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Books To Read Throughout Black Historical Past Month And Beyond

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He was forced to take a two year tour of the United Kingdom after the book’s launch to keep away from recapture by his former owner. Her e-book Poems on Various Subjects, Religious and Moral was printed in London in 1773, making her the primary African-American to publish a guide. In court, she needed to defend herself towards accusations that no Black might have written such refined poetry. I was lately reduced to tears by Nadifa Mohamed’s extremely powerful The Fortune Men.

And topic of an iconic film staring Oprah Winfrey, The Color Purpledepicts the lives of African American ladies in early twentieth-century rural Georgia. In this brilliantly imagined novel, Toni Morrison tells the story of Nel Wright and Sula Peace, who meet as kids in http://www.americanidea.org/programs.htm the small town of Medallion, Ohio. I’ve read about 90% of this list a minimal of once and that 10% is on my list for this month.

The anarchic drawings of her art-poetry assortment “Prose Architectures” and the errant textures of the essay collection “Calamities” sound so deep and really feel so exhausting that one can’t imagine how simply she requires and permits us to imagine. With fluent, dead-serious pleasure, Gladman refuses the distinction between follow and game as fearlessly as Allen Iverson, if Allen Iverson had been additionally Gayl Jones. Author of the poetry collections “Hughson’s Tavern” , “The Feel Trio” and “The Service Porch” . Author of the poetry collections “Lighthead” , “How to Be Drawn” and “American Sonnets for My Past and Future Assassin” . There are so many novels I might select as my favorite, but when I were pressured to decide out one, I would have to say “Beloved” by Toni Morrison, for it’s the first novel that ever made me weep. Author of the poetry collections “Dien Cai Dau” , “Neon Vernacular” , “Warhorses” and “The Emperor of Water Clocks” .

I’ve found anthologies particularly useful as gateways to short fiction by Black authors. These collections present glimpses into notable themes and writing styles from different historical periods. Given the widespread use of anthologies in literature programs, editors of anthologies help to form or reinforce distinct views of literary history. Often, the selections offered in anthologies are the first and solely entry readers have to works by some authors. If anybody ever had any doubts about the high quality of Oprah’s book picks (we’re taking a look at you, Jonathan Franzen!), this debut novel, which she chosen final yr, will dispel them. It’s a shifting, fantastically written story set in the American South simply after the Civil War, when enslaved individuals have been emancipated however are nonetheless shackled in some ways by racism, not to mention their traumatic pasts.

It explores how the risk and aftermath of racial terror dominates the psyches of younger African-Americans while providing hope for a greater future. With two books coming out next year (“Magical Negro” and “Who Put This Song On?”), 2019 justly belongs to Morgan Parker. Her poems shred me with their intelligence, dark humor and black-hearted vision. Parker is considered one of this generation’s finest minds, in a position to hold herself and her world, which includes all of us, up to inconceivable lights, revealing each final little bit of our hopes, failings, possibilities and raptures. Jamaica Kincaid’s “Annie John” was, is and can no doubt stay for me an important textual content. It’s not only an excellent novel powered by an unshakable sense of what the sentence — like a stethoscope — can uncover inside the human heart, it’s also a poignant map to a world that forms a vital part of who I am.

Love at first sight is only the start of the story for Tembi and Saro. After meeting in France, they’re compelled to face Saro’s disapproving Italian family. Falling in love with a Black American lady simply is not as much as their, uh, super racist standards. Fast-forward several years and Tembi and Saro reside in Los Angeles with their adopted daughter. When Saro will get sick, they’ve to move to Italy and navigate life with his estranged household.

Together with autobiography—an particular person’s interpretation of his personal life—it shares a venerable tradition, meeting the calls for of different audiences through the ages. The family moves to Harlem from the South, however they are still thought of second-class residents. The novel is named after an African American non secular and includes Bible tales all through. Like Baldwin, John Grimes struggles with balancing faith and his anger in path of society. Uncle Tom’s Cabin; or, Life Among the Lowly is an anti–slavery novel by American creator Harriet Beecher Stowe.

This is a group of essays that discover the concept of double consciousness and work that may go on to influence a plethora of African-American writers and novelists. Harriet Wilson, who was born free in 1825 but grew to become an indentured servant after being orphaned, was the first African American to publish a novel in the United States. She did so anonymously with a guide known as “Our Nig” and it wasn’t till the Eighties that a scholar discovered her id and credited her with the groundbreaking accomplishment. “It turned the literary world on its finish, as as much as that point it had been widely accepted that the first African American published novelist had been Frances Ellen Watkins Harper,” wrote Carla Garner for BlackPast.org. Called the “mother of African American journalism,” Frances Harper had an extended profession that began with a book of poetry and ended half a century later with the publication of her extremely acclaimed novel, “Iola Leroy,” in 1892.

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Conexão que transforma vidas: o eletricista que venceu o medo das nuvens para salvar a própria história

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Com 20 anos de jornada na Fundação Pró-Rim, Pedro Guida enfrentou a distância entre o Tocantins e Santa Catarina para realizar um transplante e hoje celebra o ciclo de superação garantido pelo SUS

Acostumado a subir em postes e percorrer fazendas para iluminar o Tocantins, o ajudante de eletricista Pedro Nascimento Guida, hoje com 65 anos, nunca imaginou que sua maior “voltagem” de esperança viria de um voo rumo ao desconhecido. O homem que lidava com a eletricidade nas ruas viu sua própria energia minguar em 2005, quando uma canseira persistente e febres frequentes revelaram que seus rins haviam parado de funcionar.

O choque do diagnóstico
Na época, trabalhando em Palmas, Pedro desconhecia o que era a hemodiálise. O diagnóstico foi um impacto profundo; a rotina de subidas em postes e viagens a trabalho deu lugar às sessões de diálise, iniciadas no Hospital Geral de Palmas (HGP). “Para mim, foi um choque muito grande. Eu sabia que não podia trabalhar mais, que teria que viver em função daquilo”, relembra ele sobre o início do tratamento.

A jornada de Pedro com a Fundação Pró-Rim começou em solo tocantinense, logo após a descoberta da doença. O apoio da instituição foi o alicerce para que ele pudesse processar a nova realidade e vislumbrar um futuro além das máquinas.

Ponte para o Sul: o medo de voar e o desejo de viver
A grande virada aconteceu em 2006, quando surgiu a oportunidade do transplante renal. A esperança ganhou um rosto familiar: seu irmão mais novo decidiu, em um gesto de amor puro, doar o rim. O destino para o procedimento era a matriz da Fundação Pró-Rim em Joinville, Santa Catarina.

Contudo, para alcançar o tratamento, Pedro precisou enfrentar um desafio que, para ele, era mais assustador que a mesa de cirurgia: o avião. “Meu medo maior era o avião, não era o transplante”, confessa entre risos. No dia da viagem, o nervosismo era nítido, mas ao ver a terra ficando pequena pela janela, ele entendeu que aquela conexão entre o Cerrado e o Sul era sua ponte para a vida.

Transplantes no Brasil
A generosidade do irmão de Pedro insere-se em um cenário no qual o Brasil se consolida como o detentor do maior sistema público de transplantes do mundo, com cerca de 90% dos procedimentos financiados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

No caso do doador vivo, como o irmão de Pedro, a Lei nº 9.434/97 e o Decreto nº 9.175/17 determinam que o procedimento é permitido entre cônjuges ou parentes de até 4º grau — pais, filhos, irmãos, avós, tios e primos — desde que haja compatibilidade sanguínea e imunológica. O procedimento é seguro e planejado, permitindo que tanto o doador quanto o receptor mantenham uma vida saudável após a cirurgia, encurtando o tempo de espera e aumentando as chances de sucesso do transplante.

Segundo Leonardo Barberes, vice-diretor da Associação Brasileira de Centros de Diálise e Transplante (ABCDT), histórias como a de Pedro evidenciam a relevância do sistema público. “O transplante renal é uma das terapias que melhor traduzem a eficiência do SUS quando há integração entre equipes, legislação bem estruturada e centros capacitados. É um modelo que salva vidas, reduz custos a longo prazo e devolve dignidade ao paciente”, destaca.

Para doadores sem laço familiar, a legislação brasileira permanece rigorosa, exigindo autorização judicial prévia para garantir que o ato seja solidário, livre e de espontânea vontade, protegendo a integridade de todas as partes envolvidas.

Renascimento em Santa Catarina
Durante os dois meses e quatro dias em que esteve sob os cuidados da unidade catarinense, Pedro se encantou com o acolhimento. “Lá é muito bom, gostei muito dos médicos, uma equipe nota dez”, afirma o eletricista, que mesmo sendo “friorento”, deu sorte de encontrar um clima agradável na região Sul.

O transplante foi um sucesso absoluto. O rim doado pelo irmão funcionou perfeitamente por 15 anos, um período que ele define como de total liberdade e gratidão, provando que a integração tecnológica entre as unidades da federação salva vidas.

O retorno à diálise e a gratidão ao SUS
Há dois anos, com o fim do ciclo natural do órgão transplantado, Pedro retornou à hemodiálise na Pró-Rim de Palmas. Recentemente, ele se mudou de Paraíso do Tocantins para a capital para ficar mais próximo do tratamento e dos filhos. Mesmo de volta à máquina, seu sentimento é de vitória.

“A Pró-Rim para mim é uma coisa muito boa. Se não fosse ela, abaixo de Deus, a vida de quem tem esse problema seria muito curta. Eu não teria condição de pagar esse tratamento no particular”, destaca, reforçando o papel do SUS.

Instituição que transforma o cuidado
A Fundação Pró-Rim é hoje uma das maiores referências em saúde renal no Brasil. Sendo uma instituição privada e sem fins lucrativos, ela sobrevive do profissionalismo de sua gestão e da solidariedade da sociedade. Com mais de 2.000 transplantes realizados e centenas de milhares de sessões de hemodiálise anuais — sendo 99% dos atendimentos pelo SUS — a Fundação oferece tecnologia de ponta e tratamento humanizado para quem mais precisa.

Como você pode ajudar?
Para que histórias como a do Seu Pedro continuem a ser escritas, a Fundação Pró-Rim conta com a sua ajuda. Você pode contribuir para a manutenção dos tratamentos e para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes renais:

PIX: doe@prorim.org.br

Site oficial: doe.prorim.org.br (doação única ou recorrente)

Telefone: 0800 474 546

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Leis de incentivo fiscal se tornam braço estratégico do marketing institucional em 2026

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Com a alta do custo da mídia digital, empresas passam a usar o imposto devido como alavanca para ampliar alcance, reputação e impacto por meio de projetos incentivados

Com a confirmação de que, a partir de 2026, a Meta, controladora do Instagram e do Facebook passará a repassar tributos como PIS, Cofins e ISS aos anunciantes, o custo da mídia digital no Brasil entrará em um novo patamar. A mudança, que eleva em mais de 12% o valor dos investimentos nessas plataformas, impõe um desafio direto aos orçamentos de marketing e acelera uma virada de chave: o uso estruturado das leis de incentivo fiscal como parte das estratégias de comunicação.

 

Nesse novo cenário, eficiência não será apenas uma questão de performance ou criatividade, mas de como as empresas organizam seus recursos, incluindo os tributos que já pagariam para potencializar seus planos de marketing institucional. É nesse contexto que as leis de incentivo ganham protagonismo, funcionando como um forte braço estratégico para marcas que precisam manter presença, relevância e impacto mesmo com a mídia mais cara.

 

A Brada atua exatamente nesse ponto de convergência, apoiando empresas a destinar parte do imposto devido para projetos incentivados, transformando esse valor em campanhas, ações de reputação e presença institucional. Em vez de simplesmente recolher esses recursos ao governo, as empresas passam a direcionar parte deles a iniciativas alinhadas aos seus objetivos de marca e posicionamento, ampliando o retorno do investimento em comunicação.

 

Segundo Vanessa Pires, CEO da Brada, o marketing moderno precisa conhecer e incorporar as leis de incentivo fiscal como ferramenta estratégica. “Hoje, profissionais de marketing precisam saber que existem mecanismos legais que permitem transformar parte do imposto que a empresa já pagaria em projetos de comunicação e impacto. Quando uma empresa do lucro real ou presumido destina esse valor a iniciativas incentivadas, ela não está criando um novo custo, está apenas redirecionando o imposto devido para gerar visibilidade, posicionamento e valor institucional. É assim que conseguimos transformar impostos também em marketing social”, afirma.

 

Com a mídia digital pressionada por custos mais altos, as empresas que saírem na frente em 2026 serão aquelas que compreenderem que as leis de incentivo fiscal não são apenas uma vantagem tributária, mas um instrumento de planejamento de marketing. Ignorar esse movimento significa depender cada vez mais de mídia paga, enquanto concorrentes passam a operar com uma estrutura mais inteligente, usando o próprio imposto para fortalecer sua presença de marca e seus projetos estratégicos.

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Morre Manoel Carlos, autor de novelas, aos 92 anos de idade

Autor de algumas das novelas mais emblemáticas da televisão brasileira, Manoel Carlos morreu neste sábado (10), aos 92 anos, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela família. A causa da morte não foi divulgada. Conhecido como Maneco, o dramaturgo estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana, onde realizava tratamento contra a Doença

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Autor de algumas das novelas mais emblemáticas da televisão brasileira, Manoel Carlos morreu neste sábado (10), aos 92 anos, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela família. A causa da morte não foi divulgada.

Conhecido como Maneco, o dramaturgo estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana, onde realizava tratamento contra a Doença de Parkinson, que, no último ano, comprometeu de forma significativa suas funções motoras e cognitivas.

Sua trajetória na TV Globo teve início em 1972, quando assumiu a função de diretor-geral do programa Fantástico. Antes disso, já havia construído uma sólida carreira em diferentes emissoras brasileiras, atuando como autor, produtor e até ator. O início na vida artística aconteceu ainda muito jovem, aos 17 anos, nos palcos do teatro.

Ao longo de décadas, Manoel Carlos consolidou um estilo próprio, marcado por novelas ambientadas no Rio de Janeiro, tratado não apenas como cenário, mas como um personagem central das histórias. Seus textos exploravam, com sensibilidade, os conflitos e as relações familiares da sociedade brasileira.

Um dos maiores símbolos de sua obra foram as icônicas “Helenas”. De Baila Comigo (1981) a Em Família (2014), as personagens representavam mulheres e mães fortes, cujo amor pelos filhos se sobrepunha a qualquer obstáculo.

Além de novelista, Manoel Carlos também atuou como escritor e diretor. Ele deixa duas filhas: a atriz Júlia Almeida e a roteirista Maria Carolina.

O velório será fechado, restrito a familiares e amigos próximos. Em nota, a família agradeceu as manifestações de carinho e pediu respeito e privacidade neste momento de luto.

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