No mundo dos negócios, poucos nomes se destacam tanto quanto o de Felipe Otoni. Conhecido como o especialista em criar máquinas de vendas, Felipe transformou o panorama empresarial brasileiro com suas inovações tecnológicas e estratégias de marketing de vanguarda. A jornada de Felipe é uma lição inspiradora de visão, determinação e inovação. Vamos conhecer mais sobre esse gênio empreendedor e suas criações que revolucionaram o mercado através de suas máquinas de vendas.
A Ascensão da Proteauto
Felipe Otoni iniciou sua trajetória de sucesso ao assumir a direção de Marketing da Proteauto, uma empresa de proteção veicular que, até então, operava com um modelo tradicional de captação de clientes. Com seu conhecimento avançado de tecnologias e uma visão clara e estratégias de vendas impecáveis, Felipe implementou diversas soluções inovadoras, transformando a Proteauto em uma verdadeira máquina de vendas. Utilizando as mais avançadas tecnologias e estratégias de marketing, ele transformou a Proteauto, até então a menor empresa do mercado de proteção veicular, na maior empresa do segmento. Sua habilidade de alavancar vendas e impulsionar o crescimento da empresa é um testemunho de sua maestria em negócios.
Segsmart Marketing: Democratizando as Indicações
Após o sucesso estrondoso da Proteauto, Felipe lançou a Segsmart Marketing, uma startup inovadora que mudou o jogo das indicações. A Segsmart Marketing é uma plataforma online onde empresas e negócios podem se cadastrar para serem indicados, aumentando suas vendas de forma significativa. Mas o verdadeiro diferencial está na inclusão de pessoas comuns no processo: Felipe criou um revolucionário modelo de marketing de indicação para pessoas comuns e influenciadores digitais, permitindo que qualquer um ganhe comissões generosas por indicar negócios através da plataforma. É um sistema onde todos ganham – as empresas, os indicados e os indicantes. Esse modelo de negócio já faturou mais de 9 milhões de reais, através dessa ferramenta, apenas com a Proteauto. Mais uma vez, Felipe Otoni mostrou ao mercado que sabe como criar oportunidades e crescimento para todos os envolvidos.
Reconhecimento no ClaxClub
Com seus feitos notáveis, não demorou para Felipe Otoni ser reconhecido pelos maiores influenciadores empresariais do Brasil. Tornando-se sócio do ClaxClub, o grupo mais seleto e importante de empresários do país, ao lado de gigantes como Flávio Augusto, Joel Jota e Caio Carneiro. No ClaxClub, Felipe se destacou como o especialista em criação de máquinas de vendas através de tecnologias inovadoras, solidificando ainda mais sua posição como um líder visionário no mundo dos negócios. Foi nesse ambiente que ele replicou sua plataforma para os maiores empresários brasileiros do grupo, adaptando-a perfeitamente para diversos segmentos de negócios. Felipe criou, assim, diversas máquinas de vendas personalizadas, repetindo o sucesso que alcançou em suas próprias empresas.
SEGSMART: A Revolução das Vendas pelo WhatsApp
Agora, Felipe está pronto para revolucionar novamente. Ele desenvolveu a Segsmart, uma ferramenta extraordinária de automação, vendas, gestão e CRM, especialmente projetada para transformar o WhatsApp em uma verdadeira maquina de vendas. Imagine poder automatizar todos os processos de atendimento e vendas, programar o envio de mensagens, gerenciar seus clientes enviando textos, áudios, fotos, vídeos e links – tudo de forma 100% automática. A Segsmart permite criar um funil de vendas automático, realizar gestão completa através de um CRM e muitas outras funcionalidades inovadoras que não são encontradas em nenhuma outra ferramenta do mercado.
Uma Oportunidade Única e Limitada
A Segsmart está disponível por um valor promocional que vai durar apenas alguns dias. Esta é a sua chance de integrar uma ferramenta revolucionária que vai transformar a maneira como você faz negócios pelo WhatsApp. Não deixe essa oportunidade escapar – o momento de agir é agora! Felipe Otoni já provou repetidamente sua capacidade de criar soluções vencedoras e, com a Segsmart, ele está oferecendo a você a chave para um sucesso sem precedentes.
Felipe Otoni é mais do que um empresário de sucesso; ele é um visionário que transforma ideias em máquinas de vendas poderosas. Com a Segsmart, ele está mais uma vez na vanguarda da inovação, oferecendo uma ferramenta que promete elevar seu negócio a novos patamares. Não perca essa chance de ouro – adquira a Segsmart e veja suas vendas decolarem!
Referência absoluta em Foz do Iguaçu e na região da Tríplice Fronteira, a Loumar Turismo é uma empresa 100% iguaçuense que atua desde 1990 no mercado de turismo receptivo, transporte e experiências integradas. Com mais de três décadas de atuação contínua, a companhia se consolidou como uma das maiores e mais respeitadas operadoras do destino, atendendo mensalmente mais de 20 mil turistas entre Brasil, Argentina e Paraguai.
Reconhecida pela excelência operacional e pela inovação constante, a Loumar lidera o mercado regional de receptivo turístico, logística e transporte de passageiros, com uma estrutura robusta, frota própria moderna e uma equipe altamente capacitada. Sua atuação estratégica faz da empresa uma das principais geradoras de empregos diretos e indiretos do setor turístico em Foz do Iguaçu.
Mais do que uma operadora local, a Loumar se posiciona como uma Tourism Tech, unindo tecnologia de ponta a um atendimento humanizado. O modelo, definido internamente como “Tecnologia Humanizada”, alia plataformas digitais, sistemas próprios e canais de venda online ao suporte próximo de especialistas no destino, garantindo segurança, eficiência e uma experiência personalizada para cada cliente.
Com presença marcante nas ruas, nos hotéis, nos atrativos turísticos e nas redes sociais, a Loumar também se destaca como uma das empresas mais influentes na promoção do Destino Iguaçu no Brasil e no exterior. Pioneira no uso estratégico das redes sociais e no live commerce turístico, a empresa alcança milhões de pessoas por meio de conteúdos próprios, campanhas digitais e transmissões ao vivo que conectam diretamente o viajante às experiências da Tríplice Fronteira.
A Loumar Turismo opera um portfólio completo de produtos e serviços, que inclui transporte regular e privativo, city tours no Brasil e na Argentina, pacotes integrados de ingressos, logística para eventos, atendimento a grupos e agências, além de soluções exclusivas que facilitam a mobilidade e o planejamento do turista no destino.
Com uma trajetória marcada por inovação, credibilidade e visão de futuro, a Loumar Turismo segue na vanguarda do turismo nacional, reafirmando seu papel como principal referência em turismo receptivo na Tríplice Fronteira e como parceira estratégica para quem busca viver Foz do Iguaçu com segurança, conforto e excelência.
A ampliação das discussões sobre jornada de trabalho, a intensificação da fiscalização digital e as mudanças nas dinâmicas de contratação colocam a prevenção de riscos trabalhistas no centro das estratégias empresariais em 2026. Nesse contexto, cresce a demanda por modelos jurídicos que atuem de forma integrada à gestão dos negócios, com foco na antecipação de passivos e na organização interna das companhias.
Autora do livro O Poder da Decisão, a advogada Beatriz Bocchi atua no Direito do Trabalho empresarial com foco em consultoria preventiva e orientação estratégica. Nascida em Ribeirão Preto e formada em Direito pela UNAERP, ela é sócia-fundadora do escritório Beatriz Bocchi Advocacia, localizado na Avenida Paulista, em São Paulo, onde desenvolve um modelo de atuação voltado à gestão de riscos trabalhistas e à tomada de decisões empresariais mais seguras.
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Segundo a advogada, a proposta do escritório é integrar o jurídico à estrutura operacional das empresas, indo além da atuação tradicional focada exclusivamente no contencioso. Para ela, a prevenção exige entendimento dos fluxos internos, da cultura organizacional e da forma como a legislação é aplicada no dia a dia corporativo. “Não entregamos apenas a lei. Atuamos na construção de processos, engenharia de turnos e manuais internos que organizam a empresa de dentro para fora”, afirma.
De acordo com Beatriz, muitos passivos trabalhistas surgem de falhas recorrentes na gestão. Entre elas, destacam-se as contratações de pessoas jurídicas em condições incompatíveis com a legislação, ausência de documentação formal de conduta e ética, o tratamento das normas de segurança previstas na NR1 apenas como exigência burocrática e ajustes improvisados de jornadas e escalas. Para a advogada, esses fatores criam riscos financeiros relevantes quando não são tratados com base técnica e planejamento.
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A atuação direta da advogada junto aos empresários também é um diferencial do modelo adotado pelo escritório. Segundo ela, o trabalho envolve participação nas decisões estratégicas, mantendo o diálogo constante com sócios e lideranças. “Traduzir o jurídico para a linguagem de negócios é essencial para que ele funcione como um viabilizador de decisões seguras”, explica. Essa abordagem reflete os conceitos apresentados em seu livro O Poder da Decisão, no qual aborda liderança, clareza e responsabilidade na condução das empresas.
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Para as organizações que investem em assessoria trabalhista contínua, os reflexos são observados tanto no controle financeiro quanto na gestão interna. Segundo a Dra. Beatriz, nota-se uma redução no volume de novas ações trabalhistas, diminuição de autuações administrativas e maior previsibilidade nas operações. No campo da gestão, processos claros permitem que os empresários direcionem esforços à expansão, com maior segurança sobre a base operacional do negócio. “Quando a empresa organiza sua gestão de pessoas, ela protege o patrimônio e ganha liberdade para crescer”, afirma.
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A advogada avalia que o cenário atual exige uma mudança de postura imediata por parte dos empresários. Para ela, a combinação entre novas regras, fiscalização tecnológica e transformações no mercado de trabalho torna indispensável a profissionalização da gestão. “Não decidir organizar a empresa já é uma decisão que gera risco. O momento pede clareza, estrutura e responsabilidade”, declara.
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Mais informações sobre a atuação da Beatriz Bocchi Advocacia, o livro O Poder da Decisão, mentorias e conteúdos sobre Direito do Trabalho e gestão empresarial estão disponíveis no site www.beatrizbocchiadv.com.br. A advogada também compartilha análises e orientações práticas no Instagram @dra.beatrizbocchi e no YouTube @porbeatrizbocchi. Contato comercial e para palestras pelo e-mail beatriz@beatrizbocchiadv.com ou WhatsApp (11) 98804-8424.
Setor sofre perda de competitividade encarecimento produtivo e retração no emprego enquanto empresários buscam alternativas para manter operações
A indústria têxtil brasileira vive um processo consistente de enfraquecimento produtivo, marcado pela redução de capacidade instalada, fechamento de fábricas e aumento da dependência de produtos importados, especialmente vindos da Ásia. Levantamentos da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) apontam queda na produção interna ao longo dos últimos anos e aumento expressivo das importações de vestuário e artigos confeccionados. A China permanece como a principal origem desses produtos, respondendo pela maior parcela do volume comprado pelo Brasil. Essa combinação pressiona preços e reduz margens, ampliando o risco de desindustrialização em um dos setores mais tradicionais do país.
Para Cláudio Costa Cardozo, empreendedor com mais de 30 anos de atuação na indústria nacional e fundador da Declaus Confecções, o cenário atual evidencia desafios estruturais. “A competição com produtos internacionais sempre existiu, mas a diferença de escala, incentivos externos e custos produtivos internos coloca as empresas brasileiras em desvantagem. Aqui trabalhamos com carga tributária elevada, energia mais cara e menos acesso a financiamento para inovação”, afirma. Segundo ele, mesmo empresas consolidadas enfrentam dificuldades para manter competitividade em meio à pressão por preços mais baixos e prazos curtos de entrega.
A discussão sobre perda de densidade industrial não é exclusiva do setor têxtil. Estudos do Ipea e da CNI mostram que a indústria de transformação brasileira tem reduzido participação na economia nas últimas décadas, refletindo menor investimento em tecnologia e crescente penetração de importados. No caso têxtil, entidades representativas relatam níveis elevados de ociosidade, especialmente entre pequenas e médias empresas, que têm menor capacidade de absorver oscilações de custos ou modernizar maquinário.
Além da concorrência externa, fatores domésticos também contribuem para o quadro: logística complexa, volatilidade cambial, juros elevados e pressão tributária tornam a produção local significativamente mais onerosa que a de países concorrentes. “Para quem opera no Brasil, competir apenas por preço é inviável. A saída tem sido buscar diferenciação, investir em qualidade, foco no cliente e processos mais eficientes”, observa Cláudio.
A perda de dinamismo no setor também tem impacto social relevante. A cadeia têxtil é uma das maiores empregadoras industriais do país, distribuída em cidades de médio porte e fortemente dependente de produção local. A retração da atividade afeta renda, arrecadação e oportunidades de trabalho nessas regiões. Para evitar agravamento, entidades setoriais defendem medidas como simplificação tributária, instrumentos de defesa comercial mais ágeis e políticas de incentivo à modernização produtiva.
Para consumidores, pequenos fabricantes e profissionais da área, especialistas destacam caminhos possíveis para aumentar a resiliência do negócio. Entre as principais práticas recomendadas estão:
• diversificação de canais de venda, com integração entre loja física, e-commerce e redes sociais • gestão de estoque baseada em dados para reduzir perdas e evitar imobilização financeira • adoção gradual de automação e tecnologias de controle de produção • foco em produtos com maior valor agregado e menor competição direta com itens importados
Apesar dos desafios, Cláudio acredita que ainda há espaço para recuperar competitividade. “A indústria têxtil brasileira tem conhecimento técnico e histórico de inovação. Com ambiente mais favorável para produzir, políticas adequadas e visão estratégica, o setor pode voltar a crescer e entregar produtos que valorizem a produção nacional”, conclui.
A trajetória da indústria têxtil revela não apenas obstáculos do presente, mas a necessidade de reposicionar o país diante das transformações globais. O debate sobre desindustrialização torna-se, assim, essencial para compreender como setores tradicionais podem se adaptar, preservar empregos e garantir futuro econômico sustentável.