De origem simples a líder de operações em expansão, Samyr Luedy construiu sua carreira enfrentando erros, aprendizados e recomeços
A trajetória de Samyr Luedy poderia facilmente virar roteiro de cinema. Hoje à frente de operações em diferentes estados, ele simboliza a força da resiliência nos negócios. Sua história não é marcada apenas por conquistas, mas principalmente pelos recomeços que moldaram sua visão estratégica.
Desde cedo, Samyr se destacou pela inquietação em criar e encontrar soluções. Enquanto muitos buscavam caminhos tradicionais, ele preferia experimentar, arriscar e testar possibilidades. Criava, vendia, negociava — sempre em movimento. Essa energia empreendedora o levou a se lançar cedo em diferentes iniciativas, algumas bem-sucedidas, outras que terminaram em frustração.
As primeiras quedas vieram acompanhadas de decepções pessoais e profissionais. Projetos que pareciam promissores acabaram não resistindo, dívidas se acumularam, e ele precisou lidar com situações que teriam desanimado a maioria. Mas foi exatamente nesses momentos que a resiliência falou mais alto. Em vez de desistir, transformou cada erro em combustível para a próxima tentativa.

Essa capacidade de recomeçar, mesmo após perdas significativas, tornou-se marca registrada da sua trajetória. Em cada virada, Samyr voltava ao mercado mais preparado, mais organizado e com uma visão ampliada sobre gestão e estratégia. Se no início o ímpeto era apenas realizar, com o tempo passou a planejar melhor cada passo, estruturando negócios de forma mais sólida.
Hoje, divide sua rotina entre centros estratégicos do país, liderando operações em expansão e avaliando constantemente novos mercados. Seu estilo de gestão combina ousadia comercial com disciplina no controle, características que aprendeu ao longo de anos de acertos e fracassos.

Como você descobriu sua vocação para empreender?
Sempre tive essa vontade de criar e movimentar coisas. No começo eram iniciativas simples, mas percebi que tinha facilidade em enxergar oportunidades e em reunir pessoas em torno de uma ideia. Isso acabou se tornando parte natural da minha vida.
Você enfrentou derrotas antes de chegar até aqui. O que elas ensinaram?
Foram determinantes. Já vivi a frustração de ver projetos promissores não darem certo, de investir tempo e energia em algo que não se sustentou. No início, eu queria crescer rápido demais, sem a estrutura necessária. Esses momentos me ensinaram que empreender não é só entusiasmo, exige controle, paciência e muito planejamento.
Houve um ponto de virada?
Sim. Foi quando entendi que improvisar poderia até gerar resultados imediatos, mas não sustentáveis. Passei a organizar cada negócio com visão de longo prazo, avaliando riscos e preparando a base antes de crescer. Esse amadurecimento foi fundamental para o que conquistei depois.
Você já alcançou o que queria?
Ainda não. Eu valorizo muito o caminho que percorri, mas vejo como uma etapa. A cada objetivo atingido, novas metas surgem. Estou sempre olhando para frente, buscando consolidar o que já existe e, ao mesmo tempo, abrir novas frentes de atuação.
Quais são seus próximos passos?
Seguir expandindo, fortalecer as operações já existentes e explorar mercados que ainda estão em fase de estudo. Além disso, quero continuar evoluindo como gestor e como pessoa, porque acredito que o crescimento verdadeiro está em equilibrar conquistas profissionais com amadurecimento pessoal.