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Direito para atletas: como a assessoria jurídica protege atletas em transferências e contratos com clubes?

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O direito para atletas é essencial nas negociações de transferências e contratos, pois protege direitos econômicos, garantias financeiras e condições contratuais. Saber como e quando acionar a assessoria jurídica evita prejuízos e litígios que podem comprometer a carreira. 

Neste artigo, explicamos passo a passo o papel da assessoria no direito para atletas, as cláusulas críticas, os riscos mais comuns e as melhores práticas para atletas e clubes.

Direto para atletas e o papel da assessoria jurídica nas negociações

A assessoria jurídica atua como guardiã dos interesses do atleta durante toda a negociação. Ela interpreta cláusulas técnicas, verifica conformidade com regulamentos de federações e aponta riscos que podem passar despercebidos. Com isso, reduz-se a probabilidade de acordos lesivos e de litígios posteriores.

Além de revisar contratos, a assessoria orienta sobre calendário de pagamentos, condições de rescisão e garantias contratuais. Esse acompanhamento demonstra profissionalismo e evita surpresas financeiras. Para atletas em início de carreira, a orientação preventiva é ainda mais valiosa.

Também cabe à assessoria coordenar a comunicação entre clubes, agentes e intermediários. Isso proporciona transparência e evita conflitos de interesse durante a negociação. A presença de um advogado desportivo confere segurança técnica ao processo.

Cláusulas críticas que devem ser negociadas com cuidado

Existem cláusulas que podem definir o futuro financeiro e esportivo do atleta, como duração, multa rescisória e participação em transferências futuras. A redação dessas cláusulas deve ser precisa para evitar interpretações dúbias. A ausência de clareza muitas vezes resulta em disputas judiciais demoradas.

Direitos de imagem e exclusividades comerciais merecem atenção especial, pois influenciam rendimentos paralelos ao contrato. A definição de quem explora a imagem, por quanto tempo e em quais contextos evita litígios posteriores. Cláusulas que tratam de bônus e metas precisam ter critérios mensuráveis e objetivos.

Garantias de pagamento, como cauções bancárias ou cláusulas de remuneração escalonada, são ferramentas que protegem o atleta em caso de inadimplência. A assessoria jurídica avalia viabilidade dessas garantias e negocia instrumentos que efetivamente funcionem. Assim, reduz-se o risco de prejuízo financeiro.

Checklist: cláusulas que não podem faltar em uma negociação:

  1. Duração do contrato e condições claras de renovação.
  2. Valor da remuneração, periodicidade de pagamento e mecanismos de reajuste.
  3. Multa rescisória e condições para liberação em transferências.
  4. Direitos de imagem: limites, prazos e remuneração específica.
  5. Bônus por performance com critérios mensuráveis e cronograma.
  6. Garantias de pagamento (fianças, cauções, seguros de contratos).
  7. Condições em caso de lesão grave ou afastamento prolongado.

Negociação de luvas, bônus e mecanismos financeiros

Luvas, adiantamentos e bônus são parte substantiva das negociações e demandam precisão contratual. É fundamental definir cronograma de pagamento e eventuais descontos por antecipação. Sem essa clareza, o atleta corre o risco de receber valores inferiores ao esperado.

A estrutura de bônus deve ter metas objetivas e mensuráveis, vinculadas a fatos verificáveis como número de partidas, gols ou classificação. A advogada ou o advogado desportivo ajuda a traduzir metas esportivas em critérios jurídicos. Isso impede disputas sobre o cumprimento de metas.

Instrumentos financeiros complementares, como seguros contra inadimplência e cláusulas de garantia bancária, protegem o atleta quando o clube enfrenta dificuldade financeira. A assessoria jurídica esportiva avalia a eficácia desses instrumentos e sugere alternativas viáveis. Dessa forma, o atleta preserva sua estabilidade financeira.

Intermediação, agentes e registro: cuidados legais essenciais

Agentes e intermediários influenciam negociações, mas também geram riscos quando não há contratos claros de intermediação. É imprescindível documentar com precisão o papel do intermediário e o percentual de comissão. A falta de contrato formal pode levar a disputas sobre comissões e autoria da negociação.

O registro dos agentes junto às entidades competentes deve ser verificado antes de qualquer assinatura. Regras da FIFA e das confederações nacionais regulam a atuação de intermediários, e o não cumprimento pode invalidar cláusulas ou gerar penalidades. A atuação de advocacia desportiva assegura conformidade com essas regras.

Também é necessário prever no contrato quem arca com eventual pagamento de comissões e em que momento essa obrigação se concretiza. Essa definição evita que o atleta seja surpreendido por cobranças indevidas. Transparência contratual reduz litígios futuros.

Erros comuns a evitar durante negociações:

  • Assinar termos verbais sem documento escrito; isso aumenta o risco de disputas.
  • Não prever garantias em caso de inadimplência do clube; isso deixa o atleta vulnerável.
  • Aceitar cláusulas de exclusividade sem definição de contrapartidas financeiras claras.
  • Ignorar a necessidade de registro de intermediários e agentes conforme normativa aplicável.
  • Falta de revisão sobre implicações fiscais de luvas e bônus em transferências nacionais e internacionais.

Boas práticas para atletas e clubes em Ribeirão Preto

Atletas e clubes de Ribeirão Preto devem adotar rotinas contratuais padronizadas para reduzir deslizes. A elaboração de modelos contratuais e a revisão por assessoria jurídica contribuem para maior previsibilidade. Prática que beneficia tanto clubes de pequeno porte quanto organizações com estrutura mais robusta.

A comunicação antecipada sobre expectativas financeiras e desdobramentos esportivos evita mal-entendidos na hora da assinatura. Além disso, manter um arquivo organizado com todos os documentos e aditivos facilita a resolução de controvérsias. Em ambiente regional, a confiança mútua é reforçada pela formalização.

Por fim, é recomendável que atletas e clubes consultem, quando necessário, especialistas em Direito Desportivo e em Direito do Esporte antes de fechar acordos complexos. FFM Advogados orienta que a consulta técnica anteceda qualquer compromisso formal, como prática preventiva e educativa. Assim, preserva-se a carreira do atleta e a saúde financeira do clube.

Conclusão

A negociação de transferências e contratos exige muito mais do que boa vontade; exige conhecimento jurídico aplicado e estratégias contratuais. A assessoria jurídica protege o atleta ao revisar cláusulas, negociar garantias e assegurar conformidade com normas de federações e autoridades esportivas.

Adotar práticas preventivas, documentar todas as fases da negociação e contar com orientação técnica em um profissional em direito desportivo garante que o direito para atletas seja efetivamente respeitado, preservando carreiras e evitando litígios que comprometem resultados esportivos e financeiros.

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Analice Nicolau explica como construir uma narrativa humanizada antes que a IA tome conta

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84% da Geração Z engole conteúdo falso todo instante; aprenda com caso que custou milhões

Analice Nicolau sabe exatamente como é compartilhar um conteúdo sem checar se veio de humano ou máquina, la mesma já caiu nessa. Segundo a OECD, 84% da Geração Z vive essa confusão todo dia, rolando feeds sem aquele filtro instintivo que só experiência traz. Num mundo de prompts instantâneos, marcas enfrentam escolha dura: ou mergulham na alma do cliente através de conversas reais, ou viram mais um perfil genérico perdido no algoritmo. Nenhuma IA senta na sala de reunião captando emoção, história de vida, tom de voz. Esse é o superpoder humano que Analice entrega.

Com 20 anos de jornalismo e centenas de reuniões cara a cara, Analice aprendeu que narrativa não nasce de prompts, nasce de conexão. O framework da OECD lista 22 competências técnicas, mas esquece o principal: sentar com o empreendedor em São Paulo, ouvir o gestor contar a pressão do conselho, captar o sonho da PME de Fortaleza que quer ser gigante. “É esse “mergulhar na alma” que gera verdades impossíveis de falsificar. IA gera texto. Reunião gera descobertas que transformo em legado”. conclui Analice

O caso do deepfake do Jason Momoa em 2025 mostra o preço da superficialidade. Vídeo falso prometendo romance e investimento que enganou a viúva britânica, US$ 600 mil sumiram porque faltou o faro humano de desconfiar. Dois milhões de views antes de cair, e as marcas acabam perdendo 30% dos seguidores por compartilhar sem sentir a frieza artificial. Analice repete pros clientes: “IA viraliza em segundos. Mas a conversa humana reconquista em meses.”

No Brasil, campanhas de moda praia em 2025 viralizaram com biquínis impossíveis, costuras flutuando, sombras erradas, seis dedos nos modelos. Milhões curtiram antes do desmascaramento. Marcas de beachwear enfrentaram boicote: vendas cairam 25%, nas redes sociais gritando “fake”. O erro fatal? Confiaram em tela, não em conversa com público real. Analice nunca deixa isso acontecer, ela vive nas reuniões onde cliente revela o que algoritmo nunca vai entender. A sua narrativa. E ela é única.

A metodologia Analice é direto ao ponto, mas ninguém copia: Primeiro, ela ouve a história que o empreendedor nunca contou pra ninguém, a dor do fracasso, o sonho que  o mantém acordado às 3 da manhã. Segundo, usa IA para rascunho bruto, mas reescreve tudo com a voz dele, palavra por palavra, emoção por emoção. Terceiro, manda pros clientes uma pergunta simples: “Você sentiu que eu te entendi?”  Quarto, coloca aqueles detalhes que só brasileiro pega, o ritmo no texto que embala, a metáfora do jogo empatado no final, a saudade do interior que aperta o peito.

Os números só confirmam o que ela viveu em vários projetos cara a cara:  40% mais mensagens espontâneas via rede social. “Fico tão feliz quando vejo a face do cliente e o sorriso que o fez se sentir validado” funis que vendem 3x mais rápido, clientes que ligam domingo às 20h dizendo “Analice, você me entende como ninguém”. Enquanto consultorias entregam planilhas Excel, Analice entrega gente que compra de novo. Enquanto agências mandam 50 variações de prompt, ela olha nos olhos. Para 2026, quem entender que narrativa é relacionamento humano, ganha. Quem achar que IA substitui olho no olho, já perdeu.

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Imagem com propósito: como Jéssica Migliorini ressignifica o vestir como ferramenta de comunicação e influência

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Durante muito tempo, a imagem feminina foi tratada apenas como um recurso estético, dissociado de estratégia, identidade e intenção. Hoje, esse olhar vem sendo revisado por profissionais que entendem a imagem como parte fundamental da comunicação pessoal e do posicionamento social. Entre esses nomes, destaca-se Jéssica Migliorini, consultora de imagem e estrategista de posicionamento, que tem contribuído para uma nova leitura sobre o papel da imagem na construção de autoridade feminina.

O trabalho desenvolvido por Jéssica parte do princípio de que o vestir é um ato de comunicação consciente. Cada escolha visual carrega mensagens, símbolos e significados que impactam diretamente a forma como uma mulher é percebida e como ela se percebe. A partir dessa perspectiva, a imagem deixa de ser um elemento superficial e passa a ser compreendida como uma ferramenta de influência, clareza e direcionamento.

Criadora do método Vista-si, Jéssica propõe um processo de alinhamento entre identidade, essência e intenção. A metodologia integra moda, comportamento, comunicação não verbal e inteligência emocional, auxiliando mulheres a construírem uma presença coerente com seus valores e objetivos de vida. O foco não está em tendências passageiras, mas na construção de uma imagem que sustente crescimento, segurança e protagonismo.

Com uma estética clássica aliada a uma visão contemporânea e histórica da imagem feminina, Jéssica Migliorini desenvolveu uma atuação autoral, que respeita trajetórias individuais e contextos pessoais e profissionais. Seu trabalho se diferencia por transformar escolhas visuais em estratégias de posicionamento, fortalecendo a autoconfiança e a autoridade de mulheres em diferentes áreas.

Além da consultoria, Jéssica é criadora do projeto Vestida de História, que conecta imagem, memória e identidade, resgatando a relação entre o vestir e as narrativas que atravessam a vida de cada mulher. Como palestrante, mentora e influenciadora digital, compartilha conteúdos que convidam à reflexão sobre imagem, comportamento e presença consciente.

Ao propor uma abordagem que une estética, estratégia e inteligência emocional, Jéssica Migliorini reforça a ideia de que imagem não é vaidade, mas uma linguagem poderosa capaz de comunicar propósito, fortalecer decisões e ampliar oportunidades.

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Evento da Aliança Divergente reúne 4.500 pessoas e projeta São José dos Campos no cenário nacional

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Entre os dias 30 de janeiro e 1º de fevereiro, São José dos Campos (SP) recebeu um dos maiores eventos presenciais do país voltados ao desenvolvimento humano. Realizado pela Aliança Divergente, o encontro aconteceu na Arena Farma Conde e reuniu cerca de 4.500 participantes, vindos de diferentes regiões do Brasil e do exterior.

De acordo com estimativa da organização do evento, a realização movimentou aproximadamente R$ 40 milhões na economia local. O impacto foi percebido principalmente na rede hoteleira, no setor de alimentação, no transporte, no comércio e em serviços ligados à produção e à logística do evento.

A presença de um público expressivo ao longo de vários dias reforçou a capacidade do município de receber grandes encontros nacionais, ampliando a visibilidade de São José dos Campos como destino para eventos de grande porte.

A Aliança Divergente destaca que o evento não tem caráter terapêutico nem clínico. A proposta é criar um espaço de reflexão sobre desenvolvimento humano, relações e escolhas individuais, a partir de uma metodologia própria, chamada Teoria da Permissão, aplicada pela organização em sua comunidade.

Segundo Renato Torres, CEO da Aliança Divergente, o encontro foi pensado como uma experiência coletiva, voltada à consciência e à responsabilidade pessoal, sem promessas de cura ou intervenção médica. “O objetivo é provocar reflexão, clareza e decisões mais conscientes. O evento é um espaço de encontro, troca e aprendizado, não uma prática terapêutica”, afirma.

O evento reuniu participantes de diferentes faixas etárias e perfis, que já acompanham a comunidade da Aliança Divergente em formato digital e se encontraram presencialmente em São José dos Campos. A organização afirma ter mais de 150 mil aliados, distribuídos em 85 países, o que amplia o alcance da iniciativa.

Durante a programação, relatos pessoais e experiências compartilhadas pelos participantes reforçaram o caráter reflexivo do encontro, com foco em postura, relações e responsabilidade individual.

Mesmo avaliando a realização do evento em outras capitais, a organização optou por manter São José dos Campos como sede. A decisão levou em conta fatores como infraestrutura, localização estratégica e a relação da empresa com o município, onde está instalada desde 2018.

Com a realização do encontro, São José dos Campos se consolida como uma cidade capaz de unir infraestrutura, organização e capacidade de atração de grandes públicos, ampliando seu protagonismo no circuito nacional de eventos.

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