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Como Humberto R. Barros e a Tradecomm estão redesenhando a experiência no varejo físico nas Américas

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Soluções com sensores, automação, segurança e design funcional transformam a jornada de compra em aeroportos, lojas e cruzeiros.

 

Em tempos em que a experiência do consumidor define o sucesso de uma marca, não basta mais ter um bom produto, é preciso garantir que ele seja visto, entendido e desejado. E, principalmente, que o ponto de venda seja eficiente, seguro e atrativo.

Essa virada de chave tem sido o centro da atuação da Tradecomm, empresa comandada por Humberto R. Barros, que se especializou em desenhar e executar soluções sob medida para o varejo físico. Com presença em mais de 30 aeroportos internacionais e atuação direta para marcas como Estée Lauder, L’Occitane, Dior, Guerlain, GoPro, Oster, Shiseido e Guerlain, a empresa se tornou referência quando o assunto é transformar ambientes de venda em pontos de contato estratégicos entre marcas e pessoas.

Displays auto suficientes e interativos que encantam

Nos últimos anos, a Tradecomm desenvolveu projetos inovadores para resolver desafios que não são apenas estéticos, mas operacionais. Um exemplo é o display sensorial criado para a área de perfumaria. Nele, o consumidor não precisa tocar em nenhum frasco. Basta aproximar o papel na posição indicada, e o sistema borrifa precisamente a fragrância, garantindo a experimentação sem contato.

Além de promover uma experiência mais segura e higiênica, esse tipo de solução reduz perdas por manuseio incorreto, evita que o produto seja usado de maneira excessiva e melhora a percepção de organização no ponto de venda.

Outros projetos incorporaram sensores de presença que ativam vídeos, iluminação ou sons de acordo com a aproximação do cliente. Isso transforma uma vitrine estática em um ponto interativo. Tudo é programado com foco no impacto, na durabilidade e no baixo custo de manutenção.

Soluções reais para problemas práticos

Entre os desafios mais críticos enfrentados por varejistas em aeroportos e ambientes de grande circulação está o furto de produtos de alto valor. Para isso, a Tradecomm criou e implantou soluções específicas de segurança, integradas aos mobiliários e expositores. No Canadá, por exemplo, a implementação de sistemas desenvolvidos pela empresa ajudou a reduzir em 90% os furtos de fragrâncias em pontos de venda no embarque do aeroporto de Toronto.

Os projetos são pensados caso a caso, com foco na realidade de cada marca, canal e operação. O objetivo é sempre o mesmo: resolver de forma técnica, rápida e funcional, sem perder o apelo visual e a experiência do cliente.

Totens inteligentes e expositores em movimento

A atuação da Tradecomm também chega a áreas menos tradicionais, como a infraestrutura de autoatendimento em aeroportos. Um projeto recente envolveu o desenvolvimento de totens com sistema de reconhecimento facial, capazes de automatizar parte do processo de embarque. Além de reduzir o número de funcionários necessários por voo, o equipamento melhora a fluidez do atendimento e traz mais controle à operação.

Outro destaque é o serviço de atualização e adaptação de expositores já instalados. Um dos maiores projetos da empresa envolveu a atualização de 700 displays da GoPro em todo o Brasil, com troca de peças, ajustes técnicos e logística completa em tempo recorde.

Quando o design encontra a engenharia

O diferencial da Tradecomm não está apenas no que é visto, mas no que está por trás. Cada expositor ou espaço criado conta com uma equipe de Pesquisa & Desenvolvimento,  composta por engenheiro de materiais e programadores, que juntamente com as equipes especializadas em design, integram as fases de marcenaria, serralheria, elétrica e acabamento. Ao final do processo de produção, os times de logística e atendimento assumem o controle para efetuar a entrega e instalação.

 

 

Essa abordagem técnica desde o início do projeto permite positivações mais rápidas e menos ajustes de última hora. Além disso, garante também que o mobiliário não seja apenas bonito, mas simples de instalar, seguro e resistente ao uso diário. Isso faz diferença principalmente em aeroportos e navios, onde o tempo de execução e os padrões de segurança são elevados.

A estrutura da empresa permite atuar em diversas frentes ao mesmo tempo, com equipes móveis e suporte remoto para execução, manutenção e ajustes de campo.

 

Interatividade e experiência com custo viável

Um ponto que Humberto R. Barros sempre faz questão de reforçar é que inovação não precisa ser cara ou excessivamente complexa. Pelo contrário, as melhores soluções que a empresa já desenvolveu surgiram de conversas francas com clientes e de observação direta dos problemas em campo.

“A gente vai até o ponto de venda, conversa com os vendedores, entende as falhas e pensa em como melhorar. Às vezes, a solução está em um detalhe que ninguém estava olhando”, explica Humberto, que acompanha pessoalmente muitos dos projetos, da concepção à pós-instalação.

Esse olhar atento fez com que a Tradecomm se tornasse um braço estratégico para marcas que precisam de soluções que funcionam na prática, e não apenas no papel. “Do design ao pós-venda, o processo é pensado de forma integrada, com foco no resultado real, como fizemos com os dois Fragrance Carts da Jo Malone London” relata ele.

 

 

O futuro do varejo já está nos detalhes

O que a Tradecomm entrega hoje não é só mobiliário. É estratégia de presença, segurança operacional e experiência de consumo, conectando marcas ao público em momentos decisivos da jornada de compra. E tudo isso sem perder a simplicidade, a eficiência e o bom senso técnico.

Se você quiser ver um pouco do que está por trás desses projetos, e como a equipe se organiza para fazer tudo isso acontecer com agilidade, vale acompanhar o dia a dia do Humberto no LinkedIn e no Instagram.

Afinal, inovar não é criar algo por criar. É resolver de forma inteligente. E isso, a Tradecomm tem feito com autoridade.

 

Escrito por: Nathalia Pimenta

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Analice Nicolau explica como construir uma narrativa humanizada antes que a IA tome conta

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84% da Geração Z engole conteúdo falso todo instante; aprenda com caso que custou milhões

Analice Nicolau sabe exatamente como é compartilhar um conteúdo sem checar se veio de humano ou máquina, la mesma já caiu nessa. Segundo a OECD, 84% da Geração Z vive essa confusão todo dia, rolando feeds sem aquele filtro instintivo que só experiência traz. Num mundo de prompts instantâneos, marcas enfrentam escolha dura: ou mergulham na alma do cliente através de conversas reais, ou viram mais um perfil genérico perdido no algoritmo. Nenhuma IA senta na sala de reunião captando emoção, história de vida, tom de voz. Esse é o superpoder humano que Analice entrega.

Com 20 anos de jornalismo e centenas de reuniões cara a cara, Analice aprendeu que narrativa não nasce de prompts, nasce de conexão. O framework da OECD lista 22 competências técnicas, mas esquece o principal: sentar com o empreendedor em São Paulo, ouvir o gestor contar a pressão do conselho, captar o sonho da PME de Fortaleza que quer ser gigante. “É esse “mergulhar na alma” que gera verdades impossíveis de falsificar. IA gera texto. Reunião gera descobertas que transformo em legado”. conclui Analice

O caso do deepfake do Jason Momoa em 2025 mostra o preço da superficialidade. Vídeo falso prometendo romance e investimento que enganou a viúva britânica, US$ 600 mil sumiram porque faltou o faro humano de desconfiar. Dois milhões de views antes de cair, e as marcas acabam perdendo 30% dos seguidores por compartilhar sem sentir a frieza artificial. Analice repete pros clientes: “IA viraliza em segundos. Mas a conversa humana reconquista em meses.”

No Brasil, campanhas de moda praia em 2025 viralizaram com biquínis impossíveis, costuras flutuando, sombras erradas, seis dedos nos modelos. Milhões curtiram antes do desmascaramento. Marcas de beachwear enfrentaram boicote: vendas cairam 25%, nas redes sociais gritando “fake”. O erro fatal? Confiaram em tela, não em conversa com público real. Analice nunca deixa isso acontecer, ela vive nas reuniões onde cliente revela o que algoritmo nunca vai entender. A sua narrativa. E ela é única.

A metodologia Analice é direto ao ponto, mas ninguém copia: Primeiro, ela ouve a história que o empreendedor nunca contou pra ninguém, a dor do fracasso, o sonho que  o mantém acordado às 3 da manhã. Segundo, usa IA para rascunho bruto, mas reescreve tudo com a voz dele, palavra por palavra, emoção por emoção. Terceiro, manda pros clientes uma pergunta simples: “Você sentiu que eu te entendi?”  Quarto, coloca aqueles detalhes que só brasileiro pega, o ritmo no texto que embala, a metáfora do jogo empatado no final, a saudade do interior que aperta o peito.

Os números só confirmam o que ela viveu em vários projetos cara a cara:  40% mais mensagens espontâneas via rede social. “Fico tão feliz quando vejo a face do cliente e o sorriso que o fez se sentir validado” funis que vendem 3x mais rápido, clientes que ligam domingo às 20h dizendo “Analice, você me entende como ninguém”. Enquanto consultorias entregam planilhas Excel, Analice entrega gente que compra de novo. Enquanto agências mandam 50 variações de prompt, ela olha nos olhos. Para 2026, quem entender que narrativa é relacionamento humano, ganha. Quem achar que IA substitui olho no olho, já perdeu.

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Imagem com propósito: como Jéssica Migliorini ressignifica o vestir como ferramenta de comunicação e influência

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Durante muito tempo, a imagem feminina foi tratada apenas como um recurso estético, dissociado de estratégia, identidade e intenção. Hoje, esse olhar vem sendo revisado por profissionais que entendem a imagem como parte fundamental da comunicação pessoal e do posicionamento social. Entre esses nomes, destaca-se Jéssica Migliorini, consultora de imagem e estrategista de posicionamento, que tem contribuído para uma nova leitura sobre o papel da imagem na construção de autoridade feminina.

O trabalho desenvolvido por Jéssica parte do princípio de que o vestir é um ato de comunicação consciente. Cada escolha visual carrega mensagens, símbolos e significados que impactam diretamente a forma como uma mulher é percebida e como ela se percebe. A partir dessa perspectiva, a imagem deixa de ser um elemento superficial e passa a ser compreendida como uma ferramenta de influência, clareza e direcionamento.

Criadora do método Vista-si, Jéssica propõe um processo de alinhamento entre identidade, essência e intenção. A metodologia integra moda, comportamento, comunicação não verbal e inteligência emocional, auxiliando mulheres a construírem uma presença coerente com seus valores e objetivos de vida. O foco não está em tendências passageiras, mas na construção de uma imagem que sustente crescimento, segurança e protagonismo.

Com uma estética clássica aliada a uma visão contemporânea e histórica da imagem feminina, Jéssica Migliorini desenvolveu uma atuação autoral, que respeita trajetórias individuais e contextos pessoais e profissionais. Seu trabalho se diferencia por transformar escolhas visuais em estratégias de posicionamento, fortalecendo a autoconfiança e a autoridade de mulheres em diferentes áreas.

Além da consultoria, Jéssica é criadora do projeto Vestida de História, que conecta imagem, memória e identidade, resgatando a relação entre o vestir e as narrativas que atravessam a vida de cada mulher. Como palestrante, mentora e influenciadora digital, compartilha conteúdos que convidam à reflexão sobre imagem, comportamento e presença consciente.

Ao propor uma abordagem que une estética, estratégia e inteligência emocional, Jéssica Migliorini reforça a ideia de que imagem não é vaidade, mas uma linguagem poderosa capaz de comunicar propósito, fortalecer decisões e ampliar oportunidades.

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Evento da Aliança Divergente reúne 4.500 pessoas e projeta São José dos Campos no cenário nacional

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Entre os dias 30 de janeiro e 1º de fevereiro, São José dos Campos (SP) recebeu um dos maiores eventos presenciais do país voltados ao desenvolvimento humano. Realizado pela Aliança Divergente, o encontro aconteceu na Arena Farma Conde e reuniu cerca de 4.500 participantes, vindos de diferentes regiões do Brasil e do exterior.

De acordo com estimativa da organização do evento, a realização movimentou aproximadamente R$ 40 milhões na economia local. O impacto foi percebido principalmente na rede hoteleira, no setor de alimentação, no transporte, no comércio e em serviços ligados à produção e à logística do evento.

A presença de um público expressivo ao longo de vários dias reforçou a capacidade do município de receber grandes encontros nacionais, ampliando a visibilidade de São José dos Campos como destino para eventos de grande porte.

A Aliança Divergente destaca que o evento não tem caráter terapêutico nem clínico. A proposta é criar um espaço de reflexão sobre desenvolvimento humano, relações e escolhas individuais, a partir de uma metodologia própria, chamada Teoria da Permissão, aplicada pela organização em sua comunidade.

Segundo Renato Torres, CEO da Aliança Divergente, o encontro foi pensado como uma experiência coletiva, voltada à consciência e à responsabilidade pessoal, sem promessas de cura ou intervenção médica. “O objetivo é provocar reflexão, clareza e decisões mais conscientes. O evento é um espaço de encontro, troca e aprendizado, não uma prática terapêutica”, afirma.

O evento reuniu participantes de diferentes faixas etárias e perfis, que já acompanham a comunidade da Aliança Divergente em formato digital e se encontraram presencialmente em São José dos Campos. A organização afirma ter mais de 150 mil aliados, distribuídos em 85 países, o que amplia o alcance da iniciativa.

Durante a programação, relatos pessoais e experiências compartilhadas pelos participantes reforçaram o caráter reflexivo do encontro, com foco em postura, relações e responsabilidade individual.

Mesmo avaliando a realização do evento em outras capitais, a organização optou por manter São José dos Campos como sede. A decisão levou em conta fatores como infraestrutura, localização estratégica e a relação da empresa com o município, onde está instalada desde 2018.

Com a realização do encontro, São José dos Campos se consolida como uma cidade capaz de unir infraestrutura, organização e capacidade de atração de grandes públicos, ampliando seu protagonismo no circuito nacional de eventos.

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