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A combinação ideal: engenharia, tecnologia e educação técnica com propósito

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Professor Leonardo Monteiro une experiência de mercado, conhecimento multidisciplinar e parcerias com grandes empresas para formar profissionais prontos para os desafios reais da indústria

O que faz um curso técnico realmente preparar alguém para o mercado? Para Leonardo Monteiro, a resposta está longe de se resumir a livros ou fórmulas decoradas. Formado em Engenharia Elétrica e de Computação pelo Valencia College, em Orlando, ele acredita que ensino de qualidade nasce da combinação entre conteúdo relevante, vivência prática e diálogo constante com quem está dentro da indústria. E é exatamente isso que tem colocado em prática como professor nos Estados Unidos.

A experiência de Leonardo não veio apenas das salas de aula. Antes de assumir o desafio de ensinar, ele passou anos atuando na resolução de problemas técnicos em campo, com foco em redes, sistemas embarcados, automação e infraestrutura de tecnologia. Ao levar esse repertório para o ambiente educacional, ele transformou a dinâmica de aprendizado. As aulas não ficam na teoria. Cada conceito é acompanhado de aplicações reais, projetos práticos e situações que os alunos podem, de fato, vivenciar em suas futuras carreiras.

Esse modelo de capacitação técnica, baseado na prática e na resolução de problemas reais, tem sido apontado como uma alternativa eficiente aos formatos tradicionais de ensino, muitas vezes excessivamente teóricos e distantes das necessidades da indústria. Enquanto boa parte do ensino médio ainda adota uma estrutura generalista e desconectada da aplicação direta no mercado, o modelo adotado por Leonardo aposta em um currículo técnico, disciplinado e ajustado em tempo real às transformações do setor produtivo.

Mas o que realmente diferencia sua atuação é o envolvimento direto com empresas de peso no setor. Como parte do processo de certificação do college em que leciona, são realizadas reuniões regulares com representantes da indústria, e Leonardo faz questão de estar presente e ativo nesses encontros. Neles, empresas como Disney World, Walgreens, Give Kids the World, Forward Thinking Designs, Garner Holt e Alcorn McBride trazem demandas reais sobre o que esperam dos profissionais que estão sendo formados.

Essa troca tem sido essencial para manter o curso atualizado e verdadeiramente alinhado com o que o mercado procura. Mais do que isso, é uma via de mão dupla: enquanto as empresas ajudam a moldar o currículo, Leonardo mostra como está preparando uma nova geração de profissionais com a bagagem técnica e a mentalidade certa para atuar com excelência desde o primeiro dia.

Além disso, o curso em que Leonardo atua integra uma iniciativa do governo federal dos Estados Unidos voltada à criação de um novo polo tecnológico na Flórida. O objetivo é reduzir a dependência externa na produção de componentes críticos, como microprocessadores, fortalecendo a autonomia industrial nacional em setores estratégicos.

Para manter a certificação ativa, o programa exige que pelo menos 70% dos alunos saiam empregados após a conclusão. Embora ainda não haja uma turma formada, já que o curso teve início em janeiro deste ano, esse indicador reforça o foco direto na empregabilidade e na resposta concreta às demandas da indústria.

“Essas reuniões nos mostram, com clareza, o que o setor precisa. Eu levo essas informações direto para dentro da sala de aula, adaptando atividades, atualizando conteúdos e, principalmente, mostrando aos alunos como aquilo que eles aprendem será aplicado na prática”, explica.

Essa visão integrada só é possível porque Leonardo domina áreas que, muitas vezes, caminham separadas. Sua formação o permite ensinar com profundidade sobre eletrônica, redes de computadores, energia, programação e sistemas automatizados. Mas o diferencial vai além da parte técnica. Ele sabe ensinar com propósito, ajudando os estudantes a entenderem não apenas o “como”, mas o “porquê” por trás de cada conceito.

Com um olhar voltado para a inovação, Leonardo incentiva projetos interdisciplinares e estimula a resolução de problemas reais. Ao fazer isso, transforma o ensino técnico em um processo mais dinâmico, inteligente e conectado ao que realmente importa: preparar profissionais capazes de pensar, criar e se adaptar.

Ao contribuir para a formação de mão de obra especializada, alinhada às necessidades estratégicas da indústria nacional, esse modelo de ensino também se conecta com uma pauta maior: o fortalecimento da economia local e a geração de empregos qualificados em áreas críticas para o desenvolvimento do país.

Seu trabalho é um exemplo de como a educação pode ser mais do que transmissão de conteúdo. Pode ser ferramenta de transformação. E quando ensino, tecnologia e vivência de mercado se encontram, o resultado é uma formação sólida, prática e com propósito, exatamente o que as empresas esperam encontrar em seus próximos colaboradores.

Para acompanhar mais sobre a atuação de Leonardo Hermogenio G B Monteiro e seu papel na formação de profissionais técnicos preparados para o novo cenário industrial, acesse: linkedin.com/in/leonardo-monteiro-1552b7168

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Carnaval 2026: Alana Miranda dá orientações estratégicas sobre como se portar nas redes sociais durante a folia

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Para Alana Miranda, estrategista de marca e conteúdo digital, o período de Carnaval é, ao mesmo tempo, uma grande oportunidade e um enorme desafio para quem usa as redes sociais de forma profissional, com o objetivo de fortalecer reputação e construir marca.

“O Carnaval é um dos maiores eventos culturais do Brasil, com blocos de rua, megablocos nas cidades, desfiles e ritmos que viram tendência nas redes”, lembra Alana. Diferente de outras épocas do ano, a folia faz parte da rotina dos brasileiros e ativa conexões emocionais muito fortes. Justamente por isso, exige ainda mais estratégia, intenção e bom senso de quem cria conteúdo.

Segundo a estrategista, poucas pessoas usam esse período para falar da cultura do Carnaval em si. “A maioria acaba usando as redes apenas para aparecer — e é aí que muita gente perde a mão”, alerta. Postagens impulsivas, feitas no calor do momento, às vezes mostram excessos, consumo de álcool, uso de substâncias ou uma ideia de festa eterna, como se não houvesse consequências. Para quem constrói marca, esse tipo de conteúdo pode comprometer imagem, credibilidade e posicionamento.

1. Contextualize sua presença com intenção e responsabilidade

Antes de publicar, a pergunta precisa ser clara: isso está de acordo com a marca que eu quero construir? Aproveitar o Carnaval não significa postar tudo o tempo todo. O timing é importante, mas o comportamento online também comunica. A folia pode gerar conexão, proximidade e engajamento, mas também pode expor descuidos. Mesmo um simples stories precisa ser avaliado com atenção, afinal, a rede social é um canal profissional e tudo o que vai ao ar constrói (ou destrói) reputação.

2. Entenda e respeite o timing das festas

O Carnaval não se resume aos dias oficiais. Os pré-carnavais já movimentam agendas e geram conteúdo semanas antes. Entender quando sua audiência está mais ativa, seja na sexta que antecede a folia, durante os blocos ou até no pós-Carnaval, ajuda a publicar com mais estratégia e menos excesso. Além disso, nem todo mundo está na rua: o período também pode ser uma oportunidade para dialogar com quem está trabalhando, descansando ou usando o feriado para produzir.

3. Use formatos que gerem experiência, não exagero

Vídeos curtos, bastidores, reels com momentos marcantes e stories bem pensados podem gerar empatia e engajamento sem exposição desnecessária. Música, ritmo e referências ao clima do Carnaval funcionam muito bem quando usados com equilíbrio. Mostrar presença não significa mostrar tudo e saber editar o que fica de fora é parte da estratégia.

4. Priorize intenção, diálogo e comunidade

Durante o Carnaval, as interações ganham ainda mais força. Comentários, respostas, mensagens e trocas com seguidores ajudam a construir comunidade de verdade. Para Alana, engajamento vai muito além de números: é sobre criar conversas reais e fortalecer vínculos, sem perder de vista o posicionamento e os valores da marca.

O Carnaval de 2026 promete ser vibrante e cheio de tendências que vão dominar as timelines. Ainda assim, a presença nas redes não deve ser improvisada. Aproveitar a festa é importante, mas aproveitar com intenção, responsabilidade e estratégia é o que garante que esse grande momento cultural gere resultados positivos, memoráveis e coerentes com a imagem que criadores e marcas desejam construir.

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Rede Social do Bem conecta pessoas através da oração, gratidão e presença coletiva

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Com poder de conexão genuína, a ORA surge para preencher um vazio no ambiente digital: o da presença real. A plataforma foi desenhada como um espaço de acolhimento onde a vulnerabilidade não é exposta, mas abraçada. Seja através de um pedido de apoio, um momento de fragilidade ou uma mensagem de gratidão, o app transforma vivências individuais em experiências de cuidado compartilhado.

https://www.ora.social.br

Diferencial e alcance

A ORA desafia o status quo das redes sociais tradicionais. Diferente das plataformas orientadas por performance, comparação ou exposição, a ORA não possui disputa por atenção, métricas de vaidade ou foco na construção de imagem. O foco da plataforma é a conexão genuína entre pessoas, baseada em empatia, acolhimento e intenção.

A plataforma nasceu de uma experiência pessoal do fundador, Jimmy Peixoto, que ao enfrentar uma cirurgia delicada, percebeu o impacto profundo do carinho recebido via mensagens digitais.

“Lendo as mensagens, senti uma energia enorme que foi o combustível necessário para a minha recuperação. Os médicos foram essenciais, mas o apoio coletivo foi o empurrão que mudou meu estado vibracional”, afirma Jimmy.

Na ORA, os usuários expressam suas vivências, e outras pessoas se unem em oração, pensamento positivo ou apoio silencioso. A plataforma não substitui crenças individuais nem propõe uma religião. Ela funciona como um espaço neutro e inclusivo, onde diferentes visões coexistem em torno de um valor comum: o cuidado humano.

Tecnologia a Serviço do Vínculo Humano

A tecnologia da ORA foi desenhada para amplificar essa experiência coletiva. Recursos em tempo real permitem que os usuários vejam que há outras pessoas conectadas naquele momento, criando uma sensação concreta de presença e comunidade.
Um dos grandes diferenciais é a Angélica, uma consultora de Inteligência Artificial integrada ao app. Desenvolvida com base em sabedorias milenares e princípios de escuta ativa, a Angélica oferece apoio e conselhos estratégicos.

“A Angélica não é apenas um chatbot; ela é uma curadora de bem-estar. Ela foi programada para oferecer a palavra certa no momento de vulnerabilidade, funcionando como um suporte imediato para quem precisa de um conselho ou uma perspectiva positiva no meio do dia”, explica o idealizador.

É fundamental ressaltar que a inteligência artificial atua como suporte, organização e acolhimento, mas nunca como substituição do vínculo humano.

Um Novo Tipo de Rede

Alinhada ao movimento global de Human Tech (Tecnologia Humanizada), a ORA reforça que sua atuação é complementar: a plataforma não substitui o acompanhamento médico ou psicológico, mas serve como uma rede de apoio estratégica para momentos de crise ou necessidade de conexão. O objetivo é humanizar o uso do smartphone, transformando-o de uma fonte de ansiedade em um veículo de solidariedade.

A ORA foi criada para escalar algo que já existe na vida real, mas que raramente encontra espaço no ambiente digital: a força de uma comunidade quando ela se une em torno de alguém.

Mais do que uma plataforma, a ORA se posiciona como um novo tipo de rede, baseada não em quem aparece mais, mas em quem se importa.

Sobre a ORA:

A ORA é uma plataforma digital criada para conectar pessoas por meio de apoio humano, oração, gratidão e presença coletiva. Com foco em saúde mental e bem-estar, o app permite a postagem de pedidos de apoio e a interação baseada em empatia e intenção positiva. O usuário pode se conectar com outros usuários no mesmo horário para um momento juntos de oração e reflexão, assim como, enviar mensagens de apoio.

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Blockchain e segurança cibernética: o próximo nível de proteção para empresas brasileiras

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O contador e CEO da Trivium Estratégia & Auditoria, Cláudio Lasso, afirma que esse assunto já chegou a pequenas empresas

Há uma mudança clara no tipo de risco que mais preocupa os empresários hoje. Não é apenas risco tributário ou financeiro. É risco digital, operacional e reputacional. Segundo o contador e CEO da Trivium Estratégia & Auditoria, Cláudio Lasso, à medida que empresas se tornam mais dependentes de sistemas, integrações e dados, a exposição a fraudes, vazamentos e manipulações aumenta. “O problema é que muitos negócios ainda operam com estruturas de segurança incompatíveis com o nível de digitalização que já atingiram”, disse ele.

Cláudio afirma, que nesse contexto, tecnologias como blockchain e práticas mais avançadas de segurança cibernética deixam de ser assunto restrito a grandes corporações e passam a ser pauta estratégica também para médias e pequenas empresas.

O novo cenário de risco

Segundo Lasso, as fraudes hoje não acontecem apenas por erro humano direto. “Elas surgem de acessos indevidos, manipulação de registros, falhas de integração entre sistemas e ausência de trilha confiável de informações. Em auditorias, isso se traduz em dificuldade de rastrear eventos, validar dados e garantir integridade das informações. Quando não há confiança nos dados, não há governança. E sem governança, qualquer crescimento fica vulnerável”, pontua.

O papel do blockchain na auditoria e no controle

O empresário destaca que blockchain surge como uma solução relevante exatamente nesse ponto. Sua principal característica é a imutabilidade dos registros. “Uma vez registrado, o dado não pode ser alterado sem deixar rastro. Isso cria um ambiente muito mais seguro e transparente para auditorias, controles internos e validação de informações sensíveis”.

Cláudio afirma que, na prática, o uso de blockchain permite:

trilhas de auditoria mais confiáveis,

redução de risco de manipulação de dados,

maior transparência entre partes,

validação automática de registros e transações.

Para empresas, isso significa menos dependência de controles manuais e mais confiança nos próprios sistemas.

Segurança cibernética como prioridade de gestão

“Blockchain sozinho não resolve tudo. Ele precisa estar inserido em uma estratégia mais ampla de segurança cibernética. Isso inclui controle de acessos, gestão de perfis, proteção de dados sensíveis, monitoramento contínuo e cultura interna de segurança”, completa.

Ele afirma que erro mais comum que vejo é tratar segurança como custo técnico e não como proteção do negócio. “Vazamento de dados, fraude digital ou paralisação de sistemas afetam diretamente caixa, imagem e continuidade operacional”.

Cláudio Lasso fez alertas ao empresário brasileiro:

Minha leitura é clara: empresas que não evoluírem seus controles digitais estarão mais expostas nos próximos anos. O ambiente regulatório ficará mais rigoroso, clientes mais exigentes e parceiros mais cautelosos.

A pergunta deixou de ser “se” um incidente pode acontecer. Passou a ser “quando” — e quão preparada a empresa estará para responder.

A melhoria começa com estrutura

Minha recomendação ao empresário brasileiro é objetiva:

reveja seus processos de controle e auditoria,

invista em tecnologia que garanta rastreabilidade e integridade dos dados,

trate a segurança cibernética como parte da estratégia, não como acessório.

“Blockchain não é moda. É infraestrutura de confiança.Segurança digital não é exagero. É proteção de valor. Empresas que entendem isso não apenas reduzem risco. Elas ganham credibilidade, previsibilidade e maturidade para crescer em um ambiente cada vez mais digital”, conclui o sócio da Trivium.

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