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Contabilidade

Contador André Charone explica o que é contabilidade e suas funções

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Para a maioria das pessoas “Contabilidade” é um assunto entediante, mas é importante salientar que a Contabilidade é de vital importância para a vida de todas as pessoas, e acredite, ela não é tão chata quanto costumam pensar.

O contador e professor universitário André Charone, explica que a primeira lição que ele dá aos seus alunos, é que a Contabilidade possui como objeto de estudo o patrimônio das entidades.

Mas o que isso significa?

Significa que a contabilidade estuda todos os fatos relacionados ao patrimônio de pessoas físicas ou jurídicas. Ou seja, tudo o que eu, você, a sua família, a sua igreja, o seu clube ou a sua empresa possui de bens, direitos ou obrigações será analisado, mensurado e estudado através de técnicas contábeis.

E não, você não precisa ter uma graduação para aplicar a contabilidade no seu dia-a-dia. Você já planejou os gastos de uma viagem que você iria fazer nas férias? Já fez um orçamento para as compras do mês no supermercado? Já analisou os seus gastos mensais para saber se vai fechar o mês no “azul” ou no “vermelho”?

Se você respondeu “sim” para alguma das perguntas acima, meus parabéns, você já fez contabilidade.

Todos nós temos um patrimônio, certo? Você pode não ser um megaempresário, porém com certeza possui alguns bens e direitos em sua posse. Seja um dinheirinho na poupança, um carro, uma casa ou mesmo os móveis, eletrodomésticos e demais utilidades do seu dia-a-dia. Em contabilidade, chamamos isso de “Ativos”.

Esses Ativos que você possui são aplicações de recurso. Isso significa que ninguém te deu nada de graça. As coisas não aparecem espontaneamente, elas custam dinheiro. Portanto, tudo o que você compra de “Ativos” tem uma origem.

Se você compra um Ativo a prazo ou faz um financiamento para adquiri-lo, você está utilizando capital de terceiros. Com isso, você até compra o Ativo, mas você cria também uma obrigação, uma dívida que deverá ser paga ao término do prazo concedido. Em contabilidade, chamamos essas obrigações de “Passivos”. Em geral, os passivos acarretam juros que podem representar um custo altíssimo. Por isso, recomendamos cautela;

A forma mais prudente de adquirir os seus Ativos seria com o capital próprio, o qual você pode obter quando consegue gastar menos do que recebe. Essa diferença entre os seus rendimentos e as suas despesas mensais (que, em uma empresa, chamaríamos de “lucro”) pode ser utilizado para montar a sua reserva financeira, fazer investimentos e, é claro, comprar Ativos.

Aqui fica claro que um conhecimento extremamente básico de contabilidade já ajuda a controlar melhor o seu patrimônio.

Imposto de Renda é o Natal do Contador 

Outro assunto que causa muita ansiedade com relação a contabilidade é o Imposto de Renda, pois é nesta data que o profissional de contabilidade é mais lembrado pela população em geral. O Papai Noel tem o natal, o coelhinho tem a páscoa e o contador tem o período da declaração de imposto de renda.

Não precisa ser graduado em Ciências Contábeis para prestar as contas com a Receita Federal, mas sem dúvida um conhecimento bom de contabilidade e legislação fiscal pode fazer toda a diferença nessa feroz luta com o leão.

O imposto de renda na realidade é pago mensalmente. A declaração anual é apenas um ajuste, onde você deve informar ao governo os seus rendimentos, os seus gastos e outras informações importantes para calcular se, ao longo do ano anterior, você pagou um valor maior ou menor do que realmente devia.

Se você pagou mais do que devia, o governo vai te dar uma restituição. Se você pagou menos do que devia, você terá que pagar a diferença. Parece bem simples, não é?

De fato, em teoria, é bem lógico. A questão é que a legislação tributária é muito complexa e a Receita Federal possui um verdadeiro “Big Brother Fiscal” que vigia todas as suas operações aos mínimos detalhes. Isso faz com que você realmente precise de um controle patrimonial muito bem feito. É aí que entra a contabilidade, ajudando a organizar os rendimentos, gastos, ativos e passivos.

Portanto, quando ouvir falar sobre contabilidade, não faça cara feia e tente se lembrar de como ela é importante para o seu dia a dia.

Contabilidade com Humor

Em seu canal no Youtube, o professor usa personagens de HQ e desenhos animados para explicar a contabilidade de forma descontraída e em tom humorado. No vídeo acima André, comenta 3 dicas de contabilidade que é possível aprender com o super herói Batman.

Sobre André Charone:

André Charone é contador e empresário, com formação internacional em Empreendedorismo em Economias Emergentes pela universidade de Harvard (EUA).

Iniciou cedo na carreira da contabilidade, filho de contador, o jovem sempre se espelhou na família e por este motivo já sabia o caminho que iria trilhar.

Em 2010 com 21 anos apresentou na Espanha um trabalho em um congresso de contabilidade, no mesmo ano passou a atuar como professor universitário.

De lá para cá passaram mais de 10 anos, e hoje com toda essa bagagem o jovem, busca através das redes sociais divulgar e ensinar de forma gratuita os princípios da contabilidade.

Graduado em Ciências Contábeis, com MBA em Gestão Financeira. André, possui dezenas de artigos e seis livros publicados, também é palestrante e apresentador, possui um programa de TV chamado “Conexão Contábil”, no canal TVM em Belém.

 

Para mais informações sobre André: 

Instagram: https://www.instagram.com/andrecharone/

Site: https://www.belconta.com.br

 

Contabilidade

Receita falha na largada do Imposto de Renda 2026 e expõe limites da sua promessa de modernização

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Instabilidades e problemas na declaração pré-preenchida frustram contribuintes no primeiro dia do prazo e levantam dúvidas sobre a real eficiência da digitalização prometida pelo Fisco.

A Receita Federal abriu nesta segunda-feira (23) o prazo para entrega do Imposto de Renda 2026 tentando reforçar uma narrativa já conhecida: a de que a digitalização do sistema tributário tornaria a vida do contribuinte mais simples, rápida e segura. Mas o primeiro dia de funcionamento mostrou justamente o contrário.

Instabilidades no site, dificuldades de acesso ao sistema e problemas relacionados à declaração pré-preenchida marcaram a largada do IR 2026 e frustraram contribuintes que esperavam encontrar uma estrutura minimamente preparada para o início de uma das obrigações fiscais mais relevantes do calendário brasileiro.

O episódio expõe um problema que vai além de uma falha técnica pontual. Ele revela um descompasso entre o discurso oficial de modernização e a capacidade real de execução da Receita Federal. Em vez de transmitir confiança, a estreia do prazo reforçou a percepção de que o contribuinte continua sendo o elo mais pressionado de uma engrenagem que cobra precisão, mas nem sempre oferece a mesma eficiência.

A contradição fica ainda mais evidente no caso da declaração pré-preenchida. Vendida como uma das principais apostas da Receita para reduzir erros, acelerar o envio e ampliar a automação do processo, a ferramenta depende da integração de múltiplas bases de dados e da correta alimentação de informações por terceiros, como empresas, bancos, planos de saúde, cartórios e outras instituições. Quando essa engrenagem falha, seja por instabilidade no sistema, seja por omissão ou inconsistência nos dados, o impacto recai, no fim das contas, sobre o contribuinte.

Isso porque a lógica permanece a mesma: a Receita estimula o uso da automação, mas mantém com o cidadão toda a responsabilidade pela conferência, correção e eventual consequência de erros.

Para o contador tributarista e professor universitário André Charone, esse modelo cria uma falsa sensação de segurança e acaba ampliando a insegurança de quem declara.

“A Receita Federal reforça a ideia de que a tecnologia está tornando a declaração mais simples e eficiente, mas o que vimos no primeiro dia foi um sistema instável e uma ferramenta que, apesar do nome, está longe de representar uma declaração pronta. Quando há erro, omissão ou falha de acesso, quem assume o risco continua sendo o contribuinte”, afirma.

Na avaliação de Charone, o problema não é apenas operacional, mas institucional.

“Há um desequilíbrio claro nessa relação. Quando o contribuinte comete um erro, a resposta é rápida: malha fina, cobrança, multa, juros. Mas quando o sistema da Receita falha no primeiro dia de entrega, a consequência prática para o órgão é muito menor. O cidadão é tratado com rigor absoluto; o Estado, não”, diz.

A falha ocorre num momento em que a Receita tenta consolidar a transformação digital como um ativo de imagem. Nos últimos anos, o Fisco investiu no fortalecimento do ecossistema gov.br, na ampliação dos serviços digitais e no estímulo ao uso da pré-preenchida como símbolo de eficiência e inteligência tributária. Na teoria, a estratégia é consistente: menos digitação manual, menos erros de preenchimento e maior cruzamento automatizado de informações.

Na prática, porém, a promessa perde força quando o sistema não sustenta a demanda logo no primeiro dia.

Para especialistas, esse tipo de instabilidade compromete não apenas a experiência do usuário, mas também a credibilidade do projeto de modernização. Em um ambiente de alta sensibilidade, como o do Imposto de Renda, confiança é parte essencial da operação. E confiança não se constrói apenas com discurso tecnológico, ela depende de estabilidade, clareza e previsibilidade.

O caso da pré-preenchida é emblemático porque mostra como a digitalização tributária brasileira ainda convive com uma fragilidade estrutural: a automação existe, mas não elimina o trabalho técnico nem o risco de inconsistência. Ao contrário, pode até ampliar a exposição do contribuinte quando a ferramenta transmite a ideia de completude sem garantir qualidade integral dos dados.

Segundo André Charone, esse é um dos pontos mais delicados do modelo atual.

“O nome pré-preenchida passa ao contribuinte a impressão de que basta revisar superficialmente e transmitir. Mas isso não corresponde à realidade. É preciso conferir tudo com muito cuidado: rendimentos, despesas médicas, bens, aplicações, dependentes. Quando o sistema ainda apresenta instabilidade logo na abertura do prazo, a sensação que fica é a de que a Receita quis vender eficiência antes de assegurar robustez operacional”, afirma.

Do ponto de vista institucional, o episódio também acende um alerta sobre governança e gestão pública digital. Lançamentos dessa magnitude não deveriam falhar justamente no momento de maior visibilidade e demanda. Quando isso acontece, a falha deixa de ser apenas tecnológica e passa a ser também de planejamento, contingência e comunicação.

O problema, portanto, não está apenas no erro do primeiro dia, mas no que ele simboliza. A Receita Federal quer ser percebida como uma autoridade tributária digital, moderna e baseada em dados. Mas, para sustentar essa imagem, precisa entregar mais do que ferramentas novas: precisa garantir que elas funcionem de forma estável quando o contribuinte mais precisa.

No fim, o primeiro dia do IR 2026 deixou uma mensagem incômoda. “A modernização prometida pela Receita continua, em boa medida, apoiada num modelo em que o Estado automatiza a cobrança, mas não necessariamente a segurança do processo. E, mais uma vez, a conta do mau funcionamento recai sobre quem está do outro lado da tela”, conclui André Charone.

Sobre André Charone

 

André Charone é contador, professor universitário, Mestre em Negócios Internacionais pela Must University (Flórida-EUA), possui MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria pela FGV (São Paulo – Brasil) e certificação internacional pela Universidade de Harvard (Massachusetts-EUA) e Disney Institute (Flórida-EUA).

 

É sócio do escritório Belconta – Belém Contabilidade e do Portal Neo Ensino, autor de livros e centenas de artigos na área contábil, empresarial e educacional.

 

Seu mais recente trabalho é o livro “Empresário Sem Fronteiras: Importação e Exportação para pequenas empresas na prática”, em que apresenta um guia realista para transformar negócios locais em marcas globais. A obra traz passo a passo estratégias de importação, exportação, precificação para mercados externos, regimes tributários corretos, além de dicas práticas de negociação e prevenção contra armadilhas no comércio internacional.

 

Disponível em versão física: https://loja.uiclap.com/titulo/ua111005/ 

 

e digital: https://play.google.com/store/books/details?id=nAB5EQAAQBAJ&pli=1 

 

 

Instagram: @andrecharone 

 

 Imagem André: Divulgação / Consultório da Fama

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Contabilidade

Dia do Contador celebra trajetória histórica e relevância contemporânea da profissão

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O Dia do Contador, celebrado em 22 de setembro, é uma data para reconhecer a importância de uma das profissões mais antigas e fundamentais da humanidade. Desde a Mesopotâmia, há mais de seis mil anos, a contabilidade já era utilizada para controlar colheitas, comércio e tributos. Com o passar dos séculos, ganhou estrutura científica a partir dos estudos de Luca Pacioli, um frei franciscano italiano considerado o pai da contabilidade, que no século XV sistematizou o método das partidas dobradas e revolucionou a forma como as operações financeiras passaram a ser registradas.

No Brasil, a escolha da data faz referência à criação do primeiro curso de Ciências Contábeis no país, em 1945, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Desde então, o contador passou a ocupar um papel estratégico não apenas no registro das movimentações financeiras, mas também na análise de dados, na prevenção de riscos, na mediação de conflitos e na contribuição para a justiça e transparência econômica.

Para o contador, escritor e empresário André Charone, mestre em Negócios Internacionais e referência na área, a profissão está em constante evolução:

“O contador do século XXI não pode se limitar à escrituração. Ele é um parceiro estratégico, capaz de orientar empresas em planejamento, inovação e competitividade. Hoje, com a transformação digital e o uso de inteligência artificial, o papel do contador se torna ainda mais essencial para que os negócios avancem com segurança e visão de futuro.”

Neste Dia do Contador, a homenagem vai a todos esses profissionais que, com conhecimento técnico e visão estratégica, fazem a economia girar, ajudam empresas a crescer e contribuem para o desenvolvimento do país.

 

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A Verdade Sobre o Dinheiro: Livro ensina Finanças Pessoais Sem Promessas Milagrosas e Sem Papo de Coach

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O contador, professor universitário e mestre em negócios internacionais André Charone lança seu mais novo livro ‘A Verdade Sobre o Dinheiro: Lições de Finanças para o Seu Dia a Dia’, um guia prático e acessível para quem deseja alcançar a estabilidade financeira sem fórmulas mágicas ou promessas de enriquecimento fácil. Com uma abordagem direta, o autor compartilha estratégias realistas e dicas que podem ser aplicadas no cotidiano, longe do habitual “papo de coach”.

O livro busca ser uma leitura indispensável para quem deseja organizar suas finanças e ter uma relação saudável com o dinheiro, evitando armadilhas como esquemas de pirâmide, falsas promessas de retorno financeiro rápido e conselhos genéricos que muitas vezes não se aplicam à realidade. “A estabilidade financeira não é alcançada com truques ou atalhos, mas com consistência e paciência”, destaca Charone.

O Que Esperar do Livro?

  • Capítulos abrangentes e práticos: Desde entender a diferença entre necessidades e desejos até planejar a aposentadoria e investir com segurança, cada capítulo traz uma abordagem prática e personalizada.
  • Discussões sobre armadilhas financeiras: O autor detalha como identificar e evitar esquemas de enriquecimento rápido, dívidas de cartão de crédito e práticas enganosas promovidas por “gurus financeiros”.
  • O poder dos pequenos hábitos: Explicações claras sobre como pequenas mudanças no dia a dia podem gerar grandes resultados ao longo do tempo.

O Propósito da Obra

O livro foi escrito para quem deseja tomar controle das finanças sem depender de soluções mágicas. “A Verdade Sobre o Dinheiro” foca na importância de disciplina financeira e oferece um caminho sólido e bem embasado para alcançar a estabilidade financeira sem sacrifícios extremos. A proposta é desmistificar conceitos financeiros, mostrando que a educação financeira é acessível a todos e não deve estar atrelada a promessas de enriquecimento ilusório.

Onde Adquirir?

O livro está disponível tanto em formato físico quanto digital, garantindo acessibilidade para diferentes públicos. Os interessados podem adquirir a obra nos seguintes links:

Sobre o Autor

André Charone é contador, professor universitário e autor de diversos artigos sobre finanças e economia. Com vasta experiência na área contábil e em planejamento financeiro, Charone é referência em análises que buscam simplificar a educação financeira e torná-la acessível para todos. Em seu novo livro, ele reúne ensinamentos práticos e histórias de superação financeira que buscam inspirar o leitor a tomar decisões conscientes e sustentáveis.

Para mais informações sobre o livro e contato com o autor, visite o perfil de André Charone no LinkedIn, ou acesse seu instagram: @andrecharone

Imagens: Divulgação

 

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