Potente como o agro brasileiro, a Shark traz a nova plataforma DMO, inaugura um novo segmento entre as caminhonetes e chega para ser a mais potente e tecnológica do mercado
(19/10/2024) – A BYD Shark, primeira caminhonete super-híbrida do Brasil, está oficialmente em solo nacional. Um dos lançamentos mais aguardados do ano, inaugura um novo segmento de caminhonetes no país, as movidas a nova energia, com potência e o melhor desempenho do mercado, um design robusto e exclusivo e com a tecnologia revolucionária DMO híbrido plug-in, que combina um motor de alta potência 1.5L turbo e um motor elétrico com a bateria Blade de 29.6 kWh de capacidade. “Ultrapassamos a marca de 60 mil carros eletrificados vendidos no Brasil este ano. A chegada da BYD no país foi essencial para o cenário de transformação rumo a uma mobilidade sustentável.
Com o lançamento da Shark a gente inaugura um novo segmento, que vai oferecer o que há de melhor entre as caminhonetes”, diz Alexandre Baldy, Vice-Presidente Sênior da BYD no Brasil e Head Comercial e Marketing da BYD Auto. A BYD segue o padrão de quebrar paradigmas no Brasil desde o Dolphin e dessa vez não será diferente. O lançamento reforça a estratégia da BYD de acelerar a transição do país em direção a um futuro mais eletrificado, não apenas no urbano, mas agora também no off-road, entregando potência, tecnologia, segurança e conforto.
A tecnologia avançada da BYD Shark faz com que a caminhonete alterne entre diferentes modos de condução. Por ser híbrida plug-in, pode ser utilizada puramente no modo elétrico com uma autonomia de até 100 km (NEDC), ideal para deslocamentos urbanos ou nas fazendas. De acordo com os testes feitos pelo INMETRO no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), a Shark possui uma autonomia na gasolina equivalente a até 24,6km/le na cidade e 19,9 km/le na estrada. Ao combinar o sistema híbrido elétrico EHS com um motor de 1.5L turbo, atinge uma potência combinada de 437 cavalos com um torque combinado de 65 KGf.m, permitindo assim atingir uma aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 5.7 segundos, ganhando o título de picape mais potente do país.
Shark: a caminhonete mais conectada e tecnológica A nova plataforma DMO é a base da Shark. Mais uma inovação da BYD que combina o estilo robusto do off-road com recursos de segurança e conforto. Em termos de tecnologia, ela já começa se destacando por ser a única em todo o mercado a oferecer o head-up display, que projeta a velocidade, navegação e informações do ADAS, dentre outras relevantes ao motorista no vidro da frente, proporcionando mais conforto e segurança sem tirar o olho da estrada seja na terra ou no asfalto. O painel da caminhonete oferece um ecossistema totalmente integrado, possibilitando aos motoristas, através de comandos de voz, gerenciar de maneira intuitiva os modos de condução, ajustar as configurações de ar-condicionado e executar diversas tarefas, aumentando o conforto e a segurança ao dirigir. Ainda é possível gerenciar remotamente a caminhonete por meio do aplicativo BYD, que oferece diversas funções do carro a serem feitas à distância, como ligar o veículo, acionar os faróis, ativar o ar-condicionado, destrancar as portas, ajustar a ventilação e o aquecimento dos assentos, além de outras funcionalidades.
Segurança no on e off-road Além de seu desempenho excepcional, a BYD Shark prioriza a segurança. Integrando a Bateria Blade a um chassi de aço de alta resistência através da tecnologia CTC (cell to chassis), ela garante uma proteção elevada. A bateria funciona tanto como unidade de energia quanto parte da estrutura do veículo. Segurança é um item imprescindível para a BYD e, por isso, a Shark possui o Sistema Avançado de Assistência ao Motorista (ADAS) com controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência, assistente ativo de faixa, reconhecimento de placas de trânsito, sensor de ponto cego, alerta para abertura de portas, câmera 360º e alerta de tráfego cruzado. Design inspirado no animal marinho mais temido
A caminhonete super-híbrida da BYD tem medidas que garantem uma experiência de condução espaçosa, com uma distância entre eixos de 3.260 mm. Outra característica importante é em relação às capacidades de carga de 790kg, de reboque que chega a 2.500kg e a de transporte de mercadorias que é de 1.200 litros. O design do veículo da linha Ocean da BYD é inspirado em tubarões, com uma luz de LED que atravessa toda a frente remetendo à boca aberta de um tubarão. As laterais possuem linhas fluidas que refletem o movimento de um tubarão em águas profundas. Na traseira, uma luz inspirada na nadadeira do animal marinho. PREÇOS E ITENS ESPECIAIS
Dentre as diversas qualidades que vão conquistar os consumidores, além de vir como item de série o sistema VtoL(Vehicle to Load), a Shark oferece ainda mais energia por contar com mais três tomadas na caçamba para ligar equipamentos externos. A garantia do veículo é de seis anos, sem limite de quilometragem. A bateria Blade contará com garantia* de oito anos, sem limite de quilometragem. O preço público (PPS) é de R$ 379.800.
PARCEIROS
O lançamento oficial da caminhonete Shark aconteceu neste sábado (19) no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia (GO), e contou com parceiros estratégicos da BYD. Um dos patrocinadores do evento foi a COMEXPORT, maior empresa brasileira de comércio exterior e parceira da BYD no Brasil desde 2019. Para o Vice-Presidente Comercial da COMEXPORT, Rodrigo Teixeira, “a Shark é mais um produto BYD destinado a transformar o mercado, potente e sustentável como o Agro brasileiro. Será um enorme sucesso”. O Santander também marcou presença no lançamento da BYD Shark. Durante o evento, o banco ofereceu condições exclusivas de financiamento, com taxas a partir de 0,99%, reafirmando o compromisso e responsabilidade com um futuro mais verde. Além disso, apresentou o Plano Agro, pensado para o produtor rural, que permite personalizar o financiamento de acordo com o calendário da safra, com parcelas reduzidas fora do período de colheita e as melhores taxas para adquirir seu 0km. A Raízen Power, responsável pela rede Shell Recharge no Brasil, em conjunto com a BYD oferece 15% de desconto nas recargas em seus mais de 280 pontos de carregamento. O benefício é válido para todos os clientes da montadora, por três anos, mediante cadastro no App BYD Recharge. A parceria, firmada no início do ano, também prevê a instalação de 30 novos hubs de recarga, totalizando 600 pontos em oito capitais, ampliando o acesso à eletromobilidade para os clientes BYD.
A CARBON, maior empresa de blindagem do mundo, oferece aos clientes da caminhonete Shark a Blindagem Certificada pela BYD, disponível já no lançamento em outubro, com preço promocional de R$78.200,00. Para Everton Kurdejak, Vice-Presidente Comercial da CARBON, “é um grande orgulho participar do emblemático lançamento da primeira caminhonete BYD no Brasil e poder oferecer aos clientes toda segurança e proteção da blindagem com garantia de fábrica BYD”. *Consulte todos os detalhes das garantias no manual do proprietário
Sobre a BYD Líder na comercialização de veículos elétricos no Brasil e consolidada na fabricação de tecnologia de energia solar, a BYD vem expandindo sua atuação no país, desde sua chegada em 2013. Compromissada em cuidar do planeta e investir na transição energética sem emissão de poluentes, a empresa possui em solo nacional fábricas de montagem de chassis de ônibus 100% elétricos e de produção de módulos fotovoltaicos, ambas em Campinas (SP). Tem também no Polo Industrial de Manaus (AM), uma unidade dedicada à produção de baterias de fosfato de ferro-lítio. Além disso, importa empilhadeiras, paleteiras, rebocadores e caminhões para o Brasil, todos 100% elétricos. Em novembro de 2021, começou a comercialização de automóveis de passeio no país e já conta com diversos modelos e uma rede consolidada de concessionárias em operação. No ano passado deu início ao projeto para a construção do Complexo de Camaçari, na Bahia, onde vai instalar a primeira fábrica de carros fora da Ásia. A companhia ainda é responsável por um projeto de SkyRail (monotrilho) na cidade de São Paulo (SP) (Linha 17 – Ouro do metrô). Eleita pela revista americana Times como uma das 100 empresas mais influentes do mundo, a BYD integra o Pacto Global das Nações Unidas (ONU), uma iniciativa que fornece diretrizes para a promoção do crescimento sustentável e da cidadania, por meio de lideranças corporativas comprometidas e inovadoras.
Criada em 2020, a rede estruturou um modelo que conecta profissionais de saúde e pacientes de forma direta, com foco em acesso, autonomia e continuidade do cuidado
As consultas online passaram a integrar a rotina de milhares de pessoas a partir da pandemia, quando o atendimento presencial se tornou inviável por longos períodos. O que começou como solução emergencial acabou revelando novas possibilidades de acesso à saúde, especialmente para quem enfrenta barreiras de tempo, localização ou mobilidade. Ao mesmo tempo, o crescimento da oferta trouxe dúvidas sobre como funcionam os diferentes modelos de telemedicina.
Lucas Canabarro, psicólogo parceiro da Rede MetAMORfose de telemedicina explica melhor sobre como se adaptou ao modelo MetAMORfose: “Deu tudo certo, o suporte me responde rapidamente e consegui captar pacientes”. A Rede surgiu em 2020 nesse contexto de reorganização do cuidado em saúde. Desde o início, a proposta foi estruturar uma rede capaz de conectar profissionais e pacientes de forma direta, sem interferir na relação clínica, mas oferecendo organização, visibilidade e suporte ao atendimento online.
O crescimento da MetAMORfose está ligado à construção gradual desse modelo. Em vez de centralizar consultas ou definir regras clínicas, a rede atua como facilitadora de conexões. Profissionais de saúde, como psicólogos, nutricionistas e médicos clínicos gerais, passam a integrar a plataforma por meio de planos mensais e mantêm autonomia para definir valores, agenda, forma de pagamento e duração das consultas. Os pacientes, por sua vez, se cadastram em busca de atendimento e escolhem com quem desejam se consultar.
“A tecnologia precisa organizar o acesso, mas não pode substituir a relação entre profissional e paciente”, afirma Luiza Fogaça, fundadora e CEO da Rede MetAMORfose. Para ela, o atendimento online exige clareza desde o primeiro contato. “Quando alguém procura uma consulta, já existe uma expectativa de cuidado. O modelo precisa respeitar esse momento.”
Em 2023, a rede recebeu apoio da Agência USP de Inovação para desenvolver sua estrutura de telemedicina, um marco que contribuiu para o fortalecimento de processos internos, tecnologia e estratégia de crescimento. Nos anos seguintes, a MetAMORfose participou de programas de mentoria do Google for Startups, em 2024, e da Microsoft for Startups, em 2025, ampliando sua maturidade organizacional.
Outro ponto central do funcionamento da rede é a privacidade. O contato entre profissionais e pacientes ocorre somente com consentimento explícito para o compartilhamento de informações, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados. A MetAMORfose não intermedeia a consulta nem interfere na condução clínica, atuando como estrutura de apoio à conexão.
A entrada de novos profissionais acontece por meio de um processo seletivo realizado via WhatsApp, que avalia alinhamento de propósito, clareza na atuação e compromisso com a qualidade do atendimento. A ideia é garantir que o ambiente favoreça relações consistentes e acompanhamento contínuo, mesmo no formato remoto.
Relatos de pacientes indicam sensação de acolhimento e continuidade do cuidado ao longo das sessões. Profissionais parceiros também destacam a autonomia e a clareza do modelo como fatores que facilitam a adaptação ao atendimento online e a manutenção da rotina clínica.
Com operação integralmente digital, a Rede MetAMORfose permite que profissionais atendam pacientes localizados em até 33 países, especialmente brasileiros que vivem fora do Brasil. Esse alcance reflete o potencial da telemedicina como ferramenta de acesso e reforça a importância de modelos estruturados para sustentar o crescimento do setor.
A trajetória da MetAMORfose aponta para uma fase mais madura das consultas online, em que crescer significa organizar processos, respeitar a relação clínica e usar a tecnologia como suporte, não como substituição do cuidado.
Ao longo da minha trajetória na área de tecnologia, aprendi que o desenvolvimento pessoal deixou de ser um tema acessório para se tornar um componente central da performance técnica. Em um setor marcado por ciclos rápidos de inovação, novas linguagens, arquiteturas e modelos de negócio, a capacidade de aprender continuamente passou a ser tão relevante quanto o domínio de ferramentas específicas. Mais do que acompanhar tendências, desenvolver-se profissionalmente em tecnologia exige método, disciplina e visão sistêmica sobre carreira, produto e impacto organizacional.
A evolução técnica, por si só, não garante entregas consistentes nem sustentabilidade de projetos. A experiência prática em ambientes como saúde, indústria, automotivo, legal tech e grandes corporações mostrou que profissionais tecnicamente sólidos, mas com baixa maturidade emocional, dificuldade de comunicação ou resistência a feedback, tendem a se tornar gargalos em times de alta performance. O desenvolvimento pessoal atua justamente nesse ponto de equilíbrio, conectando conhecimento técnico à capacidade de colaboração, tomada de decisão e liderança técnica.
Outro aspecto crítico é a forma como o aprendizado é conduzido. Em tecnologia, há uma tendência recorrente de acúmulo superficial de competências, impulsionada por modismos e pela pressão do mercado. A análise de projetos complexos demonstra que o avanço profissional mais consistente vem da construção de fundamentos sólidos em arquitetura, lógica, qualidade de código, testes e governança técnica, combinados a habilidades como priorização, visão de produto e entendimento do negócio. O desenvolvimento pessoal, nesse contexto, funciona como um filtro estratégico, ajudando o profissional a escolher o que aprender, quando aprofundar e como aplicar.
A transição natural de posições técnicas para papéis de liderança também reforça essa necessidade. À medida que o escopo de atuação se amplia, a entrega deixa de ser individual e passa a depender da eficiência do time, dos processos e da clareza de objetivos. Práticas como mentoria, feedback estruturado, gestão de expectativas e definição de métricas tornam-se parte do cotidiano. O desenvolvimento pessoal sustenta essa mudança de papel, permitindo que a liderança técnica seja exercida com previsibilidade, dados e alinhamento organizacional, e não apenas com autoridade informal.
Por fim, o desenvolvimento pessoal na tecnologia deve ser encarado como um investimento de longo prazo, alinhado a resultados mensuráveis. Profissionais que constroem esse caminho tendem a entregar sistemas mais resilientes, ciclos de desenvolvimento mais curtos, menos retrabalho e maior capacidade de adaptação a ambientes regulados ou de alta criticidade. Em um cenário global cada vez mais competitivo, o diferencial não está apenas em saber programar melhor, mas em evoluir continuamente como profissional capaz de gerar impacto real, sustentável e escalável por meio da tecnologia.
Renan Ravelli reúne experiência em arquitetura de sistemas críticos em saúde e finanças e aparece como peça-chave para empresas norte-americanas que buscam padronização, escalabilidade e governança rigorosa
O engenheiro brasileiro Renan Ravelli soma vivência sólida entre os setores de saúde e financeiro, dois ambientes que demandam extremo rigor técnico, e agora se coloca como colaborador estratégico para organizações nos Estados Unidos. Na área de saúde, esteve à frente de projetos de interoperabilidade clínica, integrando sistemas hospitalares e definindo padrões de dados; no setor financeiro, liderou iniciativas de autenticação, tokenização e arquitetura de microsserviços que suportam milhões de operações mensais.
As oportunidades para esse perfil são claras. No mercado de interoperabilidade em saúde nos EUA, o segmento de soluções era estimado em mais de US$ 1,16 bilhão em 2024 e tem projeção para chegar a cerca de US$ 4,35 bilhões até 2034, com taxa anual composta de aproximadamente 14,13 % no período de 2025-2034.No mercado de tokenização nos Estados Unidos, a estimativa aponta para um valor de US$ 1,094,8 milhões em 2024 e crescimento para US$ 4,032,2 milhões até 2030, com CAGR de cerca de 20,4 %.Esses dados evidenciam janelas de crescimento para empresas que dominam arquitetura, padrões e segurança, precisamente o campo de atuação de Renan.
Segundo o próprio Renan Ravelli, “os dois universos dependem dos mesmos elementos estruturais de governança, padrão técnico e escalabilidade e a economia americana exige profissionais capazes de dominar esse cruzamento técnico”. Sua trajetória inclui, entre outros pontos, desenvolvimento de pipelines de dados clínicos, integração hospitalar com normas como HL7 e FHIR, bem como reestruturação de plataformas financeiras com tokenização e 3D Secure.
Para empresas americanas, que enfrentam desafios como integração de sistemas, requisitos regulatórios crescentes e necessidade de escalabilidade, o perfil de Renan traz diferencial. No setor de saúde, a padronização e integração de dados hospitalares podem melhorar eficiência operacional, reduzir retrabalho e permitir melhores decisões clínicas. No setor financeiro, a adoção de soluções de tokenização, autenticação robusta e arquitetura distribuída sustenta programas de segurança, conformidade e crescimento digital.