an online dating site for seniors that offers a full site and app experience for one low price. Other sites, such as Archer and HER, are specifically for LGBTQ+ communities, making them more inclusive than other dating apps.
With Fees
Many online dating sites have paid options for their users. These are usually more serious in nature and can help people find matches more quickly. However, it’s important to choose a site that suits your needs. If you’re looking for a serious relationship, for example, you should use a more sophisticated paid service such as Match or eHarmony.
While paid sites offer many benefits, they also come with their own drawbacks. For one, they can be more difficult to navigate than free dating websites. In addition, many people have been convicted of fraud by using these websites. Moreover, paying for a subscription to a dating website can be expensive. If you’re considering using a paid site, be sure to check the internet for coupon codes. Otherwise, you could be spreading yourself too thin by using too many of them. Also, don’t use a real email address on these sites unless you want it to be linked to your profile.
Niche
A growing number of singles are turning to niche market mobile dating apps for more tailored matchmaking experiences. These communities bring together people who share specific interests and passions, making it easier to ignite a spark of attraction. Examples include travel-centric apps like Fairytrail, fitness-oriented apps like Fitafy, and community-based app NUiT, which connects users based on astrological compatibility.
These apps often focus on a specific community or interest, such as cats, travel, or 70s music. They may also offer extra tools to facilitate connections, such as photo sharing and specified intentions. Many of them are geared towards women, and some even offer female-friendly features.
Some niche sites operate on their own while others are part of larger networks of dating websites and apps. The latter have a larger user base and can offer more comprehensive compatibility than their niche counterparts. However, they can be more difficult to navigate. This is why it’s a good idea to use a mainstream app or site in addition to one of these niche options.
Security
Online dating sites can help protect users from scams by screening potential dates and using communication tools to monitor suspicious activity. They also can block and report users who are acting inappropriately. However, these measures are not foolproof.
Avoid sharing personal information on a dating site until you have known a person for a while. Do not include your phone number, email address, or home address in your profile or initial communications. Also, do not use overtly sexual or provocative usernames. Also, never share your work or private details unless you know the person you are communicating with well.
If you find that someone you are talking to on a dating site is repeatedly asking for money, try to report them to the site administrator. Most sites have reporting arrangements for users who encounter such behavior, and they can act quickly to get the offending user off their site. This is important because it can prevent real-life stalking and other problems that can occur in the offline world.
Dados de mercado mostram que organizações que utilizam a tecnologia em áreas como marketing, vendas e atendimento conseguem ganhos expressivos
A Inteligência Artificial tem se consolidado como uma aliada estratégica para empresas que buscam aumentar vendas, reduzir erros e tomar decisões mais precisas. Dados de mercado mostram que organizações que utilizam IA em áreas como marketing, vendas e atendimento conseguem ganhos expressivos.
Estudos indicam que equipes comerciais apoiadas por IA aumentam a taxa de conversão de leads em até 50%, enquanto a precisão das previsões de vendas melhora em cerca de 75%, reduzindo falhas de planejamento e desperdício de recursos.
Sergio Barbosa, estrategista digital e CRO da Agência DPX
Segundo o estrategista digital e CRO da Agência DPX, Sergio Barbosa, a tecnologia permite decisões mais inteligentes em tempo real. “A IA analisa grandes volumes de dados em segundos e aponta padrões que seriam invisíveis para um time humano, o que reduz erros de estratégia e aumenta a eficiência comercial”, afirma.
Ele explica que esse tipo de lógica já vem sendo aplicada em metodologias e ferramentas educacionais voltadas a vendas, como o FlowSeller, infoproduto criado por ele para ajudar profissionais e empresas a estruturarem processos comerciais mais previsíveis e orientados por dados.
Outro impacto relevante está na redução de custos e falhas operacionais. Pesquisas mostram que empresas que aplicam IA na automação de processos conseguem diminuir custos em até 60%, além de melhorar a experiência do cliente com atendimentos mais rápidos e personalizados. “Quando você automatiza tarefas repetitivas e deixa a IA cuidar da análise, o time humano passa a focar no que realmente gera valor: relacionamento e conversão”, explica.
Para o especialista, a adoção estratégica da tecnologia é um caminho sem volta. “A IA não é mais uma aposta futura, é uma vantagem competitiva atual. Empresas que usam dados e inteligência para decidir vendem mais, erram menos e crescem de forma mais sustentável”, conclui Sergio Barbosa.
No início deste primeiro trimestre de 2026, enquanto os principais blocos econômicos consolidam seus balanços de produtividade, um debate central ganha urgência fora do circuito acadêmico: a correlação direta entre a literacia financeira e a resiliência das Pequenas e Médias Empresas (PMEs). Enquanto o relatório de competitividade da União Europeia aponta a educação financeira como um ativo de infraestrutura, o Brasil enfrenta o desafio de converter o empreendedorismo de sobrevivência em estratégia de crescimento sustentável.
Para Alessandra Santos Alves Ferreira, executiva do setor financeiro, especialista em governança e cofundadora da associação Multiplicando Sonhos, o cenário global oferece um diagnóstico pragmático. “A diferença entre mercados maduros e emergentes não reside apenas no volume de capital disponível, mas na capacidade cognitiva de gerir esse capital. A alfabetização financeira é o novo multiplicador de valor: ela define quem escala e quem sucumbe à volatilidade”, afirma.
O Benchmark Europeu: Conhecimento como Garantia Colateral
O relatório europeu de 2026 introduz um conceito inovador: a “Resiliência Financeira Sistêmica”. No bloco europeu, a educação financeira para empreendedores deixou de ser vista como um programa social para se tornar uma ferramenta de mitigação de risco de crédito.
“A Europa consolidou o entendimento de que o domínio técnico das finanças pelo gestor é uma garantia colateral tão relevante quanto os ativos físicos da empresa”, observa Alessandra. “Lá, a literacia financeira é integrada aos hubs de inovação para garantir que o capital injetado não seja drenado por ineficiências operacionais. No Brasil, a desconexão entre o ‘saber produzir’ e o ‘saber gerir’ ainda é o nosso maior gargalo de produtividade.”
Brasil: Sofisticação Regulatória e o Desafio da CVM 175
Ao correlacionar o contexto global com o cenário brasileiro, Alessandra destaca que o país vive um momento de inflexão regulatória com a plena maturidade da Resolução CVM 175. Para a especialista, a nova arquitetura do mercado de capitais brasileiro exige que o pequeno e médio empresário saia da “gestão de caixa” básica para a “gestão de ativos estratégica”.
“A sofisticação das regras de transparência e governança imposta pela CVM 175 é um esforço para aproximar o Brasil dos padrões globais, mas ela cria um abismo para quem não possui literacia financeira. Sem o domínio técnico dessas novas camadas regulatórias, o empreendedor brasileiro continua excluído por complexidade, perdendo competitividade frente a players internacionais”, critica Alessandra.
Empreendedorismo como Estratégia, não Lotería
Para a executiva, o custo da ineficiência financeira no Brasil é mensurável em menor produtividade e desperdício de capital humano. Enquanto o plano europeu foca em sofisticação de portfólio para PMEs, o Brasil ainda lida com a mortalidade empresarial precoce por erros de fluxo de caixa e confusão patrimonial.
“Criar um CNPJ é um ato burocrático; sustentar a viabilidade econômica é um ato de governança. O analfabetismo financeiro opera como um freio silencioso: empresas subcapitalizadas e decisões de curto prazo são sintomas de uma base educacional frágil. No agregado, isso se traduz em um risco sistêmico que compromete a resiliência da economia nacional”, resume.
O Custo de não Agir: Uma Agenda de Interesse Nacional
A visão de Alessandra é pouco indulgente quanto à procrastinação dessa pauta. Para ela, a educação financeira deve ser tratada como política de Inclusão Econômica Estratégica.
“Não se combate desigualdade apenas com transferência de renda, mas com a transferência de ferramentas cognitivas para a gestão do dinheiro. O conhecimento financeiro é o que permite ao indivíduo e ao empresário não desperdiçar janelas de oportunidade”, afirma. “A Europa está ajustando suas políticas para 2026 com base nessa premissa. O Brasil precisa entender que a literacia financeira não é um luxo, é a infraestrutura necessária para que o empreendedorismo deixe de ser uma aposta e se torne um motor real de PIB.”
Perfil — Alessandra Santos Alves Ferreira
Alessandra Santos Alves Ferreira é executiva de liderança estratégica no setor financeiro, com trajetória sólida em instituições de importância sistêmica como o Itaú Unibanco, onde atua na governança de orçamentos de alta magnitude (R$ 120 milhões) e eficiência de custos. Especialista em engenharia de governança e cofundadora da Multiplicando Sonhos, possui pós-graduação pela FGV (com distinção acadêmica) e é autora de análises técnicas sobre o marco regulatório da CVM 175. Sua atuação integra o rigor das finanças corporativas ao desenvolvimento de metodologias de educação financeira focadas em produtividade, competitividade e mobilidade social.
Alta circulação de pessoas exige reforço na higienização durante o período de festas
Fevereiro é sinônimo de Carnaval, viagens e grandes aglomerações. Aeroportos lotados, ônibus cheios, metrôs operando no limite e espaços públicos em uso intenso criam um desafio logístico e sanitário para cidades e empresas responsáveis por esses ambientes.
Com a alta rotatividade de pessoas, superfícies de contato frequente se tornam pontos críticos para a transmissão de doenças. Corrimãos, assentos, catracas, banheiros e áreas comuns precisam de atenção constante, especialmente em períodos de pico.
“O transporte público e os ambientes de grande circulação exigem protocolos rigorosos de higienização, que não podem ser apenas superficiais”, explica o Dr. Bruno Mena Cadorin, PhD em Química e CEO da Wier. “Durante o Carnaval, o risco aumenta porque o número de pessoas e o tempo de exposição são muito maiores.”
O especialista ressalta que revisar e reforçar os processos de higienização antes e durante o período festivo é uma medida de saúde coletiva. “A prevenção feita agora reduz impactos ao longo das semanas seguintes, quando surgem os reflexos das aglomerações”, afirma.
Tecnologias como os geradores de ozônio e o plasma frio surgem como aliadas nesse cenário, por permitirem uma higienização mais profunda, inclusive do ar, sem prejudicar a operação dos serviços.
“O Carnaval passa, mas os efeitos de uma higienização mal feita permanecem. Pensar em prevenção é pensar em cidades mais seguras e em um retorno à rotina com menos impactos na saúde da população”, conclui Dr. Bruno.
Somos a wier:
A Wier nasceu em 2011, fruto do desejo de oferecer soluções tecnológicas que contribuam para o desenvolvimento sustentável através do uso ozônio e do plasma frio na água, no ar e no solo.
Desde então, solidificamos nossas bases através da busca constante por inovações e atualizações focadas em P&D. Já são mais de 20.000 geradores de ozônio produzidos, com diversos lançamentos que atendem às necessidades crescentes do mercado unindo desenvolvimento e sustentabilidade. Além disso, nossos produtos possuem fabricação 100% brasileira e estão presentes em mais de 20 países.
Somos movidos por desafios em prol do desenvolvimento sustentável da população e da indústria. Portanto, integrar tecnologia e saúde para possibilitar a inovação está no DNA da Wier.
Por isso, nos empenhamos em trazer soluções tecnológicas que contribuam para a conservação do nosso planeta, pensando na redução do impacto ambiental juntamente à geração de renda e oportunidades. Por fim, propagar esse mindset de inovação e sustentabilidade como um valor para as próximas gerações é nosso compromisso.