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Como ajudar no processo de alfabetização das crianças em casa?

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A alfabetização é um dos momentos mais importantes na vida de uma criança, pois é por meio dela que se dá o primeiro contato formal com o mundo da leitura e escrita. 

Embora esse processo normalmente tenha início na escola, o papel dos pais e do ambiente familiar é fundamental para garantir que as crianças não apenas aprendam, mas também gostem de ler e escrever. 

Ao participar ativamente da alfabetização, os pais criam um ambiente acolhedor e estimulante, onde o aprendizado é parte do cotidiano. A ideia é que as crianças se sintam motivadas e seguras para explorar o universo das palavras.

Entenda agora o que é importante para ajudar no processo de alfabetização em casa e quais atividades podem ser fornecidas ao aluno.

Por que a alfabetização é importante?

A alfabetização vai além de aprender a ler e escrever; ela é a porta de entrada para o conhecimento e para o desenvolvimento de diversas outras habilidades que serão essenciais ao longo da vida. 

Ao aprender a decodificar símbolos, as crianças passam a entender o mundo à sua volta com mais profundidade. Elas adquirem a capacidade de se expressar de maneira mais clara e criativa, compreendendo e produzindo textos que ampliam seu universo pessoal e social.

No entanto, a alfabetização não é apenas um requisito escolar. É por meio dela que se desenvolvem competências cognitivas, como o pensamento crítico e a capacidade de resolver problemas. Quando uma criança aprende a ler, ela também aprende a questionar, refletir e interpretar o que está à sua volta. 

E é justamente por isso que pais e educadores devem ver a alfabetização como uma etapa essencial do desenvolvimento humano, que impacta a vida escolar e também a vida social e emocional da criança.

Alfabetização é responsabilidade apenas da escola?

Embora a escola tenha um papel fundamental no processo de alfabetização, a responsabilidade por ensinar uma criança a ler e escrever não deve ser vista como algo exclusivo desse ambiente. 

O lar também é um espaço de aprendizado, e os pais podem desempenhar um papel ativo no desenvolvimento dessas habilidades. 

A escola fornece as bases teóricas e metodológicas, enquanto o apoio familiar reforça o aprendizado de maneira prática e afetiva.

Em casa, as crianças podem ter mais liberdade para explorar as palavras e os textos em um ritmo confortável, sem a pressão que muitas vezes sentem no ambiente escolar. 

Os pais, ao incluírem Atividades de Alfabetização no dia a dia, ajudam os filhos a desenvolverem o prazer pela leitura e pela escrita. 

Além disso, a Apostila de Alfabetização pode ser uma ferramenta valiosa para complementar o que é ensinado na escola, proporcionando atividades extras que fortalecem o aprendizado. Para acessar atividades de qualidade e encontrar atividades pedagógicas que ajudam nesse processo, vale a pena contar com sites, como por exemplo, o Mestre do Saber.

Como ajudar no processo de alfabetização das crianças em casa?

Há diversas formas de os pais participarem da alfabetização em casa, e uma delas é criar um ambiente propício para a leitura e a escrita. 

Ter livros, revistas e até mesmo jogos educativos que envolvam palavras e letras ao alcance das crianças é uma maneira de estimular seu interesse. 

A leitura diária, por exemplo, é uma excelente prática. Mesmo que a criança ainda não saiba ler, ouvir histórias contadas pelos pais desperta a curiosidade e faz com que ela comece a associar as palavras aos sons e significados.

Além disso, é importante usar recursos como as Atividades de Alfabetização e a Apostila de Alfabetização, que oferecem exercícios práticos e lúdicos para reforçar o que foi aprendido. 

Essas atividades podem ser feitas de forma descontraída, transformando o aprendizado em algo divertido e natural. 

O apoio emocional também é essencial. Mostrar paciência e compreensão durante as tentativas de leitura e escrita da criança ajuda a construir sua confiança e incentiva o gosto pelo aprendizado.

O que evitar no processo de alfabetização?

Embora a intenção dos pais seja sempre positiva, há algumas atitudes que podem prejudicar o processo de alfabetização e devem ser evitadas. 

Um dos maiores erros é pressionar a criança ou impor um ritmo de aprendizado que não condiz com sua capacidade. 

Cada criança tem seu próprio tempo para aprender, e tentar acelerar esse processo pode gerar frustração, desmotivação e até aversão à leitura e à escrita.

Outro ponto a ser evitado é transformar o momento de aprendizado em uma tarefa mecânica e sem estímulo. A alfabetização deve ser vista como algo prazeroso, e não como uma obrigação. 

Por isso, impor longas sessões de estudo, sem pausas ou sem variação de atividades, pode ser prejudicial. O uso excessivo de exercícios repetitivos, sem variação nas Atividades de Alfabetização, também pode levar a criança a perder o interesse pelo aprendizado.

Além disso, comparar o desempenho da criança com o de outras pode ser bastante prejudicial. 

Cada indivíduo tem seu ritmo e suas particularidades, e as comparações podem gerar ansiedade e insegurança. O foco deve estar no progresso individual da criança, celebrando cada conquista, por menor que ela pareça.

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Marcos Nishikawa explica nova função dos Goldens no Brasil

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Cães sempre foram sinônimo de companhia, afeto e lealdade. Mas, nos últimos anos, uma nova função vem ganhando espaço no Brasil: a dos cães de alerta médico, treinados para identificar alterações químicas no corpo humano antes mesmo de crises graves acontecerem. Para quem vive com doenças crônicas, esses animais representam segurança, autonomia e, muitas vezes, a diferença entre o risco e a prevenção.

Por trás dessa transformação estão profissionais que defendem uma mudança profunda na forma de criar, treinar e enxergar os cães. Um deles é Marcos Nishikawa, um dos nomes mais respeitados da cinofilia brasileira, pioneiro na criação de Golden Retrievers no país e fundador do Golden Trip Kennel, em São Paulo. Com mais de 30 anos de experiência, ele afirma que a cinofilia vive uma verdadeira virada de chave. “O maior mal do século está na cabeça”, diz, ao relacionar o crescimento de condições como TDAH, autismo, depressão, epilepsia e diabetes, que hoje atinge cerca de 17 milhões de brasileiros.

Para Nishikawa, esse cenário revela a chamada nova ordem mundial. “Meu trabalho promove a criação responsável, a genética, os padrões raciais e o bem-estar animal, com certificações nacionais e internacionais porque lidamos com vidas que salvam vidas”, afirma. Segundo ele, raças como o Golden Retriever mostram, cada vez mais, que vão além da companhia. “São cães extremamente sensíveis, inteligentes e preparados para trabalhar em prol do ser humano”, reforça. Para o criador, “esse é o futuro da relação homem e cachorro: uma conexão muito maior do que afeto, que engloba além da saúde mental, a física também, através do trabalho de alerta médico”.

Esse potencial só se concretiza com treinamento especializado. É aí que entra o trabalho do adestrador Glauco Lima, que atua há mais de 30 anos com cães no Brasil. Ele explica que a escolha por aprofundar o treinamento de cães de alerta médico veio de uma experiência pessoal. “A decisão de aprofundar esse tipo de trabalho surgiu de uma motivação pessoal: acompanhar de perto as dificuldades enfrentadas pela minha mãe, também diabética”, conta.

Para Glauco, o processo vai muito além de comandos e técnicas. “Não é só treinamento. É responsabilidade, confiança e conexão”, afirma. “O cão entende que aquela pessoa depende dele”, completa. Segundo ele, quando bem preparados, esses animais passam a fazer parte ativa da rotina, oferecendo não apenas suporte físico, mas também emocional.

A união entre criação responsável e treinamento especializado mostra que os cães estão assumindo um novo papel na sociedade. Uma relação que evolui do carinho para o cuidado, do afeto para a proteção — e que aponta para um futuro em que cães e humanos caminham juntos, de forma ainda mais profunda e transformadora.

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Conexão que transforma vidas: o eletricista que venceu o medo das nuvens para salvar a própria história

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Com 20 anos de jornada na Fundação Pró-Rim, Pedro Guida enfrentou a distância entre o Tocantins e Santa Catarina para realizar um transplante e hoje celebra o ciclo de superação garantido pelo SUS

Acostumado a subir em postes e percorrer fazendas para iluminar o Tocantins, o ajudante de eletricista Pedro Nascimento Guida, hoje com 65 anos, nunca imaginou que sua maior “voltagem” de esperança viria de um voo rumo ao desconhecido. O homem que lidava com a eletricidade nas ruas viu sua própria energia minguar em 2005, quando uma canseira persistente e febres frequentes revelaram que seus rins haviam parado de funcionar.

O choque do diagnóstico
Na época, trabalhando em Palmas, Pedro desconhecia o que era a hemodiálise. O diagnóstico foi um impacto profundo; a rotina de subidas em postes e viagens a trabalho deu lugar às sessões de diálise, iniciadas no Hospital Geral de Palmas (HGP). “Para mim, foi um choque muito grande. Eu sabia que não podia trabalhar mais, que teria que viver em função daquilo”, relembra ele sobre o início do tratamento.

A jornada de Pedro com a Fundação Pró-Rim começou em solo tocantinense, logo após a descoberta da doença. O apoio da instituição foi o alicerce para que ele pudesse processar a nova realidade e vislumbrar um futuro além das máquinas.

Ponte para o Sul: o medo de voar e o desejo de viver
A grande virada aconteceu em 2006, quando surgiu a oportunidade do transplante renal. A esperança ganhou um rosto familiar: seu irmão mais novo decidiu, em um gesto de amor puro, doar o rim. O destino para o procedimento era a matriz da Fundação Pró-Rim em Joinville, Santa Catarina.

Contudo, para alcançar o tratamento, Pedro precisou enfrentar um desafio que, para ele, era mais assustador que a mesa de cirurgia: o avião. “Meu medo maior era o avião, não era o transplante”, confessa entre risos. No dia da viagem, o nervosismo era nítido, mas ao ver a terra ficando pequena pela janela, ele entendeu que aquela conexão entre o Cerrado e o Sul era sua ponte para a vida.

Transplantes no Brasil
A generosidade do irmão de Pedro insere-se em um cenário no qual o Brasil se consolida como o detentor do maior sistema público de transplantes do mundo, com cerca de 90% dos procedimentos financiados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

No caso do doador vivo, como o irmão de Pedro, a Lei nº 9.434/97 e o Decreto nº 9.175/17 determinam que o procedimento é permitido entre cônjuges ou parentes de até 4º grau — pais, filhos, irmãos, avós, tios e primos — desde que haja compatibilidade sanguínea e imunológica. O procedimento é seguro e planejado, permitindo que tanto o doador quanto o receptor mantenham uma vida saudável após a cirurgia, encurtando o tempo de espera e aumentando as chances de sucesso do transplante.

Segundo Leonardo Barberes, vice-diretor da Associação Brasileira de Centros de Diálise e Transplante (ABCDT), histórias como a de Pedro evidenciam a relevância do sistema público. “O transplante renal é uma das terapias que melhor traduzem a eficiência do SUS quando há integração entre equipes, legislação bem estruturada e centros capacitados. É um modelo que salva vidas, reduz custos a longo prazo e devolve dignidade ao paciente”, destaca.

Para doadores sem laço familiar, a legislação brasileira permanece rigorosa, exigindo autorização judicial prévia para garantir que o ato seja solidário, livre e de espontânea vontade, protegendo a integridade de todas as partes envolvidas.

Renascimento em Santa Catarina
Durante os dois meses e quatro dias em que esteve sob os cuidados da unidade catarinense, Pedro se encantou com o acolhimento. “Lá é muito bom, gostei muito dos médicos, uma equipe nota dez”, afirma o eletricista, que mesmo sendo “friorento”, deu sorte de encontrar um clima agradável na região Sul.

O transplante foi um sucesso absoluto. O rim doado pelo irmão funcionou perfeitamente por 15 anos, um período que ele define como de total liberdade e gratidão, provando que a integração tecnológica entre as unidades da federação salva vidas.

O retorno à diálise e a gratidão ao SUS
Há dois anos, com o fim do ciclo natural do órgão transplantado, Pedro retornou à hemodiálise na Pró-Rim de Palmas. Recentemente, ele se mudou de Paraíso do Tocantins para a capital para ficar mais próximo do tratamento e dos filhos. Mesmo de volta à máquina, seu sentimento é de vitória.

“A Pró-Rim para mim é uma coisa muito boa. Se não fosse ela, abaixo de Deus, a vida de quem tem esse problema seria muito curta. Eu não teria condição de pagar esse tratamento no particular”, destaca, reforçando o papel do SUS.

Instituição que transforma o cuidado
A Fundação Pró-Rim é hoje uma das maiores referências em saúde renal no Brasil. Sendo uma instituição privada e sem fins lucrativos, ela sobrevive do profissionalismo de sua gestão e da solidariedade da sociedade. Com mais de 2.000 transplantes realizados e centenas de milhares de sessões de hemodiálise anuais — sendo 99% dos atendimentos pelo SUS — a Fundação oferece tecnologia de ponta e tratamento humanizado para quem mais precisa.

Como você pode ajudar?
Para que histórias como a do Seu Pedro continuem a ser escritas, a Fundação Pró-Rim conta com a sua ajuda. Você pode contribuir para a manutenção dos tratamentos e para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes renais:

PIX: doe@prorim.org.br

Site oficial: doe.prorim.org.br (doação única ou recorrente)

Telefone: 0800 474 546

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Leis de incentivo fiscal se tornam braço estratégico do marketing institucional em 2026

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Com a alta do custo da mídia digital, empresas passam a usar o imposto devido como alavanca para ampliar alcance, reputação e impacto por meio de projetos incentivados

Com a confirmação de que, a partir de 2026, a Meta, controladora do Instagram e do Facebook passará a repassar tributos como PIS, Cofins e ISS aos anunciantes, o custo da mídia digital no Brasil entrará em um novo patamar. A mudança, que eleva em mais de 12% o valor dos investimentos nessas plataformas, impõe um desafio direto aos orçamentos de marketing e acelera uma virada de chave: o uso estruturado das leis de incentivo fiscal como parte das estratégias de comunicação.

 

Nesse novo cenário, eficiência não será apenas uma questão de performance ou criatividade, mas de como as empresas organizam seus recursos, incluindo os tributos que já pagariam para potencializar seus planos de marketing institucional. É nesse contexto que as leis de incentivo ganham protagonismo, funcionando como um forte braço estratégico para marcas que precisam manter presença, relevância e impacto mesmo com a mídia mais cara.

 

A Brada atua exatamente nesse ponto de convergência, apoiando empresas a destinar parte do imposto devido para projetos incentivados, transformando esse valor em campanhas, ações de reputação e presença institucional. Em vez de simplesmente recolher esses recursos ao governo, as empresas passam a direcionar parte deles a iniciativas alinhadas aos seus objetivos de marca e posicionamento, ampliando o retorno do investimento em comunicação.

 

Segundo Vanessa Pires, CEO da Brada, o marketing moderno precisa conhecer e incorporar as leis de incentivo fiscal como ferramenta estratégica. “Hoje, profissionais de marketing precisam saber que existem mecanismos legais que permitem transformar parte do imposto que a empresa já pagaria em projetos de comunicação e impacto. Quando uma empresa do lucro real ou presumido destina esse valor a iniciativas incentivadas, ela não está criando um novo custo, está apenas redirecionando o imposto devido para gerar visibilidade, posicionamento e valor institucional. É assim que conseguimos transformar impostos também em marketing social”, afirma.

 

Com a mídia digital pressionada por custos mais altos, as empresas que saírem na frente em 2026 serão aquelas que compreenderem que as leis de incentivo fiscal não são apenas uma vantagem tributária, mas um instrumento de planejamento de marketing. Ignorar esse movimento significa depender cada vez mais de mídia paga, enquanto concorrentes passam a operar com uma estrutura mais inteligente, usando o próprio imposto para fortalecer sua presença de marca e seus projetos estratégicos.

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