As oficinas incluem 7 temas voltados para a cultura hip hop e música popular brasileira.
O Instituto Cria Conexões, com incentivo da Lei Rouanet e patrocínio da Rede Itaú, abre vagas para oficinas musicais que serão realizadas na Área de Lazer Água Espraiada, na zona sul de São Paulo/SP. As oficinas vão acontecer entre os dias 30/11 e 08/12 (sábado e domingo), sendo gratuitas para o público jovem (acima dos 15 anos) e adultos.
Este projeto faz parte do plano anual do Instituto Cria Conexões.
O local já é conhecido por realizar diversos shows de hip hop e de grandes artistas do Brasil, entre eles: Djonga, Veigh, Hariel, NegraLi, Ferrugem, João Gomes, Barões da Pisadinha, Elba Ramalho, entre outros artistas, que já se apresentaram nas 3 edições do Espraiada Festival.
E agora a Área de Lazer Água Espraiada traz oficinas aos jovens e adultos da periferia da cidade de São Paulo.
As oficinas têm o intuito de trazer um pouco sobre a história da cultura hip hop, de onde veio, quem estava no começo, o que representava e representa até os dias atuais. E seguindo a mesma linha, a oficina traz um pouco da história da música popular brasileira (MPB) para os jovens e adultos se aprofundarem mais nas raízes históricas da nossa cultura, trazendo além de conhecimento, um fogo a mais para a paixão pela arte.
As oficinas serão ministradas por diversos artistas do Brasil e terão certificado de participação para os alunos(as).
A capacidade para cada turma será de 10 alunos por tema, entre meninas e meninos, sendo as inscrições limitadas. Havendo o limite de participar de até 2 temas por pessoa.
Ao final das oficinas, no dia 21/12, terá um evento com entrega de certificados na Área de Lazer Água Espraiada, e entrega de brinquedos para crianças, em um espaço de brinquedos infláveis.
Alta circulação de pessoas exige reforço na higienização durante o período de festas
Fevereiro é sinônimo de Carnaval, viagens e grandes aglomerações. Aeroportos lotados, ônibus cheios, metrôs operando no limite e espaços públicos em uso intenso criam um desafio logístico e sanitário para cidades e empresas responsáveis por esses ambientes.
Com a alta rotatividade de pessoas, superfícies de contato frequente se tornam pontos críticos para a transmissão de doenças. Corrimãos, assentos, catracas, banheiros e áreas comuns precisam de atenção constante, especialmente em períodos de pico.
“O transporte público e os ambientes de grande circulação exigem protocolos rigorosos de higienização, que não podem ser apenas superficiais”, explica o Dr. Bruno Mena Cadorin, PhD em Química e CEO da Wier. “Durante o Carnaval, o risco aumenta porque o número de pessoas e o tempo de exposição são muito maiores.”
O especialista ressalta que revisar e reforçar os processos de higienização antes e durante o período festivo é uma medida de saúde coletiva. “A prevenção feita agora reduz impactos ao longo das semanas seguintes, quando surgem os reflexos das aglomerações”, afirma.
Tecnologias como os geradores de ozônio e o plasma frio surgem como aliadas nesse cenário, por permitirem uma higienização mais profunda, inclusive do ar, sem prejudicar a operação dos serviços.
“O Carnaval passa, mas os efeitos de uma higienização mal feita permanecem. Pensar em prevenção é pensar em cidades mais seguras e em um retorno à rotina com menos impactos na saúde da população”, conclui Dr. Bruno.
Somos a wier:
A Wier nasceu em 2011, fruto do desejo de oferecer soluções tecnológicas que contribuam para o desenvolvimento sustentável através do uso ozônio e do plasma frio na água, no ar e no solo.
Desde então, solidificamos nossas bases através da busca constante por inovações e atualizações focadas em P&D. Já são mais de 20.000 geradores de ozônio produzidos, com diversos lançamentos que atendem às necessidades crescentes do mercado unindo desenvolvimento e sustentabilidade. Além disso, nossos produtos possuem fabricação 100% brasileira e estão presentes em mais de 20 países.
Somos movidos por desafios em prol do desenvolvimento sustentável da população e da indústria. Portanto, integrar tecnologia e saúde para possibilitar a inovação está no DNA da Wier.
Por isso, nos empenhamos em trazer soluções tecnológicas que contribuam para a conservação do nosso planeta, pensando na redução do impacto ambiental juntamente à geração de renda e oportunidades. Por fim, propagar esse mindset de inovação e sustentabilidade como um valor para as próximas gerações é nosso compromisso.
Vem muito aí, depois de muito tempo em off, a Festa Meet comandado pelo produtor e agente cultural, Riik Souza retorna a Baixada com evento de Carnaval!
O Bloqinho é uma festa de carnaval que acontece em Nova Iguaçu e aposta em uma noite direta, popular e dançante, pensada para quem quer viver o sábado de folia na pista.
A proposta mistura clima de bloquinho com estrutura de festa noturna, reunindo música, brilho e encontro até o amanhecer.
A experiência gira em torno da pista cheia, com circulação constante, drinks acessíveis e público animado do início ao fim. O ambiente é aberto à performance espontânea, looks chamativos e interação coletiva, mantendo o ritmo alto durante toda a madrugada.
Foto: Divulgação
A curadoria musical passa por pop, funk e baile funk, com foco em hits conhecidos, batidas diretas e momentos de coro coletivo. O show de MC Nem conduz a noite com presença de palco e repertório pensado para manter a energia em alta, integrando o time da noite, também temos DJ Ghuto e vários nomes conhecidos na Baixada.
É um evento para quem busca carnaval sem complicação, pista animada, música popular e clima de celebração local em Nova Iguaçu.
O evento será realizado sábado 14 de Fevereiro em frente a prefeitura de Nova Iguaçu.
Artista carioca apresenta as obras “Engolindo Sapo” e “Drag King” no Vogue Gallery BR, explorando a força da cor e a clareza da emoção como linguagem artística
O artista carioca André Pivetti integra a exposição Cromatismo: Alegoria das Cores, que abre no dia 5 de fevereiro no Vogue Gallery BR, localizado no Vogue Square, no Rio de Janeiro. Com curadoria de Fátima Simões, a mostra reúne trabalhos que investigam a cor como elemento narrativo e sensorial. Pivetti participa com as obras Engolindo Sapo e Drag King, nas quais aposta na intensidade cromática e na emoção direta como formas de comunicação com o público.
A trajetória de André Pivetti é marcada pela mistura de linguagens e pela recusa a definições rígidas. Seu trabalho transita entre a street art, o expressionismo, a abstração e o cubismo, construindo uma estética própria que nasce da vivência urbana e das experiências pessoais. O Rio de Janeiro ocupa papel central nesse processo, não como paisagem literal, mas como território emocional que influencia gestos, personagens e atmosferas presentes em suas telas.
A relação do artista com a arte começou cedo e teve, desde o início, um caráter íntimo. Pintar surgiu como uma válvula de escape emocional e um espaço de elaboração de conflitos internos. Com o tempo, essa necessidade pessoal se transformou em pesquisa e linguagem artística. Para Pivetti, a arte não é ornamento, mas comunicação. “Meu trabalho é o reflexo do que eu vejo, consumo e vivo”, resume, ao reforçar a conexão entre experiência cotidiana e criação.
Esse olhar atento à cidade se traduz em obras que falam menos sobre o que se vê e mais sobre o que se sente ao habitar o espaço urbano. As tensões do cotidiano, as máscaras sociais e o emocional exposto nas ruas cariocas aparecem de forma simbólica, dando origem a narrativas visuais que dialogam diretamente com o observador.
Atualmente, Pivetti vive um momento de consolidação de sua produção. Se antes o amor era um tema recorrente, hoje o tempo ocupa o centro de suas reflexões. O tempo vivido, o tempo que passa e a maneira como escolhemos estar presentes nele surgem representados por símbolos como caveiras e figuras em transformação. Longe de uma leitura negativa, esses elementos funcionam como metáforas de ciclos, mudança e continuidade.
A construção narrativa se tornou um eixo fundamental de sua pesquisa recente. O artista busca clareza na mensagem e acredita que a obra precisa comunicar. Para ele, quando isso não acontece, o problema está na forma como a linguagem foi construída, e não na capacidade de leitura do público. Sofisticação, em sua visão, não precisa afastar, mas convidar.
Sua estética dialoga de maneira consciente e intuitiva com diferentes movimentos artísticos. O impulso visceral do neoexpressionismo e do abstrato convive com o uso do cubismo como ferramenta formal para abordar dualidades e conflitos internos. O resultado são obras de forte impacto visual, sustentadas por conceitos claros e acessíveis.
Um dos compromissos centrais de André Pivetti é aproximar a arte de pessoas que historicamente se sentem distantes do circuito artístico. Ele defende uma produção que gere identificação e reconhecimento, apostando na comunicação direta como valor estético.
Em constante expansão, o artista também demonstra interesse em explorar novos suportes, como esculturas, mini toys, peças de streetwear e a incorporação de elementos externos às obras, ampliando a experiência sensorial e o diálogo com o público.
Com uma produção que busca atravessar o tempo sem perder força e sentido, André Pivetti se firma como um artista que transforma emoção em narrativa visual e a vivência urbana em linguagem plástica, construindo uma obra que fala diretamente à experiência humana.