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“Códigos do Terceiro Olho” propõe jornada de expansão da consciência e autodesenvolvimento por meio de práticas acessíveis

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Livro de Josi Rocha apresenta reflexões, técnicas e experiências pessoais que convidam o leitor a desenvolver uma percepção ampliada sobre si e sobre o mundo

A autora Josi Rocha lança “Códigos do Terceiro Olho”, obra que propõe um mergulho profundo no autoconhecimento, na espiritualidade prática e no desenvolvimento da consciência. Com base em experiências pessoais e em sua formação em psicologia, a autora constrói um guia acessível para quem deseja compreender e ativar o chamado “terceiro olho” — conceito associado à expansão de percepção, clareza mental, autodomínio emocional e conexão interna.

O livro apresenta conteúdos teóricos e práticos, articulando temas como glândula pineal, consciência, verdade individual, crenças limitantes, zona de conforto, dualidades e o papel do julgamento na formação da identidade. Também reúne explicações sobre símbolos tradicionais associados ao terceiro olho, como o Olho de Hórus, o Olho Grego e o Olho da Providência, contextualizados historicamente e culturalmente .

A partir de vivências relatadas pela própria autora — incluindo processos meditativos, insights espontâneos, experiências emocionais e percepções ampliadas — a obra aborda o terceiro olho como estado de consciência, e não como habilidade mística isolada. Josiane enfatiza que “toda mudança nasce da experiência”, defendendo que cada leitor possa testar práticas propostas e observar transformações progressivas em sua vida .

Segundo o livro, ativar o terceiro olho possibilita acessar níveis mais profundos da mente, transformar dores emocionais, ampliar a autoconsciência e promover relacionamentos mais saudáveis consigo e com o mundo. A autora destaca que o processo não é imediato, mas envolve disciplina, experimentação e compreensão das próprias verdades internas .

“Códigos do Terceiro Olho” é uma obra indicada para leitores interessados em espiritualidade contemporânea, psicologia, desenvolvimento pessoal, expansão da consciência e práticas meditativas — especialmente aqueles que buscam caminhos práticos para reorganizar suas percepções e conquistar uma vida mais leve, consciente e alinhada com seus propósitos.

Sobre a autora – Josi Rocha

Josi Rocha é empresária, cabeleireira e psicóloga organizacional, com formação técnica em química e cosmetologia. Especialista em padrões comportamentais inconscientes e física da consciência, tornou-se referência por unir ciência, estética, ancestralidade e cuidado emocional em uma abordagem única. Sua atuação combina técnica, sensibilidade e visão ampliada sobre saúde, identidade e bem-estar.

Nascida em Ipatinga (MG), cresceu em um ambiente marcado pela cultura industrial e por expectativas rígidas sobre carreira e comportamento. Romper com essas normas — especialmente sendo uma mulher negra, LGBTQIAPN+ e com diagnóstico posterior de TDAH e burnout — tornou-se parte central de sua trajetória de afirmação, coragem e reinvenção. Cada passo exigiu a superação de crenças familiares e sociais: da escolha pela formação em química à decisão de seguir para a beleza; da criação da própria marca de cosméticos ao enfrentamento de preconceitos ligados à estética, à raça e à afetividade.

Sua entrada no universo da beleza se deu a partir da cosmetologia e culminou na criação da Beleza Autêntica, linha de produtos desenvolvida para atender cabelos crespos e cacheados com foco na saúde do couro cabeludo — especialmente de pessoas que convivem com psoríase, dermatite, alopecia, lúpus e outras condições que afetam diretamente a autoestima. A marca nasceu da vivência prática de quem atende cerca de 250 clientes por mês, majoritariamente mulheres negras e periféricas, e percebeu que o cuidado capilar ultrapassa a aparência: trata-se também de dor emocional, identidade e pertencimento.

Seu salão tornou-se reconhecido como um espaço terapêutico, onde estética e cura se encontram. Ali, Josi compreendeu que tocar o cabelo de alguém é, muitas vezes, tocar suas camadas mais profundas — suas histórias, suas dores e suas narrativas de resistência. O burnout que enfrentou não a afastou desse caminho; ao contrário, levou-a a mergulhar na psicologia e a transformar sua prática, alinhando técnica, autoconsciência e cuidado integral.

Atualmente, Josi atua na interseção entre beleza, psicologia e expansão da consciência. Escreve sobre processos de cura, ancestralidade e percepção emocional — temas presentes em obras como Crespo não é cacheado e em seu novo livro, que aborda a ampliação da consciência e os códigos internos que estruturam o ser.

Para Josi, beleza não é só estética — é ferramenta de autoconhecimento, afirmação e liberdade. Como ela costuma sintetizar: “Entre tesouras e palavras, descobri que beleza é também um caminho de cura e consciência.”

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CONSTRUÇÃO CIVIL reúne teatro, dança e música em apresentação única em Fortaleza

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A Inquieta Cia. apresenta o espetáculo no dia 17 de dezembro, no Hub Cultural Porto Dragão.

A Inquieta Cia. estreia em Fortaleza o espetáculo “Construção Civil”, no dia 17 de dezembro, às 19h, no Teatro B. de Paiva – Hub Cultural Porto Dragão. A obra, construída coletivamente, combina elementos do teatro, da dança e da música em uma experiência cênica que convida o público a participar de um mutirão, onde corpos, madeiras, ritmo e presença erguem e desestabilizam estruturas de sentidos.

O espetáculo nasce de uma residência artística de cinco dias com 20 artistas de Fortaleza, que formam o elenco e ampliam o caráter colaborativo da criação. A proposta provoca a imaginação do espectador ao colocar em cena um movimento contínuo de sustentação, pausa e escuta.

Andreia Pires, uma das integrantes da Cia., diz que: “no lugar da função, a ação; no lugar da exibição, a presença; no lugar da forma final, o ensaio permanente. É uma dança que só acontece quando artistas e público se colocam disponíveis para a obra”.

Em “Construção Civil”, a companhia tensiona as relações entre corpo, espaço, arquitetura e materialidade, evocando mutirões, revoluções e articulações coletivas. A encenação adota a imperfeição como método — mais rejunte do que encaixe, mais processo do que resultado — dialogando com o caos e as irregularidades do Brasil e de Fortaleza, que se tornam matéria poética e política da criação.

A obra dá continuidade às investigações híbridas da Inquieta Cia., que há anos atravessam a dança, o teatro e outras linguagens. O espetáculo se conecta às pesquisas de trabalhos como “Pra Frente o Pior” e das exposições “Derivações do Pior”, “Ainda Pior de Novo” e “Adiante”.

Sobre a Inquieta Cia.

A Inquieta Cia. é um coletivo que investiga justaposições entre dança, teatro e outras linguagens, desenvolvendo processos colaborativos que mobilizam tanto a cena quanto o contexto sociocultural. O grupo transita entre cinema, música, estudos de gênero, espaço e memória, estilhaçando referências tradicionais e criando obras que colocam o público em diálogo com o aqui e agora.

Fotos : Igor Cavalcante

Serviço — Construção Civil

Espetáculo: Construção Civil — Inquieta Cia.
Data: 17 de dezembro
Horário: 19h
Local: Teatro B. de Paiva – Hub Cultural Porto Dragão (Rua Boris, 90c – Fortaleza, CE)
Duração: 40 minutos
Classificação indicativa: Livre

Ingressos: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia)
Vendas: Por meio do Sympla e na bilheteria do teatro

 

 

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Funk 2000: O Projeto Que Reúne Os Verdadeiros Ícones Da Era Que Marcou O Funk Carioca

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O funk carioca está prestes a reviver um de seus capítulos mais marcantes com o lançamento oficial do projeto “Funk 2000”, formado por quatro nomes que ajudaram a construir a história do gênero: Willian Novinho (Os Novinhos)Maikão (Os Carrascos)Deco (Os Don Juan) Vaguinho 3D (Os Caçadores).

Cada integrante carrega uma trajetória única que influenciou gerações. Agora unidos, eles se preparam para um resgate histórico que promete emocionar fãs antigos e conquistar a nova geração.

A estreia do grupo aconteceu em grande estilo durante um show na Marquês de Sapucaí, na Apoteose (RJ), onde o público vibrou com nostalgia e energia, provando que o funk dos anos 2000 jamais perdeu sua força.

Maikão (Os Carrascos): o pioneiro da dança masculina no funk

Fundador do grupo Os Carrascos, Maikão é reconhecido como um dos maiores pioneiros do funk carioca. Em uma época em que existia preconceito contra homens que dançavam, ele foi o responsável por romper barreiras, criar estilo e abrir caminho para que surgissem grupos como o Bonde do TigrãoBonde do Vinho e tantos outros que marcaram a história. A contribuição de Maikão é profunda, determinante e reconhecida até hoje.

Deco (Os Don Juan): o galã que marcou uma geração

Nos anos 2000, o grupo Os Don Juan explodiu com seu estilo performático e romântico. Deco era considerado o galã do funk, famoso pelo visual inspirado na marinha e pela clássica rosa na boca que virou símbolo de suas apresentações. O grupo marcou época com o hit “Espanha”, um sucesso nacional que permanece vivo no imaginário dos fãs.

Vaguinho 3D (Os Caçadores): a voz de um hit mundial

Vaguinho 3D eternizou seu nome ao interpretar “Dona Gigi”, um dos maiores hits do funk, reconhecido e tocado mundialmente. Sua voz e presença marcaram gerações e colocaram o nome dos Caçadores na história do gênero.

Willian Novinho: do futebol ao funk, uma trajetória de impacto

Willian Novinho, do grupo Os Novinhos, traz uma trajetória multifacetada. Ex-Furacão 2000 e também ex-jogador de futebol, suas músicas embalaram comemorações de atletas e o levaram a programas de TV. Ele integrou o primeiro grupo que contou com um dançarino síndrome de down mostrando ousadia, inovação e visão artística à frente do seu tempo. Com vivência nas comunidades, nos palcos e na mídia, ele soma força e autenticidade ao projeto. Hits como “Vai Moleque” e “Faz o Movimento”, que continuam tocando até hoje, reforçando sua relevância no cenário do funk e sua conexão com o esporte e com o público.

Um projeto que revive raízes, honra histórias e abre um novo capítulo

O Funk 2000 nasce com o propósito de valorizar a memória, a cultura e os artistas que formaram a base do movimento. Cada um dos quatro integrantes tem uma carreira nostálgica, histórica e marcada por sucessos que seguem tocando até hoje. Agora, imagina esses quatro juntos no palco. Um super show, com legados que se conectam, histórias que se completam e um repertório que marcou gerações. E tem novidade: a agenda de shows já está oficialmente aberta.

Produtores, eventos, casas de espetáculo e prefeituras podem garantir desde já esse espetáculo único que revive a era de ouro do funk.

O funk dos anos 2000 foi mais do que música. Foi identidade, atitude e revolução cultural. Agora, seus protagonistas retornam para celebrar essa história e inaugurar um novo tempo para o gênero. “Puro suco de nostalgia!”, esse é o bordão dessa galera.

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Quando os sonhos querem gritar: Grupo Arte de Viver estreia o musical “Tempo Perdido” em Fortaleza

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Montagem reúne rock, jazz e juventude em três apresentações no Centro Cultural Arte de Viver, nos dias 12, 13 e 14 de dezembro, sempre às 19h.

O coração inquieto da juventude ganha ritmo, poesia e intensidade no novo musical do Grupo Arte de Viver. “Tempo Perdido: Os Sonhos Querem Gritar” chega ao palco unindo guitarras que provocam, silêncios que revelam e melodias de jazz que respiram fundo, conduzindo o público a uma viagem sensível por sonhos guardados, medos antigos e vontades que insistem em pulsar. A narrativa mistura crítica, emoção e delicadeza para falar de crescimentos, incertezas e da coragem necessária para dar voz aos desejos que a vida tenta calar, um espetáculo pensado para quem já se sentiu fora do compasso e, ainda assim, escolheu continuar dançando.

Com texto de Danilo Ventura e músicas originais de Dedim Gouveia Júnior, a montagem é resultado da conclusão dos Cursos Livres de Teatro e traz ao palco o talento de crianças, adolescentes e jovens que mergulharam em meses de estudo e criação. A direção é assinada por Jady Vitória, Paulia Barreto, Júnior Gouveia e Danilo Ventura, sob supervisão de Hemetério Segundo, em um trabalho coletivo que combina força cênica, frescor artístico e sensibilidade contemporânea. A cenografia e os figurinos, desenvolvidos pelo próprio Grupo Arte de Viver, reforçam o tom urbano, simbólico e emocional da peça.

Há 25 anos transformando vidas por meio da arte, o Grupo Arte de Viver é uma companhia de teatro profissional reconhecida como ONG e Ponto de Cultura, fundada em maio de 2000 em Fortaleza. Ao longo dessas mais de duas décadas, o grupo recebeu importantes reconhecimentos, entre eles a Medalha Lauro Maia, a mais alta comenda cultural da capital. Seu trabalho ininterrupto na formação de jovens artistas e na promoção de projetos socioculturais consolida sua importância no cenário cultural do Ceará e o novo espetáculo reafirma esse compromisso.

Serviço – “Tempo Perdido: Os Sonhos Querem Gritar”

Instagram: @grupoartedeviver

Dias: 12, 13 e 14 de dezembro

Horário: 19h

Local: Centro Cultural Arte de Viver – Rua Samuel Uchôa, 395, Montese, Fortaleza/CE

Realização: Grupo Arte de Viver

Texto: Danilo Ventura

Direção: Jady Vitória, Paulia Barreto, Júnior Gouveia e Danilo Ventura

Supervisão: Hemetério Segundo

Trilha e músicas originais: Dedim Gouveia Júnior

Cenografia e figurinos: O Grupo

Assessoria de comunicação: Fernanda Leite

 

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