Somente o céu é o limite para a mulher criativa: com um apreço imenso por misturar estampas, cores, modelagens e estilos, a moda assinada por Virgínia Cavalheiro mescla estilos surpreendentes.
Todos temos um estilo predominante e, ao menos, dois secundários: e essa variedade colabora justamente para variar nas produções e deixá-las mais atraentes.
Os objetos de desejos mais cobiçados são criação da espetacular Virgínia Cavalheiro e desembarcaram na semana de moda de Paris sendo protagonistas na The Trendy Show Case evento concebido por Pamela Ferreira e Paula Santiago.
A Virgínia Cavalheiro, criadora da marca que leva seu nome, é expert em cintos premium, as peças de suas coleções são uma obra de arte, manufaturadas e carregadas de detalhes ímpares que ressaltam a brasilidade.
O cinto definitivamente é o acessório mais desejado da temporada.
Virgínia Cavalheiro – Crédito da Foto: Daniela Petrel
A Virgínia entende que o cinto tem o poder de transformar completamente uma produção pois trata-se de um acessório indispensável que desempenha importantíssimo papel na finalização e refinamento dos looks.
Observamos nas criações da Virgínia Cavalheiro em Paris, um alerta de tendência: Os cintos propõem identidade!
Cheios de estilo e presença, com texturas, cores e fivelas suntuosas eles geram mais destaque e definição à silhueta.
Os cintos de correntes são itens que estão em alta! Não importa se o estilo é clássico, dramático, elegante, criativo, etc… o cinto de corrente chega trazendo informação de moda.
A Virgínia Cavalheiro, aproveitou a semana tão esperada para lançar modelos icônicos que em breve estarão disponíveis para aquisição.
Para quem ainda não tem o hábito de usar o acessório a Virgínia defende que o importante é investir em peças que se conectem com o seu estilo e usar a criatividade para inovar.
Virgínia Cavalheiro – Crédito da Foto: Daniela Petrel
Ela finaliza compartilhando uma dica de ouro:
“Abra o armário e observe qual é o seu estilo e quais são as cores que mais se repetem nas suas roupas, elas devem ser priorizadas na hora de comprar um cinto. Tons similares ao tom da sua roupa vão criar uma conexão e deixar o visual mais harmônico. Tons contrastantes podem ser usados para criar um ponto de cor ou de textura na produção”. Finaliza Virgínia Cavalheiro.
Caso ainda esteja procurando um modelo de cinto que não tenha no closet, saiba que o acessório é investimento certeiro e que trará muita versatilidade e um enorme poder transformador para as suas roupas.
Encontre seu modelo preferido e fique ainda mais linda pela ótica de Virgínia Cavalheiro
A temporada de desova da tartaruga-de-pente já começou em Fortaleza e traz um importante sinal de esperança para a conservação da espécie. O Projeto Tartarugas do Futuro identificou o primeiro ninho do período próximo à barraca Itapariká, na Praia do Futuro , uma das áreas mais relevantes para a reprodução desses animais no litoral cearense.
Com cerca de 100 ovos, o ninho está sendo monitorado pela equipe do projeto, que estima a eclosão para o próximo dia 16 de fevereiro. A presença do primeiro registro reforça a importância da vigilância contínua nas praias urbanas, especialmente durante o período reprodutivo.
“A cada ninho encontrado, renovamos nosso apoio à proteção da espécie e ao cuidado desse território tão sensível”, destaca a bióloga Alice Frota, coordenadora voluntária do Tartarugas do Futuro.
Em Fortaleza, a temporada de desova das tartarugas-de-pente ocorre, geralmente, entre os meses de novembro a junho, com picos de nascimento entre fevereiro e junho. A Praia do Futuro é um ponto estratégico para a conservação, por concentrar registros frequentes de ninhos em meio a uma área de grande circulação humana.
Sobre o projeto
O Projeto Tartarugas do Futuro atua de forma independente e voluntária na proteção das tartarugas-de-pente, espécie globalmente ameaçada de extinção. A iniciativa desenvolve ações de monitoramento de ninhos nas praias da Sabiaguaba e do Futuro, educação ambiental em escolas e comunidades, produção científica e mobilização social, com apoio do GPTMAR grupo de pesquisa cadastrado no diretório do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Universidade Estadual do Ceará e Universidade Federal do Ceará, dando continuidade ao legado de programas de conservação marinha no estado.
Quando Sex and the City foi ao ar pela primeira vez, ela fez algo simples e, ao mesmo tempo, revolucionário: colocou mulheres falando de prazer como parte da vida cotidiana. Não era choque, nem provocação gratuita. Era conversa. Entre amigas, no brunch, no táxi, no sofá. O desejo aparecia como assunto possível, imperfeito, às vezes confuso, mas sempre humano.
O impacto da série não veio apenas das histórias amorosas, mas da forma como elas eram contadas. Falar de sexo não exigia personagens caricatas ou discursos extremos. Carrie refletia, Samantha falava sem rodeios, Miranda questionava, Charlotte hesitava. Cada uma comunicava o prazer a partir do próprio repertório, e isso tornava tudo mais real.
Essa naturalidade ainda serve como referência quando o assunto é comunicação sobre prazer fora da ficção. Durante muito tempo, o tema ficou preso entre dois extremos: o silêncio ou a linguagem apelativa. Sex and the City mostrou que existe um caminho intermediário, onde o prazer pode ser tratado com leveza, curiosidade e respeito.
Na prática, comunicar prazer passa muito mais pelo tom do que pelo conteúdo em si. Quando a conversa é honesta e próxima, o assunto deixa de parecer tabu. É o que acontece quando produtos entram no discurso não como algo escandaloso, mas como parte de uma experiência comum de autoconhecimento e bem-estar, como acontece hoje com brinquedos sexuais, cada vez mais inseridos em conversas cotidianas sobre cuidado e intimidade.
A série também ensinou que não existe uma única forma de falar sobre desejo. O que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra, e tudo bem. Essa pluralidade ajuda a explicar por que a comunicação sobre prazer evoluiu tanto nos últimos anos, abrindo espaço para abordagens mais simples, menos performáticas e mais conectadas com a vida real.
Produtos específicos acabam refletindo essa mudança de linguagem. Um vibrador clitoriano, por exemplo, costuma aparecer hoje associado a conforto, curiosidade e autonomia, e não a exageros ou estereótipos. Ele entra na conversa quase do mesmo jeito que entraria em um episódio da série: como parte de uma descoberta pessoal, tratada com naturalidade.
No fundo, Sex and the City nunca foi apenas sobre sexo. Foi sobre mulheres aprendendo a falar do que sentem sem culpa, sem vergonha e sem precisar se encaixar em expectativas externas. Esse legado segue atual justamente porque mostra que comunicar prazer não precisa ser um manifesto nem um segredo, pode ser só conversa.
Quando o assunto é tratado desse jeito, ele ocupa um espaço legítimo na cultura, no cotidiano e nas relações. Sem pedir permissão. Sem exageros. Apenas com a naturalidade de quem entende que prazer também faz parte da vida.
O ator, roteirista e diretor Roberto Rowntree, conhecido por seus trabalhos na Zorra Total, Aventuras do Didi e nas novelas Salve Jorge e A Força do Querer, está vivendo um momento especial na carreira e na vida pessoal.
Após 11 anos se dedicando somente ao cinema, retornou à emissora na novela Volta Por Cima, de Paulo Villamarim, interpretando Zezito. Mais vaidoso e atento à saúde, Roberto procurou a Dra. Jacqueline Renault, médica bastante conhecida entre os famosos. No acompanhamento médico, ele realizou tratamento para a tireoide, que incluiu suplementação de Vitamina D3 e Soro de Ácido Alfa Lipóico.
O ator comemora os resultados e aparece mais magro, disposto e com aparência visivelmente mais saudável e jovial, celebrando essa nova fase dentro e fora das telas.