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Curso de Plano de Saúde: Formação Estratégica em Direito da Saúde, de Elton Fernandes, reúne especialistas para capacitar advogados

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Programa criado pelo advogado especialista em plano de saúde Elton Fernandes prepara advogados para atuar na saúde suplementar com rigor técnico

A área de saúde suplementar se tornou um dos segmentos jurídicos mais sensíveis do país. Advogados que lidam com autorizações negadas, protocolos clínicos, normas da ANS e decisões do Supremo passaram a enfrentar disputas complexas, muitas delas envolvendo tratamentos que não podem esperar. 

Mesmo assim, grande parte dos profissionais que ingressa nesse campo atua sem preparo específico. Foi a partir dessa constatação que o advogado e professor Elton Fernandes, especialista em plano de saúde, dono de um dos maiores e melhores escritórios de advocacia voltados para a área criou a Formação Estratégica em Direito da Saúde.

O programa reúne temas essenciais para quem deseja atuar com precisão em ações contra planos de saúde. A proposta é oferecer método, clareza e leitura técnica, três elementos que, segundo o idealizador, faltam quando o profissional se apoia em modelos prontos ou em interpretações superficiais. A formação aborda desde a construção de teses até a leitura de documentos médicos, passando pela análise de evidências científicas, de decisões recentes e das normas que moldam o setor.

O que a formação se propõe a resolver

A maioria dos advogados que chega à área se depara com prontuários extensos, contratos pouco transparentes e um volume crescente de decisões divergentes. Sem domínio técnico, a atuação se torna dependente de tentativas. Para Elton Fernandes, isso compromete tanto o desempenho do escritório quanto a continuidade dos tratamentos discutidos nas ações. “A judicialização mudou muito nos últimos anos e exige mais rigor técnico e muito mais preparo por parte dos profissionais, por isso fizemos questão de criar o melhor curso jurídico sobre planos de saúde, pois além de dar toda a base legal do setor, inclusive e especialmente na revisão de reajustes abusivos, também ajudamos os advogados a se posicionarem e empreenderem na advocacia moderna”, explica o profissional.

A Formação Estratégica foi organizada justamente para romper esse ciclo e busca ser acessível a todos os profissionais, ainda que estejam iniciando na advocacia e, inclusive, há planos de torná-la uma pós-graduação: “Ambicionamos ofertar aos advogados o título de especialização, mas queremos mais do que isso: desejamos ser instrumento de transformação prática na vida deles e, por isso, nossos alunos possuem encontros semanais para discussão dos casos que estão dentro do escritório, diretamente comigo”, explica o professor e advogado Elton Fernandes.

 O curso discute fundamentos jurídicos e clínicos de forma integrada, orienta o uso correto de precedentes e apresenta caminhos que permitem ao advogado interpretar, com segurança, casos que envolvem tempo, urgência e impacto direto na vida dos pacientes, além de auxiliar o profissional na construção do escritório, trazendo profissionais para ensinar sobre gestão, vendas, negócios, posicionamento digital e marketing jurídico, o que torna a Formação Estratégica o mais completo curso da área para o advogado que deseja empreender.

Um método que nasce da prática

Crédito: Paulo César Rocha

A criação da formação não surgiu de um exercício teórico, mas da experiência direta com disputas que exigiam precisão. Formado em Direito desde 2006, no início da carreira, Elton Fernandes recebeu a indicação para conduzir o caso de um paciente que não conseguia realizar o tratamento recomendado. A partir daquele processo, percebeu que a advocacia na saúde envolvia decisões que transcendiam a lógica tradicional do litígio e exigiam leitura técnica capaz de dialogar com a medicina.

Pouco tempo depois, enfrentou um caso que se tornaria determinante. Um tio precisava ser transferido aos Estados Unidos para realizar um transplante de múltiplos órgãos, e a autorização só ocorreu após ação judicial. A experiência mostrou, de forma concreta, como o domínio técnico pode alterar o rumo de um tratamento. Esse episódio consolidou a decisão de aprofundar-se no Direito da Saúde, tornando-o o principal nome do setor e, mais tarde, de ensinar outros profissionais a atuar com responsabilidade semelhante.

Autoridade construída dentro e fora dos tribunais

O aprofundamento constante levou Elton Fernandes às salas de aula e o tornou referência nacional na atuação contra planos de saúde, sendo um dos principais nomes na área. Hoje ele é professor convidado em instituições como a USP, OAB, a Escola Paulista de Direito, a Santa Casa de São Paulo, a Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo e o Instituto Luiz Mário Moutinho, no Recife. Na Faculdade de Medicina da USP, integra o Curso de Especialização em Medicina Legal e Perícia Médica, espaço que aproxima o Direito da prática clínica.

Essa vivência acadêmica e profissional também está reunida em sua obra Manual de Direito da Saúde Suplementar: direito material e processual em ações contra planos de saúde. Com 524 páginas, considerado por muitos profissionais a principal e melhor obra jurídica para quem deseja advogar na área de planos de saúde, o livro sistematiza teses, práticas processuais, normas da ANS e decisões dos tribunais. Inclusive, conta com prefácio de juiz de Direito, o que demonstra a seriedade e credibilidade do autor e da obra.

Para muitos profissionais, o livro se tornou de consulta obrigatória para entender como atuar em disputas com operadoras. “No longo prazo, só a verdade vende. Cuidamos de pessoas, não de processos”, costuma afirmar, ao explicar a filosofia que orienta o escritório que leva seu nome e que é um dos mais prestigiados do setor.

A expansão do projeto: o Summit Direito da Saúde

Crédito: Paulo César Rocha

O Summit Direito da Saúde foi a primeira grande iniciativa criada por Elton Fernandes para reunir profissionais do setor em torno de debates técnicos. O encontro anual se consolidou ao trazer, para o mesmo espaço, advogados, médicos, gestores e pesquisadores que atuam diretamente na saúde suplementar.

A edição de 2025 recebeu mais de 350 participantes. Para 2026, a organização projeta ultrapassar 550 inscritos no Centro de Convenções Rebouças, da Faculdade de Medicina da USP, escolhido por reforçar a proposta de aproximar ciência, prática clínica e discussão jurídica.

A programação inclui temas que refletem as tensões atuais do setor: reajustes de planos, decisões recentes do Supremo, incorporação de evidências científicas, responsabilidade médica, gestão de escritórios, posicionamento digital e o avanço da inteligência artificial no Direito. Magistrados, defensores públicos, especialistas em Direito Médico e professores de medicina compõem o grupo de convidados, formando um ambiente de análise crítica.

Com isso, o Summit passou a funcionar como um espaço de construção de repertório técnico que permite ao advogado enxergar o sistema de saúde de maneira integrada, conectando regulação, operação, processo judicial e o impacto real das condutas médicas.

A formação como compromisso

A formação e o Summit partem de um ponto comum: a constatação de que a saúde suplementar exige preparo técnico consistente. A experiência profissional de Elton Fernandes como advogado especialista em plano de saúde, sua atuação acadêmica e o material reunido ao longo da carreira indicam que parte dos conflitos do setor poderia ser tratada com maior precisão se houvesse compreensão mais clara das informações jurídicas e clínicas envolvidas. A iniciativa procura oferecer caminhos para que advogados se posicionem com segurança em uma área que afeta, de forma direta, tratamentos que não podem esperar.

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Consultas online: Rede MetAMORfose cresce e fortalece modelo de telemedicina

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Criada em 2020, a rede estruturou um modelo que conecta profissionais de saúde e pacientes de forma direta, com foco em acesso, autonomia e continuidade do cuidado

 

As consultas online passaram a integrar a rotina de milhares de pessoas a partir da pandemia, quando o atendimento presencial se tornou inviável por longos períodos. O que começou como solução emergencial acabou revelando novas possibilidades de acesso à saúde, especialmente para quem enfrenta barreiras de tempo, localização ou mobilidade. Ao mesmo tempo, o crescimento da oferta trouxe dúvidas sobre como funcionam os diferentes modelos de telemedicina.

Lucas Canabarro, psicólogo parceiro da Rede MetAMORfose de telemedicina explica melhor sobre como se adaptou ao modelo MetAMORfose: “Deu tudo certo, o suporte me responde rapidamente e consegui captar pacientes”. A Rede surgiu em 2020 nesse contexto de reorganização do cuidado em saúde. Desde o início, a proposta foi estruturar uma rede capaz de conectar profissionais e pacientes de forma direta, sem interferir na relação clínica, mas oferecendo organização, visibilidade e suporte ao atendimento online.

O crescimento da MetAMORfose está ligado à construção gradual desse modelo. Em vez de centralizar consultas ou definir regras clínicas, a rede atua como facilitadora de conexões. Profissionais de saúde, como psicólogos, nutricionistas e médicos clínicos gerais, passam a integrar a plataforma por meio de planos mensais e mantêm autonomia para definir valores, agenda, forma de pagamento e duração das consultas. Os pacientes, por sua vez, se cadastram em busca de atendimento e escolhem com quem desejam se consultar.

“A tecnologia precisa organizar o acesso, mas não pode substituir a relação entre profissional e paciente”, afirma Luiza Fogaça, fundadora e CEO da Rede MetAMORfose. Para ela, o atendimento online exige clareza desde o primeiro contato. “Quando alguém procura uma consulta, já existe uma expectativa de cuidado. O modelo precisa respeitar esse momento.”

Em 2023, a rede recebeu apoio da Agência USP de Inovação para desenvolver sua estrutura de telemedicina, um marco que contribuiu para o fortalecimento de processos internos, tecnologia e estratégia de crescimento. Nos anos seguintes, a MetAMORfose participou de programas de mentoria do Google for Startups, em 2024, e da Microsoft for Startups, em 2025, ampliando sua maturidade organizacional.

Outro ponto central do funcionamento da rede é a privacidade. O contato entre profissionais e pacientes ocorre somente com consentimento explícito para o compartilhamento de informações, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados. A MetAMORfose não intermedeia a consulta nem interfere na condução clínica, atuando como estrutura de apoio à conexão.

A entrada de novos profissionais acontece por meio de um processo seletivo realizado via WhatsApp, que avalia alinhamento de propósito, clareza na atuação e compromisso com a qualidade do atendimento. A ideia é garantir que o ambiente favoreça relações consistentes e acompanhamento contínuo, mesmo no formato remoto.

Relatos de pacientes indicam sensação de acolhimento e continuidade do cuidado ao longo das sessões. Profissionais parceiros também destacam a autonomia e a clareza do modelo como fatores que facilitam a adaptação ao atendimento online e a manutenção da rotina clínica.

Com operação integralmente digital, a Rede MetAMORfose permite que profissionais atendam pacientes localizados em até 33 países, especialmente brasileiros que vivem fora do Brasil. Esse alcance reflete o potencial da telemedicina como ferramenta de acesso e reforça a importância de modelos estruturados para sustentar o crescimento do setor.

A trajetória da MetAMORfose aponta para uma fase mais madura das consultas online, em que crescer significa organizar processos, respeitar a relação clínica e usar a tecnologia como suporte, não como substituição do cuidado.

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A Verdade por trás da Trajetória entre o Legado Literário e o Sucesso Empresarial

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Créditos da Foto: Divulgação

A construção de uma vida dedicada à cultura e ao empreendedorismo não se faz apenas com palavras; ela é forjada em experiências reais e fatos documentados. Diferente de narrativas que tentam se apropriar do passado alheio, a história de Gito Sales é composta por marcos concretos e uma linhagem que carrega a responsabilidade de um sobrenome histórico.


Neto direto do imortal da Academia Brasileira de Letras, Herberto Sales, Gito cresceu sob a influência direta da obra de seu avô, autor do clássico “Cascalho”. Prova definitiva desse vínculo é a dedicatória pessoal que recebeu do avô no livro “A Feiticeira da Salina”. Essa base sólida o levou, ainda jovem, a gerenciar ao lado de sua mãe, Heloísa Sales — cujo nome e obra constam no renomado Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira — uma operação industrial têxtil complexa.
Mesmo com as mudanças familiares e o período em que residiu em Paris, Gito manteve o foco empresarial. Ao retornar ao Brasil, consolidou a operação da fábrica com o suporte de Ana de Bonis, que atuava como gerente da unidade. Naquela época, sua vida pessoal e profissional também se entrelaçavam com o setor de luxo, sendo noivo de Sandra Maio, proprietária de uma joalheria no Leme.


Longe de ser uma atividade informal, a fábrica cuidava de todo o processo de produção, desde a logística de bordados até o acabamento final, atendendo ao exigente mercado de luxo. Entre seus clientes de peso, destacavam-se a joalheria Isaac Moreno e a gigante H. Stern, com produções voltadas para pontos turísticos icônicos como o Pão de Açúcar. Gito também foi o responsável pela produção das camisetas oficiais do prestigiado Hotel Meridien e gerenciou a operação comercial ligada ao grupo Menudo.

Créditos da Foto: Divulgação
Créditos da Foto: Divulgação


Para Gito Sales, o respeito ao legado de Herberto e Heloísa Sales é inegociável. Sua trajetória se mantém viva através dos fatos, do trabalho e da memória documentada, longe de “convivências postiças” ou versões que tentam diminuir a importância de sua estrutura empresarial.

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Apresentador Welignton Costa é nomeado à premiação em Portugal: Prêmio Estrela do Atlântico

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Reconhecimento internacional destaca trajetória construída entre o digital e a televisão aberta

 

O apresentador Welignton Costa acaba de ser nomeado à Premiação Estrela do Atlântico, em Portugal, reconhecimento que chama atenção para um trabalho construído a partir da narrativa audiovisual e da integração entre plataformas. A nomeação surge como um marco profissional, mas também como um retrato do momento atual de sua carreira, em que linguagem, formato e propósito caminham juntos.

Para Welignton, o prêmio funciona como uma fotografia de um processo que vem sendo amadurecido ao longo do tempo. “Eu encaro essa nomeação como um sinal de que a narrativa que venho construindo faz sentido, de que existe coerência entre o que eu conto e a forma como conto”, afirma. Segundo ele, o reconhecimento não muda o caminho, mas reforça escolhas feitas desde o início. “Não foi algo pensado para prêmio. Foi pensado para ser verdadeiro.”

Hoje, o apresentador está à frente de um projeto no SBT que traduz essa visão. Turismo, cultura, experiência e estilo de vida aparecem costurados por histórias, não como blocos soltos. O formato dialoga diretamente com a linguagem que ele desenvolveu no digital, especialmente no Instagram, onde construiu sua relação com o público. “A TV entrou como continuidade, não como ruptura. O que mudou foi a escala, não a essência”, explica.

Essa coerência entre meios ajuda a entender por que a nomeação à Premiação Estrela do Atlântico se conecta tanto ao trabalho atual. O que está sendo reconhecido não é apenas um produto final, mas uma forma de pensar comunicação. “Sempre acreditei que o conteúdo precisa ter alma. Estética sozinha não sustenta nada se não houver narrativa”, diz Welignton. “Quando existe história, a conexão acontece de verdade.”

Olhando para trás, a trajetória não começou com planos definidos. Antes da televisão e antes de qualquer reconhecimento, havia curiosidade. Welignton começou explorando imagem e narrativa como forma de expressão, quase de maneira intuitiva. Aos poucos, a prática constante, a observação do público e a troca com diferentes projetos foram dando contorno profissional ao que antes era experimentação. “Eu fui entendendo na prática o que funcionava, o que fazia sentido e o que gerava identificação”, relembra.

A televisão apareceu como consequência desse processo. Na RedeTV!, vieram os primeiros aprendizados sobre ritmo, formato e construção de narrativas para uma audiência ampla. Mais tarde, já no SBT, essa experiência se somou à bagagem do digital, permitindo criar um projeto que não precisou se adaptar artificialmente ao meio. “O pensamento sempre foi de TV, mesmo quando eu estava no digital”, comenta. “Cada história precisa ter começo, meio e fim.”

Nesse percurso, o Instagram teve papel fundamental como espaço de teste e amadurecimento. Foi ali que linguagem, estética e relação com o público foram sendo ajustadas ao longo do tempo, quase como um laboratório narrativo. “O digital me deu liberdade para experimentar e entender o público de perto”, afirma. “Isso faz toda a diferença quando você leva esse conteúdo para outros formatos.”

No dia a dia, o trabalho segue um ritmo próximo e organizado. Antes de qualquer entrega, há conversa, escuta e entendimento do contexto. A execução vem depois, com roteiros bem estruturados, linguagem clara e atenção aos detalhes. Autenticidade, sensibilidade estética, visão estratégica e compromisso com a verdade aparecem menos como discurso e mais como prática.

A nomeação à Premiação Estrela do Atlântico, nesse sentido, não encerra um ciclo, mas sinaliza um momento. Um trabalho que segue em movimento, guiado pela mesma ideia que atravessa toda a trajetória de Welignton Costa: experiência sem narrativa é só passagem. Quando existe história, ela permanece.

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