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Após Burnout, Jorge Kotz Abre Empresa e Fatura R$ 50 Milhões

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Com apenas 24 anos, ele criou empresa especializada em eventos e treinamento para empreendedores

O Grupo X, uma holding inovadora focada na educação empresarial, alcançou um faturamento impressionante de R$50.000.000,00 em apenas três anos. Fundada em 2021 por Jorge Kotz, que na época tinha apenas 24 anos, a empresa se destaca por sua abordagem multifacetada e pela variedade de produtos e serviços oferecidos. Com um investimento inicial de R$60.000,00, a empresa está sediada em Toledo, PR, e atua principalmente no setor de educação empresarial, além dos setores de tecnologia, informação e mídia.

Jorge Kotz começou seu primeiro negócio aos 20 anos. Ele comandava uma equipe de 12 funcionários e tinha mais de 100 clientes. No entanto, enfrentou um burnout devido à dificuldade em delegar tarefas. “Eu não sabia lidar com os meus colaboradores. Eu falava, faz tal coisa, e eles simplesmente não faziam. E aí, eu tinha que ir lá e fazê-lo. Então, você imagina o caos que era. Eu tinha 20 anos, sem saber sobre gestão de pessoas. Lidar com essa galera. Essa galera era muito jovem, uma galera nova. Naquele momento, eu culpava eles. Mas hoje eu entendo que o errado era eu. Porque eu não sabia conversar com eles. Não sabia lidar com o nível de maturidade deles,” explica Jorge.

Diante das dificuldades, ele decidiu vender a empresa e “chutar o balde”. Jorge começou a investir em um novo negócio, o atual Grupo X. Com uma equipe mais enxuta, ele percebeu a importância de trabalhar efetivamente com seus colaboradores para escalar o negócio. Ele divide a gestão de pessoas em três pilares fundamentais: persuasão, personalidade e nível de maturidade. “Para você comandar uma equipe, você precisa entender esses três pilares. Isso vai ser o grande diferencial para a capacidade de gerenciar pessoas,” afirma.

Jorge investiu em treinamento pessoal e capacitação para adquirir o conhecimento necessário para gerenciar pessoas. Hoje, ele comanda uma equipe de 50 pessoas. “O mais legal de lidar com pessoas é que você começa a se apaixonar por pessoas e entender a diferença entre elas,” compartilha. Ele cita um exemplo de uma consultoria para uma empresa de construção, onde descobriu que oferecer um churrasco de fim de semana como recompensa por metas alcançadas aumentava a motivação dos trabalhadores.

“A diferença entre um líder e um bom líder é que o bom líder sabe resolver os problemas. Ele não foge dos problemas. Ele sabe que precisa pegar o elefante, colocar ele na sala e resolver,” diz Jorge. Para ele, a tecnologia é uma aliada na gestão de pessoas. “A tecnologia não vem atrapalhar. Atrapalha quem não está preparado para ela. A tecnologia vem para somar. Quem está preparado para se adaptar, vai usar isso a seu favor,” ressalta.

No escritório, a política de transparência é fundamental. A cada 15 dias, Jorge realiza reuniões onde apresenta números e a fase em que a empresa está. Além disso, ele promove a conexão entre a equipe através de momentos de oração antes de eventos. “Os empresários precisam entender que ninguém nasce perfeito. O seu colaborador não tem a mesma experiência que você no seu negócio. Você já passou por todas as fases. Se você quer ter um colaborador que te substitua, você precisa capacitar essa pessoa,” destaca.

Para Jorge, a diversidade dentro de uma empresa é reconhecida pela capacidade técnica das pessoas, independentemente de gênero, cor ou sexualidade. Ele acredita que a criatividade será o grande diferencial dos profissionais no futuro. “A tecnologia está presente nas nossas vidas, e o que vai fazer com que esse profissional se diferencie é ser criativo. As pessoas criativas vão saber extrair o melhor dessas ferramentas,” explica.

Um líder de maestria precisa controlar suas emoções. “Inteligência emocional faz com que ele se proteja e proteja também seus colaboradores. Lidar com a raiva, com a alegria, com a tristeza, com a frustração faz com que ele tenha uma melhor percepção de como falar com as pessoas e extrair o melhor delas,” conclui Jorge.

Sobre Jorge: Jorge Kotz, 27 anos, é um dos maiores empresários do Brasil, CEO do Grupo X, criador do X Business, a maior imersão de negócios e networking da América do Sul, que já impactou mais de 150.000 mentes empreendedoras. Idealizador do X Diamond Club e autor dos livros “Diamantes Lapidados”, “Lapidando Diamantes” e “O Limite Invisível”, seu maior objetivo é tornar o conhecimento acessível ao maior número de empreendedores.

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Consultas online: Rede MetAMORfose cresce e fortalece modelo de telemedicina

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Criada em 2020, a rede estruturou um modelo que conecta profissionais de saúde e pacientes de forma direta, com foco em acesso, autonomia e continuidade do cuidado

 

As consultas online passaram a integrar a rotina de milhares de pessoas a partir da pandemia, quando o atendimento presencial se tornou inviável por longos períodos. O que começou como solução emergencial acabou revelando novas possibilidades de acesso à saúde, especialmente para quem enfrenta barreiras de tempo, localização ou mobilidade. Ao mesmo tempo, o crescimento da oferta trouxe dúvidas sobre como funcionam os diferentes modelos de telemedicina.

Lucas Canabarro, psicólogo parceiro da Rede MetAMORfose de telemedicina explica melhor sobre como se adaptou ao modelo MetAMORfose: “Deu tudo certo, o suporte me responde rapidamente e consegui captar pacientes”. A Rede surgiu em 2020 nesse contexto de reorganização do cuidado em saúde. Desde o início, a proposta foi estruturar uma rede capaz de conectar profissionais e pacientes de forma direta, sem interferir na relação clínica, mas oferecendo organização, visibilidade e suporte ao atendimento online.

O crescimento da MetAMORfose está ligado à construção gradual desse modelo. Em vez de centralizar consultas ou definir regras clínicas, a rede atua como facilitadora de conexões. Profissionais de saúde, como psicólogos, nutricionistas e médicos clínicos gerais, passam a integrar a plataforma por meio de planos mensais e mantêm autonomia para definir valores, agenda, forma de pagamento e duração das consultas. Os pacientes, por sua vez, se cadastram em busca de atendimento e escolhem com quem desejam se consultar.

“A tecnologia precisa organizar o acesso, mas não pode substituir a relação entre profissional e paciente”, afirma Luiza Fogaça, fundadora e CEO da Rede MetAMORfose. Para ela, o atendimento online exige clareza desde o primeiro contato. “Quando alguém procura uma consulta, já existe uma expectativa de cuidado. O modelo precisa respeitar esse momento.”

Em 2023, a rede recebeu apoio da Agência USP de Inovação para desenvolver sua estrutura de telemedicina, um marco que contribuiu para o fortalecimento de processos internos, tecnologia e estratégia de crescimento. Nos anos seguintes, a MetAMORfose participou de programas de mentoria do Google for Startups, em 2024, e da Microsoft for Startups, em 2025, ampliando sua maturidade organizacional.

Outro ponto central do funcionamento da rede é a privacidade. O contato entre profissionais e pacientes ocorre somente com consentimento explícito para o compartilhamento de informações, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados. A MetAMORfose não intermedeia a consulta nem interfere na condução clínica, atuando como estrutura de apoio à conexão.

A entrada de novos profissionais acontece por meio de um processo seletivo realizado via WhatsApp, que avalia alinhamento de propósito, clareza na atuação e compromisso com a qualidade do atendimento. A ideia é garantir que o ambiente favoreça relações consistentes e acompanhamento contínuo, mesmo no formato remoto.

Relatos de pacientes indicam sensação de acolhimento e continuidade do cuidado ao longo das sessões. Profissionais parceiros também destacam a autonomia e a clareza do modelo como fatores que facilitam a adaptação ao atendimento online e a manutenção da rotina clínica.

Com operação integralmente digital, a Rede MetAMORfose permite que profissionais atendam pacientes localizados em até 33 países, especialmente brasileiros que vivem fora do Brasil. Esse alcance reflete o potencial da telemedicina como ferramenta de acesso e reforça a importância de modelos estruturados para sustentar o crescimento do setor.

A trajetória da MetAMORfose aponta para uma fase mais madura das consultas online, em que crescer significa organizar processos, respeitar a relação clínica e usar a tecnologia como suporte, não como substituição do cuidado.

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A Verdade por trás da Trajetória entre o Legado Literário e o Sucesso Empresarial

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Créditos da Foto: Divulgação

A construção de uma vida dedicada à cultura e ao empreendedorismo não se faz apenas com palavras; ela é forjada em experiências reais e fatos documentados. Diferente de narrativas que tentam se apropriar do passado alheio, a história de Gito Sales é composta por marcos concretos e uma linhagem que carrega a responsabilidade de um sobrenome histórico.


Neto direto do imortal da Academia Brasileira de Letras, Herberto Sales, Gito cresceu sob a influência direta da obra de seu avô, autor do clássico “Cascalho”. Prova definitiva desse vínculo é a dedicatória pessoal que recebeu do avô no livro “A Feiticeira da Salina”. Essa base sólida o levou, ainda jovem, a gerenciar ao lado de sua mãe, Heloísa Sales — cujo nome e obra constam no renomado Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira — uma operação industrial têxtil complexa.
Mesmo com as mudanças familiares e o período em que residiu em Paris, Gito manteve o foco empresarial. Ao retornar ao Brasil, consolidou a operação da fábrica com o suporte de Ana de Bonis, que atuava como gerente da unidade. Naquela época, sua vida pessoal e profissional também se entrelaçavam com o setor de luxo, sendo noivo de Sandra Maio, proprietária de uma joalheria no Leme.


Longe de ser uma atividade informal, a fábrica cuidava de todo o processo de produção, desde a logística de bordados até o acabamento final, atendendo ao exigente mercado de luxo. Entre seus clientes de peso, destacavam-se a joalheria Isaac Moreno e a gigante H. Stern, com produções voltadas para pontos turísticos icônicos como o Pão de Açúcar. Gito também foi o responsável pela produção das camisetas oficiais do prestigiado Hotel Meridien e gerenciou a operação comercial ligada ao grupo Menudo.

Créditos da Foto: Divulgação
Créditos da Foto: Divulgação


Para Gito Sales, o respeito ao legado de Herberto e Heloísa Sales é inegociável. Sua trajetória se mantém viva através dos fatos, do trabalho e da memória documentada, longe de “convivências postiças” ou versões que tentam diminuir a importância de sua estrutura empresarial.

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Apresentador Welignton Costa é nomeado à premiação em Portugal: Prêmio Estrela do Atlântico

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Reconhecimento internacional destaca trajetória construída entre o digital e a televisão aberta

 

O apresentador Welignton Costa acaba de ser nomeado à Premiação Estrela do Atlântico, em Portugal, reconhecimento que chama atenção para um trabalho construído a partir da narrativa audiovisual e da integração entre plataformas. A nomeação surge como um marco profissional, mas também como um retrato do momento atual de sua carreira, em que linguagem, formato e propósito caminham juntos.

Para Welignton, o prêmio funciona como uma fotografia de um processo que vem sendo amadurecido ao longo do tempo. “Eu encaro essa nomeação como um sinal de que a narrativa que venho construindo faz sentido, de que existe coerência entre o que eu conto e a forma como conto”, afirma. Segundo ele, o reconhecimento não muda o caminho, mas reforça escolhas feitas desde o início. “Não foi algo pensado para prêmio. Foi pensado para ser verdadeiro.”

Hoje, o apresentador está à frente de um projeto no SBT que traduz essa visão. Turismo, cultura, experiência e estilo de vida aparecem costurados por histórias, não como blocos soltos. O formato dialoga diretamente com a linguagem que ele desenvolveu no digital, especialmente no Instagram, onde construiu sua relação com o público. “A TV entrou como continuidade, não como ruptura. O que mudou foi a escala, não a essência”, explica.

Essa coerência entre meios ajuda a entender por que a nomeação à Premiação Estrela do Atlântico se conecta tanto ao trabalho atual. O que está sendo reconhecido não é apenas um produto final, mas uma forma de pensar comunicação. “Sempre acreditei que o conteúdo precisa ter alma. Estética sozinha não sustenta nada se não houver narrativa”, diz Welignton. “Quando existe história, a conexão acontece de verdade.”

Olhando para trás, a trajetória não começou com planos definidos. Antes da televisão e antes de qualquer reconhecimento, havia curiosidade. Welignton começou explorando imagem e narrativa como forma de expressão, quase de maneira intuitiva. Aos poucos, a prática constante, a observação do público e a troca com diferentes projetos foram dando contorno profissional ao que antes era experimentação. “Eu fui entendendo na prática o que funcionava, o que fazia sentido e o que gerava identificação”, relembra.

A televisão apareceu como consequência desse processo. Na RedeTV!, vieram os primeiros aprendizados sobre ritmo, formato e construção de narrativas para uma audiência ampla. Mais tarde, já no SBT, essa experiência se somou à bagagem do digital, permitindo criar um projeto que não precisou se adaptar artificialmente ao meio. “O pensamento sempre foi de TV, mesmo quando eu estava no digital”, comenta. “Cada história precisa ter começo, meio e fim.”

Nesse percurso, o Instagram teve papel fundamental como espaço de teste e amadurecimento. Foi ali que linguagem, estética e relação com o público foram sendo ajustadas ao longo do tempo, quase como um laboratório narrativo. “O digital me deu liberdade para experimentar e entender o público de perto”, afirma. “Isso faz toda a diferença quando você leva esse conteúdo para outros formatos.”

No dia a dia, o trabalho segue um ritmo próximo e organizado. Antes de qualquer entrega, há conversa, escuta e entendimento do contexto. A execução vem depois, com roteiros bem estruturados, linguagem clara e atenção aos detalhes. Autenticidade, sensibilidade estética, visão estratégica e compromisso com a verdade aparecem menos como discurso e mais como prática.

A nomeação à Premiação Estrela do Atlântico, nesse sentido, não encerra um ciclo, mas sinaliza um momento. Um trabalho que segue em movimento, guiado pela mesma ideia que atravessa toda a trajetória de Welignton Costa: experiência sem narrativa é só passagem. Quando existe história, ela permanece.

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