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Negócios

O que não pode faltar em uma dark kitchen para o sucesso do negócio

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Estrutura enxuta, eficiência no atendimento e equipamentos adequados são fundamentais para o modelo dar certo

Nos últimos anos, as dark kitchens — cozinhas voltadas exclusivamente para delivery — conquistaram espaço no mercado gastronômico, oferecendo praticidade e custos operacionais reduzidos. Segundo dados da consultoria Euromonitor, esse modelo de negócio deve movimentar mais de US$ 1 trilhão globalmente até 2030, impulsionado pelo crescimento dos pedidos online e pela busca dos consumidores por conveniência. No Brasil, o setor segue essa tendência, exigindo planejamento estratégico para garantir eficiência e qualidade no atendimento.

Segundo Lidiane Bastos, CEO do Grupo Simão, que reúne as marcas Olaplastic e Simão Distribuidora e tem como missão levar praticidade para o dia a dia, a estrutura de uma dark kitchen precisa ser pensada para otimizar o fluxo de produção sem comprometer a qualidade das entregas. “Esse modelo permite reduzir custos com salão e equipe de atendimento, mas exige um planejamento preciso na escolha dos equipamentos e utensílios para garantir um processo ágil e organizado. Pequenos detalhes fazem a diferença no resultado final e na experiência do cliente”, explica.

Para Mislene Lima, especialista em encantamento ao cliente e líder de vendas do Grupo Simão, o sucesso de uma dark kitchen também está ligado ao cuidado com o consumidor final. “O cliente de delivery não tem contato com a equipe, com a música ambiente ou com a decoração do restaurante. A experiência dele se resume ao que chega na embalagem. Por isso, cada detalhe importa: desde a apresentação do prato até a pontualidade da entrega”, ressalta.

A executiva acredita que investir na estrutura adequada e na organização do espaço é essencial para garantir que a dark kitchen funcione com máxima eficiência, conquistando clientes e impulsionando as vendas. “Em um segmento onde a experiência se traduz na entrega, apostar na otimização dos processos é a chave para o sucesso”, avalia Mislene.

As especialistas ressaltam que, diferente de um restaurante convencional, onde o que acontece no ambiente físico impacta a fidelização do público, as dark kitchens dependem exclusivamente da qualidade dos pedidos e do cumprimento dos prazos de entrega. “Por conta disso, existem itens fundamentais. Um deles são as embalagens, que influenciam diretamente na apresentação do prato e na conservação dos alimentos durante o transporte. Opções térmicas e resistentes, por exemplo, evitam vazamentos e mantêm a temperatura ideal até a chegada ao cliente”, orienta Mislene.

De acordo com Lidiane, equipamentos compactos e multifuncionais também são aliados de empreendedores de dark kitchens e precisam ser escolhidos com cuidado. “Fornos rápidos, fritadeiras elétricas, processadores e mixers de alta potência são aliados para otimizar a produção em um espaço reduzido”, exemplifica.

Contar com um sistema de gestão de pedidos integrado às plataformas de delivery é outro ponto que ajuda na organização,  evitando erros e atrasos na produção. “Internamente, manter um fluxo eficiente:  também pode fazer a diferença no sucesso do empreendimento. É fundamental pensar na disposição dos utensílios e insumos de forma planejada para reduzir o tempo de preparo e melhorar a produtividade da equipe”, avalia Mislene.

As executivas do Grupo Simão ressaltam que, além de equipamentos e sistemas, oferecer um bom treinamento à equipe é essencial em uma dark kitchen. “Mesmo com uma estrutura otimizada, a equipe precisa estar bem treinada para manter a qualidade e agilidade do serviço, afinal um negócio é feito por pessoas”, finaliza Lidiane.

Sobre o Grupo Simão

O Grupo Simão reúne as marcas Olaplastic e Simão Distribuidora  e tem como missão levar praticidade para o dia a dia, oferecendo uma ampla variedade de produtos, desde embalagens e utensílios de cozinha até descartáveis e equipamentos diversos. Com mais de 30 anos de tradição, integra nove empresas e mais de 100 funcionários.

Para mais informações, visite o site ou o Instagram.

Sobre Mislene Lima

Mislene Lima é especialista em encantamento ao cliente e  líder de vendas do Grupo Simão, empreendimento com mais de 30 anos de tradição que reúne nove empresas e mais de 100 funcionários. Para mais informações, visite o Instagram.

Sobre Lidiane Bastos

Lidiane Bastos é administradora de empresas e CEO do Grupo Simão, empreendimento com mais de 30 anos de tradição que reúne nove empresas e mais de 100 funcionários. Para mais informações, visite o Instagram.

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Por que o Brasil ensina inglês, mas não forma comunicadores globais: a análise de Renata de Paula sobre um paradoxo estrutural da educação

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O Brasil figura entre os países que mais consomem cursos de inglês no mundo. Escolas, plataformas digitais, aplicativos e métodos se multiplicam em todas as regiões do país. Ainda assim, os índices de fluência funcional seguem baixos, especialmente quando o critério deixa de ser o domínio teórico do idioma e passa a ser a capacidade real de comunicação em ambientes profissionais e internacionais.

Esse paradoxo educacional revela uma falha estrutural que vai além da metodologia tradicional de ensino de idiomas. Trata-se de um problema que impacta diretamente a competitividade do profissional brasileiro, sua autoconfiança e sua capacidade de ocupar espaços estratégicos em contextos globais.

Inglês não é apenas idioma. É posicionamento.

Durante décadas, o ensino de inglês no Brasil esteve centrado em gramática, repetição e memorização. Embora esse modelo produza algum nível de conhecimento técnico, ele se mostra insuficiente quando o desafio é falar, negociar, apresentar ideias ou liderar reuniões em inglês.

Na prática, muitos profissionais passam anos estudando o idioma, mas travam ao precisar se expressar. O bloqueio não está na falta de vocabulário, mas em fatores emocionais e comportamentais como medo do julgamento, perfeccionismo, insegurança e dificuldade de exposição.

Esse fenômeno é ainda mais evidente entre executivos, empresários e líderes em cargos estratégicos. Quanto maior a responsabilidade, maior o peso emocional associado à comunicação em outro idioma.

O custo invisível da não comunicação

A incapacidade de se comunicar com clareza em inglês gera impactos que raramente aparecem em relatórios, mas que afetam diretamente resultados. Negociações interrompidas, oportunidades internacionais perdidas, limitações de crescimento profissional e sensação constante de inadequação fazem parte desse custo invisível.

Nesse cenário, o inglês deixa de ser uma habilidade técnica e passa a ser um ativo estratégico de carreira. Não dominar a comunicação internacional compromete não apenas o desempenho profissional, mas também a percepção de autoridade e liderança.

Neurociência aplicada à comunicação

É a partir dessa leitura que a atuação de Renata de Paula se destaca. Especialista em Comunicação Internacional, ela desenvolveu uma abordagem que rompe com o ensino tradicional ao integrar neurociência, técnicas de comunicação e vivência prática em ambientes globais.

Sua análise parte de um princípio claro: adultos não deixam de falar inglês por incapacidade cognitiva, mas por bloqueios emocionais construídos ao longo da vida. Ignorar esses fatores é perpetuar um modelo que ensina regras, mas não forma comunicadores.

Ao aplicar conceitos da neurociência ao processo de aprendizagem, Renata propõe a reprogramação de padrões mentais e comportamentais que impedem a fluidez, permitindo que o profissional volte a acessar sua capacidade natural de se expressar.

Comunicação internacional como competência estratégica

Outro ponto central dessa abordagem é compreender que não existe um inglês genérico. Cada área profissional demanda uma comunicação específica, alinhada ao contexto cultural, ao ambiente de negócios e às dinâmicas de poder presentes nas relações internacionais.

Falar inglês em uma reunião técnica, em uma negociação comercial ou em uma apresentação executiva exige muito mais do que correção gramatical. Exige clareza, leitura de contexto, consciência cultural e domínio comunicacional.

É nesse ponto que a comunicação internacional se consolida como disciplina estratégica, indo além do idioma e impactando diretamente liderança, influência e posicionamento profissional.

Um desafio estrutural, uma oportunidade de transformação

O paradoxo brasileiro no ensino do inglês revela uma necessidade urgente de revisão dos modelos educacionais adotados até aqui. Em um mundo cada vez mais globalizado, não formar comunicadores globais significa limitar o protagonismo do país e de seus profissionais.

Ao trazer o ser humano para o centro do processo, considerando emoções, comportamento e estratégia, novas abordagens surgem como alternativas viáveis para transformar não apenas o ensino do idioma, mas a forma como o brasileiro se percebe e se posiciona no cenário internacional.

Mais do que aprender inglês, o desafio está em desenvolver uma comunicação que permita ocupar espaços, criar pontes e sustentar relações globais com clareza, confiança e autoridade.

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Negócios

Carnaval em clima de selva: Restaurante Mundo Animal aposta em experiência temática para atrair famílias em Fortaleza

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Programação inclui bloquinho do Leonel, espaço kids monitorado e ação especial para crianças fantasiadas; proposta é unir gastronomia e entretenimento no período festivo.

Enquanto Fortaleza se prepara para a intensa programação de Carnaval espalhada pela cidade, o Restaurante Mundo Animal, conhecido pelo ambiente temático inspirado na selva, aposta em uma agenda voltada para o público familiar durante o período.

A unidade, que funciona das 18h às 23h30 e não terá alteração no horário durante o feriado, preparou uma programação especial com playlist temática, apresentações do mascote Leonel e atividades voltadas principalmente para as crianças.

De acordo com Veridiana Becher, proprietária do Mundo Animal em Fortaleza e Blumenau, a proposta é oferecer uma alternativa segura e divertida para quem prefere aproveitar o Carnaval em ambiente fechado e com foco na convivência familiar.

“O Carnaval é um período naturalmente festivo, e pensamos em trazer essa energia para dentro da nossa temática, mantendo o conforto e a proposta da casa. A ideia é que pais e filhos possam se divertir juntos”, explica Veridiana Becher.

Entre os destaques está o “Bloquinho do Leonel”, com marchinhas e momentos de interação com o público, além do Espaço Kids com monitoria. A ambientação temática e a trilha sonora especial reforçam o clima carnavalesco dentro da proposta lúdica da marca.

Outro ponto que deve movimentar o salão é a ação promocional voltada para o público infantil: entre os dias 13 e 17 de fevereiro, crianças fantasiadas poderão ganhar um milk-shake de morango, mediante consumo mínimo por mesa e limitado a uma cortesia por grupo.

A estratégia, segundo Veridiana Becher, busca estimular a experiência no salão e fortalecer o posicionamento do restaurante como opção de lazer gastronômico para todas as idades. “Nosso público é muito familiar. Temos desde casais até grandes grupos, e o Carnaval é uma oportunidade de criar memórias afetivas”, destaca.

Além da programação temática, o restaurante mantém seu cardápio tradicional, com pratos para compartilhar, rodízio e bebidas variadas, incluindo opções alcoólicas e não alcoólicas.

Em um período em que parte do público busca festas de rua e grandes eventos, o Mundo Animal aposta em uma alternativa mais intimista, mas sem abrir mão da animação típica do Carnaval, só que, desta vez, ao som da selva.

Serviço:

Instagram: @euamomundoanimalfortaleza

@euamomumdoanimalblumenau

Endereço unidade de Fortaleza: Av. Washington Soares, 1550 – Cocó

Endereço Mundo Animal Blumenau: Shopping Park Europeu 1045, Rodovia Paul Fritz Kuehnrich, 1600 – Itoupava Norte

 

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Almoço Empresarial do Sindialimentos debate inovação, sustentabilidade e agenda estratégica para o setor industrial

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O Sindialimentos promoveu, na última sexta-feira, 6 de fevereiro, um Almoço Empresarial que reuniu empresários, lideranças e representantes do setor em um encontro estratégico voltado ao networking, à troca de experiências e à atualização de temas relevantes para a indústria de alimentos e rações. A agenda teve como eixo central a discussão sobre higiene e limpeza profissional associadas à sustentabilidade e ao uso de tecnologia, além da apresentação de projetos, ações e oportunidades institucionais.

Durante o encontro, foram compartilhadas informações sobre visitas técnicas, cursos de capacitação e oportunidades de participação na Feira da Indústria, reforçando o papel do sindicato como articulador de conhecimento, desenvolvimento e conexões estratégicas para os associados.

“Esses encontros fortalecem o relacionamento entre as empresas, ampliam o acesso à informação qualificada e contribuem para uma indústria mais eficiente, inovadora e preparada para os desafios do mercado”, destacou Isaac Bley, presidente do Sindialimentos.

A programação contou com a palestra de Ricardo Joca, Management Hygiene Professional do Grupo Talimpo, que apresentou abordagens práticas sobre gestão, tecnologia e sustentabilidade aplicadas aos processos de higiene e limpeza profissional, ressaltando a importância da eficiência operacional aliada à responsabilidade ambiental.

O evento também foi marcado pelo lançamento oficial da identidade visual comemorativa dos 50 anos do Sindialimentos, símbolo que representa a trajetória, a evolução e o compromisso contínuo da entidade com o fortalecimento institucional do setor industrial no Ceará.

Outro destaque da programação foi a apresentação do projeto “Frotas pelo Mundo”, conduzido pelo piloto cearense Alexandre Frota (Alex Bacana). A iniciativa propõe uma volta ao mundo solo em um avião monomotor experimental e trouxe reflexões sobre planejamento de longo prazo, gestão de riscos, resiliência e execução estratégica, conceitos diretamente relacionados ao ambiente empresarial.

Ao reunir conteúdo técnico, projetos inspiradores e uma agenda clara de ações futuras, o Almoço Empresarial reforçou o posicionamento do Sindialimentos como hub de relacionamento, informação e desenvolvimento, fortalecendo a conexão entre os associados e ampliando oportunidades para o crescimento sustentável da indústria.

Serviço

Contato: (85) 98967-9786 | (85) 3261-7159

@sindialimentos

https://sindialimentos.org.br/

 

 

 

 

 

 

 

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