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Erva de Gato: filme do multiartista Novíssimo Edgar estreia nesta sexta-feira no Festival do Rio

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Filmado em 2021, estreia nesta sexta-feira (06) o primeiro filme com roteiro e direção do multiartista Novíssimo Edgar: “Erva de Gato”. A primeira sessão do curta, que foi produzido pela artista Giulia Del Bel (“As Five”, “Meu nome é Bagdá”), que também faz parte do elenco, ao lado de Grace Passô (“Praça Paris”) e Ítalo Martins (novela “Terra e Paixão”, da Globo), acontece dentro da 25ª edição do Festival do Rio, que inicia esta semana. O curta será exibido dentro da Mostra Première Brasil: Competição Novos Rumos Curta-Metragem.

Assista ao trailer do filme

“Erva de Gato” terá duas sessões no Festival, sendo uma fechada para convidados e uma aberta ao público, conforme abaixo:

06/10 (sexta-feira) – 20h45 – Estação NET Gávea (para convidados)

07/10 (sábado) – 19h00 – Estação NET Rio 5 

O filme é uma obra de ficção que se passa em um Brasil separado em três fronteiras, após uma guerra civil: “Confederalismo Democrático do Nordeste”, “Sul é Meu País” e “Amazônia”. Um grupo de amigos se encontram em uma casa no “Estado Autônomo” e após uma brincadeira, despertam o espírito adormecido em corpo de gato e recebem uma missão.

“Estou muito feliz que finalmente ‘Erva de Gato’ será apresentado ao mundo”, afirmou Edgar. “Tenho muito orgulho desse trabalho, que foi feito com muito carinho e dedicação por tanta gente. Acho que ele não poderia ter uma estreia melhor do que no Festival do Rio, um evento tão importante para a nossa cultura.”

Artista brasileiro, Novíssimo Edgar nasceu na periferia de Guarulhos, São Paulo em 1993. Atualmente vive e trabalha nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro. Poeta, artista plástico, compositor, performer, sua obra transborda autenticidade e liberdade, passando por diversos suportes e segmentos de pesquisas de metalinguagens e transmídia. Além da parceria musical com Elza Soares, tem participações com João Donato, Céu e Baiana System. Ganhou dois prêmios como artista revelação no ano de 2018, pela SIM e pela APCA, e recebeu o prêmio Zumbi dos Palmares da Legislação de São Paulo pela sua influência na luta anti-racista em 2019. 

“Realizar este curta acho é tanto uma realização pessoal e profissional, quanto coletiva”, comentou Edgar. “Creio que também é uma oportunidade para que outras pessoas que acompanham o meu trabalho consigam ver, produzir e assumir esses postos, da mesma forma como eu assumi. Eu acho que deixar de ser um fetiche para outros diretores em cima dos universos e ficções que eu crio e eu mesmo ter conseguido pegar e ser o timoneiro desta embarcação, junto à toda equipe que acreditou, é muito importante. Esse é um grande ponto, porque todas as outras produções que eu realizei, desde videoclipes ou audiovisuais, sempre fiquei com a co-direção ou fui o responsável pelo argumento… e no caso de “Erva de Gato”, esse é o meu roteiro e a direção total na íntegra, e isso faz uma grande diferença”, finaliza o artista nascido em Guarulhos-SP. 

Um dos pontos altos de “Erva de Gato” é, sem dúvida, sua trilha sonora, assinada por Pupillo. Produtor musical, baterista, compositor de trilhas sonoras, ex-integrante da banda Nação Zumbi, Pupillo vem produzindo artistas desde 2000, a exemplo de Mundo Livre S/A, Otto, Lirinha, Céu, Gal Costa, Erasmo Carlos e Paulo Miklos. Recentemente, lançou o EP do projeto Orquestra Frevo do Mundo – Volume 2, produzido por ele com participação de Nando Reis, Martins e Bala Desejo. O trabalho, que também é uma iniciativa do produtor artístico Marcelo Soares, apresenta canções com uma sonoridade carnavalesca. 

“Erva de Gato”

Escrito e dirigido por NOVÍSSIMO EDGAR 

Produzido por GIULIA DEL BEL 

Elenco principal: GRACE PASSÔ, ÍTALO MARTINS, GORETTI RIBEIRO e GIULIA DEL BEL 

Direção de fotografia: LARYSSA MACHADA, LEANDRO REALISTA e RAFAEL PIU

Montagem: RENATO PASCOAL 

Trilha sonora original: PUPILLO 

Direção de casting: EDUARDO BENESI 

Preparação de elenco: CLAYTON NASCIMENTO

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Nova Iguaçu recebe Bloco da Festa Meet

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Vem muito aí, depois de muito tempo em off, a Festa Meet comandado pelo produtor e agente cultural, Riik Souza retorna a Baixada com evento de Carnaval!

O Bloqinho é uma festa de carnaval que acontece em Nova Iguaçu e aposta em uma noite direta, popular e dançante, pensada para quem quer viver o sábado de folia na pista.

A proposta mistura clima de bloquinho com estrutura de festa noturna, reunindo música, brilho e encontro até o amanhecer.

A experiência gira em torno da pista cheia, com circulação constante, drinks acessíveis e público animado do início ao fim. O ambiente é aberto à performance espontânea, looks chamativos e interação coletiva, mantendo o ritmo alto durante toda a madrugada.

Foto: Divulgação

A curadoria musical passa por pop, funk e baile funk, com foco em hits conhecidos, batidas diretas e momentos de coro coletivo. O show de MC Nem conduz a noite com presença de palco e repertório pensado para manter a energia em alta, integrando o time da noite, também temos DJ Ghuto e vários nomes conhecidos na Baixada.

É um evento para quem busca carnaval sem complicação, pista animada, música popular e clima de celebração local em Nova Iguaçu.

O evento será realizado sábado 14 de Fevereiro em frente a prefeitura de Nova Iguaçu.

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André Pivetti leva emoção e intensidade cromática à exposição “Cromatismo: Alegoria das Cores” no Rio

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Artista carioca apresenta as obras “Engolindo Sapo” e “Drag King” no Vogue Gallery BR, explorando a força da cor e a clareza da emoção como linguagem artística

O artista carioca André Pivetti integra a exposição Cromatismo: Alegoria das Cores, que abre no dia 5 de fevereiro no Vogue Gallery BR, localizado no Vogue Square, no Rio de Janeiro. Com curadoria de Fátima Simões, a mostra reúne trabalhos que investigam a cor como elemento narrativo e sensorial. Pivetti participa com as obras Engolindo Sapo e Drag King, nas quais aposta na intensidade cromática e na emoção direta como formas de comunicação com o público.

A trajetória de André Pivetti é marcada pela mistura de linguagens e pela recusa a definições rígidas. Seu trabalho transita entre a street art, o expressionismo, a abstração e o cubismo, construindo uma estética própria que nasce da vivência urbana e das experiências pessoais. O Rio de Janeiro ocupa papel central nesse processo, não como paisagem literal, mas como território emocional que influencia gestos, personagens e atmosferas presentes em suas telas.

A relação do artista com a arte começou cedo e teve, desde o início, um caráter íntimo. Pintar surgiu como uma válvula de escape emocional e um espaço de elaboração de conflitos internos. Com o tempo, essa necessidade pessoal se transformou em pesquisa e linguagem artística. Para Pivetti, a arte não é ornamento, mas comunicação. “Meu trabalho é o reflexo do que eu vejo, consumo e vivo”, resume, ao reforçar a conexão entre experiência cotidiana e criação.

Esse olhar atento à cidade se traduz em obras que falam menos sobre o que se vê e mais sobre o que se sente ao habitar o espaço urbano. As tensões do cotidiano, as máscaras sociais e o emocional exposto nas ruas cariocas aparecem de forma simbólica, dando origem a narrativas visuais que dialogam diretamente com o observador.

Atualmente, Pivetti vive um momento de consolidação de sua produção. Se antes o amor era um tema recorrente, hoje o tempo ocupa o centro de suas reflexões. O tempo vivido, o tempo que passa e a maneira como escolhemos estar presentes nele surgem representados por símbolos como caveiras e figuras em transformação. Longe de uma leitura negativa, esses elementos funcionam como metáforas de ciclos, mudança e continuidade.

A construção narrativa se tornou um eixo fundamental de sua pesquisa recente. O artista busca clareza na mensagem e acredita que a obra precisa comunicar. Para ele, quando isso não acontece, o problema está na forma como a linguagem foi construída, e não na capacidade de leitura do público. Sofisticação, em sua visão, não precisa afastar, mas convidar.

Sua estética dialoga de maneira consciente e intuitiva com diferentes movimentos artísticos. O impulso visceral do neoexpressionismo e do abstrato convive com o uso do cubismo como ferramenta formal para abordar dualidades e conflitos internos. O resultado são obras de forte impacto visual, sustentadas por conceitos claros e acessíveis.

Um dos compromissos centrais de André Pivetti é aproximar a arte de pessoas que historicamente se sentem distantes do circuito artístico. Ele defende uma produção que gere identificação e reconhecimento, apostando na comunicação direta como valor estético.

Em constante expansão, o artista também demonstra interesse em explorar novos suportes, como esculturas, mini toys, peças de streetwear e a incorporação de elementos externos às obras, ampliando a experiência sensorial e o diálogo com o público.

Com uma produção que busca atravessar o tempo sem perder força e sentido, André Pivetti se firma como um artista que transforma emoção em narrativa visual e a vivência urbana em linguagem plástica, construindo uma obra que fala diretamente à experiência humana.

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Allianz Parque se consolida como palco de consagração de bandas dos anos 2000

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Após receber Evanescence, Bring Me the Horizon e Avenged Sevenfold, arena paulistana se prepara para novo capítulo histórico com My Chemical Romance e reforça protagonismo entre as grandes turnês solo internacionais

O Allianz Parque receberá, na próxima quinta e sexta-feira (05 e 06/02), os aguardados shows do My Chemical Romance. A apresentação dá sequência à agenda de grandes nomes do rock na arena, que recebeu, nos últimos anos, as maiores apresentações solo das carreiras do Evanescence, Bring Me the Horizon e Avenged Sevenfold, reforçando o espaço como um dos principais palcos de música ao vivo do continente.

 

Apesar de transitarem por estilos diferentes, Evanescence, Bring Me the Horizon, Avenged Sevenfold e My Chemical Romance compartilham um ponto em comum fundamental: todas emergiram e alcançaram sucesso global nos anos 2000, período em que redefiniram a relação do público jovem com o rock. São bandas que atravessaram gerações, mantiveram relevância ao longo do tempo e seguem mobilizando audiências massivas, tanto no ambiente digital quanto em grandes arenas.

 

O Evanescence, que já passou pelo Allianz Parque em 21 de outubro de 2023, e cantou para um público de mais de 34 mil pessoas, é um dos maiores fenômenos comerciais do rock alternativo do século. Com mais de 36 milhões de álbuns equivalentes vendidos mundialmente e um catálogo que soma bilhões de streams, a banda liderada por Amy Lee ajudou a definir a estética e o som de uma geração. Sua presença na arena marcou um dos primeiros momentos desse atual ciclo de grandes shows solo no espaço.

 

Já no dia 30 de novembro de 2024, o Bring Me the Horizon se apresentou no Allianz Parque, com sua NX GN WRLD Tour, registrando um público superior a 44 mil pessoas, na maior apresentação da carreira do grupo e marcando sua primeira vez como headliner em uma arena. O registro desse marco ganhou novo fôlego em 2026 com o anúncio de “L.I.V.E. in São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)”, um filme-concerto imersivo que será exibido nas salas de cinema mundialmente nos dias 25 e 28 de março, trazendo imagens cinematográficas, tomadas de drone e perspectivas dos fãs daquela noite histórica.

 

No último final de semana, foi a vez de o Avenged Sevenfold ocupar o palco, para levar à loucura sua legião de fãs, com um público de mais de 45 mil pessoas. Um dos principais nomes do heavy metal moderno, o grupo soma mais de 12 bilhões de visualizações e múltiplos discos no topo da Billboard 200, reforçando o Allianz Parque como destino natural para turnês de grande porte no rock e no metal contemporâneo.

 

Agora, com a chegada do My Chemical Romance, a arena avança ainda mais nesse posicionamento. Ícone absoluto do rock dos anos 2000, a banda retorna ao Brasil após 18 anos, cercada de enorme expectativa, para se apresentar pela primeira vez em uma arena no país, com a possibilidade de transformar o Allianz Parque em epicentro de uma celebração que vai além de um único show. A realização de duas datas no local reforça a força do grupo e também a vocação da arena para receber eventos que combinam escala, impacto cultural e forte conexão emocional com o público.

 

Ao alinhar apresentações solo de Evanescence, Bring Me the Horizon, Avenged Sevenfold e My Chemical Romance, o Allianz Parque se consolida como palco de consagração para bandas que ajudaram a escrever a história do rock no início do século XXI. Mais do que receber shows, a arena se afirma como espaço simbólico para artistas que transformaram números globais em legados duradouros, e experiências ao vivo à altura dessa importância.

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