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Aprenda inglês em 15 minutos por dia: Valmiz Hënkel revela o segredo do sucesso

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Professora da Disney, Valmiz Hënkel revela como a constância no aprendizado pode transformar sua fluência em inglês.

Aprender inglês pode parecer uma tarefa árdua, especialmente para quem leva uma rotina agitada. No entanto, segundo Valmiz Hënkel, professora com 18 anos de experiência e fundadora do Clube Fluência Ativa, tudo o que você precisa são 15 minutos por dia para fazer progressos reais no idioma. “Muitos pensam que é necessário horas e horas de estudo, mas a verdade é que, com constância e os métodos certos, a fluência é alcançável de forma prática e eficaz”, garante Valmiz.

Com uma trajetória que inclui ser professora na Disney, Valmiz sabe como ninguém o impacto de técnicas eficientes de ensino e como aplicá-las no dia a dia dos seus alunos.

O poder da constância: 15 minutos diários

De acordo com Valmiz, o segredo está na frequência. “O problema não é a falta de tempo, mas sim a falta de constância e de uma estratégia eficiente”, afirma. Ela reforça que, com apenas 15 minutos dedicados ao estudo diário, é possível fazer grandes avanços, desde que o método seja bem estruturado.

No Clube Fluência Ativa, Valmiz utiliza dois métodos principais que atendem a diferentes perfis de alunos: o Inglês por Exposição (IE) e o Inglês por Competências (IC). Cada um desses métodos é adaptado para quem busca aprender de forma prática e contínua, sem ficar preso a técnicas tradicionais e muitas vezes ineficazes.

Método IE: Inglês por Exposição

O Inglês por Exposição (IE), disponível no nível Plus do clube, é ideal para quem já possui inglês intermediário, mas sente que está travado. “No método IE, os alunos são expostos ao inglês da vida real diariamente, com conteúdos de diferentes sotaques e formas de comunicação”, explica Valmiz. O objetivo é que, com 15 a 30 minutos de contato com o idioma todos os dias, os alunos ganhem confiança e desenvolvam a fluência naturalmente.

Além disso, o método IE inclui encontros de conversação com estrangeiros, o que acelera o desenvolvimento da autoconfiança ao falar em inglês. “Em apenas três meses, os alunos já conseguem perceber uma grande evolução, especialmente na capacidade de se expressar com mais clareza e segurança”, afirma Valmiz.

Método IC: Inglês por Competências

Para quem está começando do zero, o Inglês por Competências (IC), utilizado no nível Basic, oferece uma abordagem diferente. O foco aqui não é a gramática, mas sim em atingir objetivos de comunicação do dia a dia. “O método IC é prático e voltado para situações reais, como fazer pedidos em um restaurante, contar histórias ou se apresentar. Tudo com o objetivo de que o aluno se comunique rapidamente, sem a pressão de decorar regras gramaticais”, explica Valmiz.

O programa é dividido em nove fases, que guiam o aluno desde o básico até a comunicação efetiva em até um ano, com apenas 30 minutos diários de dedicação. “O foco é que o aluno consiga se comunicar de verdade, sem medo e sem travar”, afirma.

Uma trajetória dedicada ao ensino

Valmiz Hënkel não chegou a essa metodologia por acaso. Com vasta experiência no Brasil e no exterior, incluindo passagens pela Irlanda e pela Disney na China, Valmiz passou anos estudando as melhores formas de ensinar inglês de forma prática e eficaz. “Minha missão sempre foi ensinar inglês de uma maneira que fosse aplicável na vida real, e não apenas na sala de aula”, ressalta.

Com sua formação em Letras pela UFRGS e pós-graduação em Design Instrucional, Valmiz combina seus conhecimentos acadêmicos com metodologias de Programação Neurolinguística (PNL) e coaching para mudanças de hábitos, oferecendo aos alunos um ensino completo e personalizado. “Não adianta ensinar apenas a língua se o aluno tem bloqueios emocionais, medos ou falta de organização. É preciso cuidar de todos esses aspectos para que ele consiga progredir de verdade”, afirma.

Três anos de Clube e uma nova fase

Em 2025, o Clube Fluência Ativa completa 3 anos de existência, agora com professores nativos na equipe e uma nova frente de atuação: a expansão para o espanhol, replicando o sucesso do método para quem deseja se tornar fluente também neste idioma.

“Quinze minutos todos os dias sempre será melhor do que zero minutos. Experimente, e você vai perceber seu progresso dia após dia.”

Quer aprender inglês de forma rápida e eficiente?

O Clube Fluência Ativa está com inscrições abertas para novas turmas nos níveis Basic e Plus. Se você quer aprender inglês com constância, foco e apenas 15 minutos por dia, acesse https://clubefluenciaativa.com.br/ e descubra qual método é o mais adequado para o seu perfil.

Siga também no Instagram @clubefluenciaativa para mais dicas e novidades sobre como aprender inglês de forma descomplicada.

Valmiz Hënkel é professora de inglês e empreendedora digital em Porto Alegre (RS). Especialista em ensino de segunda língua e em coaching para mudanças de hábitos, ela é a idealizadora do método Clube Fluência Ativa, que já ajudou centenas de alunos a conquistarem a fluência.

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Carnaval 2026: Alana Miranda dá orientações estratégicas sobre como se portar nas redes sociais durante a folia

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Para Alana Miranda, estrategista de marca e conteúdo digital, o período de Carnaval é, ao mesmo tempo, uma grande oportunidade e um enorme desafio para quem usa as redes sociais de forma profissional, com o objetivo de fortalecer reputação e construir marca.

“O Carnaval é um dos maiores eventos culturais do Brasil, com blocos de rua, megablocos nas cidades, desfiles e ritmos que viram tendência nas redes”, lembra Alana. Diferente de outras épocas do ano, a folia faz parte da rotina dos brasileiros e ativa conexões emocionais muito fortes. Justamente por isso, exige ainda mais estratégia, intenção e bom senso de quem cria conteúdo.

Segundo a estrategista, poucas pessoas usam esse período para falar da cultura do Carnaval em si. “A maioria acaba usando as redes apenas para aparecer — e é aí que muita gente perde a mão”, alerta. Postagens impulsivas, feitas no calor do momento, às vezes mostram excessos, consumo de álcool, uso de substâncias ou uma ideia de festa eterna, como se não houvesse consequências. Para quem constrói marca, esse tipo de conteúdo pode comprometer imagem, credibilidade e posicionamento.

1. Contextualize sua presença com intenção e responsabilidade

Antes de publicar, a pergunta precisa ser clara: isso está de acordo com a marca que eu quero construir? Aproveitar o Carnaval não significa postar tudo o tempo todo. O timing é importante, mas o comportamento online também comunica. A folia pode gerar conexão, proximidade e engajamento, mas também pode expor descuidos. Mesmo um simples stories precisa ser avaliado com atenção, afinal, a rede social é um canal profissional e tudo o que vai ao ar constrói (ou destrói) reputação.

2. Entenda e respeite o timing das festas

O Carnaval não se resume aos dias oficiais. Os pré-carnavais já movimentam agendas e geram conteúdo semanas antes. Entender quando sua audiência está mais ativa, seja na sexta que antecede a folia, durante os blocos ou até no pós-Carnaval, ajuda a publicar com mais estratégia e menos excesso. Além disso, nem todo mundo está na rua: o período também pode ser uma oportunidade para dialogar com quem está trabalhando, descansando ou usando o feriado para produzir.

3. Use formatos que gerem experiência, não exagero

Vídeos curtos, bastidores, reels com momentos marcantes e stories bem pensados podem gerar empatia e engajamento sem exposição desnecessária. Música, ritmo e referências ao clima do Carnaval funcionam muito bem quando usados com equilíbrio. Mostrar presença não significa mostrar tudo e saber editar o que fica de fora é parte da estratégia.

4. Priorize intenção, diálogo e comunidade

Durante o Carnaval, as interações ganham ainda mais força. Comentários, respostas, mensagens e trocas com seguidores ajudam a construir comunidade de verdade. Para Alana, engajamento vai muito além de números: é sobre criar conversas reais e fortalecer vínculos, sem perder de vista o posicionamento e os valores da marca.

O Carnaval de 2026 promete ser vibrante e cheio de tendências que vão dominar as timelines. Ainda assim, a presença nas redes não deve ser improvisada. Aproveitar a festa é importante, mas aproveitar com intenção, responsabilidade e estratégia é o que garante que esse grande momento cultural gere resultados positivos, memoráveis e coerentes com a imagem que criadores e marcas desejam construir.

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Rede Social do Bem conecta pessoas através da oração, gratidão e presença coletiva

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Com poder de conexão genuína, a ORA surge para preencher um vazio no ambiente digital: o da presença real. A plataforma foi desenhada como um espaço de acolhimento onde a vulnerabilidade não é exposta, mas abraçada. Seja através de um pedido de apoio, um momento de fragilidade ou uma mensagem de gratidão, o app transforma vivências individuais em experiências de cuidado compartilhado.

https://www.ora.social.br

Diferencial e alcance

A ORA desafia o status quo das redes sociais tradicionais. Diferente das plataformas orientadas por performance, comparação ou exposição, a ORA não possui disputa por atenção, métricas de vaidade ou foco na construção de imagem. O foco da plataforma é a conexão genuína entre pessoas, baseada em empatia, acolhimento e intenção.

A plataforma nasceu de uma experiência pessoal do fundador, Jimmy Peixoto, que ao enfrentar uma cirurgia delicada, percebeu o impacto profundo do carinho recebido via mensagens digitais.

“Lendo as mensagens, senti uma energia enorme que foi o combustível necessário para a minha recuperação. Os médicos foram essenciais, mas o apoio coletivo foi o empurrão que mudou meu estado vibracional”, afirma Jimmy.

Na ORA, os usuários expressam suas vivências, e outras pessoas se unem em oração, pensamento positivo ou apoio silencioso. A plataforma não substitui crenças individuais nem propõe uma religião. Ela funciona como um espaço neutro e inclusivo, onde diferentes visões coexistem em torno de um valor comum: o cuidado humano.

Tecnologia a Serviço do Vínculo Humano

A tecnologia da ORA foi desenhada para amplificar essa experiência coletiva. Recursos em tempo real permitem que os usuários vejam que há outras pessoas conectadas naquele momento, criando uma sensação concreta de presença e comunidade.
Um dos grandes diferenciais é a Angélica, uma consultora de Inteligência Artificial integrada ao app. Desenvolvida com base em sabedorias milenares e princípios de escuta ativa, a Angélica oferece apoio e conselhos estratégicos.

“A Angélica não é apenas um chatbot; ela é uma curadora de bem-estar. Ela foi programada para oferecer a palavra certa no momento de vulnerabilidade, funcionando como um suporte imediato para quem precisa de um conselho ou uma perspectiva positiva no meio do dia”, explica o idealizador.

É fundamental ressaltar que a inteligência artificial atua como suporte, organização e acolhimento, mas nunca como substituição do vínculo humano.

Um Novo Tipo de Rede

Alinhada ao movimento global de Human Tech (Tecnologia Humanizada), a ORA reforça que sua atuação é complementar: a plataforma não substitui o acompanhamento médico ou psicológico, mas serve como uma rede de apoio estratégica para momentos de crise ou necessidade de conexão. O objetivo é humanizar o uso do smartphone, transformando-o de uma fonte de ansiedade em um veículo de solidariedade.

A ORA foi criada para escalar algo que já existe na vida real, mas que raramente encontra espaço no ambiente digital: a força de uma comunidade quando ela se une em torno de alguém.

Mais do que uma plataforma, a ORA se posiciona como um novo tipo de rede, baseada não em quem aparece mais, mas em quem se importa.

Sobre a ORA:

A ORA é uma plataforma digital criada para conectar pessoas por meio de apoio humano, oração, gratidão e presença coletiva. Com foco em saúde mental e bem-estar, o app permite a postagem de pedidos de apoio e a interação baseada em empatia e intenção positiva. O usuário pode se conectar com outros usuários no mesmo horário para um momento juntos de oração e reflexão, assim como, enviar mensagens de apoio.

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Blockchain e segurança cibernética: o próximo nível de proteção para empresas brasileiras

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O contador e CEO da Trivium Estratégia & Auditoria, Cláudio Lasso, afirma que esse assunto já chegou a pequenas empresas

Há uma mudança clara no tipo de risco que mais preocupa os empresários hoje. Não é apenas risco tributário ou financeiro. É risco digital, operacional e reputacional. Segundo o contador e CEO da Trivium Estratégia & Auditoria, Cláudio Lasso, à medida que empresas se tornam mais dependentes de sistemas, integrações e dados, a exposição a fraudes, vazamentos e manipulações aumenta. “O problema é que muitos negócios ainda operam com estruturas de segurança incompatíveis com o nível de digitalização que já atingiram”, disse ele.

Cláudio afirma, que nesse contexto, tecnologias como blockchain e práticas mais avançadas de segurança cibernética deixam de ser assunto restrito a grandes corporações e passam a ser pauta estratégica também para médias e pequenas empresas.

O novo cenário de risco

Segundo Lasso, as fraudes hoje não acontecem apenas por erro humano direto. “Elas surgem de acessos indevidos, manipulação de registros, falhas de integração entre sistemas e ausência de trilha confiável de informações. Em auditorias, isso se traduz em dificuldade de rastrear eventos, validar dados e garantir integridade das informações. Quando não há confiança nos dados, não há governança. E sem governança, qualquer crescimento fica vulnerável”, pontua.

O papel do blockchain na auditoria e no controle

O empresário destaca que blockchain surge como uma solução relevante exatamente nesse ponto. Sua principal característica é a imutabilidade dos registros. “Uma vez registrado, o dado não pode ser alterado sem deixar rastro. Isso cria um ambiente muito mais seguro e transparente para auditorias, controles internos e validação de informações sensíveis”.

Cláudio afirma que, na prática, o uso de blockchain permite:

trilhas de auditoria mais confiáveis,

redução de risco de manipulação de dados,

maior transparência entre partes,

validação automática de registros e transações.

Para empresas, isso significa menos dependência de controles manuais e mais confiança nos próprios sistemas.

Segurança cibernética como prioridade de gestão

“Blockchain sozinho não resolve tudo. Ele precisa estar inserido em uma estratégia mais ampla de segurança cibernética. Isso inclui controle de acessos, gestão de perfis, proteção de dados sensíveis, monitoramento contínuo e cultura interna de segurança”, completa.

Ele afirma que erro mais comum que vejo é tratar segurança como custo técnico e não como proteção do negócio. “Vazamento de dados, fraude digital ou paralisação de sistemas afetam diretamente caixa, imagem e continuidade operacional”.

Cláudio Lasso fez alertas ao empresário brasileiro:

Minha leitura é clara: empresas que não evoluírem seus controles digitais estarão mais expostas nos próximos anos. O ambiente regulatório ficará mais rigoroso, clientes mais exigentes e parceiros mais cautelosos.

A pergunta deixou de ser “se” um incidente pode acontecer. Passou a ser “quando” — e quão preparada a empresa estará para responder.

A melhoria começa com estrutura

Minha recomendação ao empresário brasileiro é objetiva:

reveja seus processos de controle e auditoria,

invista em tecnologia que garanta rastreabilidade e integridade dos dados,

trate a segurança cibernética como parte da estratégia, não como acessório.

“Blockchain não é moda. É infraestrutura de confiança.Segurança digital não é exagero. É proteção de valor. Empresas que entendem isso não apenas reduzem risco. Elas ganham credibilidade, previsibilidade e maturidade para crescer em um ambiente cada vez mais digital”, conclui o sócio da Trivium.

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