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Dia do consumidor: Geração Z tende a preferir comprar gift cards para presentear

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A troca de presentes aflige 68,7% dos brasileiros e o modelo de gift card ajudar a solucionar essa demanda

O Dia do Consumidor, celebrado em 15 de março, destaca-se como uma data significativa para o comércio eletrônico no Brasil. A Geração Z, composta por jovens nascidos entre 1995 e 2010, tem desempenhado um papel crucial na transformação do cenário de compras, demonstrando uma clara preferência por transações online.

 

De acordo com a pesquisa realizada pela Akamai, 74% dos consumidores da Geração Z no Brasil realizam compras online pelo menos uma vez por mês, evidenciando a crescente confiança e familiaridade desse grupo com o ambiente digital. Além disso, 62% desses jovens utilizam dispositivos móveis como principal meio para efetuar suas compras, reforçando a importância de plataformas otimizadas para smartphones e tablets, segundo estudo realizado pela MeSeems/MindMiners a pedido do Google.

 

Paralelamente, a aquisição de gift cards tem emergido como uma tendência promissora entre os consumidores brasileiros. É o que mostra o relatório da Javelin Strategy & Research, onde 67% da Geração Z resgataram vales-presente online. “Esses cartões oferecem flexibilidade e praticidade, permitindo que os beneficiários escolham produtos ou serviços de sua preferência”, comenta Hidalgo Dal Colletto, CEO da Insys BR.

 

Uma pesquisa conduzida pela Brazil Panels, consultoria especializada em pesquisa de mercado e marketing full service, revela que a troca de presentes é uma prática comum para 68,7% dos brasileiros, com variações conforme a classe social. Esse dado reforça que as compras via gift cards podem ser mais assertivas, atendendo às expectativas e desejos dos presenteados.

 

“No contexto atual, onde a personalização e a conveniência são altamente valorizadas, os gift cards destacam-se como uma solução eficaz. Eles eliminam a incerteza na escolha de presentes e oferecem aos consumidores a liberdade de selecionar o que realmente desejam”, fala Hidalgo.

 

Para os varejistas, essa tendência representa uma oportunidade de engajar a Geração Z e outros segmentos, proporcionando experiências de compra alinhadas às preferências contemporâneas. “O Dia do Consumidor, assim como outras datas do varejo, nos ajudam a refletir sobre a evolução dos hábitos de consumo no Brasil, que traz a Geração Z liderando a preferência por compras online e uma adoção crescente de gift cards como uma alternativa prática e flexível para presentear”, conclui o CEO.

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ENTRE A RAZÃO E O INTUIÇÃO: ATILA GAIA UNIU COISAS TÃO DIFERENTES APÓS UM PERÍODO DE DOR E REINVENÇÃO

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Depois de transitar entre recursos humanos, esoterismo e produção acadêmica, Atila Gaia construiu uma carreira rara, em que sensibilidade e método deixaram de ser opostos e passaram a se fortalecer mutuamente.

 

Em um mercado que costuma separar com rigidez o racional do intuitivo, a trajetória de Atila Gaia segue na direção contrária. Sua história cruza áreas que, à primeira vista, parecem inconciliáveis: a assessoria acadêmica, marcada por método, pesquisa e estrutura, e o tarot, frequentemente associado apenas à espiritualidade e à subjetividade. No entanto, foi justamente na interseção entre esses dois universos que ele construiu sua identidade profissional e encontrou um caminho próprio, sólido e original.

Atila começou a atuar com assessoria acadêmica em 2014, ainda no segundo ano da faculdade de Administração. Naquele momento, o trabalho surgia como uma renda extra, enquanto sua atuação principal seguia em paralelo na área de recursos humanos. A base técnica, a disciplina e a familiaridade com processos vieram dessa fase inicial, em que o olhar analítico começou a ser lapidado. O que parecia apenas um trabalho complementar, porém, já revelava uma habilidade que mais tarde se tornaria decisiva: a capacidade de organizar conhecimento, interpretar demandas complexas e transformar conteúdo em resultado.

Foi em 2018 que sua vida profissional tomou um rumo inesperado. Ao conhecer o tarot, Atila encontrou um campo pelo qual se apaixonou profundamente e que, em pouco tempo, se transformou em sua principal fonte de renda. Seu crescimento foi rápido, mas não por acaso. Em vez de sustentar seu trabalho apenas em uma narrativa mística, ele passou a defender com insistência uma visão menos romantizada e mais técnica das cartas, afirmando que o tarot também exige estudo, repertório, método e treino. Essa postura, mais racional do que convencionalmente se espera no esoterismo, tornou-se um diferencial. Suas leituras ganharam destaque pela assertividade, especialmente nas previsões, chegando a desvendar crimes, seus alunos passaram a se destacar da mesma forma, confirmando que resultado, naquele campo, também podia nascer de preparo e consistência.

Mas a trajetória não foi linear. Em maio de 2023, a perda do irmão em um acidente de trânsito marcou uma ruptura profunda em sua vida pessoal e profissional. A partir dali, o trabalho com as cartas começou a se tornar emocionalmente insustentável. Ouvir dores, aconselhar pessoas e lidar diariamente com dramas alheios passou a exigir uma energia que, naquele período, já estava comprometida pelo luto e pela depressão. Aos poucos, Atila foi substituindo os atendimentos com o tarot pelos trabalhos acadêmicos, até que, entre agosto de 2023 e dezembro de 2024, se afastou completamente de tudo o que envolvia o tarot. Não atendia, não divulgava e não mantinha presença nesse universo. Dedicou-se integralmente às pesquisas e à produção de artigos, retomando com força o lado técnico de sua trajetória.

O que poderia ter sido um encerramento definitivo, porém, acabou se tornando um intervalo de reconstrução. Em dezembro de 2024, um novo movimento alterou o rumo da história: a Globo entrou em contato com Atila para convidá-lo a participar de uma matéria sobre as cores e o Réveillon. O convite teve, para ele, um efeito maior do que a simples exposição na mídia. Funcionou como um reencontro. Mais do que uma participação pontual, aquele momento foi percebido como um chamado para retornar ao tarot, agora de forma mais consciente, organizada e madura. Em fevereiro de 2025, ele decidiu voltar.

O retorno, no entanto, não significou abandonar a assessoria acadêmica. Ao contrário, significou compreender que uma parte da sua força profissional estava justamente na coexistência desses dois mundos. Depois de mergulhar novamente no tarot, Atila percebeu que já não conseguia se desligar dos trabalhos acadêmicos, porque havia desenvolvido um vínculo real com esse campo. Foi dessa conciliação que nasceu sua marca mais singular: de um lado, a criatividade, a escuta e a sensibilidade que o tarot exige; de outro, a técnica, a lógica e a estrutura que a produção acadêmica pede. Em vez de escolher entre um e outro, ele transformou essa dualidade em método de trabalho.

Hoje, essa construção já alcançou novos patamares. Atila Gaia consolidou sua atuação em duas frentes e ampliou sua presença para além do atendimento individual, levando seu conhecimento também para a formação de outras pessoas. Sua carreira inclui palestras realizadas em diferentes estados, em cidades como Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro, todas voltadas ao tarot. Essa circulação reforça não apenas o alcance do seu nome, mas também a força de uma abordagem que rompe com estereótipos e apresenta o esoterismo com seriedade, estudo e profundidade.

Mais do que uma história de versatilidade profissional, a trajetória de Atila Gaia é um exemplo de reinvenção. Sua experiência mostra que, em alguns casos, razão e sensibilidade não competem entre si, mas se completam. Ao levar mais técnica para o tarot e mais sensibilidade para os trabalhos acadêmicos, ele criou uma síntese rara, construída não apenas por talento, mas por vivência, ruptura, coragem e recomeço. No fim, sua carreira não se define por ter escolhido entre dois caminhos, mas por ter aprendido a sustentar ambos com autenticidade. 

 

Texto criado por Nathalia Pimenta
Supervisão jornalística aprovada por Radija Matos

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Empresários brasileiros compartilham conselhos para quem deseja crescer nos Estados Unidos

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Em entrevista, André e Raphael Carvalho discutem decisões e comportamentos que costumam influenciar o crescimento de um negócio

Empreender nos Estados Unidos é uma realidade cada vez mais comum entre brasileiros que buscam novas oportunidades fora do país. No entanto, transformar esforço em crescimento consistente ainda é um desafio para muitos empresários imigrantes. Agenda cheia, rotina intensa e múltiplas responsabilidades acabam ocupando quase todo o tempo de quem está à frente de um negócio.

Para os empresários André e Raphael Carvalho, essa realidade é frequente entre brasileiros que iniciam sua trajetória empreendedora no país. Segundo eles, o problema raramente está na disposição para trabalhar, mas na ausência de estratégias que permitam evoluir como empresário.

Enquanto muitos empresários acreditam que crescer depende apenas de trabalhar mais, André destaca que trabalhar muito é algo que praticamente todo empreendedor imigrante já faz. A maioria acorda cedo, dorme tarde e assume diversas funções dentro da própria empresa. “O problema é que o esforço sozinho não garante crescimento. Em algum momento, o empresário precisa desenvolver visão estratégica. Isso envolve entender melhor o mercado, aprender sobre gestão e tomar decisões mais conscientes”, afirma.

Para Raphael, existe uma diferença entre operar e construir um negócio. Ele diz; “no início, é normal o empreendedor estar envolvido em tudo, mas se ele continua apenas executando tarefas e não investe em conhecimento, acaba ficando preso no mesmo nível por muitos anos. Crescimento exige evolução pessoal e profissional”.

O mercado muda o tempo todo, e quem não acompanha essas mudanças acaba ficando para trás. Mas Raphael aponta algo importante: ”não basta consumir qualquer informação. Hoje existe um volume enorme de conteúdo disponível, especialmente nas redes sociais, e nem tudo vem de fontes confiáveis”.

“Portanto, o empresário precisa ter muito cuidado com o que escuta, o que lê e quem decide seguir. Nem todo conselho serve para a realidade de quem empreende nos Estados Unidos. Às vezes a pessoa está tentando aplicar estratégias que funcionam em outro país ou em outro tipo de mercado. O ideal é buscar referências que tenham experiência real e resultados comprovados”, complementa André.

Quando perguntados sobre o papel do networking nesse processo de crescimento, André diz que: “construir conexões é essencial. Nenhum empresário cresce sozinho. Em algum momento você vai precisar de orientação, parcerias, indicações ou oportunidades que surgem através de outras pessoas. Por isso é importante estar próximo de ambientes onde existam outros empresários, pessoas que também estão buscando evoluir”.

Já Raphael afirma que é importante entender que networking não é apenas conhecer pessoas. “O mais importante é construir relações de confiança ao longo do tempo. Muitas oportunidades aparecem justamente dessas conexões que foram cultivadas com respeito e consistência”, diz.

Ele complementa dizendo que conhecer pessoas é relativamente fácil. O desafio é manter essas relações de forma genuína. “Isso envolve reciprocidade, respeito e consistência. Quando existe troca de valor entre as pessoas, essas conexões se tornam muito mais duradouras”.

Muitas das oportunidades que aparecem para um empresário ao longo da carreira surgem justamente dessas relações construídas ao longo do tempo. Às vezes uma indicação, uma parceria ou até um conselho que muda a direção do negócio vem de alguém que faz parte do seu círculo profissional, completa Andre.

Os irmãos concordam que o primeiro passo é o empresário entender que crescimento não acontece apenas com esforço físico, mas é preciso investir em conhecimento, autodesenvolvimento e buscar ambientes onde existam pessoas que também estão evoluindo. E talvez o ponto mais importante seja assumir a responsabilidade pelo próprio desenvolvimento. “O empresário que decide aprender continuamente, se cercar das pessoas certas e evoluir na forma como lidera o negócio aumenta muito as chances de construir algo sólido no longo prazo”, finaliza Raphael.

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A Ciência da Perfeição Visual: O que é “Qualidade Percebida” no Setor Automotivo

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Ao entrar em um showroom, poucos consumidores pedem uma régua ou um paquímetro. Ainda assim, quase todos percebem quando algo não está certo. O som da porta ao fechar, a simetria entre os painéis, a regularidade dos vãos entre as peças e a textura dos materiais comunicam, em silêncio, se um veículo transmite solidez ou improviso. No setor automotivo, essa percepção imediata tem nome: Qualidade Percebida, o ponto exato onde engenharia de precisão e psicologia do consumidor se encontram.

Para entender como esse padrão é construído, a reportagem ouviu Paulo Almeida, especialista global em Qualidade e Geometria, com passagem por grandes montadoras como Stellantis e VinFast. Atualmente baseado no México, um dos polos industriais mais competitivos da indústria automotiva, Almeida defende uma ideia central: a qualidade que o cliente sente começa muito antes da linha de montagem. Ela nasce na validação geométrica rigorosa do produto.

O “Santo Graal” do Ajuste: o Meisterbock

Entre as ferramentas essenciais desse processo está o Meisterbock, uma estrutura metálica de altíssima precisão que representa a “carroceria perfeita” do veículo. É nela que cada componente, seja plástico ou metálico, é testado para garantir que respeita fielmente a intenção original do design.

“O Meisterbock é onde a teoria encontra a realidade”, explica Almeida. “Um desvio de apenas 0,5 milímetro não é algo que o cliente vá medir, mas o olho humano percebe imediatamente quando algo parece fora do lugar. Nosso trabalho é garantir que o produto seja fácil de montar e que o processo industrial preserve essa intenção, assegurando vãos e nivelamentos visualmente impecáveis.”

Na prática, isso significa alinhar o design do produto com a capacidade real de fabricação. Quando essa harmonia não existe, surgem desalinhamentos, ruídos, retrabalhos e, sobretudo, a sensação de baixa qualidade, mesmo em veículos tecnicamente avançados.

Por que a Precisão Importa (Muito)

A obsessão por tolerâncias mínimas não é exclusividade de especialistas em qualidade. Ela também está no centro da estratégia de algumas das maiores fabricantes do mundo. Em um e-mail interno que se tornou conhecido na indústria, Elon Musk, CEO da Tesla, chamou a atenção de sua equipe para o nível de rigor exigido nos encaixes de seus veículos:

“A precisão e a tolerância das peças precisam estar abaixo de 10 mícrons. Se produtos baratos, como blocos de LEGO ou latas de refrigerante, conseguem esse nível de precisão, nós também conseguimos. A precisão é um reflexo do nosso cuidado.”

Mais do que uma provocação, a mensagem ilustra uma mudança de mentalidade no setor: qualidade percebida não é luxo, é eficiência industrial. Segundo dados da International Automotive Task Force (IATF), falhas relacionadas a ajuste geométrico estão associadas a até 30% das reclamações de ruídos e vibrações nos primeiros meses de uso de um veículo, um dos principais fatores de insatisfação do consumidor.

Inovação no México: Precisão que Reduz Custos

Atuando diretamente no mercado mexicano, Almeida destaca que investir em qualidade percebida não é apenas uma decisão estética, mas estratégica. Em um ambiente de margens cada vez mais apertadas, errar menos é produzir melhor.

“Quando acertamos a geometria ainda na fase de protótipo, evitamos correções caras na produção em massa”, afirma. “Ajustes em interfaces críticas, como: painéis internos, portas e acabamentos, antes do lançamento já resultaram em reduções de até 60% nos defeitos iniciais. Isso representa milhões de dólares economizados ao longo do ciclo de vida do veículo.”

Nesse contexto, ferramentas como o Meisterbock, aliadas a análises de risco e simulações digitais, tornam-se instrumentos financeiros tão importantes quanto técnicos.

O Futuro da Qualidade: IA e o Olho Humano

O próximo passo dessa evolução, segundo Almeida, já está em curso. A indústria caminha para o uso de inteligência artificial e design generativo para prever falhas de montagem antes mesmo da construção do primeiro protótipo físico.

“A IA consegue sugerir geometrias mais fáceis de montar sem comprometer a intenção estética do designer”, explica. “Mas, no fim, o veredito ainda passa pelo toque humano. É o olhar treinado do especialista que valida aquilo que o cliente sente ao fechar a porta e ouvir um som sólido, preciso e satisfatório.”

No showroom, ninguém fala em milímetros ou tolerâncias. Mas é exatamente esse trabalho invisível, feito muito antes do carro existir, que transforma um veículo comum em um produto que transmite confiança, solidez e excelência logo no primeiro contato.

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