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Deixe-se contagiar pela história de esperança do livro O vírus do amor, de Luciene Balbino de Portugal para o Brasi

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Já pensou se descobrissem outro vírus, o vírus do amor? Sim, tem uma pessoa que imaginou como seria: Luciene Balbino, jornalista, escritora, dramaturga, youtuber e conferencista. A partir dessa descoberta, ela criou uma narrativa de afeto e esperança e que pode ser conferida no livro O vírus do amor – a felicidade que a humanidade não esperava (no prelo pela D’Livros Editora).

A ficção infantojuvenil traz a história dos irmãos Manuel e Vitória. Ao saber do vírus do amor, ambos acreditam que tudo possa voltar a ser da forma que era antes. Uma vida com muitas brincadeiras na rua e muitos abraços nos amigos e parentes. Na televisão, ouvem um jornalista dizer: “É incrível o que está acontecendo. No Planeta Terra, todos se abraçam e sorriem com uma incontrolável felicidade. Como podem ver pelas imagens, é algo inacreditável, as pessoas no mundo inteiro tirando as máscaras para sempre”. Animados e empolgados, os protagonistas se enchem de esperança. Também percebem que o tempo que ficaram em casa confinados trouxe aprendizados, como valorizar a família, cuidar uns dos outros, acreditar nos sonhos e amar. O amor é contagiante.

No livro, Luciene Balbino, conhecida por abordar questões delicadas, difíceis e polêmicas nos seus trabalhos, ressalta a importância do diálogo entre pais e filhos sobre as adversidades do mundo. São pontos que os pais e os familiares acabam tendo receio de falar. “Devemos ficar atentos aos sinais dos filhos e ajudá-los a olhar os acontecimentos ruins com sabedoria e fé”, afirma a autora.

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Artista e designer Luiz Lucas

Com capa e ilustrações do artista e designer Luiz Lucas, O vírus do amor foi lançado em 2021, na 91ª Feira do Livro de Lisboa, Portugal, onde Luciene Balbino mora atualmente. Ela nasceu em São Paulo e divide sua vida entre o país europeu e o Brasil. Agora, chegou a nossa vez de conhecer a história de Manuel e Vitória. Por aqui, ela será publicada pela D’Livros Editora, nos formatos impresso e e-book. O lançamento nacional ocorrerá no primeiro semestre de 2022.

Luciene Balbino ,nasceu na cidade de São Paulo, atualmente, vive em Portugal agora ponte aérea com projetos no Brasil , jornalista, escritora, dramaturga, youtuber e conferencista. Membro da União Brasileira de Autores (UBE) e da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA). Participa de projetos literários sob encomenda. Suas obras rompem o pacto de silêncio ao tocar assuntos difíceis, polêmicos e tabus com um olhar empático e sensível. Na área de comunicação, trabalhou nas principais emissoras brasileiras de TV como repórter, apresentadora, roteirista, pauteira e produtora.

Conheça alguns livros escritos por ela :

– O melhor abraço do mundo – ser diferente faz parte da natureza • infantil • D’Livros Editora (Brasil) e Estúdio Didáctico (Portugal) • 2021

– Um driblador da vida. A história de Ryan, um menino que amava o futebol • biografia • Editora Vento Forte (Brasil) • 2020

– De Eva a Madalena • livro-reportagem • D’Livros Editora (Brasil) e Estúdio Didáctico (Portugal) • 2017

– O sonho de Cadu • infantil • editora Lisa • 2008

– O sonho de Carolina • infantil • editora Lisa • 1997

Em Portugal, esteve em cartaz com as peçasteatrais entre elas:

– Mulheres à beira do precipício • 2019 a 2021

– Deus, que diabos tô fazendo aqui? – morrer não é para qualquer um • 2018

Destaque para as estreias de 2022, também no país lusitano:

– A comédia Trago o seu amor em 24 horas – pague antes mesmo que ele não volte!

– O espetáculo infantil sobre sustentabilidade: Criança natureza – vamos cuidar do planeta

– Peça Relação abusiva – só você tem a chave da libertação da sua gaiola

O vírus do amor – a felicidade que a humanidade não esperava de Luciene Balbino ficção infanto-juvenil R$ 39,00

Lançamento no Brasil: primeiro semestre de 2022 pela D’Livros Editora, nos formatos impresso e e-book

Facebook.com/Luciene Balbino

Fanpage: @luubalbino (Luciene Balbino – Escritora e dramaturga)

Instagram: luciene_balbino_escritora

https://www.youtube.com/channel/UCPp2ZIYedC4V714–g3lT6w

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Carnaval 2026: Alana Miranda dá orientações estratégicas sobre como se portar nas redes sociais durante a folia

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Para Alana Miranda, estrategista de marca e conteúdo digital, o período de Carnaval é, ao mesmo tempo, uma grande oportunidade e um enorme desafio para quem usa as redes sociais de forma profissional, com o objetivo de fortalecer reputação e construir marca.

“O Carnaval é um dos maiores eventos culturais do Brasil, com blocos de rua, megablocos nas cidades, desfiles e ritmos que viram tendência nas redes”, lembra Alana. Diferente de outras épocas do ano, a folia faz parte da rotina dos brasileiros e ativa conexões emocionais muito fortes. Justamente por isso, exige ainda mais estratégia, intenção e bom senso de quem cria conteúdo.

Segundo a estrategista, poucas pessoas usam esse período para falar da cultura do Carnaval em si. “A maioria acaba usando as redes apenas para aparecer — e é aí que muita gente perde a mão”, alerta. Postagens impulsivas, feitas no calor do momento, às vezes mostram excessos, consumo de álcool, uso de substâncias ou uma ideia de festa eterna, como se não houvesse consequências. Para quem constrói marca, esse tipo de conteúdo pode comprometer imagem, credibilidade e posicionamento.

1. Contextualize sua presença com intenção e responsabilidade

Antes de publicar, a pergunta precisa ser clara: isso está de acordo com a marca que eu quero construir? Aproveitar o Carnaval não significa postar tudo o tempo todo. O timing é importante, mas o comportamento online também comunica. A folia pode gerar conexão, proximidade e engajamento, mas também pode expor descuidos. Mesmo um simples stories precisa ser avaliado com atenção, afinal, a rede social é um canal profissional e tudo o que vai ao ar constrói (ou destrói) reputação.

2. Entenda e respeite o timing das festas

O Carnaval não se resume aos dias oficiais. Os pré-carnavais já movimentam agendas e geram conteúdo semanas antes. Entender quando sua audiência está mais ativa, seja na sexta que antecede a folia, durante os blocos ou até no pós-Carnaval, ajuda a publicar com mais estratégia e menos excesso. Além disso, nem todo mundo está na rua: o período também pode ser uma oportunidade para dialogar com quem está trabalhando, descansando ou usando o feriado para produzir.

3. Use formatos que gerem experiência, não exagero

Vídeos curtos, bastidores, reels com momentos marcantes e stories bem pensados podem gerar empatia e engajamento sem exposição desnecessária. Música, ritmo e referências ao clima do Carnaval funcionam muito bem quando usados com equilíbrio. Mostrar presença não significa mostrar tudo e saber editar o que fica de fora é parte da estratégia.

4. Priorize intenção, diálogo e comunidade

Durante o Carnaval, as interações ganham ainda mais força. Comentários, respostas, mensagens e trocas com seguidores ajudam a construir comunidade de verdade. Para Alana, engajamento vai muito além de números: é sobre criar conversas reais e fortalecer vínculos, sem perder de vista o posicionamento e os valores da marca.

O Carnaval de 2026 promete ser vibrante e cheio de tendências que vão dominar as timelines. Ainda assim, a presença nas redes não deve ser improvisada. Aproveitar a festa é importante, mas aproveitar com intenção, responsabilidade e estratégia é o que garante que esse grande momento cultural gere resultados positivos, memoráveis e coerentes com a imagem que criadores e marcas desejam construir.

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Rede Social do Bem conecta pessoas através da oração, gratidão e presença coletiva

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Com poder de conexão genuína, a ORA surge para preencher um vazio no ambiente digital: o da presença real. A plataforma foi desenhada como um espaço de acolhimento onde a vulnerabilidade não é exposta, mas abraçada. Seja através de um pedido de apoio, um momento de fragilidade ou uma mensagem de gratidão, o app transforma vivências individuais em experiências de cuidado compartilhado.

https://www.ora.social.br

Diferencial e alcance

A ORA desafia o status quo das redes sociais tradicionais. Diferente das plataformas orientadas por performance, comparação ou exposição, a ORA não possui disputa por atenção, métricas de vaidade ou foco na construção de imagem. O foco da plataforma é a conexão genuína entre pessoas, baseada em empatia, acolhimento e intenção.

A plataforma nasceu de uma experiência pessoal do fundador, Jimmy Peixoto, que ao enfrentar uma cirurgia delicada, percebeu o impacto profundo do carinho recebido via mensagens digitais.

“Lendo as mensagens, senti uma energia enorme que foi o combustível necessário para a minha recuperação. Os médicos foram essenciais, mas o apoio coletivo foi o empurrão que mudou meu estado vibracional”, afirma Jimmy.

Na ORA, os usuários expressam suas vivências, e outras pessoas se unem em oração, pensamento positivo ou apoio silencioso. A plataforma não substitui crenças individuais nem propõe uma religião. Ela funciona como um espaço neutro e inclusivo, onde diferentes visões coexistem em torno de um valor comum: o cuidado humano.

Tecnologia a Serviço do Vínculo Humano

A tecnologia da ORA foi desenhada para amplificar essa experiência coletiva. Recursos em tempo real permitem que os usuários vejam que há outras pessoas conectadas naquele momento, criando uma sensação concreta de presença e comunidade.
Um dos grandes diferenciais é a Angélica, uma consultora de Inteligência Artificial integrada ao app. Desenvolvida com base em sabedorias milenares e princípios de escuta ativa, a Angélica oferece apoio e conselhos estratégicos.

“A Angélica não é apenas um chatbot; ela é uma curadora de bem-estar. Ela foi programada para oferecer a palavra certa no momento de vulnerabilidade, funcionando como um suporte imediato para quem precisa de um conselho ou uma perspectiva positiva no meio do dia”, explica o idealizador.

É fundamental ressaltar que a inteligência artificial atua como suporte, organização e acolhimento, mas nunca como substituição do vínculo humano.

Um Novo Tipo de Rede

Alinhada ao movimento global de Human Tech (Tecnologia Humanizada), a ORA reforça que sua atuação é complementar: a plataforma não substitui o acompanhamento médico ou psicológico, mas serve como uma rede de apoio estratégica para momentos de crise ou necessidade de conexão. O objetivo é humanizar o uso do smartphone, transformando-o de uma fonte de ansiedade em um veículo de solidariedade.

A ORA foi criada para escalar algo que já existe na vida real, mas que raramente encontra espaço no ambiente digital: a força de uma comunidade quando ela se une em torno de alguém.

Mais do que uma plataforma, a ORA se posiciona como um novo tipo de rede, baseada não em quem aparece mais, mas em quem se importa.

Sobre a ORA:

A ORA é uma plataforma digital criada para conectar pessoas por meio de apoio humano, oração, gratidão e presença coletiva. Com foco em saúde mental e bem-estar, o app permite a postagem de pedidos de apoio e a interação baseada em empatia e intenção positiva. O usuário pode se conectar com outros usuários no mesmo horário para um momento juntos de oração e reflexão, assim como, enviar mensagens de apoio.

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Blockchain e segurança cibernética: o próximo nível de proteção para empresas brasileiras

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O contador e CEO da Trivium Estratégia & Auditoria, Cláudio Lasso, afirma que esse assunto já chegou a pequenas empresas

Há uma mudança clara no tipo de risco que mais preocupa os empresários hoje. Não é apenas risco tributário ou financeiro. É risco digital, operacional e reputacional. Segundo o contador e CEO da Trivium Estratégia & Auditoria, Cláudio Lasso, à medida que empresas se tornam mais dependentes de sistemas, integrações e dados, a exposição a fraudes, vazamentos e manipulações aumenta. “O problema é que muitos negócios ainda operam com estruturas de segurança incompatíveis com o nível de digitalização que já atingiram”, disse ele.

Cláudio afirma, que nesse contexto, tecnologias como blockchain e práticas mais avançadas de segurança cibernética deixam de ser assunto restrito a grandes corporações e passam a ser pauta estratégica também para médias e pequenas empresas.

O novo cenário de risco

Segundo Lasso, as fraudes hoje não acontecem apenas por erro humano direto. “Elas surgem de acessos indevidos, manipulação de registros, falhas de integração entre sistemas e ausência de trilha confiável de informações. Em auditorias, isso se traduz em dificuldade de rastrear eventos, validar dados e garantir integridade das informações. Quando não há confiança nos dados, não há governança. E sem governança, qualquer crescimento fica vulnerável”, pontua.

O papel do blockchain na auditoria e no controle

O empresário destaca que blockchain surge como uma solução relevante exatamente nesse ponto. Sua principal característica é a imutabilidade dos registros. “Uma vez registrado, o dado não pode ser alterado sem deixar rastro. Isso cria um ambiente muito mais seguro e transparente para auditorias, controles internos e validação de informações sensíveis”.

Cláudio afirma que, na prática, o uso de blockchain permite:

trilhas de auditoria mais confiáveis,

redução de risco de manipulação de dados,

maior transparência entre partes,

validação automática de registros e transações.

Para empresas, isso significa menos dependência de controles manuais e mais confiança nos próprios sistemas.

Segurança cibernética como prioridade de gestão

“Blockchain sozinho não resolve tudo. Ele precisa estar inserido em uma estratégia mais ampla de segurança cibernética. Isso inclui controle de acessos, gestão de perfis, proteção de dados sensíveis, monitoramento contínuo e cultura interna de segurança”, completa.

Ele afirma que erro mais comum que vejo é tratar segurança como custo técnico e não como proteção do negócio. “Vazamento de dados, fraude digital ou paralisação de sistemas afetam diretamente caixa, imagem e continuidade operacional”.

Cláudio Lasso fez alertas ao empresário brasileiro:

Minha leitura é clara: empresas que não evoluírem seus controles digitais estarão mais expostas nos próximos anos. O ambiente regulatório ficará mais rigoroso, clientes mais exigentes e parceiros mais cautelosos.

A pergunta deixou de ser “se” um incidente pode acontecer. Passou a ser “quando” — e quão preparada a empresa estará para responder.

A melhoria começa com estrutura

Minha recomendação ao empresário brasileiro é objetiva:

reveja seus processos de controle e auditoria,

invista em tecnologia que garanta rastreabilidade e integridade dos dados,

trate a segurança cibernética como parte da estratégia, não como acessório.

“Blockchain não é moda. É infraestrutura de confiança.Segurança digital não é exagero. É proteção de valor. Empresas que entendem isso não apenas reduzem risco. Elas ganham credibilidade, previsibilidade e maturidade para crescer em um ambiente cada vez mais digital”, conclui o sócio da Trivium.

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