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Negócios

Estratégias de fidelização redefinem a concorrência no varejo farmacêutico

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Farmarcas mostra como a digitalização, as campanhas de engajamento e os programas de fidelidade estão impulsionando os negócios de seus associados

O perfil do consumidor do varejo farmacêutico mudou de forma significativa nos últimos anos. Para atender às novas demandas de consumo, as farmácias deixaram de ser apenas locais de vendas de medicamentos e passaram a ocupar também o papel de espaços de conveniência, bem-estar e relacionamento. Os clientes atuais buscam mais do que preços competitivos, eles querem ser reconhecidos e recompensados, além de demandarem experiências personalizadas.

Dados recentes confirmam essas mudanças de comportamento. O estudo CX Trends 2024 (Octadesk/Opinion Box) mostrou que 84% dos brasileiros afirmam participar de programas de fidelidade, indicando que benefícios recorrentes e comunicação contínua são fatores decisivos para a escolha do local onde os consumidores irão fazer suas compras.

No setor farmacêutico, essa tendência se reflete em um movimento cada vez mais voltado à fidelização e ao engajamento emocional. Segundo pesquisa do Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Corporativa, realizada com 4 mil consumidores em todo o país na saída das farmácias, 87% dos entrevistados afirmaram não comprar produtos no autosserviço sem o auxílio de um atendente. O dado evidencia o papel estratégico dos colaboradores na jornada de compra e a importância de investimentos em estratégias de relacionamento e atendimento personalizado no ponto de venda.

Nesse contexto, a digitalização tem sido uma grande aliada das redes, permitindo que dados de compra se transformem em relacionamento. “Em nosso mercado, é fundamental conhecer a frequência, o ticket médio, os canais preferidos e os gatilhos emocionais do cliente. Assim, conseguimos personalizar ofertas, lembrar a recompra e recompensar a constância”, explica Guto Zavarelli, Gerente de Marketing da Farmarcas, associação que reúne 11 redes de farmácias e mais de 1.700 lojas em todo o Brasil.

Sucesso em estratégia de fidelização

Como exemplo prático dessa estratégia de fidelização orientada ao comportamento do consumidor, a 8ª edição da promoção “Compra Bem que a Sorte Vem”, promovida pela Farmarcas, traduz em resultados concretos o poder de transformar promoções em relacionamento.

A iniciativa integra o Programa Fidelidade das redes associadas e aposta em uma mecânica simples, democrática e eficaz: a partir de R$ 1 em compras de produtos não medicamentosos o cliente ganha números da sorte, que se multiplicam a cada R$ 20 gastos. Nesta edição, que segue até 30 de janeiro de 2026, a campanha foi ampliada com vales-compras de R$ 500, um benefício que incentiva o retorno às lojas e fortalece o ciclo de recompra. Os prêmios principais incluem duas casas de meio milhão de reais e R$ 50 mil para o atendente da venda premiada, reforçando o elo entre consumidor, colaborador e rede, um dos diferenciais da ação. Além disso, a promoção distribuirá 11 prêmios de R$ 50 mil para os consumidores e os atendentes das vendas premiadas ganharão R$ 20 mil.

Os indicadores comprovam a consistência da estratégia ao longo dos anos. Em 2024, a frequência média de compra chegou a 2,61 visitas por cliente durante o período da promoção, um crescimento de 7,85% em relação a 2023. “A meta deste ano é atingir três retornos por cliente e elevar o índice de recall da campanha de 23,3% para 40%. Em pesquisa realizada após a última edição, 78% dos consumidores afirmaram que deixariam de comprar em outras farmácias para participar da promoção da Farmarcas, um sinal claro de preferência e vínculo emocional com a marca”, destaca Zavarelli.

Baseada em uma estratégia de comunicação 360°, representando 53% do orçamento total de marketing, a campanha prioriza a experiência do cliente nas redes associadas. Além dos materiais personalizados que garantem ambientação no ponto de venda (com rádios internas, TVs e kits gráficos completos), os clientes cadastrados no Programa Fidelidade podem acompanhar pelo aplicativo das marcas associadas seus números da sorte, receber notificações e acessar ofertas exclusivas. “Essas interações digitais reforçam o hábito de uso dos apps e aproximam ainda mais a marca do seu público”, completa o executivo.

A consistência e o alcance nacional da campanha permitem que as redes associadas operem em condições competitivas comparáveis às grandes redes do setor, mesmo mantendo gestão independente. “Com tecnologia centralizada, comunicação robusta e metas de comportamento bem definidas, a Farmarcas demonstra que o relacionamento é o grande equalizador do varejo farmacêutico moderno. A nossa promoção anual tem conseguido proporcionar uma experiência em que todos ganham: o cliente, o colaborador e a rede associada”, conclui Zavarelli.

O regulamento completo da campanha pode ser acessado em www.comprabemqueasortevem.com.br.

Sobre a Farmarcas

A Farmarcas, organização responsável por 11 redes de drogarias associativistas no Brasil, tem foco em oferecer soluções inovadoras para o crescimento sustentável de empreendedores do setor. Com administração estratégica e suporte em áreas como administração, comercial e marketing, a Farmarcas promove a competitividade e o sucesso de suas associadas, que estão presentes em todas as regiões do país, levando saúde e bem-estar à população.

Mais informações em: https://www.farmarcas.com.br/

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Negócios

Indústria têxtil enfrenta avanço dos importados e risco crescente de desindustrialização no Brasil

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Setor sofre perda de competitividade encarecimento produtivo e retração no emprego enquanto empresários buscam alternativas para manter operações

A indústria têxtil brasileira vive um processo consistente de enfraquecimento produtivo, marcado pela redução de capacidade instalada, fechamento de fábricas e aumento da dependência de produtos importados, especialmente vindos da Ásia. Levantamentos da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) apontam queda na produção interna ao longo dos últimos anos e aumento expressivo das importações de vestuário e artigos confeccionados. A China permanece como a principal origem desses produtos, respondendo pela maior parcela do volume comprado pelo Brasil. Essa combinação pressiona preços e reduz margens, ampliando o risco de desindustrialização em um dos setores mais tradicionais do país.

Para Cláudio Costa Cardozo, empreendedor com mais de 30 anos de atuação na indústria nacional e fundador da Declaus Confecções, o cenário atual evidencia desafios estruturais. “A competição com produtos internacionais sempre existiu, mas a diferença de escala, incentivos externos e custos produtivos internos coloca as empresas brasileiras em desvantagem. Aqui trabalhamos com carga tributária elevada, energia mais cara e menos acesso a financiamento para inovação”, afirma. Segundo ele, mesmo empresas consolidadas enfrentam dificuldades para manter competitividade em meio à pressão por preços mais baixos e prazos curtos de entrega.

A discussão sobre perda de densidade industrial não é exclusiva do setor têxtil. Estudos do Ipea e da CNI mostram que a indústria de transformação brasileira tem reduzido participação na economia nas últimas décadas, refletindo menor investimento em tecnologia e crescente penetração de importados. No caso têxtil, entidades representativas relatam níveis elevados de ociosidade, especialmente entre pequenas e médias empresas, que têm menor capacidade de absorver oscilações de custos ou modernizar maquinário.

Além da concorrência externa, fatores domésticos também contribuem para o quadro: logística complexa, volatilidade cambial, juros elevados e pressão tributária tornam a produção local significativamente mais onerosa que a de países concorrentes. “Para quem opera no Brasil, competir apenas por preço é inviável. A saída tem sido buscar diferenciação, investir em qualidade, foco no cliente e processos mais eficientes”, observa Cláudio.

A perda de dinamismo no setor também tem impacto social relevante. A cadeia têxtil é uma das maiores empregadoras industriais do país, distribuída em cidades de médio porte e fortemente dependente de produção local. A retração da atividade afeta renda, arrecadação e oportunidades de trabalho nessas regiões. Para evitar agravamento, entidades setoriais defendem medidas como simplificação tributária, instrumentos de defesa comercial mais ágeis e políticas de incentivo à modernização produtiva.

Para consumidores, pequenos fabricantes e profissionais da área, especialistas destacam caminhos possíveis para aumentar a resiliência do negócio. Entre as principais práticas recomendadas estão:

• diversificação de canais de venda, com integração entre loja física, e-commerce e redes sociais
• gestão de estoque baseada em dados para reduzir perdas e evitar imobilização financeira
• adoção gradual de automação e tecnologias de controle de produção
• foco em produtos com maior valor agregado e menor competição direta com itens importados

Apesar dos desafios, Cláudio acredita que ainda há espaço para recuperar competitividade. “A indústria têxtil brasileira tem conhecimento técnico e histórico de inovação. Com ambiente mais favorável para produzir, políticas adequadas e visão estratégica, o setor pode voltar a crescer e entregar produtos que valorizem a produção nacional”, conclui.

A trajetória da indústria têxtil revela não apenas obstáculos do presente, mas a necessidade de reposicionar o país diante das transformações globais. O debate sobre desindustrialização torna-se, assim, essencial para compreender como setores tradicionais podem se adaptar, preservar empregos e garantir futuro econômico sustentável.

 

 

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Negócios

Bahia supera número de veículos usados vendidos em 2025 e segue na liderança do Nordeste

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Em todo o Brasil, setor de usados e seminovos comercializa mais de 18,5 milhões, registrando um recorde histórico

_Fotos: Cleiton Ramos/ Divulgação/ Pé Quente Publicidade_

A Bahia fecha 2025 na liderança do Nordeste no mercado de veículos usados e seminovos, registrando 646.946 unidades comercializadas entre janeiro de dezembro, segundo dados divulgados pela Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto). O relatório divulgado pela entidade aponta que o número é 25,2% superior ao contabilizado no ano anterior, quando foram vendidas 516.894 unidades.

Ao todo, o Nordeste também registrou alta de 25,3% em 2025, na comparação com 2024, chegando à marca de 2.858.041 veículos vendidos. No ranking da região, a Bahia é seguida por Pernambuco (568.563) e Ceará (490.528).

De acordo com o presidente da Associação Oficial de Revendedores de Veículos do Estado da Bahia (Assoveba), Ari Pinheiro Junior, o resultado é reflexo da profissionalização dos lojistas e vendedores associados, empenhados em oferecer negócios mais vantajosos para os clientes, criando um ecossistema favorável para o setor no estado.

“Nosso empenho em reunir empresários e colaboradores em torno de um ambiente bom para todos vem dando resultados favoráveis ao longo dos últimos tempos, garantindo recordes de vendas ano após ano. A qualificação dos lojistas e seus vendedores, além dos investimentos em mídia para conscientizar os consumidores a negociar com os estabelecimentos associados à Assoveba vem dando resultados claros para todos os envolvidos, principalmente para quem quer ter mais segurança”, afirmou Ari Pinheiro Junior que também acaba de ser empossado como integrante do Conselho Fiscal da Fenauto, sendo representante baiano na entidade máxima do setor no país.

Ari Pinheiro Junior também destaca a consolidação “dos feirões ‘Duelo dos Seminovos’ como um ponto de encontro para quem busca por segurança e bons negócios na hora de trocar de veículo. Essa fórmula de sucesso vem sendo incrementada e ampliada e nossa meta é levá-la para o máximo de regiões do nosso estado”, conclui.

Brasil – Em âmbito nacional, o mercado de veículos seminovos e usados no Brasil encerrou 2025 com um desempenho sem precedentes. Segundo a Fenauto, o setor comercializou 18.508.929 unidades ao longo do ano, estabelecendo o recorde histórico absoluto desde o início da série, em 2011.

O resultado representa um crescimento de 17,3% em relação a 2024, ano que já havia sido histórico para o segmento. O fenômeno de “recorde sobre recorde” confirma a solidez do setor: em 2024, as vendas somaram 15,7 milhões de unidades e, agora, o patamar ultrapassa a barreira dos 18,5 milhões.

Dezembro aquecido e força econômica – O encerramento do ano foi marcado por um fôlego extra. Em dezembro, 1.774.488 veículos trocaram de propriedade, um salto de 19,1% sobre novembro e 20,4% superior ao mesmo mês do ano anterior.

Para a Fenauto, esses números não são apenas estatísticos, mas refletem a importância vital do setor para a economia nacional, facilitando o acesso ao transporte individual além de gerar milhares de negócios em todo o país.

Profissionalização e Liderança – O recorde histórico coincide com um ciclo de maturação do mercado, impulsionado pelo trabalho da Fenauto na qualificação das lojas multimarcas e na segurança das transações.

José Everton Fernandes, recém-eleito Presidente da Fenauto, destaca que o resultado é fruto de um esforço contínuo de profissionalização. “A Fenauto vive um momento histórico. Esse recorde é o reflexo de um trabalho intenso para fortalecer a categoria e aumentar a geração de negócios. Estamos colhendo os frutos de um setor cada vez mais organizado e essencial para o giro da economia brasileira”, completou o presidente.

Perspectivas para 2026: Desafios e Otimismo – Apesar de 2026 ser um ano atípico, com o calendário influenciado pela Copa do Mundo e pelas Eleições, a expectativa da entidade permanece positiva. A meta é manter o ritmo de crescimento e a sustentabilidade dos negócios.

“Sabemos que 2026 trará desafios importantes devido ao cenário político e aos eventos esportivos, que costumam alterar o comportamento de consumo. No entanto, a confiança do setor e a maturidade que alcançamos nos dão a segurança de que continuaremos em uma trajetória de bons resultados”, conclui Everton Fernandes.

Confira os modelos mais procurados pelos consumidores em dezembro de 2025.

AUTOS
VW – GOL (74.497)
GM – ONIX (45.285)
HYUNDAI – HB20 (42.583)

COMERCIAIS LEVES
FIAT – STRADA (40.361)
VW – SAVEIRO (24.478)
TOYOTA – HILUX (24.265)

MOTOS
HONDA – CG150 (84.337)
HONDA – BIZ (38.186)
HONDA – NXR150 (29.865)

COMERCIAIS PESADOS
VOLVO – FH (2.897)
FORD – CARGO (2.621)
M.BENZ – ATEGO (1.668)

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Negócios

O que a maioria das empresas de mudanças ignora — e a JBLK estruturou

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Créditos da Foto: Divulgação
Referência no segmento de mudanças residenciais pela adoção de processos estruturados e foco na organização operacional, a JBLK Mudanças completa 14 anos de atuação com um modelo de trabalho voltado à previsibilidade, redução de falhas logísticas e cuidado com o patrimônio dos clientes. Fundada por Edson Vita Rodrigues da Silva, a empresa atua a partir de planejamento técnico e padronização das etapas da operação. Segundo Edson, a decisão de empreender no setor surgiu da percepção de que o mercado operava com excesso de improviso e pouca estrutura. De acordo com ele, desde o início a proposta foi desenvolver processos claros, treinar equipes e estabelecer padrões de execução, mesmo que isso implicasse um crescimento mais gradual. “Sempre acreditei que mudança não é só transporte. É patrimônio, é história, é o momento em que a vida da pessoa está se reorganizando”, afirmou.
Créditos da Foto: Divulgação
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Entre os diferenciais operacionais adotados pela empresa está o sistema de identificação por cores, criado a partir da rotina prática das mudanças. Para Edson, a iniciativa responde a um problema recorrente observado nas operações: a desorganização no descarregamento. Segundo ele, cada caixa passa a ter um destino definido antes mesmo de sair do imóvel, o que reduz erros, retrabalho e tempo de execução. “Hoje, cada caixa já tem um destino definido antes mesmo de sair do imóvel. Isso reduz erro, reduz tempo e, principalmente, traz tranquilidade”, explicou.
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Na prática, o método permite que o cliente não precise acompanhar a operação de forma constante. De acordo com Edson, a equipe executa o descarregamento de forma organizada e silenciosa, minimizando interferências e estresse. A empresa também adota conferência final junto ao cliente antes do encerramento do serviço, procedimento que integra o protocolo operacional da JBLK.
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Edson destaca ainda que a estrutura da empresa inclui equipe fixa, frota dedicada e uso de ferramentas de gestão como 5S, Kaizen e TPM. Para ele, a aplicação dessas metodologias está associada à disciplina e à responsabilidade no dia a dia. “Excelência não se promete — se comprova no dia a dia”, afirmou, ao mencionar o histórico de zero reclamações no Reclame Aqui.
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Ao falar sobre os próximos passos, Edson afirma que o foco está na melhoria contínua sem descaracterizar os princípios que orientam a empresa desde a fundação. “O futuro da JBLK é continuar evoluindo sem perder a essência. Investir em treinamento, em melhoria contínua, em fazer cada vez melhor — mas sempre com os pés no chão”, ressalta.
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Mais informações sobre a JBLK Mudanças podem ser acompanhadas por meio do Instagram da empresa @mudancasjblk, onde são divulgados conteúdos institucionais e detalhes sobre seus serviços.

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