A Conforte-se nasceu de uma experiência pessoal que transformou a visão do empresário Douglas Martins, 34 anos, sobre o mercado de cuidados pós-operatórios. Casado há 12 anos e pai de uma menina de 10 anos, Douglas é reconhecido por sua trajetória de sucesso no ramo de fabricação de produtos naturais. Agora, ele se prepara para revolucionar o mercado brasileiro em 2025 com um modelo de franquia inovador e promissor.
Uma Necessidade Transformada em Oportunidade
A ideia para a Conforte-se surgiu quando a esposa de Douglas Martins passou por uma cirurgia e precisou de cuidados específicos durante o período de recuperação. Ele percebeu a importância de uma poltrona com sistema powerlift, que não apenas proporcionou conforto, mas também foi crucial para uma recuperação segura e sem esforços excessivos. Essa experiência pessoal revelou um nicho de mercado carente de soluções especializadas, inspirando Douglas a criar um negócio focado em atender essa demanda.
Conforte-se: Franquias para Crescer em Todo o Brasil
A Conforte-se oferece três modelos de franquia – Conforte-se Essencial, Conforte-se Prime e Conforte-se Master – projetados para diferentes perfis de investidores. Cada modelo vem com suporte completo, treinamento e estratégias de marketing centralizadas pela matriz, permitindo que os franqueados se concentrem no atendimento e expansão local.
Modelos de Franquia: Escolha o Que Mais Combina com Seu Perfil
A Conforte-se oferece três modelos de franquia projetados para atender diferentes perfis de investidores e regiões. Todas as modalidades incluem suporte completo, treinamento especializado e estratégias de marketing desenvolvidas pela matriz.
Conforte-se Essencial
✔ Ideal para cidades com até 200 mil habitantes.
✔ Inclui 10 poltronas Powerlift.
✔ Faturamento médio estimado: R$ 20.500/mês.
✔ Investimento inicial acessível com alta taxa de retorno.
Conforte-se Prime
✔ Desenvolvido para regiões acima de 300 mil habitantes.
✔ Inclui 20 poltronas Powerlift para atender um maior número de clientes.
✔ Faturamento médio estimado: R$ 42.000/mês.
✔ Maior capacidade para firmar parcerias estratégicas, como clínicas e hospitais.
Conforte-se Master
✔ Perfeito para grandes centros urbanos.
✔ Inclui 40 poltronas Powerlift, com alta capacidade operacional.
✔ Faturamento médio estimado: R$ 84.000/mês.
✔ Oportunidade de conquistar uma fatia expressiva de um mercado crescente.
Com uma estrutura simples de gerenciar e uma demanda que supera 125 mil clientes mensais no Brasil, a Conforte-se oferece um modelo de negócio de baixo custo operacional e alto potencial de crescimento.
Um Negócio de Alta Rentabilidade e Baixo Custo
Além de atender pacientes em recuperação, a Conforte-se se destaca pela possibilidade de parcerias estratégicas. Em um caso recente, um franqueado conseguiu gerar R$ 4.900 no primeiro mês ao fechar uma única parceria com um cirurgião. Com cada poltrona Powerlift podendo gerar até R$ 2.100 mensais, o retorno sobre o investimento é rápido, tornando-se uma opção atrativa para quem busca segurança e lucratividade.
Por Que Investir na Conforte-se?
Se você está buscando um modelo de negócio promissor para 2025, a Conforte-se é uma escolha estratégica. Unindo inovação, demanda crescente e suporte completo, a franquia oferece tudo o que um empreendedor precisa para alcançar o sucesso.
A Conforte-se não é apenas um negócio; é uma solução para melhorar a qualidade de vida de pacientes em recuperação, enquanto gera uma fonte de renda estável e sustentável para seus franqueados.
Quer saber mais sobre como se tornar um franqueado da Conforte-se? Acesse nosso site e descubra como iniciar seu caminho para o sucesso em 2025.
Comece Agora Mesmo!
Não perca tempo. Descubra como se tornar um franqueado da Conforte-se e aproveite essa oportunidade única.
Referência absoluta em Foz do Iguaçu e na região da Tríplice Fronteira, a Loumar Turismo é uma empresa 100% iguaçuense que atua desde 1990 no mercado de turismo receptivo, transporte e experiências integradas. Com mais de três décadas de atuação contínua, a companhia se consolidou como uma das maiores e mais respeitadas operadoras do destino, atendendo mensalmente mais de 20 mil turistas entre Brasil, Argentina e Paraguai.
Reconhecida pela excelência operacional e pela inovação constante, a Loumar lidera o mercado regional de receptivo turístico, logística e transporte de passageiros, com uma estrutura robusta, frota própria moderna e uma equipe altamente capacitada. Sua atuação estratégica faz da empresa uma das principais geradoras de empregos diretos e indiretos do setor turístico em Foz do Iguaçu.
Mais do que uma operadora local, a Loumar se posiciona como uma Tourism Tech, unindo tecnologia de ponta a um atendimento humanizado. O modelo, definido internamente como “Tecnologia Humanizada”, alia plataformas digitais, sistemas próprios e canais de venda online ao suporte próximo de especialistas no destino, garantindo segurança, eficiência e uma experiência personalizada para cada cliente.
Com presença marcante nas ruas, nos hotéis, nos atrativos turísticos e nas redes sociais, a Loumar também se destaca como uma das empresas mais influentes na promoção do Destino Iguaçu no Brasil e no exterior. Pioneira no uso estratégico das redes sociais e no live commerce turístico, a empresa alcança milhões de pessoas por meio de conteúdos próprios, campanhas digitais e transmissões ao vivo que conectam diretamente o viajante às experiências da Tríplice Fronteira.
A Loumar Turismo opera um portfólio completo de produtos e serviços, que inclui transporte regular e privativo, city tours no Brasil e na Argentina, pacotes integrados de ingressos, logística para eventos, atendimento a grupos e agências, além de soluções exclusivas que facilitam a mobilidade e o planejamento do turista no destino.
Com uma trajetória marcada por inovação, credibilidade e visão de futuro, a Loumar Turismo segue na vanguarda do turismo nacional, reafirmando seu papel como principal referência em turismo receptivo na Tríplice Fronteira e como parceira estratégica para quem busca viver Foz do Iguaçu com segurança, conforto e excelência.
A ampliação das discussões sobre jornada de trabalho, a intensificação da fiscalização digital e as mudanças nas dinâmicas de contratação colocam a prevenção de riscos trabalhistas no centro das estratégias empresariais em 2026. Nesse contexto, cresce a demanda por modelos jurídicos que atuem de forma integrada à gestão dos negócios, com foco na antecipação de passivos e na organização interna das companhias.
Autora do livro O Poder da Decisão, a advogada Beatriz Bocchi atua no Direito do Trabalho empresarial com foco em consultoria preventiva e orientação estratégica. Nascida em Ribeirão Preto e formada em Direito pela UNAERP, ela é sócia-fundadora do escritório Beatriz Bocchi Advocacia, localizado na Avenida Paulista, em São Paulo, onde desenvolve um modelo de atuação voltado à gestão de riscos trabalhistas e à tomada de decisões empresariais mais seguras.
Créditos da Foto: Divulgação
Segundo a advogada, a proposta do escritório é integrar o jurídico à estrutura operacional das empresas, indo além da atuação tradicional focada exclusivamente no contencioso. Para ela, a prevenção exige entendimento dos fluxos internos, da cultura organizacional e da forma como a legislação é aplicada no dia a dia corporativo. “Não entregamos apenas a lei. Atuamos na construção de processos, engenharia de turnos e manuais internos que organizam a empresa de dentro para fora”, afirma.
De acordo com Beatriz, muitos passivos trabalhistas surgem de falhas recorrentes na gestão. Entre elas, destacam-se as contratações de pessoas jurídicas em condições incompatíveis com a legislação, ausência de documentação formal de conduta e ética, o tratamento das normas de segurança previstas na NR1 apenas como exigência burocrática e ajustes improvisados de jornadas e escalas. Para a advogada, esses fatores criam riscos financeiros relevantes quando não são tratados com base técnica e planejamento.
Créditos da Foto: Divulgação
A atuação direta da advogada junto aos empresários também é um diferencial do modelo adotado pelo escritório. Segundo ela, o trabalho envolve participação nas decisões estratégicas, mantendo o diálogo constante com sócios e lideranças. “Traduzir o jurídico para a linguagem de negócios é essencial para que ele funcione como um viabilizador de decisões seguras”, explica. Essa abordagem reflete os conceitos apresentados em seu livro O Poder da Decisão, no qual aborda liderança, clareza e responsabilidade na condução das empresas.
Créditos da Foto: Divulgação
Para as organizações que investem em assessoria trabalhista contínua, os reflexos são observados tanto no controle financeiro quanto na gestão interna. Segundo a Dra. Beatriz, nota-se uma redução no volume de novas ações trabalhistas, diminuição de autuações administrativas e maior previsibilidade nas operações. No campo da gestão, processos claros permitem que os empresários direcionem esforços à expansão, com maior segurança sobre a base operacional do negócio. “Quando a empresa organiza sua gestão de pessoas, ela protege o patrimônio e ganha liberdade para crescer”, afirma.
Créditos da Foto: Divulgação
Créditos da Foto: Divulgação
A advogada avalia que o cenário atual exige uma mudança de postura imediata por parte dos empresários. Para ela, a combinação entre novas regras, fiscalização tecnológica e transformações no mercado de trabalho torna indispensável a profissionalização da gestão. “Não decidir organizar a empresa já é uma decisão que gera risco. O momento pede clareza, estrutura e responsabilidade”, declara.
Créditos da Foto: Divulgação
Mais informações sobre a atuação da Beatriz Bocchi Advocacia, o livro O Poder da Decisão, mentorias e conteúdos sobre Direito do Trabalho e gestão empresarial estão disponíveis no site www.beatrizbocchiadv.com.br. A advogada também compartilha análises e orientações práticas no Instagram @dra.beatrizbocchi e no YouTube @porbeatrizbocchi. Contato comercial e para palestras pelo e-mail beatriz@beatrizbocchiadv.com ou WhatsApp (11) 98804-8424.
Setor sofre perda de competitividade encarecimento produtivo e retração no emprego enquanto empresários buscam alternativas para manter operações
A indústria têxtil brasileira vive um processo consistente de enfraquecimento produtivo, marcado pela redução de capacidade instalada, fechamento de fábricas e aumento da dependência de produtos importados, especialmente vindos da Ásia. Levantamentos da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) apontam queda na produção interna ao longo dos últimos anos e aumento expressivo das importações de vestuário e artigos confeccionados. A China permanece como a principal origem desses produtos, respondendo pela maior parcela do volume comprado pelo Brasil. Essa combinação pressiona preços e reduz margens, ampliando o risco de desindustrialização em um dos setores mais tradicionais do país.
Para Cláudio Costa Cardozo, empreendedor com mais de 30 anos de atuação na indústria nacional e fundador da Declaus Confecções, o cenário atual evidencia desafios estruturais. “A competição com produtos internacionais sempre existiu, mas a diferença de escala, incentivos externos e custos produtivos internos coloca as empresas brasileiras em desvantagem. Aqui trabalhamos com carga tributária elevada, energia mais cara e menos acesso a financiamento para inovação”, afirma. Segundo ele, mesmo empresas consolidadas enfrentam dificuldades para manter competitividade em meio à pressão por preços mais baixos e prazos curtos de entrega.
A discussão sobre perda de densidade industrial não é exclusiva do setor têxtil. Estudos do Ipea e da CNI mostram que a indústria de transformação brasileira tem reduzido participação na economia nas últimas décadas, refletindo menor investimento em tecnologia e crescente penetração de importados. No caso têxtil, entidades representativas relatam níveis elevados de ociosidade, especialmente entre pequenas e médias empresas, que têm menor capacidade de absorver oscilações de custos ou modernizar maquinário.
Além da concorrência externa, fatores domésticos também contribuem para o quadro: logística complexa, volatilidade cambial, juros elevados e pressão tributária tornam a produção local significativamente mais onerosa que a de países concorrentes. “Para quem opera no Brasil, competir apenas por preço é inviável. A saída tem sido buscar diferenciação, investir em qualidade, foco no cliente e processos mais eficientes”, observa Cláudio.
A perda de dinamismo no setor também tem impacto social relevante. A cadeia têxtil é uma das maiores empregadoras industriais do país, distribuída em cidades de médio porte e fortemente dependente de produção local. A retração da atividade afeta renda, arrecadação e oportunidades de trabalho nessas regiões. Para evitar agravamento, entidades setoriais defendem medidas como simplificação tributária, instrumentos de defesa comercial mais ágeis e políticas de incentivo à modernização produtiva.
Para consumidores, pequenos fabricantes e profissionais da área, especialistas destacam caminhos possíveis para aumentar a resiliência do negócio. Entre as principais práticas recomendadas estão:
• diversificação de canais de venda, com integração entre loja física, e-commerce e redes sociais • gestão de estoque baseada em dados para reduzir perdas e evitar imobilização financeira • adoção gradual de automação e tecnologias de controle de produção • foco em produtos com maior valor agregado e menor competição direta com itens importados
Apesar dos desafios, Cláudio acredita que ainda há espaço para recuperar competitividade. “A indústria têxtil brasileira tem conhecimento técnico e histórico de inovação. Com ambiente mais favorável para produzir, políticas adequadas e visão estratégica, o setor pode voltar a crescer e entregar produtos que valorizem a produção nacional”, conclui.
A trajetória da indústria têxtil revela não apenas obstáculos do presente, mas a necessidade de reposicionar o país diante das transformações globais. O debate sobre desindustrialização torna-se, assim, essencial para compreender como setores tradicionais podem se adaptar, preservar empregos e garantir futuro econômico sustentável.