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Esporte

Empresário brasileiro, que vive nos Estados Unidos, acredita em uma forte retomada da economia americana

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Daniel Dantas ainda diz que, com a vacinação avançada,  há infinitas possibilidades de ganhos e trabalho nos EUA

A pandemia gerada pelo COVID19 gerou mudanças comportamentais, econômicas e, principalmente, de saúde no mundo todo. Impactos sociais e familiares que serão sentidos por anos, talvez décadas. Países considerados emergentes, como é o caso do Brasil, tendem a sofrer mais ainda pela baixa estrutura econômica e de infraestrutura.

Entretanto, países com uma economia forte e, principalmente, com foco no desenvolvimento social, como os Estados Unidos da América, estão vacinando suas populações em passos rápidos e já podem sentir a retomada de suas economias.

Daniel Dantas – fundador e presidente da DWS – Dantas World Soccer e outros negócios na América- é um brasileiro que mora nos EUA há mais de 30 anos e possui diversas empresas espalhadas pelo país. Daniel conta que sentiu na pele como as crises de 2009 e 2019/20 afetaram seus negócios, porém com o avanço rápido da vacinação, percebe que seus negócios já estão melhorando.

“Com certeza a parte mais difícil de todo este tempo foi acompanhar de perto a perda de pessoas e amigos por causa do COVID. O tratamento de todos e a vacina sempre deve ser nossa prioridade. Por outro lado, muitas pessoas em 2020 perderam seus empregos e fecharam suas empresas, o que gerou uma série de problemas sociais para o país. Com mais de 150 milhões de doses aplicadas na população, os negócios nos EUA estão voltando ao normal.

A economia aqui é muito forte. Há infinitas possibilidades de ganhos e trabalho nos EUA”, acredita.

O empresário diz que suas empresas já sentem uma melhora crescente na procura pelos nossos serviços e a DWS – Dantas World Soccer, que é a principal empresa do grupo e já está preparada para este renascimento da economia e oportunidades.

Mas e o que esperar do futuro? Segundo Daniel, a pandemia deixou claro para todos que as empresas devem estar preparadas em todos os seus departamentos para uma crise. A pandemia transformou a forma de fecharmos negócios e modelos de empresas.

“O empresário no mundo todo teve que aprender e reaprender como fazer negócios. A pandemia trouxe um novo modelo, uma nova forma de negociar e trabalhar. Em 2021 meus negócios já estão se expandindo. A DWS contratou um novo diretor executivo. Todo o processo de negociação foi online. Na verdade, posso afirmar que nunca estive presencialmente com ele”, comenta.

O empresário diz que a economia dos Estados Unidos mesmo com as quedas do PIB nos últimos anos ainda é uma economia muito forte, cheia de oportunidades.

“Com a vacinação da população, eventos diversos já estão começando a serem abertos ao público, trazendo mais oportunidades e possibilidades de ganhos para o pequeno e médio empresário na América”, completa.

A DWS, empresa especializada em eventos e gerenciamento de jogadores de futebol já está trabalhando para aproveitar esta retomada e não perder tempo. Em junho de 2021 a empresa já agendou um primeiro evento ligado ao futebol.

“Em 2021 queremos ter no mínimo 3 grandes eventos aqui nos Estados Unidos. O primeiro já está agendado para junho. Estamos apenas aguardando a abertura das fronteiras para podermos ter certeza que iremos conseguir. Mas pelo que acompanho, poderemos em junho fazer este grande evento aqui na Flórida.”

O empresário aproveita para dar algumas dicas para quem quer empreender, seja nos EUA ou no Brasil.

“Primeiro de tudo é o amor. Se você vai fazer algo, faça com amor! Em seguida, se prepare e se junte às pessoas certas. Procure profissionais.  E com certeza, trabalhe muito!”, analisa.

Para conhecer o trabalho da DWS – Dantas World Soccer, clique aqui.

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Esporte

Inovação nos esportes e os conflitos enfrentados pelas Confederações Esportivas no Brasil – Do futebol ao fitness

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Enquanto se aguarda a decisão do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6) sobre os agravos apresentados pela Confederação Brasileira de Musculação e Fisiculturismo (CBMF) contra a liminar que suspendeu a comercialização de seus cursos de formação de treinadores, o caso ganhou novas camadas de complexidade, uma vez que vieram a público condenações por desvio de verba envolvendo o atual presidente do Conselho Federal de Educação Física (CONFEF), Cláudio Augusto Boschi, além de novas acusações de crimes como apropriação indébita, descumprimento de normas legais e condução da autarquia como se fosse patrimônio particular.

Especialistas em Direito Esportivo, entre eles Giovani Ravagnani, doutor em Direito Processual Civil pela USP, defendem a legitimidade da atuação de treinadores formados por confederações esportivas. Ragnani aponta a incoerência do sistema CONFEF/CREF ao tentar barrar novas formações enquanto técnicos de futebol comandam clubes e a Seleção Brasileira sem diploma em Educação Física.

Para o jurista, a resistência a modelos semelhantes em outras modalidades, como a musculação, evidencia uma tentativa indevida de criação de reserva de mercado. O tema já foi objeto de atenção da imprensa nacional. Em abril do ano passado, a Folha de São Paulo questionou se realmente seria obrigatório possuir registro no CREF para atuar como personal trainer. Além disso, o Supremo Tribunal Federal, ao julgar a ADI nº 6.260, reafirmou que a Lei nº 9.696/1998 não cria exclusividade nem reserva de mercado para profissionais de Educação Física.

O conflito se estabelece de forma clara: de um lado, a CBMF propõe um modelo específico de certificação, respaldado pela Lei Geral do Esporte; de outro, o sistema CONFEF/CREF insiste em defender um monopólio regulatório baseado em resoluções internas. A Lei nº 9.696/1998 regula exclusivamente a profissão de Educação Física, exigindo formação universitária e registro profissional, mas não alcança o esporte nem as confederações esportivas.

O futebol brasileiro exemplifica a aplicação bem-sucedida da Lei Geral do Esporte. A CBF, por meio da CBF Academy, forma e certifica seus próprios treinadores. Técnicos como Tite, Dorival Júnior e Abel Ferreira atuam sem registro no CREF, com ampla aceitação social, estabilidade jurídica e reconhecimento internacional. Esse modelo de validação da expertise esportiva nunca foi questionado, levantando a pergunta: por que o mesmo raciocínio não poderia ser aplicado na musculação? Parece razoável que um atleta com duas décadas de experiência em levantamento de peso, medalhista internacional e especialista prático em biomecânica aplicada, seja impedido de treinar jovens no esporte porque não cursou Educação Física?

É nesse espaço que a CBMF atua, propondo uma via de certificação focada na especificidade da modalidade, sem confronto direto com o sistema atual. Do ponto de vista jurídico, não há conflito entre a Lei nº 9.696/1998 e a Lei Geral do Esporte. O que levanta a pergunta: Porque os CREFs insistem na judicialização do tema?

A explicação reside na opção dos conselhos por priorizar suas próprias resoluções internas, como a Resolução CONFEF nº 206/2010, em detrimento da legislação federal que delimita sua atuação. A pretensa exclusividade invocada pelo sistema CONFEF/CREF não está prevista em lei, mas decorre de normas internas infralegais editadas pelo próprio Conselho. Esse embate ocorre em meio a um cenário de graves questionamentos sobre a atual gestão do CONFEF. Denúncias e escândalos marcam a administração de Cláudio Augusto Boschi, presidente da entidade, que responde a processos por crimes como apropriação indébita e já foi condenado por desvio de verba pública, conforme o processo nº 9018919-53.1992.8.13.0024, já transitado em julgado.

Esse contexto levanta a pergunta de milhares de associados ao próprio Conselho: como alguém com tal histórico assume e permanece no comando de um conselho profissional responsável por arrecadar centenas de milhões de reais em anuidades, taxas e multas cobradas de profissionais e academias em todo o país?

Eleito em 2020 para suceder Jorge Steinhilber, que estranhamente permaneceu por mais de 22 anos na presidência do Conselho, Boschi iniciou sua gestão com decisões controversas, como a centralização das movimentações financeiras do CONFEF em uma conta bancária aberta em Belo Horizonte, sua cidade de residência, apesar de a entidade possuir sede no Rio de Janeiro. Tal prática afronta a Lei Federal nº 4.320/1964, que veda pagamentos de autarquias por meio de cheques, além de contrariar normas da Controladoria-Geral da União (CGU). Questionamentos públicos sobre essas irregularidades jamais foram respondidos pela presidência ou pelo setor jurídico do Conselho. Diante desse contexto, torna-se evidente que o embate do CONFEF contra a CBMF — incluindo a tentativa de impedir a formação de treinadores pela confederação — está diretamente ligado à disputa pelo controle de um mercado que movimenta milhões de reais.

No centro da controvérsia está a resistência do sistema CONFEF/CREF em dividir esse espaço e aceitar modelos alternativos mais modernos e legitimados pela legislação esportiva vigente.

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Esporte

Capoeira Para Todos: a arte brasileira que cruza fronteiras e derruba preconceitos

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Mestre Daniel Muralha reforça expansão global da capoeira e destaca inclusão de raças, gêneros e nacionalidades

A capoeira, patrimônio cultural brasileiro, segue se consolidando como uma prática inclusiva e sem fronteiras. Um dos principais nomes dessa expansão é Mestre Daniel Muralha, que acumula 40 anos de trajetória, títulos nacionais e internacionais e atuações em países como Estados Unidos, Espanha, Portugal, Alemanha, Colômbia, França, Itália e Polônia.

Reconhecido como treinador de atletas de alto rendimento, Muralha destaca que a capoeira mantém sua origem na resistência do povo negro, mas hoje é uma arte global que acolhe todas as pessoas.
“A capoeira nasceu da luta contra a opressão. Por isso, não existe espaço para preconceito. É uma prática aberta a negros, brancos, mulheres, homens, jovens e idosos”, afirma.

Estudos recentes mostram que a capoeira é praticada em mais de 80 países, e o mestre testemunha essa diversidade em suas viagens. Durante sua passagem pela cidade de Krakow, Polônia, nos últimos dias, Muralha conduziu atividades para mais de 150 capoeiristas, com idades entre 5 e 70 anos, enfrentando neve e temperaturas negativas.

A programação incluiu aulas práticas, técnicas, teóricas e estratégicas, além de um seminário de MMA ministrado por Muralha na academia Gracie Barra, referência na região. O evento foi organizado pelo professor Bocca, polonês que vem fortalecendo a capoeira no país. Em outra cidade, ao lado do Contramestre Cajueiro, o mestre também realizou um treinamento intensivo de sete horas com atletas locais.

Para Muralha, ensinar no exterior reforça o alcance e o impacto da capoeira como ferramenta cultural.
“É uma alegria imensa levar nossa arte para outros países. Em cada lugar, percebo como a capoeira conecta pessoas diferentes e cria um ambiente de respeito e integração”, destaca.

O mestre já planeja a próxima edição internacional de atividades, com expectativa de ampliar o alcance do projeto e fortalecer ainda mais a presença da capoeira no cenário mundial.
“A capoeira pertence ao mundo. Ela une, transforma e derruba barreiras”, conclui.

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Esporte

Evento pelos 35 anos do Krav Maga no Brasil terá presença do Grão Mestre Kobi em Fortaleza

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Celebração no dia 18 destaca a história da modalidade no país e a expansão liderada pela Federação Sul Americana de Krav Maga.

A comemoração pelos 35 anos da chegada do Krav Maga ao Brasil será marcada por um evento especial nesta terça-feira, 18 de novembro, às 18h30, no Círculo Militar de Fortaleza. A celebração terá a presença do Grão Mestre Kobi, israelense e maior autoridade da arte de defesa pessoal do exército israelense na América Latina e responsável por introduzir a técnica no país em 1990. A entrada é gratuita, e a programação inclui palestra, vídeos, depoimentos e demonstrações.

O encontro está sendo organizado pelo Mestre Fred Carneiro, vice-presidente da Federação Sul Americana de Krav Maga e aluno do Grão Mestre Kobi desde a primeira aula ministrada no Brasil. Sendo assim, Mestre Fred, que é o responsável pela implantação do Krav Maga no Ceará, desde 2008, também completa 35 anos de práticas.

A data celebra a trajetória de disseminação da técnica de defesa pessoal criada por Imi Lichtenfeld na década de 1940, na América Latina. Simples, objetiva e baseada em movimentos naturais do corpo humano, a técnica fortalece o condicionamento físico, estimula disciplina, atenção e autocontrole, e forma praticantes mais seguros e conscientes.

Grão Mestre Kobi foi aluno direto de Imi Lichtenfeld e seu primeiro faixa-preta a deixar Israel com a missão de difundir o Krav Maga, exatamente como foi concebido. Chegou no Brasil no início de 1990 e logo após fundou a Federação Sul Americana de Krav Maga, que hoje é a maior organização de Krav Maga do mundo e referência na preservação da filosofia, didática e técnica originais. A organização atua no Brasil, Argentina, México, Portugal, Estados Unidos e Canadá, formando e atualizando instrutores sob supervisão direta do Grão Mestre.

Mais informações:

Site: www.kravmaga.com.br

YouTube: Krav Maga Mestre Kobi

Instagram: @kravmaga_mestrekobi

Contato local:

Mestre Fred Carneiro

WhatsApp: (85) 98644-8008

Instagram: @mestrefredkravmaga

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