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Dra. Juliana Tortorelli, Delegada Cultural de Atibaia, visita a Casa Cor 2021 em Campo Grande no MS

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Dra. Juliana Tortorelli - Foto: Acervo Pessoal

Foi em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, dentro de um lavabo, decorado pela Design, Maria Helena Bertola e o impecável trabalho realizado em paredes da parceira, Karla Mattos que faz parte da Tortorelli Galeria & Curadoria, que marcou o início da parceria em novos projetos ligados a artes.

Em seguida ocorreu um coquetel na residência da Design, Maria Helena Bertola, que com muito carinho recebeu nossa querida Delegada Cultural, juntamente com os artistas que já fazem parte da Tortorelli Galeria & Curadoria, que foi transmitido ao vivo pelo parceiro Ale Abdo, Jornalista do canal TV Channel Network.

No coquetel marcaram presença personalidades como Antônia Hanemann, Apresentador Gomes, Eny Escobar, Bruno Rodrigues, Alex Persseguini, Cris Azuos, Erika Pedraza, Adriana Teixeira, entre outros.

Foto: Acervo Pessoal

Tortorelli Galeria & Curadoria vai mudar o conceito de exposição de arte por Juliana Tortorelli que inova mais uma vez e funda a Tortorelli Galeria & Curadoria online.

A delegada Cultural que tem o dom de criar obras com as próprias mãos, agora cria uma Galeria que oportuniza diversos artistas do Brasil e também do mundo.

O projeto que foi minuciosamente pensado e concebido, agora está sendo realizado e possui inauguração com mais de 200 artistas expondo.

Antônia Hanemann, Apresentador Gomes, Eny Escobar, Bruno Rodrigues, Alex Persseguini, Cris Azuos, Erika Pedraza, Adriana Teixeira

Nossa redação bateu um papo exclusivo com a Dra. Juliana Tortorelli para descobrirmos as novidades de seu inovador empreendimento:

Acompanhe a Entrevista abaixo:

Redação. Juliana Tortorelli, em qual cidade a Sra nasceu?

Juliana Tortorelli. Prudente / SP

Redação. É verdade que o seu maior sonho era ser ginasta? Conte-nos sobre isso?

Juliana Tortorelli. Pratiquei Ginástica Olímpica por 7 anos, e no momento das Olimpíadas meu pai teve receio e não assinou com a treinadora.

Redação. Sua frustração despertou o verdadeiro Dom da arte?

Juliana Tortorelli. Não diria frustração, mesmo porque continuei malhando inclusive dei aulas de Aeróbica,  Ginástica Rítmica  por anos e a Arte sempre  fez parte desde 17 anos, mas realmente mexeu com meu interior com minha alma

Redação. Seu pai, mesmo tendo sido contra o seu sonho no passado, continua sendo seu melhor amigo?

Juliana Tortorelli.  Meu pai é meu ídolo, meu sonho, minha vida, meu conselheiro, meu amigo.

Redação. Juliana aposta em um novo conceito de Galeria, como surgiu a ideia?

Juliana Tortorelli.  Essa ideia será atrair artistas de todas as modalidades, com entrevistas, em cada área Artística e Cultural.

Redaçã. Como faz para expor na Tortorelli Galeria e Curadoria?

Juliana Tortorelli.  O artista, entra em contato diretamente comigo, peço uma foto pessoal, biografia, imagens de quatro obras, e escolhe o valor pelo tempo de divulgação  e exposição.

Redação. Existe boatos da estreia de um programa de TV, essa fofoquinha de bastidores procede?

Juliana Tortorelli.  Sim, e por que não?

Redação. Bem… há muitas novidades vindo por aí, é verdade que você não tem mais suas digitais?

Juliana Tortorelli.  Sim é verdade, minhas digitais ficaram e ficam nas minhas obras de arte.

Redação. Isso é incrível, uma artista de alma doce e muita espiritualidade, fale mais sobre sua fé.

Juliana Tortorelli.  Sou pura energia e aposto no ser, adoro energias de alto astral, que saibam demonstrar amor, minha fé  é inabalável acredito na vida, onde estamos para crescer, aprender e evoluir

Redação. Queremos agradecer sua participação em nosso portal e ficamos a sua disposição para as novas novidades e projetos.

Para saber mais a respeito da Dra. Juliana Tortorelli, basta segui-la no Instagram: @julianatortorellioficial

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Após desmaio de Rafaella, dinâmica do Quarto Branco é encerrada no BBB 26

A produção do Big Brother Brasil 26 decidiu encerrar a dinâmica do Quarto Branco na noite deste sábado (17), após o desmaio de Rafaella. O episódio levou a direção do reality a antecipar o desfecho de uma das provas mais longas e tensas da edição. Após mais de 100 horas de confinamento, os cinco participantes

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A produção do Big Brother Brasil 26 decidiu encerrar a dinâmica do Quarto Branco na noite deste sábado (17), após o desmaio de Rafaella. O episódio levou a direção do reality a antecipar o desfecho de uma das provas mais longas e tensas da edição.

Após mais de 100 horas de confinamento, os cinco participantes remanescentes — Gabriela, Chaiany, Rafaella, Matheus e Leandro — aguardavam um Desafio Final, que transformaria oficialmente o Quarto Branco em uma prova decisiva de resistência.

No entanto, diante do ocorrido, a produção interveio. A voz anunciou a liberação imediata dos competidores ainda ativos e confirmou que quatro participantes garantiram vaga direta no BBB 26, encerrando a dinâmica de forma antecipada por motivos de segurança. Apenas um participante ficou fora da disputa final.

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Marcos Nishikawa explica nova função dos Goldens no Brasil

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Cães sempre foram sinônimo de companhia, afeto e lealdade. Mas, nos últimos anos, uma nova função vem ganhando espaço no Brasil: a dos cães de alerta médico, treinados para identificar alterações químicas no corpo humano antes mesmo de crises graves acontecerem. Para quem vive com doenças crônicas, esses animais representam segurança, autonomia e, muitas vezes, a diferença entre o risco e a prevenção.

Por trás dessa transformação estão profissionais que defendem uma mudança profunda na forma de criar, treinar e enxergar os cães. Um deles é Marcos Nishikawa, um dos nomes mais respeitados da cinofilia brasileira, pioneiro na criação de Golden Retrievers no país e fundador do Golden Trip Kennel, em São Paulo. Com mais de 30 anos de experiência, ele afirma que a cinofilia vive uma verdadeira virada de chave. “O maior mal do século está na cabeça”, diz, ao relacionar o crescimento de condições como TDAH, autismo, depressão, epilepsia e diabetes, que hoje atinge cerca de 17 milhões de brasileiros.

Para Nishikawa, esse cenário revela a chamada nova ordem mundial. “Meu trabalho promove a criação responsável, a genética, os padrões raciais e o bem-estar animal, com certificações nacionais e internacionais porque lidamos com vidas que salvam vidas”, afirma. Segundo ele, raças como o Golden Retriever mostram, cada vez mais, que vão além da companhia. “São cães extremamente sensíveis, inteligentes e preparados para trabalhar em prol do ser humano”, reforça. Para o criador, “esse é o futuro da relação homem e cachorro: uma conexão muito maior do que afeto, que engloba além da saúde mental, a física também, através do trabalho de alerta médico”.

Esse potencial só se concretiza com treinamento especializado. É aí que entra o trabalho do adestrador Glauco Lima, que atua há mais de 30 anos com cães no Brasil. Ele explica que a escolha por aprofundar o treinamento de cães de alerta médico veio de uma experiência pessoal. “A decisão de aprofundar esse tipo de trabalho surgiu de uma motivação pessoal: acompanhar de perto as dificuldades enfrentadas pela minha mãe, também diabética”, conta.

Para Glauco, o processo vai muito além de comandos e técnicas. “Não é só treinamento. É responsabilidade, confiança e conexão”, afirma. “O cão entende que aquela pessoa depende dele”, completa. Segundo ele, quando bem preparados, esses animais passam a fazer parte ativa da rotina, oferecendo não apenas suporte físico, mas também emocional.

A união entre criação responsável e treinamento especializado mostra que os cães estão assumindo um novo papel na sociedade. Uma relação que evolui do carinho para o cuidado, do afeto para a proteção — e que aponta para um futuro em que cães e humanos caminham juntos, de forma ainda mais profunda e transformadora.

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Conexão que transforma vidas: o eletricista que venceu o medo das nuvens para salvar a própria história

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Com 20 anos de jornada na Fundação Pró-Rim, Pedro Guida enfrentou a distância entre o Tocantins e Santa Catarina para realizar um transplante e hoje celebra o ciclo de superação garantido pelo SUS

Acostumado a subir em postes e percorrer fazendas para iluminar o Tocantins, o ajudante de eletricista Pedro Nascimento Guida, hoje com 65 anos, nunca imaginou que sua maior “voltagem” de esperança viria de um voo rumo ao desconhecido. O homem que lidava com a eletricidade nas ruas viu sua própria energia minguar em 2005, quando uma canseira persistente e febres frequentes revelaram que seus rins haviam parado de funcionar.

O choque do diagnóstico
Na época, trabalhando em Palmas, Pedro desconhecia o que era a hemodiálise. O diagnóstico foi um impacto profundo; a rotina de subidas em postes e viagens a trabalho deu lugar às sessões de diálise, iniciadas no Hospital Geral de Palmas (HGP). “Para mim, foi um choque muito grande. Eu sabia que não podia trabalhar mais, que teria que viver em função daquilo”, relembra ele sobre o início do tratamento.

A jornada de Pedro com a Fundação Pró-Rim começou em solo tocantinense, logo após a descoberta da doença. O apoio da instituição foi o alicerce para que ele pudesse processar a nova realidade e vislumbrar um futuro além das máquinas.

Ponte para o Sul: o medo de voar e o desejo de viver
A grande virada aconteceu em 2006, quando surgiu a oportunidade do transplante renal. A esperança ganhou um rosto familiar: seu irmão mais novo decidiu, em um gesto de amor puro, doar o rim. O destino para o procedimento era a matriz da Fundação Pró-Rim em Joinville, Santa Catarina.

Contudo, para alcançar o tratamento, Pedro precisou enfrentar um desafio que, para ele, era mais assustador que a mesa de cirurgia: o avião. “Meu medo maior era o avião, não era o transplante”, confessa entre risos. No dia da viagem, o nervosismo era nítido, mas ao ver a terra ficando pequena pela janela, ele entendeu que aquela conexão entre o Cerrado e o Sul era sua ponte para a vida.

Transplantes no Brasil
A generosidade do irmão de Pedro insere-se em um cenário no qual o Brasil se consolida como o detentor do maior sistema público de transplantes do mundo, com cerca de 90% dos procedimentos financiados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

No caso do doador vivo, como o irmão de Pedro, a Lei nº 9.434/97 e o Decreto nº 9.175/17 determinam que o procedimento é permitido entre cônjuges ou parentes de até 4º grau — pais, filhos, irmãos, avós, tios e primos — desde que haja compatibilidade sanguínea e imunológica. O procedimento é seguro e planejado, permitindo que tanto o doador quanto o receptor mantenham uma vida saudável após a cirurgia, encurtando o tempo de espera e aumentando as chances de sucesso do transplante.

Segundo Leonardo Barberes, vice-diretor da Associação Brasileira de Centros de Diálise e Transplante (ABCDT), histórias como a de Pedro evidenciam a relevância do sistema público. “O transplante renal é uma das terapias que melhor traduzem a eficiência do SUS quando há integração entre equipes, legislação bem estruturada e centros capacitados. É um modelo que salva vidas, reduz custos a longo prazo e devolve dignidade ao paciente”, destaca.

Para doadores sem laço familiar, a legislação brasileira permanece rigorosa, exigindo autorização judicial prévia para garantir que o ato seja solidário, livre e de espontânea vontade, protegendo a integridade de todas as partes envolvidas.

Renascimento em Santa Catarina
Durante os dois meses e quatro dias em que esteve sob os cuidados da unidade catarinense, Pedro se encantou com o acolhimento. “Lá é muito bom, gostei muito dos médicos, uma equipe nota dez”, afirma o eletricista, que mesmo sendo “friorento”, deu sorte de encontrar um clima agradável na região Sul.

O transplante foi um sucesso absoluto. O rim doado pelo irmão funcionou perfeitamente por 15 anos, um período que ele define como de total liberdade e gratidão, provando que a integração tecnológica entre as unidades da federação salva vidas.

O retorno à diálise e a gratidão ao SUS
Há dois anos, com o fim do ciclo natural do órgão transplantado, Pedro retornou à hemodiálise na Pró-Rim de Palmas. Recentemente, ele se mudou de Paraíso do Tocantins para a capital para ficar mais próximo do tratamento e dos filhos. Mesmo de volta à máquina, seu sentimento é de vitória.

“A Pró-Rim para mim é uma coisa muito boa. Se não fosse ela, abaixo de Deus, a vida de quem tem esse problema seria muito curta. Eu não teria condição de pagar esse tratamento no particular”, destaca, reforçando o papel do SUS.

Instituição que transforma o cuidado
A Fundação Pró-Rim é hoje uma das maiores referências em saúde renal no Brasil. Sendo uma instituição privada e sem fins lucrativos, ela sobrevive do profissionalismo de sua gestão e da solidariedade da sociedade. Com mais de 2.000 transplantes realizados e centenas de milhares de sessões de hemodiálise anuais — sendo 99% dos atendimentos pelo SUS — a Fundação oferece tecnologia de ponta e tratamento humanizado para quem mais precisa.

Como você pode ajudar?
Para que histórias como a do Seu Pedro continuem a ser escritas, a Fundação Pró-Rim conta com a sua ajuda. Você pode contribuir para a manutenção dos tratamentos e para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes renais:

PIX: doe@prorim.org.br

Site oficial: doe.prorim.org.br (doação única ou recorrente)

Telefone: 0800 474 546

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