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Especialista em cortes especiais para churrasco, Netão Bom Beef expande redes de hamburgueria e açougue

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Com quase 20 anos de experiência no mundo das carnes, o açougueiro, churrasqueiro e empresário Domingos Neto, o Netão, ficou conhecido em todo o país através da internet e de programas de TV como especialista em cortes especiais para churrasco. Seus perfis no Instagram hoje somam quase 1,5 milhão de seguidores de todo o país e seu canal no Youtube já conta com mais de 1 milhão de inscritos.

Como empreendedor, também não para. Atualmente, está à frente da casa de carnes Bom Beef, com sede em Santos, que em breve ganhará um novo espaço e está em processo de franqueamento para abertura de unidades em todo o país, e também comanda a Bom Beef Burgers, hamburgueria com quatro unidades próprias no estado de São Paulo e com novas lojas previstas para outras cidades, através do sistema de franquias.

 

Como tudo começou

O interesse por carnes começou quando ainda era um menino, aos sete anos de idade. Hoje, aos 35, com muita história para contar, é referência no assunto e desde 2014 está à frente de uma das melhores casas de carnes do Brasil, a Bom Beef, localizada em Santos, litoral de São Paulo.

Ainda criança, Netão passou a frequentar o açougue do tio, aos domingos, e ficava encantado com os frangos assados vendidos na porta do estabelecimento. Nessa época, começou a viajar com o tio para fazendas e frigoríficos para fazer companhia e foi se apaixonando mais por esse universo da carne.

Um tempo depois, seu pai comprou um pequeno açougue ao lado da escola onde estudava, e Netão começou a ir diariamente ao local, após a aula, acompanhar o trabalho dos familiares.

Quando tinha 14 anos, passou a gerenciar o frigorífico do seu pai. Já naquela época, era o responsável por abrir o estabelecimento e fazer as compras, armazenamento e manipulação dos pescados. “Meus pais saíam de casa às quatro da manhã e voltavam depois das nove da noite. Sempre trabalharam muito. Foi com eles e com meu tio que aprendi a importância do trabalho, a ser correto e ter responsabilidades”, lembra Domingos.

Aos 16 anos, saiu de casa para trabalhar e morar com o tio. Na mesma época, prematuramente, entrou na faculdade de Direito. Começou como entregador no açougue do tio e em uma semana passou a trabalhar no balcão, manipulando as facas. Netão lembra que aprendeu muito com os açougueiros e aos 18 anos já era gerente da casa. “Mas meu sonho mesmo era ser sócio do meu tio no açougue dele, o Costa Rica. Como ganhava muita gorjeta dos clientes, deixava o meu salário todo com meu tio, para não gastar. E usava só o dinheiro que ganhava de caixinha”.

Para conseguir juntar o dinheiro para comprar parte do açougue, à noite, Netão fazia bico de bartender e também chegou a trabalhar em um restaurante do pai, aos 20 anos. Apesar de trabalhar desde muito cedo, os pais sempre exigiram que ele estudasse, por isso, cursou quatro anos de direito, fez inglês, espanhol e italiano, até que resolveu trabalhar a bordo de um navio, para juntar mais dinheiro e realizar o sonho de ter o próprio negócio.

Ficou três anos como bartender com o maior número de avaliações positivas do transatlântico, mas era na cozinha, de enxerido, vendo os chefs cozinharem, que Netão se realizava. Foi lá que conheceu cortes novos e aprendeu a apreciar carnes de qualidade. Quando o navio atracava, sempre que conseguia, Netão parava em todos os açougues, steak houses e restaurantes dos países ao redor do mundo para conhecer as carnes servidas por lá. E cada vez mais ficava encantado com esse universo.

Em um dos telefonemas à família, soube que o tio havia vendido o açougue. E por um momento achou que todo esforço e sacrifício tinham sido em vão. Mas pouco tempo depois, se restabeleceu, e decidiu seguir em frente.

Quando voltou a Santos, foi trabalhar em uma loja de móveis, sempre pensando em juntar dinheiro para poder ter seu próprio negócio. Em pouco tempo, aumentou consideravelmente o faturamento da loja, o que o fez ficar ainda mais empolgado com a ideia de empreender.

Todos os dias passava em frente ao antigo açougue do tio. Algumas vezes entrava, conversava com os proprietários, e ficava triste ao ver o estado em que a casa se encontrava.

Aos 28 anos, Netão finalmente conseguiu comprar o açougue, na Avenida Pedro Lessa, em Santos. Dois meses depois, mudou o nome para Bom Beef e resolveu ficar na porta chamando a clientela, para que a vizinhança soubesse que a família dele estava de volta ao comando da casa. Ele lembra que à época eram somente ele, um açougueiro e uma caixa. “Mas o meu projeto já era trabalhar com carne de qualidade e, por isso, eu selecionava tudo diretamente nas fazendas”, recorda.

A preocupação com a carne de qualidade sempre fez parte dos planos de Netão e, por isso, o negócio vem crescendo a passos largos. “Carne boa tem que ter maciez, sabor diferenciado e suculência. Além disso, nos preocupamos com a seleção do gado, a genética, o tipo de pasto, com o transporte para o abate, sempre respeitando o animal e buscando estudar o assunto”.

Assim que comprou o açougue, entrou em contato com um antigo produtor e apresentou seu projeto de com carnes de qualidade. O parceiro embarcou em sua ideia, e dois anos depois, o sonho virava realidade.

Para divulgar a novidade ainda pouco conhecida por aqui, criou um perfil no Instagram onde ensinava sobre os novos cortes, com isso, a Bom Beef começava a criar um público segmentado para carnes especiais para churrasco.

Seguidores com perfis no Instagram relacionados a churrasco começaram a repostar as publicações dele, e foi assim que a Bom Beef ganhou projeção nacional. “Comecei a mandar a minha carne para alguns churrasqueiros conhecidos em Santos e São Paulo, pedindo a opinião deles, porque queria um feedback do meu trabalho. Mas essa ação acabou se consolidando em uma excelente estratégia de marketing”, lembra.

O sucesso foi tanto que seus perfis no Instagram hoje somam mais de 1 milhão de seguidores. Em agosto de 2019, a pedido dos do público, lançou seu canal no Youtube, o Netão Bom Beef, que já conta com quase 1 milhão de seguidores. A ideia era preencher uma lacuna de conteúdo mais aprofundado sobre churrasco e cortes especiais de carne na internet.

Além de açougueiro especialista em carnes de qualidade, Netão é conhecido por ser um excelente churrasqueiro. A família sempre foi festeira e fazia churrasco todos os finais de semana e Netão sempre esteve envolvido. O pai também teve uma churrascaria, foi quando ele teve outro contato profissional com a carne, além da cozinha do navio.

Com a experiência que adquiriu, Netão começou a dar dicas sobre carnes e hambúrgueres aos proprietários de restaurantes parceiros. Logo, as pessoas resolveram contratá-lo para consultorias, foi quando resolveu, em 2017, abrir um espaço voltado a cursos da área. A pedido dos clientes, passou a também a fazer eventos com o seu buffet de churrasco.

Autodidata, sempre estudou sobre carnes por conta própria, mas fez alguns cursos no Brasil e no Exterior. Recentemente, fez algumas viagens ao Texas para visitar steak houses e outros locais da cadeia produtiva da carne, além de fazer alguns workshops e participar dos mais importantes festivais de churrasco do Brasil.

“Fiz cursos com grandes nomes estrangeiros da carne, como Steve West, George Motz e com os principais mestres do churrasco e cientistas da carne do país”, conta, reforçando o ideal da busca pela carne perfeita. “Quero ter a melhor carne do Brasil”.

Hoje, a Bom Beef, localizada no número 2.526 da Avenida Pedro Lessa, em Santos, tem dezenas de funcionários e prestadores de serviço, que recebem treinamentos constantes. Sempre que está em Santos, Netão vai ao açougue acompanhar tudo de perto.

Toda essa dedicação limita as horas de sono de Netão a quatro por noite. Empreendedor nato, ele é um cara muito antenado e obstinado pela perfeição e está sempre pensando em um novo projeto.

Em breve, a casa de carnes passará a ocupar um imóvel próprio, bem maior e na mesma quadra da atual, e contará também com uma parrila para servir as carnes grelhadas para os clientes poderem degustar na hora.

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Quando o silêncio cura: Reiki fortalece vínculos entre humanos e pets

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Terapia energética aplicada em animais ganha espaço ao revelar benefícios emocionais e comportamentais, promovendo bem-estar e conexão profunda.

O vínculo entre humanos e animais tem ganhado novas formas de cuidado e atenção. Entre elas, o Reiki aplicado em pets surge como uma prática terapêutica que vai além do relaxamento físico, alcançando dimensões emocionais e energéticas. A técnica, que utiliza a imposição de mãos para canalizar energia vital, tem sido cada vez mais procurada por tutores que buscam equilíbrio e qualidade de vida para seus animais.

Segundo Dilce Cândido, terapeuta Reiki com especialização em Reiki Animal, a prática não se resume a uma técnica, mas a um encontro profundo entre espécies. “Ao aplicar Reiki em um pet, o que acontece é uma troca silenciosa de confiança e amor. O animal reconhece a intenção, se entrega, e devolve isso em serenidade. É um aprendizado constante para o ser humano”, afirma.

Dilce explica que os animais, especialmente os cães, são extremamente sensíveis à energia e respondem de forma espontânea. “Eles não questionam, não criam resistência. Apenas sentem. Muitas vezes, durante a sessão, o corpo relaxa, a respiração muda e o ambiente se transforma.”

A percepção também é compartilhada por tutores que já vivenciaram a experiência. Para Mariana Lopes, tutora de um cão de médio porte, o Reiki trouxe mudanças visíveis. “Depois das sessões, percebi meu cachorro mais tranquilo, menos ansioso e mais confiante. É algo sutil, mas muito real. Eu recomendo porque vi o efeito”, relata.

Mais do que tratar sintomas, o Reiki Animal propõe presença, respeito ao tempo do animal e conexão genuína. Em um mundo marcado pela pressa, a terapia convida humanos a desacelerarem e a aprenderem com quem já entende o amor em sua forma mais pura.

 

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Avannx aposta em especialização para resolver gargalos na reposição de peças XCMG no Brasil

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Foco exclusivo na marca, estoque planejado e importação dedicada formam a base da atuação da empresa no mercado nacional

Enquanto muitos fornecedores atuam de forma generalista no mercado de máquinas pesadas, a Avannx Importação e Distribuição de Peças LTDA fez uma escolha diferente: concentrar sua operação exclusivamente em peças da XCMG. A decisão, construída ao longo de mais de uma década de experiência no setor, moldou a forma como a empresa se posiciona diante de um dos principais desafios enfrentados por quem opera máquinas pesadas: a reposição eficiente de componentes.

Sediada na capital paulista, em uma região estratégica próxima às rodovias Ayrton Senna, Dutra e Rodoanel, a Avannx atende clientes em todo o Brasil com foco em escavadeiras, pás carregadeiras, retroescavadeiras, motoniveladoras, rolos compactadores e guindastes da marca.

Uma escolha baseada em profundidade, não em volume

Ao optar por trabalhar com uma única marca, a empresa buscou aprofundar o conhecimento técnico em vez de ampliar indiscriminadamente o portfólio. Essa especialização permitiu construir histórico, entender padrões de demanda e reduzir erros comuns na identificação de peças.

Na prática, isso significa lidar diariamente com variações de modelos, séries e aplicações, garantindo compatibilidade e precisão na reposição. “Quando se trabalha com foco total em uma marca, o nível de atenção aos detalhes muda”, explica a Avannx.

Estoque planejado como resposta à rotina do cliente

Outro pilar da atuação da empresa está na construção do estoque. Em vez de apostar apenas em volume, a Avannx investe na ampliação da linha de produtos com base em histórico de demanda, priorizando peças XCMG mais recorrentes e componentes que costumam gerar gargalos quando indisponíveis.

Esse modelo busca reduzir o tempo de máquina parada e oferecer mais previsibilidade para empresas que dependem diretamente da operação dos equipamentos.

Importação dedicada como extensão do atendimento

Mesmo com planejamento, há situações em que a peça necessária não está disponível no mercado nacional. Nesses casos, a importação dedicada entra como parte natural da solução. A Avannx realiza importação direta de peças XCMG e também de outras marcas, sempre com validação técnica e acompanhamento de todo o processo, da identificação à entrega.

Esse cuidado evita erros de compatibilidade e reduz incertezas em demandas mais sensíveis.

Empatia aplicada à rotina operacional

Além da técnica, a empresa destaca a forma como se relaciona com seus clientes. Para a Avannx, o equipamento desmobilizado não é tratado como um problema distante, mas como parte do impacto real da operação.

“Quando uma máquina para, a consequência vai além da manutenção. Existe impacto em prazo, equipe e planejamento. Por isso, tratamos o problema como nosso também”, afirma a empresa.

Especialização como resposta a um mercado mais exigente

Com a presença crescente de máquinas XCMG em obras e operações pelo país, a reposição de peças passa a exigir mais do que soluções genéricas. Especialização, histórico técnico e estrutura logística se tornam diferenciais concretos para reduzir riscos e evitar improvisos.

Ao concentrar sua atuação em peças XCMG, a Avannx construiu um modelo que responde diretamente às demandas de um mercado que busca precisão, agilidade e previsibilidade na manutenção de máquinas pesadas.

Mais informações sobre peças XCMG, estoque técnico e importação dedicada estão disponíveis em Avannx Importação e Distribuição de Peças LTDA.

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Perícia identifica erro judicial causado por inteligência artificial

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Perícia técnica aponta que diálogo citado em decisão não existia nos autos e reacende o debate sobre limites do uso de IA no processo penal

A promessa de eficiência associada à inteligência artificial começa a enfrentar seus testes mais sensíveis no Judiciário. Ferramentas capazes de ler milhares de páginas, organizar dados e sugerir análises já fazem parte da rotina jurídica. O problema surge quando esses sistemas deixam de apoiar o trabalho humano e passam a influenciar diretamente decisões que afetam direitos fundamentais. Um caso recente, analisado pelo perito digital Joaquim Neto, expõe com clareza esse risco e foi detalhado pelo especialista em um vídeo publicado em seu canal no YouTube.

O episódio envolve uma decisão judicial que determinou a prisão de um indivíduo com base em um suposto diálogo entre investigados. Ao examinar o processo, a equipe de defesa não conseguiu localizar a conversa mencionada pelo juiz em nenhuma peça dos autos. Após sucessivas tentativas de verificação, Joaquim Neto foi contratado para elaborar um parecer técnico de prova negativa, procedimento pericial voltado a demonstrar, de forma objetiva, a inexistência de determinado elemento probatório.

A análise começou pela leitura minuciosa da decisão. Segundo o perito, o texto apresentava estruturas linguísticas e padrões que indicavam a possível utilização de inteligência artificial na sua elaboração. A observação, por si só, não seria suficiente para qualquer conclusão, mas funcionou como ponto de partida para uma investigação técnica mais aprofundada.

Apesar de ser um defensor do uso da tecnologia no Direito, Joaquim Neto faz uma distinção clara entre ganho de eficiência e delegação de responsabilidade. Para ele, a IA pode reduzir drasticamente o tempo de trabalho e ampliar a capacidade analítica de advogados e peritos. Um levantamento que levaria dias pode ser feito em horas. O risco aparece quando esse ganho operacional é tratado como sinônimo de confiabilidade absoluta.

“A inteligência artificial pode acelerar o trabalho jurídico, mas não valida fatos. Sem a revisão humana, o erro deixa de ser técnico e passa a impactar diretamente a liberdade das pessoas”, afirma o perito.

Para verificar a existência do diálogo citado na decisão, a perícia foi conduzida em três frentes complementares. A primeira envolveu uma análise manual detalhada dos autos, realizada tanto pelo perito quanto pela equipe jurídica. Nenhuma referência ao conteúdo mencionado foi encontrada. Na segunda etapa, foram utilizadas ferramentas tecnológicas capazes de processar grandes volumes de dados e rastrear a origem das informações, sem qualquer correspondência.

A terceira frente incluiu o uso de softwares especializados em reconhecimento de conteúdo em documentos digitalizados, tecnologia amplamente empregada em investigações oficiais. Foram realizadas buscas por palavras-chave, variações semânticas e proximidade de termos relacionados ao suposto diálogo. O resultado permaneceu o mesmo: ausência total de registros.

Mesmo não tendo sido contratado inicialmente para analisar dispositivos móveis, Joaquim Neto avançou na verificação técnica, examinando links de armazenamento em nuvem e o aparelho apontado como origem da conversa. A conclusão foi inequívoca. O diálogo não existia, nem mesmo de forma aproximada. A hipótese mais consistente era a de uma alucinação de inteligência artificial incorporada à decisão sem a devida conferência técnica.

O caso lança um alerta importante para o sistema de Justiça. Sistemas automatizados são capazes de produzir textos coerentes e convincentes mesmo quando o conteúdo é falso. No processo penal, essa característica se torna especialmente sensível, pois pode sustentar decisões que afetam diretamente a liberdade e outros direitos fundamentais.

Para o perito, o episódio não deve ser lido como um argumento contra a tecnologia, mas como um chamado à responsabilidade. “A IA precisa ser tratada como ferramenta de apoio. A responsabilidade técnica e ética pelas decisões continua sendo humana”, afirma.

A experiência analisada por Joaquim Neto revela um desafio que tende a se intensificar nos próximos anos. À medida que o uso de inteligência artificial se expande no Judiciário, cresce também a necessidade de critérios claros, revisão rigorosa e consciência dos limites desses sistemas. A tecnologia avança rápido. O cuidado com suas consequências precisa acompanhar o mesmo ritmo.

 

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