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Cuidado capilar ganha atenção dos brasileiros

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Não é de hoje que o Brasil ocupa sempre posição de destaque quando o tema é mercado de beleza. Segundo a Associação Brasileira da Indústria, Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), por meio de seu panorama anual de mercado, o mercado da beleza no Brasil, é um dos maiores do mundo, ficando em quarto lugar no ranking.

Nesta série de entrevistas que homenageia as mulheres do nosso país, entrevistamos Leidiane Freitas, empresária na área da beleza há 9 anos, é uma referência na sua cidade como dermoterapeuta capilar. Com 18 anos de experiência no mercado, ela se destaca não apenas por sua técnica, mas também por seu papel como mentora para cabeleireiros, ministrando cursos e realizando mentorias que impulsionam o desenvolvimento de outros profissionais.

Sua trajetória começou de forma desafiadora, mas com determinação e fé, Leidiane comprou o salão onde trabalhava. Transitar do operacional para a gestão do próprio negócio não foi fácil, mas ela sempre buscou conhecimentos que a ajudassem a crescer na área. Hoje, lidera uma equipe e trabalha ao lado de suas filhas, demonstrando o valor do trabalho familiar e da cooperação.

A dermoterapia capilar, sua especialidade, é uma área crucial no tratamento e cuidado dos cabelos e do couro cabeludo. Este campo inclui uma variedade de técnicas e tratamentos que visam melhorar a saúde capilar, prevenir quedas de cabelo e tratar condições como caspa e oleosidade excessiva. A importância da dermoterapia capilar reside na sua capacidade de oferecer soluções personalizadas, que consideram as necessidades individuais de cada cliente. Ao tratar problemas na raiz, literalmente, os dermoterapeutas capilares conseguem promover um crescimento capilar mais saudável e duradouro.

Para muitos, a saúde capilar está diretamente ligada à autoestima. Cabelos saudáveis e bem cuidados podem melhorar significativamente a confiança e o bem-estar das pessoas. Por isso, ter acesso a profissionais qualificados nesta área é essencial. A formação contínua e a busca por novas técnicas e produtos eficazes fazem parte do compromisso de profissionais como Leidiane, que se dedicam a oferecer o melhor para seus clientes.

O bem-estar emocional e autoconfiança melhoram quando o cabelo está bem cuidado”, conta a profissional.

Leidiane também se destaca pela sua habilidade em transmitir conhecimentos. Como mentora, ela desempenha um papel fundamental no crescimento profissional de outros cabeleireiros, compartilhando suas experiências e ensinando práticas que elevam a qualidade do atendimento no setor. Ela ajuda a moldar o futuro da profissão, incentivando uma abordagem mais consciente e especializada nos cuidados capilares.

A história de Leidiane Freitas é um exemplo inspirador de como a dedicação, a busca por conhecimento e a vontade de ajudar os outros podem transformar não só uma carreira, mas também a vida de muitos ao redor. Através de seu trabalho, ela continua a impactar positivamente sua comunidade, elevando os padrões de qualidade e cuidado na área da beleza.

Conheça mais sobre a especialista no link abaixo!
https://www.instagram.com/ladyhairtherapy?igsh=MXh5NDl5aHI4cGVvag==

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Telemedicina reorganiza a neurocirurgia e muda o caminho do paciente até o centro cirúrgico

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A telemedicina vem deixando de ser um recurso periférico para se tornar um instrumento de organização do atendimento em neurocirurgia — especialmente na área de coluna, onde o percurso do paciente costuma envolver exames complexos, múltiplas etapas de triagem e necessidade de seguimento contínuo. Em vez de “substituir” a consulta presencial, a prática remota tem sido usada para estruturar o fluxo assistencial: definir prioridade, reduzir deslocamentos sem ganho clínico e tornar o cuidado mais previsível.

Para o neurocirurgião Mateus Tomaz Augusto, especializado em cirurgia da coluna, a telemedicina só faz sentido quando melhora a arquitetura do serviço. “O ponto não é ter consulta por vídeo. O ponto é organizar a linha de cuidado. Em neurocirurgia, o risco é o paciente circular sem direção: consulta aqui, exame ali, retorno tardio. A telemedicina, quando bem desenhada, reduz essa dispersão”, afirma.

A lógica do serviço: triagem, decisão e continuidade

Na prática, a telemedicina tem sido incorporada como uma camada de triagem e coordenação. O atendimento remoto permite que o especialista avalie histórico, sinais de alerta, achados de imagem e evolução dos sintomas para definir, com antecedência, se o caso é de urgência, se exige avaliação presencial rápida ou se pode ser manejado com acompanhamento programado.

“Neurocirurgia não é só operar. É decidir bem. E decidir bem depende de organização. Em coluna, há casos em que a dor assusta, mas não exige cirurgia; há outros em que um déficit neurológico exige prioridade. O serviço precisa ter um funil eficiente, e a telemedicina pode ser esse funil”, diz Mateus.

Ele observa que a maior contribuição do modelo remoto é reduzir o que chama de “atendimento sem direção clínica” — quando o paciente é atendido por etapas desconectadas e chega tarde ao ponto certo do sistema. “Quando você organiza o fluxo, você encurta o tempo até a decisão apropriada. Isso melhora segurança, reduz ansiedade e evita desperdício de recursos.”

Antes da cirurgia: o que a telemedicina consegue organizar

A telemedicina tem se mostrado especialmente útil para estruturar a fase anterior a um procedimento: a reunião de informações, a checagem de exames, a orientação do paciente e a consolidação do planejamento. Uma revisão recente na Brain and Spine descreve a telemedicina como ferramenta para consultas remotasavaliações pré-operatórias e seguimento pós-operatório, com impacto em acesso e resultados, sobretudo em regiões com escassez de especialistas e infraestrutura limitada.

Mateus concorda com esse diagnóstico, mas reforça que o ganho real aparece quando o atendimento remoto é integrado a protocolos de serviço. “Se a telemedicina vira um atendimento solto, ela só muda o formato da consulta. Se ela vira um protocolo, ela muda o sistema. Você pode padronizar perguntas-chave, sinais de alarme, critérios de priorização, indicação de exames e tempo de retorno. Isso é gestão clínica.”

Na visão do neurocirurgião, o valor do modelo remoto também é reduzir barreiras logísticas que, muitas vezes, atrasam a abordagem correta. “Há pacientes que viajam horas para ouvir que precisam fazer um exame adicional ou que podem iniciar tratamento conservador. Quando você antecipa essa triagem, você evita um deslocamento sem benefício e abre espaço para quem precisa estar presencialmente.”

Depois da cirurgia: reduzir perda de seguimento

Na neurocirurgia, o pós-operatório é parte essencial do resultado — e também uma fase vulnerável, em que a perda de seguimento pode comprometer reabilitação e identificação precoce de complicações. A revisão citada destaca que o seguimento remoto pode reduzir distâncias e aumentar a continuidade do cuidado, sobretudo em contextos de recursos limitados.

Mateus aponta que o acompanhamento virtual, quando bem parametrizado, melhora a organização do serviço e a segurança do paciente. “O pós-operatório exige vigilância: evolução da dor, função neurológica, sinais infecciosos, aderência à reabilitação. Parte disso pode ser monitorada remotamente, com critérios objetivos para indicar retorno presencial imediato. O serviço ganha previsibilidade.”

Ele enfatiza que telemedicina não deve significar “menos cuidado”, mas cuidado mais bem distribuído. “Você não elimina o presencial. Você reserva o presencial para o que precisa ser presencial — exame físico detalhado, sinais neurológicos sutis, situações de risco. E você usa o remoto para manter o paciente dentro da linha de cuidado, sem lacunas.”

 

 

Equipe e protocolo: o atendimento remoto não é “médico sozinho”

Um ponto central na reorganização do serviço é que telemedicina, em neurocirurgia, não é apenas a relação entre médico e paciente: envolve equipe. Triagem, orientação, agendamento, coordenação com imagem e fisioterapia e padronização de informações precisam estar integrados.

“Se não houver protocolo e equipe, telemedicina vira uma coleção de consultas. O que funciona é o modelo em que existe uma rota: entrada do paciente, critérios, metas, retornos e gatilhos de segurança”, afirma Mateus. “A neurocirurgia exige decisões consistentes. Protocolos evitam que cada caso seja tratado como improviso.”

A revisão na Brain and Spine também aponta desafios relevantes para a implementação: conectividade, infraestrutura, barreiras regulatórias e limites do exame neurológico remoto. Mateus é direto ao reconhecer essas fronteiras. “Tem coisa que não se faz por tela. Reflexos, sensibilidade fina, sinais neurológicos discretos — tudo isso pode exigir presencial. A telemedicina não substitui a neurocirurgia; ela organiza o acesso e a continuidade.”

Quando a telemedicina vira estrutura

O debate sobre telemedicina costuma oscilar entre entusiasmo e ceticismo. Para Mateus, o critério é simples: se melhora a organização do serviço, é ganho; se apenas muda o meio, é pouco.

“Telemedicina não é tecnologia. É desenho de serviço. É transformar um atendimento fragmentado em uma linha de cuidado com começo, meio e fim”, conclui. “Quando isso acontece, o paciente chega mais rápido ao lugar certo do sistema — seja para cirurgia, seja para tratamento conservador, seja para acompanhamento. E isso, em neurocirurgia, muda desfechos.”

Em um contexto de demandas crescentes e necessidade de racionalizar recursos, a telemedicina tende a consolidar um papel que vai além do consultório virtual: o de reorganizar o atendimento e tornar a neurocirurgia mais acessível, mais coordenada e mais segura.

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Energia fotovoltaica avança no Brasil e se consolida como pilar da geração elétrica do futuro

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Por Redação

 

Os telhados que brilham ao sol já não são raridade no cenário urbano brasileiro. Em diferentes regiões do país, casas e empresas transformam suas coberturas em pequenas usinas capazes de produzir a própria energia — um movimento que especialistas consideram definitivo. A energia fotovoltaica, antes vista como tendência distante, tornou-se protagonista numa combinação única de clima favorável, avanço tecnológico e crescente demanda por eficiência.

 

Para compreender o impacto dessa transição, a reportagem entrevistou o engenheiro João Rafael da Silva Casas, especialista em materiais e responsável pela implementação de sistemas solares em residências de alto padrão. Em diversos projetos, Casas integrou soluções capazes de reduzir em até 80% o consumo proveniente da rede pública, além de evitar emissões de aproximadamente 1,5 tonelada de CO por casa ao ano.

“Hoje a energia solar é uma decisão estratégica: ambiental, financeira e operacional”, afirma.

 

Como funciona — e por que se tornou essencial

Casas explica que os painéis fotovoltaicos convertem luz solar em eletricidade por meio do chamado efeito fotovoltaico. A energia produzida pode alimentar a residência em tempo real, carregar baterias ou ser injetada na rede, gerando créditos na conta de luz. Mas, segundo o engenheiro, o impacto vai além da economia: “A casa deixa de ser apenas consumidora e passa a ser produtora. É uma mudança cultural.”

 

Essa mudança tem reflexos imediatos no bolso. Ele relata que, em residências onde a tecnologia foi aplicada, o investimento costuma se pagar em poucos anos. O retorno depende do perfil de consumo e da qualidade dos equipamentos, mas o resultado, destaca, “é sempre positivo”. Para Casas, a lógica é clara: “A energia solar é um ativo. Valoriza o imóvel e reduz despesas por décadas.”

 

Impacto ambiental: números que mudam o debate

O potencial ambiental também tem peso. Em casas com consumo médio de 2.000 kWh mensais, sistemas fotovoltaicos evitam cerca de 1 tonelada de CO por ano, o equivalente à capacidade de absorção de 37 árvores maduras.

 

Mas o contraste se torna ainda mais expressivo quando comparado ao pior cenário: a geração termoelétrica a carvão vegetal. Produzir esses mesmos 2.000 kWh/mês exigiria aproximadamente 1 tonelada de carvão vegetal, derivada de 5 toneladas de madeira — o corte de 40 a 45 árvores por mês. Em um ano, isso representaria quase 500 árvores derrubadas para atender apenas uma residência.

 

“É uma diferença brutal, muitas vezes invisível ao consumidor”, comenta Casas. Segundo ele, compradores de imóveis de médio e alto padrão já enxergam sustentabilidade como critério técnico, não mais como discurso de marketing.

 

Avanços técnicos aceleram a adoção

A evolução tecnológica também impulsiona a expansão da energia solar no Brasil. A nova geração de painéis é mais leve, eficiente e durável. Inversores inteligentes monitoram o desempenho em tempo real e reduzem desperdícios. Sistemas híbridos com baterias fortalecem a autonomia em quedas de energia.

 

“O que era tecnologia de ponta há alguns anos hoje é acessível e muito mais eficiente”, afirma o engenheiro.

 

Quanto mais integrada, mais eficiente

Casas destaca que a combinação entre sistemas fotovoltaicos e automação residencial é o que define o alto desempenho das casas de padrão premium. Em projetos que liderou, iluminação, climatização e equipamentos funcionam de forma sincronizada com a energia solar gerada ao longo do dia.

 

O resultado é uma operação fina e contínua, capaz de aumentar o aproveitamento da energia produzida e reduzir ainda mais o consumo da rede. “A automação fecha o ciclo. O sistema fica mais inteligente e as perdas diminuem.”

 

Um futuro que já começou

Com avanços regulatórios, maior conscientização energética e redução de custos, a tendência é que a energia fotovoltaica se torne um dos eixos centrais da matriz elétrica brasileira nos próximos anos. Casas resume o cenário: “O futuro não é sobre ter energia. É sobre produzir a própria energia de forma inteligente.”

 

No país do sol abundante, os telhados solares deixaram de ser símbolo de inovação. Tornaram-se o novo normal — e apontam para um caminho em que independência energética e sustentabilidade caminham juntas.

 

 

Fonte:

João Rafael da Silva Casas, engenheiro metalurgista (FEI) e MBA em Negócios Imobiliários e Construção Civil (FGV), possui 18+ anos de experiência em engenharia industrial, análise de materiais, manutenção avançada e desenvolvimento imobiliário. Atuou em Sandvik/Alleima, CSN, Eleva In-Haus e Rioman. É CEO da GRB Construtora em São Paulo, liderando projetos de residências inteligentes e sustentáveis. Membro da AMA.

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Como o monitoramento veicular auxilia motoristas de aplicativos? Vantagens e recomendações

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A busca por maior segurança, eficiência e controle diante dos crescentes desafios da mobilidade urbana tem despertado o interesse por soluções modernas como monitoramento veicular pelo celular. Esse tipo de tecnologia pode otimizar trajetos e proteger o patrimônio, garantindo a tranquilidade necessária para motoristas de aplicativos focarem exclusivamente em sua rotina de trabalho.

 

Além disso, o sistema permite que o motorista gerencie seu veículo e suas rotas com apenas alguns cliques na palma da mão. Essa praticidade ainda colabora com a redução dos custos operacionais e pode elevar a qualidade da experiência oferecida ao passageiro.

Aumenta a segurança nas corridas diárias

A proteção do motorista e do veículo é uma das maiores vantagens do monitoramento veicular, atuando como um verdadeiro parceiro em momentos críticos. Por meio da localização em tempo real, é possível agir rapidamente em situações de emergência ou até mesmo em casos de furto, garantindo uma resposta imediata.

 

Poder compartilhar a posição com familiares ou autoridades em situações de perigo oferece uma camada extra de tranquilidade. Configurar alerta de segurança e utilizar recursos como o bloqueio remoto, quando disponíveis, também são medidas práticas que reforçam o controle sobre o trajeto, impactando diretamente na confiança do condutor durante suas jornadas.

Otimiza trajetos com inteligência e economia de tempo

A escolha de caminhos mais eficientes é mais um benefício notável dessa tecnologia, ajudando a evitar congestionamentos e diminuir o tempo gasto em cada deslocamento. Integrado a aplicativos de navegação, o sistema utiliza informações atualizadas para sugerir rotas mais rápidas, otimizando a rotina do motorista.

 

Além disso, analisar relatórios de percurso permite ajustar horários de trabalho, priorizando áreas com menor tráfego. Essa economia de tempo se reflete em mais corridas realizadas por dia, bem como em maior satisfação dos clientes, que valorizam a pontualidade e a agilidade no atendimento.

Reduz custos com manutenção preventiva do veículo

Manter o carro em boas condições é fundamental, e o monitoramento veicular auxilia permitindo identificar sinais de desgaste ou necessidade de reparos antes que problemas maiores surjam. Notificações sobre trocas de óleo ou falhas no motor, por exemplo, ajudam a evitar contratempos que poderiam interromper o trabalho.

 

Revisar os dados fornecidos pelo sistema regularmente e agir de forma ágil diante de alerta são atitudes que fazem a diferença. Essa abordagem preventiva reduz gastos com consertos emergenciais e prolonga a durabilidade do automóvel, garantindo maior economia a longo prazo.

Ajuda a controlar gastos e gerenciar o combustível  

Outra funcionalidade valiosa de muitos sistemas de rastreamento é a possibilidade de controlar os gastos com combustível, permitindo identificar padrões de consumo que podem ser ajustados. Hábitos como acelerações abruptas ou longos períodos em marcha lenta são detectados, possibilitando correções no estilo de direção.

 

Nesse sentido, combinar práticas conscientes ao uso da tecnologia maximiza a eficiência no uso do carro. Como resultado, os custos mensais diminuem, enquanto a lucratividade aumenta, impactando positivamente o orçamento do motorista.

Oferece mais credibilidade com relatórios detalhados

A transparência no serviço é um diferencial, e esse tipo de tecnologia permite oferecer relatórios completos de percurso e duração das viagens aos passageiros. Em situações como corridas empresariais ou questionamentos sobre valores, esses dados são extremamente úteis para esclarecimentos.

 

Compartilhar essas informações de maneira profissional, utilizando plataformas ou aplicativos integrados, reforça a imagem de confiabilidade. Isso não só atrai mais clientes, mas também melhora a reputação do condutor no mercado de transporte por aplicativos.

Praticidade e baixo custo

O melhor é que adotar o monitoramento veicular não precisa ser caro, já que o mercado oferece desde dispositivos simples até coberturas mais robustas com funções avançadas. Avaliar o custo-benefício e a compatibilidade com o veículo são passos iniciais importantes para escolher a melhor opção.

 

Começar com ferramentas acessíveis e migrar para sistemas mais completos conforme a necessidade é uma estratégia prática. Assim, o motorista moderniza sua atividade e ganha vantagem competitiva, destacando-se em um setor cada vez mais exigente.

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