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Conheça Cris Monique, a especialista que transforma capelas funerárias e lares em espaços de cura através da neuroarquitetura

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Em um mundo cada vez mais acelerado e cheio de estímulos, encontrar lugares que acolhem, acalmam e despertam sentimentos verdadeiros tornou-se essencial. Nessa série de entrevistas conversamos com a Cris Monique, uma das maiores especialistas em neuroarquitetura aplicada à espiritualidade no Brasil. Com mais de 350 projetos assinados no Brasil e no exterior, ela vem ganhando destaque nacional ao transformar espaços como capelas funerárias e lares em ambientes de acolhimento, cura e reconexão.

Especialista em Neuroarquitetura e Psicoarquitetura, Cris Monique criou o método Reforma Sem Obras, voltado para quem deseja transformar um ambiente sem grandes intervenções físicas, mas com mudanças profundas na atmosfera e no impacto emocional do espaço. Para ela, arquitetura não é apenas sobre construir paredes. “Eu não construo paredes. Eu curo histórias através dos espaços”, comenta.

Seu trabalho tem chamado atenção principalmente no segmento de capelas funerárias, um tipo de ambiente que por muito tempo foi deixado de lado quando o assunto é cuidado estético e emocional. “Meu foco é neuroarquitetura em capelas funerárias. Esses são espaços onde as pessoas vivem momentos delicados, e é justamente por isso que eles precisam ser pensados com alma e intenção”, explica a especialista.

A proposta de Cris vai além da estética convencional. Ao unir técnica, espiritualidade e ciência, ela promove verdadeiras experiências sensoriais e emocionais nos espaços. “Não entrego plantas. Entrego experiências”, resume. Cada projeto é pensado para despertar emoções, respeitar histórias e reconectar as pessoas com o que realmente importa.

Em um tempo em que a saúde mental e o bem-estar ganharam protagonismo, o trabalho de Cris Monique dialoga diretamente com as novas demandas sociais. Ao aplicar os princípios da neuroarquitetura que estuda como o ambiente físico impacta o cérebro e o comportamento humano — ela ajuda a criar espaços que promovem serenidade, pertencimento e espiritualidade.

Cris também é autora de três eBooks e é reconhecida como Neuroarquiteta Master, tornando-se referência nacional quando o assunto é arquitetura com alma. Ela acredita que ambientes bem planejados podem curar dores invisíveis. “Meu trabalho é criar espaços com alma, intenção e memória viva”, diz.

Para ela, o maior valor da arquitetura está em traduzir sentimentos em espaço físico. “Seja em um lar, seja em uma capela, cada detalhe é pensado com profundidade. Meu propósito é simples: traduzir sentimentos em espaço físico”, completa.

Cris Monique se consolida como uma voz relevante na arquitetura contemporânea, oferecendo uma proposta que une estética, emoção e propósito. E, diante de tantos desafios e mudanças no mundo, sua visão surge como um convite para repensar a forma como nos relacionamos com os espaços e, principalmente, com as nossas próprias histórias.

Você pode acompanhar o trabalho da especialista pelo Instagram: https://www.instagram.com/arq.crismonique

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Estoque parado custa caro: como a tecnologia cria novos caminhos para gerar receita sem comprometer o posicionamento das marcas?

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Estoque parado é um dos principais desafios do varejo moderno, especialmente em setores com alta rotatividade de produtos, onde as opções mudam rapidamente e o comportamento do consumidor é cada vez mais imprevisível, fazendo com que empresas acumulem itens que imobilizam capital, geram custos logísticos e reduzem a margem de lucro, além de pressionar marcas a realizarem liquidações que podem comprometer seu posicionamento no mercado.

Nesse contexto, a tecnologia surge como uma aliada estratégica ao permitir que empresas transformem produtos encalhados em novas oportunidades de receita, utilizando dados, inteligência artificial e canais de distribuição mais controlados para equilibrar oferta e demanda sem prejudicar o valor da marca e a percepção do consumidor.

Segundo Leonardo Mencarini, especialista em negócios, CEO e Co-fundador da Mercado Único, o estoque parado representa um custo relevante para o varejo. “Itens remanescentes imobilizam capital, geram custos logísticos importantes e criam um custo de oportunidade significativo, já que recursos que poderiam ser reinvestidos em novas coleções, marketing ou expansão acabam presos em produtos de coleções passadas ou itens retornados, e a tecnologia ajuda a reduzir esse impacto ao permitir uma gestão mais inteligente do escoamento”, explica.

Para ele, o principal avanço está na capacidade de conectar oferta e demanda com precisão, já que, com inteligência de dados, é possível analisar histórico de vendas, perfil de lojas, regiões e comportamento do consumidor, identificando contextos em que um produto que não performa no canal tradicional pode ter excelente giro em outro, transformando o que antes era prejuízo em uma nova linha de receita com maior previsibilidade e controle.

Mencarini também ressalta que o maior desafio das marcas é liquidar produtos sem comprometer seu posicionamento, destacando que a chave está na criação de canais controlados e discretos, com regras claras de distribuição, restrições geográficas e curadoria dos compradores, garantindo que os produtos sejam direcionados para pontos de venda compatíveis com o perfil da marca e evitando conflitos com os canais principais, o que preserva o valor e a imagem no mercado.

O especialista ainda afirma que tecnologias de previsão de demanda já são amplamente utilizadas, analisando dados históricos, sazonalidade e comportamento do consumidor, mas alerta que é impossível prever com total precisão a demanda, especialmente em setores que envolvem fatores subjetivos. “Por isso é fundamental que as empresas contem com canais estruturados para absorver esse excedente e manter a operação saudável”, pontua.

Por fim, ele destaca que marketplaces, outlets digitais e vendas estratégicas podem ser soluções eficientes, desde que exista controle, pois canais abertos geram volume, mas também trazem riscos de exposição excessiva e perda de controle sobre preço e posicionamento. “Enquanto estruturas organizadas permitem monetizar o estoque de forma eficiente sem comprometer a imagem da empresa, mostrando que a tecnologia, quando aplicada de forma estratégica, pode transformar o estoque parado em um ativo capaz de gerar receita e fortalecer a sustentabilidade do negócio”, conclui.

(Foto: FreePik)

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ENTRE A RAZÃO E O INTUIÇÃO: ATILA GAIA UNIU COISAS TÃO DIFERENTES APÓS UM PERÍODO DE DOR E REINVENÇÃO

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Depois de transitar entre recursos humanos, esoterismo e produção acadêmica, Atila Gaia construiu uma carreira rara, em que sensibilidade e método deixaram de ser opostos e passaram a se fortalecer mutuamente.

 

Em um mercado que costuma separar com rigidez o racional do intuitivo, a trajetória de Atila Gaia segue na direção contrária. Sua história cruza áreas que, à primeira vista, parecem inconciliáveis: a assessoria acadêmica, marcada por método, pesquisa e estrutura, e o tarot, frequentemente associado apenas à espiritualidade e à subjetividade. No entanto, foi justamente na interseção entre esses dois universos que ele construiu sua identidade profissional e encontrou um caminho próprio, sólido e original.

Atila começou a atuar com assessoria acadêmica em 2014, ainda no segundo ano da faculdade de Administração. Naquele momento, o trabalho surgia como uma renda extra, enquanto sua atuação principal seguia em paralelo na área de recursos humanos. A base técnica, a disciplina e a familiaridade com processos vieram dessa fase inicial, em que o olhar analítico começou a ser lapidado. O que parecia apenas um trabalho complementar, porém, já revelava uma habilidade que mais tarde se tornaria decisiva: a capacidade de organizar conhecimento, interpretar demandas complexas e transformar conteúdo em resultado.

Foi em 2018 que sua vida profissional tomou um rumo inesperado. Ao conhecer o tarot, Atila encontrou um campo pelo qual se apaixonou profundamente e que, em pouco tempo, se transformou em sua principal fonte de renda. Seu crescimento foi rápido, mas não por acaso. Em vez de sustentar seu trabalho apenas em uma narrativa mística, ele passou a defender com insistência uma visão menos romantizada e mais técnica das cartas, afirmando que o tarot também exige estudo, repertório, método e treino. Essa postura, mais racional do que convencionalmente se espera no esoterismo, tornou-se um diferencial. Suas leituras ganharam destaque pela assertividade, especialmente nas previsões, chegando a desvendar crimes, seus alunos passaram a se destacar da mesma forma, confirmando que resultado, naquele campo, também podia nascer de preparo e consistência.

Mas a trajetória não foi linear. Em maio de 2023, a perda do irmão em um acidente de trânsito marcou uma ruptura profunda em sua vida pessoal e profissional. A partir dali, o trabalho com as cartas começou a se tornar emocionalmente insustentável. Ouvir dores, aconselhar pessoas e lidar diariamente com dramas alheios passou a exigir uma energia que, naquele período, já estava comprometida pelo luto e pela depressão. Aos poucos, Atila foi substituindo os atendimentos com o tarot pelos trabalhos acadêmicos, até que, entre agosto de 2023 e dezembro de 2024, se afastou completamente de tudo o que envolvia o tarot. Não atendia, não divulgava e não mantinha presença nesse universo. Dedicou-se integralmente às pesquisas e à produção de artigos, retomando com força o lado técnico de sua trajetória.

O que poderia ter sido um encerramento definitivo, porém, acabou se tornando um intervalo de reconstrução. Em dezembro de 2024, um novo movimento alterou o rumo da história: a Globo entrou em contato com Atila para convidá-lo a participar de uma matéria sobre as cores e o Réveillon. O convite teve, para ele, um efeito maior do que a simples exposição na mídia. Funcionou como um reencontro. Mais do que uma participação pontual, aquele momento foi percebido como um chamado para retornar ao tarot, agora de forma mais consciente, organizada e madura. Em fevereiro de 2025, ele decidiu voltar.

O retorno, no entanto, não significou abandonar a assessoria acadêmica. Ao contrário, significou compreender que uma parte da sua força profissional estava justamente na coexistência desses dois mundos. Depois de mergulhar novamente no tarot, Atila percebeu que já não conseguia se desligar dos trabalhos acadêmicos, porque havia desenvolvido um vínculo real com esse campo. Foi dessa conciliação que nasceu sua marca mais singular: de um lado, a criatividade, a escuta e a sensibilidade que o tarot exige; de outro, a técnica, a lógica e a estrutura que a produção acadêmica pede. Em vez de escolher entre um e outro, ele transformou essa dualidade em método de trabalho.

Hoje, essa construção já alcançou novos patamares. Atila Gaia consolidou sua atuação em duas frentes e ampliou sua presença para além do atendimento individual, levando seu conhecimento também para a formação de outras pessoas. Sua carreira inclui palestras realizadas em diferentes estados, em cidades como Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro, todas voltadas ao tarot. Essa circulação reforça não apenas o alcance do seu nome, mas também a força de uma abordagem que rompe com estereótipos e apresenta o esoterismo com seriedade, estudo e profundidade.

Mais do que uma história de versatilidade profissional, a trajetória de Atila Gaia é um exemplo de reinvenção. Sua experiência mostra que, em alguns casos, razão e sensibilidade não competem entre si, mas se completam. Ao levar mais técnica para o tarot e mais sensibilidade para os trabalhos acadêmicos, ele criou uma síntese rara, construída não apenas por talento, mas por vivência, ruptura, coragem e recomeço. No fim, sua carreira não se define por ter escolhido entre dois caminhos, mas por ter aprendido a sustentar ambos com autenticidade. 

 

Texto criado por Nathalia Pimenta
Supervisão jornalística aprovada por Radija Matos

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Empresários brasileiros compartilham conselhos para quem deseja crescer nos Estados Unidos

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Em entrevista, André e Raphael Carvalho discutem decisões e comportamentos que costumam influenciar o crescimento de um negócio

Empreender nos Estados Unidos é uma realidade cada vez mais comum entre brasileiros que buscam novas oportunidades fora do país. No entanto, transformar esforço em crescimento consistente ainda é um desafio para muitos empresários imigrantes. Agenda cheia, rotina intensa e múltiplas responsabilidades acabam ocupando quase todo o tempo de quem está à frente de um negócio.

Para os empresários André e Raphael Carvalho, essa realidade é frequente entre brasileiros que iniciam sua trajetória empreendedora no país. Segundo eles, o problema raramente está na disposição para trabalhar, mas na ausência de estratégias que permitam evoluir como empresário.

Enquanto muitos empresários acreditam que crescer depende apenas de trabalhar mais, André destaca que trabalhar muito é algo que praticamente todo empreendedor imigrante já faz. A maioria acorda cedo, dorme tarde e assume diversas funções dentro da própria empresa. “O problema é que o esforço sozinho não garante crescimento. Em algum momento, o empresário precisa desenvolver visão estratégica. Isso envolve entender melhor o mercado, aprender sobre gestão e tomar decisões mais conscientes”, afirma.

Para Raphael, existe uma diferença entre operar e construir um negócio. Ele diz; “no início, é normal o empreendedor estar envolvido em tudo, mas se ele continua apenas executando tarefas e não investe em conhecimento, acaba ficando preso no mesmo nível por muitos anos. Crescimento exige evolução pessoal e profissional”.

O mercado muda o tempo todo, e quem não acompanha essas mudanças acaba ficando para trás. Mas Raphael aponta algo importante: ”não basta consumir qualquer informação. Hoje existe um volume enorme de conteúdo disponível, especialmente nas redes sociais, e nem tudo vem de fontes confiáveis”.

“Portanto, o empresário precisa ter muito cuidado com o que escuta, o que lê e quem decide seguir. Nem todo conselho serve para a realidade de quem empreende nos Estados Unidos. Às vezes a pessoa está tentando aplicar estratégias que funcionam em outro país ou em outro tipo de mercado. O ideal é buscar referências que tenham experiência real e resultados comprovados”, complementa André.

Quando perguntados sobre o papel do networking nesse processo de crescimento, André diz que: “construir conexões é essencial. Nenhum empresário cresce sozinho. Em algum momento você vai precisar de orientação, parcerias, indicações ou oportunidades que surgem através de outras pessoas. Por isso é importante estar próximo de ambientes onde existam outros empresários, pessoas que também estão buscando evoluir”.

Já Raphael afirma que é importante entender que networking não é apenas conhecer pessoas. “O mais importante é construir relações de confiança ao longo do tempo. Muitas oportunidades aparecem justamente dessas conexões que foram cultivadas com respeito e consistência”, diz.

Ele complementa dizendo que conhecer pessoas é relativamente fácil. O desafio é manter essas relações de forma genuína. “Isso envolve reciprocidade, respeito e consistência. Quando existe troca de valor entre as pessoas, essas conexões se tornam muito mais duradouras”.

Muitas das oportunidades que aparecem para um empresário ao longo da carreira surgem justamente dessas relações construídas ao longo do tempo. Às vezes uma indicação, uma parceria ou até um conselho que muda a direção do negócio vem de alguém que faz parte do seu círculo profissional, completa Andre.

Os irmãos concordam que o primeiro passo é o empresário entender que crescimento não acontece apenas com esforço físico, mas é preciso investir em conhecimento, autodesenvolvimento e buscar ambientes onde existam pessoas que também estão evoluindo. E talvez o ponto mais importante seja assumir a responsabilidade pelo próprio desenvolvimento. “O empresário que decide aprender continuamente, se cercar das pessoas certas e evoluir na forma como lidera o negócio aumenta muito as chances de construir algo sólido no longo prazo”, finaliza Raphael.

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