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De aprendiz a referência internacional: como Carla Adolph transformou o megahair em ciência, arte e propósito

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Fundadora da BrasileHair e criadora da técnica 6D Power Brasile, Carla Adolph construiu uma trajetória que une conhecimento técnico, inovação e uma visão humanizada do cuidado com a beleza

 

Desde muito jovem, a curiosidade de Carla Adolph pelo universo dos cabelos era mais do que um interesse estético, era uma forma de compreender o poder transformador da beleza na vida das pessoas. Aos 12 anos, quando começou a trabalhar como cabeleireira, a profissão ainda era um ofício aprendido pela observação e prática diária. Poucos anos depois, aos 17, ela já dividia o que sabia com outros profissionais como instrutora técnica de grandes marcas do setor, entre elas Hidran, Houtrée, Maxiline e Nutrahair. Essa vivência precoce moldou não apenas sua habilidade manual, mas também uma percepção rara sobre o que realmente funciona dentro de um salão.

Com o passar dos anos, o aprendizado acumulado e o espírito empreendedor se uniram em um desejo claro: criar algo próprio, que refletisse sua visão sobre a beleza e a profissão. O momento decisivo veio quando Carla decidiu lançar sua própria linha de cosméticos e dar vida à BrasileHair. A marca nasceu de uma inquietação: por que tantas técnicas de alongamento capilar permaneciam demoradas, desconfortáveis e limitadas, enquanto os avanços tecnológicos em outros segmentos já permitiam resultados rápidos e seguros? A resposta viria na forma de inovação.

Da observação prática e da pesquisa aplicada surgiu o 6D Power Brasile, um método que reorganizou o tempo e a rotina de quem trabalha com megahair. A técnica promete aplicação até dez vezes mais rápida que os métodos tradicionais, sem dor, com fixação elevada e total conforto. Para o profissional, a consequência é direta: mais atendimentos por dia, fidelização de clientes e lucro até cinco vezes maior. Para as clientes, o resultado é visível, com fios leves, alinhados e naturais, sem danos ao couro cabeludo.

Essa combinação de eficiência e bem-estar não é obra do acaso. Carla estruturou todo o método para ser também uma experiência de formação. Cada kit profissional acompanha curso completo com certificado e suporte direto pelo WhatsApp, além de incluir todos os equipamentos e produtos necessários para iniciar os atendimentos com segurança. A proposta é permitir que cabeleireiras e especialistas em megahair, de iniciantes a experts, possam dominar uma tecnologia aprovada internacionalmente e pronta para o uso imediato.

Hoje, a BrasileHair é reconhecida como a segunda marca no mundo a fabricar uma linha para megahair a laser e a primeira a desenvolver um método seguro com possibilidade de até cinco técnicas combinadas. Na Barra da Tijuca, Carla comanda a única academia de megahair da região, oferecendo mais de vinte métodos e um treinamento que alia técnica e propósito. “Quando decidi criar minha própria marca, quis unir conhecimento e transformação, não só para o cabelo, mas para a vida de cada cliente e aluna”, afirma.

O impacto da técnica 6D Power pode ser percebido em relatos de clientes que descrevem transformações profundas. Uma delas, divulgada pela empresa, conta que chegou com os fios ralos e autoestima abalada e saiu com o cabelão dos sonhos, resultado que, segundo ela, devolveu a confiança e o prazer de se ver no espelho. Casos como o da atriz e modelo Nathalia Kaur, que aderiu à técnica para o preparo de um novo filme, reforçam a dimensão simbólica dessa inovação, uma tecnologia brasileira que já cruza fronteiras e ganha projeção internacional.

Mas, para além do desempenho técnico, a filosofia que sustenta a BrasileHair é o que dá sentido ao crescimento. Carla defende que o cuidado com a beleza deve sempre incluir o cuidado com o espírito. “Além do resultado profissional, buscamos oferecer uma experiência que desperte o potencial de cada pessoa e a consciência de como ela pode impactar positivamente o mundo ao seu redor”, resume. É esse equilíbrio entre eficiência, acolhimento e propósito que explica a força de uma marca que se consolidou sem recorrer ao improviso, e sim ao estudo e à escuta.

Da tesoura ao laser, Carla Adolph construiu uma trajetória que traduz uma transformação de época: a de um mercado que aprende a unir técnica, sensibilidade e inovação em um mesmo gesto. Detalhes sobre os cursos, certificações e kits profissionais podem ser encontrados no site do Instituto Brasile, onde o conhecimento segue sendo compartilhado com quem acredita que a beleza, quando bem conduzida, tem o poder de mudar vidas.

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Analice Nicolau explica como construir uma narrativa humanizada antes que a IA tome conta

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84% da Geração Z engole conteúdo falso todo instante; aprenda com caso que custou milhões

Analice Nicolau sabe exatamente como é compartilhar um conteúdo sem checar se veio de humano ou máquina, la mesma já caiu nessa. Segundo a OECD, 84% da Geração Z vive essa confusão todo dia, rolando feeds sem aquele filtro instintivo que só experiência traz. Num mundo de prompts instantâneos, marcas enfrentam escolha dura: ou mergulham na alma do cliente através de conversas reais, ou viram mais um perfil genérico perdido no algoritmo. Nenhuma IA senta na sala de reunião captando emoção, história de vida, tom de voz. Esse é o superpoder humano que Analice entrega.

Com 20 anos de jornalismo e centenas de reuniões cara a cara, Analice aprendeu que narrativa não nasce de prompts, nasce de conexão. O framework da OECD lista 22 competências técnicas, mas esquece o principal: sentar com o empreendedor em São Paulo, ouvir o gestor contar a pressão do conselho, captar o sonho da PME de Fortaleza que quer ser gigante. “É esse “mergulhar na alma” que gera verdades impossíveis de falsificar. IA gera texto. Reunião gera descobertas que transformo em legado”. conclui Analice

O caso do deepfake do Jason Momoa em 2025 mostra o preço da superficialidade. Vídeo falso prometendo romance e investimento que enganou a viúva britânica, US$ 600 mil sumiram porque faltou o faro humano de desconfiar. Dois milhões de views antes de cair, e as marcas acabam perdendo 30% dos seguidores por compartilhar sem sentir a frieza artificial. Analice repete pros clientes: “IA viraliza em segundos. Mas a conversa humana reconquista em meses.”

No Brasil, campanhas de moda praia em 2025 viralizaram com biquínis impossíveis, costuras flutuando, sombras erradas, seis dedos nos modelos. Milhões curtiram antes do desmascaramento. Marcas de beachwear enfrentaram boicote: vendas cairam 25%, nas redes sociais gritando “fake”. O erro fatal? Confiaram em tela, não em conversa com público real. Analice nunca deixa isso acontecer, ela vive nas reuniões onde cliente revela o que algoritmo nunca vai entender. A sua narrativa. E ela é única.

A metodologia Analice é direto ao ponto, mas ninguém copia: Primeiro, ela ouve a história que o empreendedor nunca contou pra ninguém, a dor do fracasso, o sonho que  o mantém acordado às 3 da manhã. Segundo, usa IA para rascunho bruto, mas reescreve tudo com a voz dele, palavra por palavra, emoção por emoção. Terceiro, manda pros clientes uma pergunta simples: “Você sentiu que eu te entendi?”  Quarto, coloca aqueles detalhes que só brasileiro pega, o ritmo no texto que embala, a metáfora do jogo empatado no final, a saudade do interior que aperta o peito.

Os números só confirmam o que ela viveu em vários projetos cara a cara:  40% mais mensagens espontâneas via rede social. “Fico tão feliz quando vejo a face do cliente e o sorriso que o fez se sentir validado” funis que vendem 3x mais rápido, clientes que ligam domingo às 20h dizendo “Analice, você me entende como ninguém”. Enquanto consultorias entregam planilhas Excel, Analice entrega gente que compra de novo. Enquanto agências mandam 50 variações de prompt, ela olha nos olhos. Para 2026, quem entender que narrativa é relacionamento humano, ganha. Quem achar que IA substitui olho no olho, já perdeu.

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Imagem com propósito: como Jéssica Migliorini ressignifica o vestir como ferramenta de comunicação e influência

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Durante muito tempo, a imagem feminina foi tratada apenas como um recurso estético, dissociado de estratégia, identidade e intenção. Hoje, esse olhar vem sendo revisado por profissionais que entendem a imagem como parte fundamental da comunicação pessoal e do posicionamento social. Entre esses nomes, destaca-se Jéssica Migliorini, consultora de imagem e estrategista de posicionamento, que tem contribuído para uma nova leitura sobre o papel da imagem na construção de autoridade feminina.

O trabalho desenvolvido por Jéssica parte do princípio de que o vestir é um ato de comunicação consciente. Cada escolha visual carrega mensagens, símbolos e significados que impactam diretamente a forma como uma mulher é percebida e como ela se percebe. A partir dessa perspectiva, a imagem deixa de ser um elemento superficial e passa a ser compreendida como uma ferramenta de influência, clareza e direcionamento.

Criadora do método Vista-si, Jéssica propõe um processo de alinhamento entre identidade, essência e intenção. A metodologia integra moda, comportamento, comunicação não verbal e inteligência emocional, auxiliando mulheres a construírem uma presença coerente com seus valores e objetivos de vida. O foco não está em tendências passageiras, mas na construção de uma imagem que sustente crescimento, segurança e protagonismo.

Com uma estética clássica aliada a uma visão contemporânea e histórica da imagem feminina, Jéssica Migliorini desenvolveu uma atuação autoral, que respeita trajetórias individuais e contextos pessoais e profissionais. Seu trabalho se diferencia por transformar escolhas visuais em estratégias de posicionamento, fortalecendo a autoconfiança e a autoridade de mulheres em diferentes áreas.

Além da consultoria, Jéssica é criadora do projeto Vestida de História, que conecta imagem, memória e identidade, resgatando a relação entre o vestir e as narrativas que atravessam a vida de cada mulher. Como palestrante, mentora e influenciadora digital, compartilha conteúdos que convidam à reflexão sobre imagem, comportamento e presença consciente.

Ao propor uma abordagem que une estética, estratégia e inteligência emocional, Jéssica Migliorini reforça a ideia de que imagem não é vaidade, mas uma linguagem poderosa capaz de comunicar propósito, fortalecer decisões e ampliar oportunidades.

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Evento da Aliança Divergente reúne 4.500 pessoas e projeta São José dos Campos no cenário nacional

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Entre os dias 30 de janeiro e 1º de fevereiro, São José dos Campos (SP) recebeu um dos maiores eventos presenciais do país voltados ao desenvolvimento humano. Realizado pela Aliança Divergente, o encontro aconteceu na Arena Farma Conde e reuniu cerca de 4.500 participantes, vindos de diferentes regiões do Brasil e do exterior.

De acordo com estimativa da organização do evento, a realização movimentou aproximadamente R$ 40 milhões na economia local. O impacto foi percebido principalmente na rede hoteleira, no setor de alimentação, no transporte, no comércio e em serviços ligados à produção e à logística do evento.

A presença de um público expressivo ao longo de vários dias reforçou a capacidade do município de receber grandes encontros nacionais, ampliando a visibilidade de São José dos Campos como destino para eventos de grande porte.

A Aliança Divergente destaca que o evento não tem caráter terapêutico nem clínico. A proposta é criar um espaço de reflexão sobre desenvolvimento humano, relações e escolhas individuais, a partir de uma metodologia própria, chamada Teoria da Permissão, aplicada pela organização em sua comunidade.

Segundo Renato Torres, CEO da Aliança Divergente, o encontro foi pensado como uma experiência coletiva, voltada à consciência e à responsabilidade pessoal, sem promessas de cura ou intervenção médica. “O objetivo é provocar reflexão, clareza e decisões mais conscientes. O evento é um espaço de encontro, troca e aprendizado, não uma prática terapêutica”, afirma.

O evento reuniu participantes de diferentes faixas etárias e perfis, que já acompanham a comunidade da Aliança Divergente em formato digital e se encontraram presencialmente em São José dos Campos. A organização afirma ter mais de 150 mil aliados, distribuídos em 85 países, o que amplia o alcance da iniciativa.

Durante a programação, relatos pessoais e experiências compartilhadas pelos participantes reforçaram o caráter reflexivo do encontro, com foco em postura, relações e responsabilidade individual.

Mesmo avaliando a realização do evento em outras capitais, a organização optou por manter São José dos Campos como sede. A decisão levou em conta fatores como infraestrutura, localização estratégica e a relação da empresa com o município, onde está instalada desde 2018.

Com a realização do encontro, São José dos Campos se consolida como uma cidade capaz de unir infraestrutura, organização e capacidade de atração de grandes públicos, ampliando seu protagonismo no circuito nacional de eventos.

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