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Produtoras: 50% cortaram equipes na pandemia

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Com pesquisa exclusiva e dados da Ancine, Apro mapeia impactos da Covid-19 na produção publicitária em 2020

Sem poder abrir câmera durante boa parte do ano passado, inegavelmente o segmento de produção publicitária foi um dos mais afetados do mercado de comunicação em 2020. Para mapear o tamanho do impacto, a Apro (Associação Brasileira da Produção de Obras Audiovisuais) desenvolveu um balanço que reúne dados de registro de obras publicitárias da Ancine (Agência Nacional de Cinema), somado a informações complementares coletadas por uma pesquisa feita internamente com 49 produtoras associadas da Apro e representantes do time de produção de 20 agências.

Presidente executiva da Apro, Marianna Souza lembra que esse trabalho de monitoramento de dados é feito anualmente pela entidade, porém a análise ganhou maior profundidade nesta edição, especialmente por conta do ano atípico. “Tivemos que nos reinventar nesse último ano e para que possamos evoluir, é fundamental ter clareza sobre o impacto da pandemia na dinâmica do mercado “, explica.

Os números da Ancine mostram uma queda de 14% no volume total de registro de obras publicitárias. Em 2020, foram 38.281 títulos registrados, contra 44.495 em 2019. No recorte por estado, São Paulo concentrou 32% das produções, seguido por Paraná (12%), Santa Catarina (9%), Minas Gerais (7%), Rio Grande do Sul (7%) e Rio de Janeiro (5%). Além disso, mercados importantes como o paulista e o carioca voltaram para os índices de volume de produção de 2018, de acordo com a Agência Nacional de Cinema.

Já no mapeamento realizado pela Apro, 99% das produtoras sentiram algum impacto refletido na redução de orçamentos devido à pandemia. Destas, 56% afirmaram ter tido projetos cancelados no período, sendo que 50% das produtoras tiveram que reduzir o número de funcionários fixos de suas equipes. Entre outras queixas apontadas, as produtoras destacaram o achatamento de orçamentos (28%), a dificuldade de dividir responsabilidades e riscos (21%), cronogramas apertados (20%) e prazo de pagamento muito longos (12%).

Apesar dos impactos evidentes, os profissionais do segmento consultados sobre o tema são unânimes em apontar uma reação rápida do setor de produção aos solavancos e obstáculos provocados pela pandemia. Dessa articulação ágil, surgiu o Protocolo de Saúde e Segurança no Trabalho do Mercado Audiovisual. Construído pela Apro, Siaesp e Sindcine, com ajuda das empresas associadas, o documento foi finalizado e oficializado em julho do ano passado.

A iniciativa ganhou vida com a ajudar de uma rede de suporte apoiada por um laboratório parceiro para testagem de profissionais e uma empresa de saúde e segurança no trabalho. Segundo a Apro, o segmento realizou 50 mil testes, cujo resultado aponta 190 casos positivos, apenas seis casos de internação e nenhum óbito.

“Lamentável ver que o cuidado com a vida hoje se tornou motivo de barganha em um orçamento para alguns clientes” – Marianna Souza

Para 96% das produtoras, a implementação do protocolo auxiliou na retomada dos negócios e nas negociações e, por unanimidade, as produtoras avaliaram o protocolo como “bom ou ótimo”. A mesma percepção foi reforçada pelas agências ouvidas no estudo. Desse grupo, 95% das participantes consideram o documento “ótimo” e reforçam que sua aplicação ajudou a mitigar os riscos no set.

Embora tenha auxiliado o segmento na retomada das atividades em 2020, o protocolo também incidiu em novos custos que encareceram as produções. O grande problema, neste sentido, é que apenas 44% das produtoras conseguiram repassar os custos relacionados com a aplicação do protocolo para os clientes, sem comprometer a taxa da produtora. “Tudo isso custa, é lamentável ver que o cuidado com a vida hoje se tornou motivo de barganha em um orçamento para alguns clientes”, afirmou Marianna.

*Credito da imagem de topo: koto feja/iStock

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Da TV para os negócios: após reality, Marihely Machado ganha fãs e fortalece sua marca nas redes sociais

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Marihely Machado

A fase pós-reality tem se mostrado tão determinante quanto a passagem pela TV.

Depois que os episódios acabam, a audiência migra para as redes sociais e amplia a exposição dos participantes em tempo real — com críticas, cobranças, mas também com um efeito direto de visibilidade para marcas ligadas a empreendedores.

É o caso de Marihely Machado, que ganhou projeção após participar da 3a temporada de Ilhados com a Sogra, que estreou na Netflix em Dezembro de 2025.

No pós-programa, o debate sobre sua trajetória se deslocou para Instagram e outras plataformas, onde comentários e recortes se multiplicam diariamente, aumentando o alcance do seu nome e da sua rotina fora das câmeras.

Redes sociais: pressão e alcance ao mesmo tempo

No ambiente digital, a repercussão costuma ser intensa. A mesma publicação que atrai apoio pode gerar críticas — e a exposição vira contínua.

Para quem saiu de um reality, isso significa lidar com um público que não apenas assiste, mas opina, interpreta e cobra posicionamento.Ao mesmo tempo, esse volume de atenção abre uma oportunidade para empreendedores: transformar audiência em reconhecimento e, a partir disso, construir uma base fiel em torno de um negócio.

Marihely e Franciely: as sócias por trás da marca fora da TV:

Marihely é empreendedora e conduz a marca Maria Botina que existe há 6 anos ao lado da irmã, Franciely, que também é sócia.

Com a maior atenção sobre a imagem de Mariely no pós-reality, as redes sociais passaram a atrair não apenas seguidores , mas também interesse direto pelo produto associado à sua identidade.

A botina virou peça-chave na imagem pública e um ponto chamou atenção nesse processo: a botina, além de produto, se consolidou como elemento central na forma como Marihely é percebida.

Dentro e fora do reality, ela passou a ser uma peça fundamental da sua imagem, funcionando como símbolo de estilo e posicionamento — o que ajudou a fortalecer a conexão entre pessoa e marca.

Fãs da participante — e fãs do produto, com a repercussão, as redes sociais trouxeram fãs para Marihely e também fãs para a botina, que ganhou presença recorrente nas publicações e no imaginário do público.

No pós-reality, esse tipo de associação é comum: a audiência que nasce do entretenimento pode se converter em comunidade, e a comunidade pode impulsionar negócios, mesmo em meio à pressão da exposição.

“Eu sigo trabalhando com seriedade e foco. O reality passou, mas o meu compromisso com o que eu construo todos os dias — como mulher e empreendedora — continua o mesmo”, afirma Marihely Machado.

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Kelinda: uma marca que nasceu do amor de mãe, da fé e do empoderamento feminino

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Créditos da Foto: Divulgação

A Kelinda não é apenas uma marca de cosméticos. Ela é a materialização de um sonho, de uma história de vida marcada por amor, superação, fé e família. À frente da marca está Kelin Barcaro, empresária e mãe, que hoje vive um momento que define como a realização de um propósito maior.


Segundo Kelin, tudo começou muito cedo. Ainda jovem, ela se tornou mãe e criou seus filhos sozinha, com muito amor e da melhor forma que conseguiu naquele momento da vida. Entre desafios, responsabilidades e sonhos, a maternidade sempre esteve no centro de sua jornada — e foi justamente desse vínculo profundo que nasceu a essência da Kelinda.


Quando o amor vira nome, e o nome vira marca
Durante a infância, os filhos de Kelin costumavam brincar com trocadilhos carinhosos envolvendo o nome da mãe. Surgiam apelidos como “Kelinbeque” (em referência ao carro calhambeque), “Kelinguiça”, “Keóculos”, entre tantos outros, sempre em tom de afeto e brincadeira.

Créditos da Foto: Divulgação
Créditos da Foto: Divulgação


Dessas brincadeiras surgiu algo muito maior: Kelinda — uma junção simbólica da frase “Kelin ser linda”. Para os filhos, não havia dúvidas: a mãe era linda, forte e poderosa, independentemente das circunstâncias. Esse olhar de amor foi o ponto de partida para a criação da marca.


Uma marca criada na fé e sustentada pelo propósito
A Kelinda nasce do amor em família e carrega um significado profundo. Para Kelin Barcaro, a marca representa o que Deus está fazendo em sua vida neste momento. Cada produto foi pensado para levar amor, autoestima e empoderamento às mulheres.


Mais do que cosméticos, a Kelinda entrega mensagem, identidade e força. Os produtos foram criados para mulheres de poder, mulheres fortes, determinadas, que carregam histórias, batalhas e conquistas — assim como a própria fundadora.
Linha atual e visão de futuro
Atualmente, a Kelinda conta com uma linha cuidadosamente desenvolvida, que une inovação, praticidade e desejo:
●Mousse de Limpeza Facial
●Gloss Labial com LED e Espelho
●Gloss Labial Tint
●Gloss Labial Shine
●Protetor Facial em Bastão
●Blush 3 em 1

Créditos da Foto: Divulgação
Créditos da Foto: Divulgação

A marca já trabalha em projetos de expansão da linha para 2026, reforçando seu compromisso com crescimento estruturado, inovação e fortalecimento do posicionamento no mercado de beleza.
Beleza que comunica, conecta e transforma
A Kelinda se consolida como uma marca que entende que beleza vai além da estética. Ela comunica histórias, conecta mulheres e transforma percepções. É sobre autoestima, pertencimento e amor-próprio — valores que nasceram dentro de casa e hoje chegam a milhares de mulheres.
Os produtos da Kelinda podem ser adquiridos exclusivamente pelo site oficial:
www.kelinda.com.br

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Evento híbrido movimenta economia e reforça Balneário Camboriú como polo de inovação

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Desafio Jota Racing mostra como experiências que unem esporte, tecnologia e entretenimento geram impacto econômico e ampliam o calendário de grandes eventos no Brasil

Balneário Camboriú deu um passo importante para consolidar sua vocação como destino de eventos inovadores. O Desafio Jota Racing, realizado no Speedway Music Park, mostrou que formatos não convencionais, que misturam esporte, entretenimento e tecnologia, têm força para atrair público, movimentar a economia local e ampliar a visibilidade da cidade no cenário nacional.

A estreia superou as expectativas dos organizadores ao reunir 5.342 pessoas, número acima do projetado. O fluxo intenso de visitantes refletiu diretamente em setores como hotelaria, alimentação, transporte e serviços, reforçando o papel dos grandes eventos como motores da economia regional, especialmente fora dos períodos tradicionais de alta temporada.

O diferencial do Desafio Jota Racing esteve no conceito. Mais do que uma competição automobilística, o evento apostou em uma experiência completa. Corridas com carros de alta performance dividiram espaço com lutas, apresentações musicais, ativações de marcas e um espetáculo tecnológico com drones, que transformou o céu em parte do show. Esse tipo de proposta amplia o tempo de permanência do público no local e diversifica as fontes de receita, beneficiando tanto os organizadores quanto a cadeia produtiva envolvida.

Na pista, o público acompanhou disputas que mantiveram a atenção do início ao fim. Sílvio Morestoni conquistou o primeiro lugar ao volante de um Porsche GT3 RS, seguido por Dudu e Fausto Yukio, ambos com Nissan. A atmosfera foi marcada por luzes, fumaça e o som característico dos motores, criando um espetáculo que dialoga com o entretenimento contemporâneo e com a busca por experiências imersivas.

O evento também apostou na integração de diferentes linguagens. A presença de Acelino “Popó” Freitas em uma luta-exibição no centro da arena simbolizou essa fusão entre esportes, enquanto o show de drones, sincronizado a uma trilha musical composta pelo próprio idealizador Jonathan Neves, reforçou o uso da tecnologia como elemento central da narrativa do evento.

Para Jonathan Neves, conhecido como JJ, o resultado confirma uma tendência clara do mercado. “Ultrapassar a marca de 5.300 pessoas na estreia mostra que o público busca experiências que vão além do formato tradicional. Existe espaço para eventos que misturam velocidade, música e espetáculo”, afirmou.

Do ponto de vista econômico, iniciativas como o Desafio Jota Racing têm impacto que vai além da bilheteria. Elas geram empregos temporários, ativam fornecedores locais, estimulam o turismo e posicionam a cidade como palco de projetos criativos e ousados. Além disso, fortalecem a imagem de Balneário Camboriú como um destino preparado para receber eventos de grande porte, o que pode atrair novos investimentos e futuras edições ainda maiores.

A sensação deixada pela estreia é de largada, não de teste. Ao unir inovação, criatividade e entretenimento em um único formato, o Desafio Jota Racing mostrou que o Brasil tem potencial para desenvolver eventos com identidade própria, capazes de gerar valor econômico e colocar cidades como Balneário Camboriú em destaque no mapa da economia criativa.

Adriana Quintairos

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