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Fusão: ISAT e HT one unem-se para atuar no mercado de Educação Corporativa

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É inegável o quanto a tecnologia só avançou na pandemia. O isolamento social mudou o comportamento das pessoas e a tecnologia só ganhou espaço. Sem poder sair de casa, os serviços digitais ganharam força e as interações corporativas passaram a ser todas online.
Embora o avanço da tecnologia já tenha começado antes da crise e a “moda” da transformação digital já havia caído nas graças das empresas, isso tudo foi acelerado pela pandemia, se consolidou e dificilmente voltará.


De acordo com o mais recente relatório “O futuro do emprego”, publicado em outubro de 2020, pelo Fórum Econômico Mundial, até 2025, 85 milhões de empregos serão substituídos pela mudança na divisão entre humanos e máquinas. Nesse meio tempo, 97 milhões de novos papéis devem ser criados na esteira das inovações tecnológicas.
Nesse cenário, as pessoas precisam provar seu valor. A tecnologia (tech) é sim importante, mas a humanização (touch) será o grande diferencial.

A dicotomia entre os dois termos “high tech e high touch” é retratada pela primeira vez em 1982 pelo futurólogo americano John Naisbitt, em seu best-seller “Megatrends”.
Em resumo ele fala da importância da tecnologia como potencializadora das capacidades humanas e não como uma substituta delas. Quanto mais alta tecnologia houver, ele escreveu, maior será a necessidade do antídoto do High Touch. Precisamos aprender a equilibrar as maravilhas materiais da tecnologia com as demandas emocionais da nossa natureza humana.
Com todo contexto do avanço da tecnologia e já há 26 anos no mercado com a ISAT, empresa de Tecnologia voltada para a área de educação à Distância e Comunicação Digital, que Dorian Lacerda, CEO da empresa, já se questionava há algum tempo que apesar da cultura voltada para pessoas que a empresa possui e do atendimento,  de nos últimos anos ter sido premiada várias vezes pelo reconhecimento da área de RH das principais empresas do Brasil (Top Of Mind 2014/2015), além da certificação do GPTW 2015, posicionando-se entre as 100 melhores empresas de TI para se trabalhar, faltava ainda algo em relação à educação corporativa para as organizações.

Trazer a humanização, o  “touch” para o treinamento somado aos produtos “tech” que a ISAT já possui (hoje com produção de conteúdos digitais, webseries, videoaulas, curadoria e licenciamento de cursos online, plataformas de gestão de aprendizagem e treinamentos (LMS) NEOLUDE e na área de streaming video, serviços em processos de produção, captação, codificação e distribuição de conteúdos em vídeo e áudio através da Internet, na produção de eventos corporativos e na transmissão online) e atende tão bem o mercado há quase 3 décadas, complementa o alcance das necessidades que o mercado tem.

Da tecnologia como meio mais pessoas e do touch que aproxima e humaniza.  era o que ele sabia que ainda estava faltando para a empresa se tornar realmente completa.
Foi então que Dorian e seus sócios, conheceram a High Touch one, ou simplesmente HT one, consultoria de educação corporativa que já traz o “touch” em seu DNA e que desenvolve seus programas sempre com o olhar para o ser humano. Foi um encontro de almas e propósito.

A HT One, que nasceu do sonho de quatro executivos com uma longa história em educação corporativa, logo se identificou também com a tecnologia presente nas soluções da ISAT, enxergando como diferencial para o que já fazem com tanta excelência. “
” O touch nasceu conosco. Colocar o ser humano no centro das relações sempre esteve como nossa prioridade no desenvolvimento de nossos programas e a tecnologia vem para facilitar e trazer ainda mais diferenciação para nossas entregas”, comenta Fernanda Palácios, uma das fundadoras da High Touch One.
Uma conexão e identificação de propósitos logo aconteceu, tornando-se um casamento com a fusão das duas marcas! Tornou-se um sonho maior dos sócios, construir algo ainda mais impactante para mais pessoas e mais empresas.

“É a humanização da Tecnologia, é o que o mercado precisa”, afirma Dorian Lacerda. “Estamos unindo soluções complementares que atendem o mercado de educação corporativa de forma completa, além de unir duas marcas importantes desse mercado com valores muito similares”, completa ele.
Tecnologia está aí, conhecimento é commodity. Agora o jeito que você coloca a tecnologia dentro de uma experiência de aprendizagem com o olhar para o ser humano, é onde mora a diferenciação, e é isso que a ISAT agora unida com a HT one, prometem fazer.
Em um modelo tradicional de educação onde se aprende muito mais hard skills do que soft skills, onde a tecnologia traz facilidade, mas muitas vezes o afastamento, o papel de um agente transformador, um facilitador que pode atender as necessidades latentes das empresas.
Hoje, precisamos ter em mente um paradoxo que Philip Kotler, pai do marketing, alerta sobre o comportamento das pessoas no livro “Marketing 4.0 – do tradicional ao digital”. Somos cada vez mais conectados, High Tech, mas queremos experiências cada vez mais customizadas, criadas especialmente para nós, ou seja, queremos algo totalmente High Touch.
As empresas, os colaboradores e os RHs precisam de apoio nessa jornada e a ISAT HT one Educação Corporativa nasce para ajudar e criar uma proposta de valor nessa transformação que está cada vez mais acelerada.

Sobre a ISAT:
A ISAT tem 26 anos e é referência em serviços e soluções em educação corporativa e streaming de vídeo. Na educação corporativa contribuímos em serviços de apoio ao T&D e RH e no desenvolvimento e produção de projetos de capacitação e treinamento envolvendo produção de conteúdos digitais, webseries, videoaulas, curadoria e licenciamento de cursos online, treinamentos presenciais ou híbridos alinhados com plataformas de gestão de aprendizagem e treinamentos (LMS) NEOLUDE.
Na área de streaming vídeo contribuímos junto às empresas, na prestação de serviços em processos de produção, captação, codificação e distribuição de conteúdos em vídeo e áudio através da Internet, na produção de eventos corporativos e na transmissão online de treinamentos, eventos, palestras, reuniões e ações de comunicação e marketing.

Sobre a HT ONE:
A  High Touch One (HT One) é hoje uma consultoria de educação corporativa formada por um grupo de profissionais com mais de 20 anos de experiência em treinamento e desenvolvimento.
Com o TOUCH em seu nome e em sua essência, atende o mercado com soluções customizadas em temas comportamentais com ênfase em equilíbrio emocional.

Juntas, agora ISAT HT one Educação Corporativa, têm a        expectativa de até 2025 dobrar de faturamento, crescendo pelo menos 20% ano.
Esse crescimento não se dará somente pela soma de portfolios. A ideia é vender tech para os atuais clientes HT one e soft skills para os atuais ISAT, com um trabalho forte de  cross selling e Up Selling, oferecer para o mercado novas possibilidades de produtos e serviços que temos como poucas consultorias tem: tech e touch.
A união das duas empresas na vertical de educação corporativa, mais que duplica as possibilidades de soluções, gera um crescimento exponencial, porque quando somamos as duas formas de entrega, as soluções aparecem.


Por isso, aguardem! A união ISAT HT one trará para o mercado uma nova forma de ministrar treinamento. O Comportamental com gamificação e novas tecnologias para os próximos anos.
Atendendo um mercado que hoje, pós pandemia, contrata diferente (muitas contratando pessoas de cidades distantes de sua matriz) e precisa treinar de forma diferente, e que precisa de apoio para essa nova realidade!

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Avannx aposta em especialização para resolver gargalos na reposição de peças XCMG no Brasil

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Foco exclusivo na marca, estoque planejado e importação dedicada formam a base da atuação da empresa no mercado nacional

Enquanto muitos fornecedores atuam de forma generalista no mercado de máquinas pesadas, a Avannx Importação e Distribuição de Peças LTDA fez uma escolha diferente: concentrar sua operação exclusivamente em peças da XCMG. A decisão, construída ao longo de mais de uma década de experiência no setor, moldou a forma como a empresa se posiciona diante de um dos principais desafios enfrentados por quem opera máquinas pesadas: a reposição eficiente de componentes.

Sediada na capital paulista, em uma região estratégica próxima às rodovias Ayrton Senna, Dutra e Rodoanel, a Avannx atende clientes em todo o Brasil com foco em escavadeiras, pás carregadeiras, retroescavadeiras, motoniveladoras, rolos compactadores e guindastes da marca.

Uma escolha baseada em profundidade, não em volume

Ao optar por trabalhar com uma única marca, a empresa buscou aprofundar o conhecimento técnico em vez de ampliar indiscriminadamente o portfólio. Essa especialização permitiu construir histórico, entender padrões de demanda e reduzir erros comuns na identificação de peças.

Na prática, isso significa lidar diariamente com variações de modelos, séries e aplicações, garantindo compatibilidade e precisão na reposição. “Quando se trabalha com foco total em uma marca, o nível de atenção aos detalhes muda”, explica a Avannx.

Estoque planejado como resposta à rotina do cliente

Outro pilar da atuação da empresa está na construção do estoque. Em vez de apostar apenas em volume, a Avannx investe na ampliação da linha de produtos com base em histórico de demanda, priorizando peças XCMG mais recorrentes e componentes que costumam gerar gargalos quando indisponíveis.

Esse modelo busca reduzir o tempo de máquina parada e oferecer mais previsibilidade para empresas que dependem diretamente da operação dos equipamentos.

Importação dedicada como extensão do atendimento

Mesmo com planejamento, há situações em que a peça necessária não está disponível no mercado nacional. Nesses casos, a importação dedicada entra como parte natural da solução. A Avannx realiza importação direta de peças XCMG e também de outras marcas, sempre com validação técnica e acompanhamento de todo o processo, da identificação à entrega.

Esse cuidado evita erros de compatibilidade e reduz incertezas em demandas mais sensíveis.

Empatia aplicada à rotina operacional

Além da técnica, a empresa destaca a forma como se relaciona com seus clientes. Para a Avannx, o equipamento desmobilizado não é tratado como um problema distante, mas como parte do impacto real da operação.

“Quando uma máquina para, a consequência vai além da manutenção. Existe impacto em prazo, equipe e planejamento. Por isso, tratamos o problema como nosso também”, afirma a empresa.

Especialização como resposta a um mercado mais exigente

Com a presença crescente de máquinas XCMG em obras e operações pelo país, a reposição de peças passa a exigir mais do que soluções genéricas. Especialização, histórico técnico e estrutura logística se tornam diferenciais concretos para reduzir riscos e evitar improvisos.

Ao concentrar sua atuação em peças XCMG, a Avannx construiu um modelo que responde diretamente às demandas de um mercado que busca precisão, agilidade e previsibilidade na manutenção de máquinas pesadas.

Mais informações sobre peças XCMG, estoque técnico e importação dedicada estão disponíveis em Avannx Importação e Distribuição de Peças LTDA.

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Perícia identifica erro judicial causado por inteligência artificial

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Perícia técnica aponta que diálogo citado em decisão não existia nos autos e reacende o debate sobre limites do uso de IA no processo penal

A promessa de eficiência associada à inteligência artificial começa a enfrentar seus testes mais sensíveis no Judiciário. Ferramentas capazes de ler milhares de páginas, organizar dados e sugerir análises já fazem parte da rotina jurídica. O problema surge quando esses sistemas deixam de apoiar o trabalho humano e passam a influenciar diretamente decisões que afetam direitos fundamentais. Um caso recente, analisado pelo perito digital Joaquim Neto, expõe com clareza esse risco e foi detalhado pelo especialista em um vídeo publicado em seu canal no YouTube.

O episódio envolve uma decisão judicial que determinou a prisão de um indivíduo com base em um suposto diálogo entre investigados. Ao examinar o processo, a equipe de defesa não conseguiu localizar a conversa mencionada pelo juiz em nenhuma peça dos autos. Após sucessivas tentativas de verificação, Joaquim Neto foi contratado para elaborar um parecer técnico de prova negativa, procedimento pericial voltado a demonstrar, de forma objetiva, a inexistência de determinado elemento probatório.

A análise começou pela leitura minuciosa da decisão. Segundo o perito, o texto apresentava estruturas linguísticas e padrões que indicavam a possível utilização de inteligência artificial na sua elaboração. A observação, por si só, não seria suficiente para qualquer conclusão, mas funcionou como ponto de partida para uma investigação técnica mais aprofundada.

Apesar de ser um defensor do uso da tecnologia no Direito, Joaquim Neto faz uma distinção clara entre ganho de eficiência e delegação de responsabilidade. Para ele, a IA pode reduzir drasticamente o tempo de trabalho e ampliar a capacidade analítica de advogados e peritos. Um levantamento que levaria dias pode ser feito em horas. O risco aparece quando esse ganho operacional é tratado como sinônimo de confiabilidade absoluta.

“A inteligência artificial pode acelerar o trabalho jurídico, mas não valida fatos. Sem a revisão humana, o erro deixa de ser técnico e passa a impactar diretamente a liberdade das pessoas”, afirma o perito.

Para verificar a existência do diálogo citado na decisão, a perícia foi conduzida em três frentes complementares. A primeira envolveu uma análise manual detalhada dos autos, realizada tanto pelo perito quanto pela equipe jurídica. Nenhuma referência ao conteúdo mencionado foi encontrada. Na segunda etapa, foram utilizadas ferramentas tecnológicas capazes de processar grandes volumes de dados e rastrear a origem das informações, sem qualquer correspondência.

A terceira frente incluiu o uso de softwares especializados em reconhecimento de conteúdo em documentos digitalizados, tecnologia amplamente empregada em investigações oficiais. Foram realizadas buscas por palavras-chave, variações semânticas e proximidade de termos relacionados ao suposto diálogo. O resultado permaneceu o mesmo: ausência total de registros.

Mesmo não tendo sido contratado inicialmente para analisar dispositivos móveis, Joaquim Neto avançou na verificação técnica, examinando links de armazenamento em nuvem e o aparelho apontado como origem da conversa. A conclusão foi inequívoca. O diálogo não existia, nem mesmo de forma aproximada. A hipótese mais consistente era a de uma alucinação de inteligência artificial incorporada à decisão sem a devida conferência técnica.

O caso lança um alerta importante para o sistema de Justiça. Sistemas automatizados são capazes de produzir textos coerentes e convincentes mesmo quando o conteúdo é falso. No processo penal, essa característica se torna especialmente sensível, pois pode sustentar decisões que afetam diretamente a liberdade e outros direitos fundamentais.

Para o perito, o episódio não deve ser lido como um argumento contra a tecnologia, mas como um chamado à responsabilidade. “A IA precisa ser tratada como ferramenta de apoio. A responsabilidade técnica e ética pelas decisões continua sendo humana”, afirma.

A experiência analisada por Joaquim Neto revela um desafio que tende a se intensificar nos próximos anos. À medida que o uso de inteligência artificial se expande no Judiciário, cresce também a necessidade de critérios claros, revisão rigorosa e consciência dos limites desses sistemas. A tecnologia avança rápido. O cuidado com suas consequências precisa acompanhar o mesmo ritmo.

 

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Naiara Baldanza analisa os limites das decisões judiciais e o papel do advogado na proteção de direitos

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Fundamentação das decisões e a atuação técnica da advocacia em momentos de excesso

 

O poder de decidir é um dos pilares do Judiciário. A ele está associada a expectativa de que toda decisão seja motivada, proporcional e alinhada às garantias previstas em lei. Quando esses critérios não se mostram claros, surgem questionamentos legítimos por parte dos cidadãos, que passam a questionar não apenas o resultado do processo, mas a própria segurança jurídica que sustenta o Estado de Direito.

A discussão sobre decisões consideradas arbitrárias costuma ganhar espaço em momentos de maior tensão institucional ou diante de casos de maior repercussão. Embora o termo seja frequentemente utilizado de forma genérica, ele costuma estar associado a situações em que há fragilidade na fundamentação, desproporção entre a medida adotada e os fatos do processo ou restrições a direitos sem respaldo jurídico consistente.

“Quando uma decisão judicial carece de fundamentação ou ultrapassa os limites legais, o papel do advogado é técnico e estratégico. Não se trata de confronto, mas de recolocar o processo dentro das garantias previstas em lei”, afirma Naiara Baldanza.

Advogada especialista em Direito de Família e Direito Internacional Privado, Naiara avalia que a atuação da advocacia nesses casos exige preparo jurídico, leitura minuciosa dos autos e distanciamento emocional, especialmente em situações que despertam sensação de injustiça ou insegurança. Para o cidadão comum, identificar excessos nem sempre é simples, mas os impactos dessas decisões costumam ser sentidos de forma concreta.

Decisões imprevisíveis ampliam a sensação de insegurança jurídica, dificultam a construção da defesa e comprometem a confiança no funcionamento das instituições. Em muitos casos, os efeitos não se limitam ao processo em si, alcançando a vida pessoal, profissional e patrimonial das partes envolvidas.

Cabe ao advogado analisar criticamente a decisão, identificar eventuais violações de garantias legais e utilizar os instrumentos processuais adequados para restabelecer o equilíbrio da relação processual. Esse trabalho não se orienta por indignação, mas por técnica, estratégia e domínio dos mecanismos previstos em lei.

Além da atuação individual da advocacia, o debate sobre decisões arbitrárias envolve o papel institucional da Ordem dos Advogados do Brasil. A OAB, inclusive em sua seccional do Distrito Federal, tem como uma de suas atribuições a defesa das prerrogativas profissionais, que se conectam diretamente ao direito de defesa e ao devido processo legal.

Quando o exercício da advocacia é limitado ou quando decisões comprometem o acesso pleno aos meios de defesa, a atuação institucional da OAB contribui para preservar o equilíbrio entre as funções essenciais à Justiça. Esse papel se torna ainda mais relevante em um cenário de crescente complexidade processual, no qual a atuação técnica do advogado é indispensável para evitar que direitos sejam relativizados.

Ao mesmo tempo, uma análise madura do tema exige reconhecer os desafios enfrentados pelo próprio Judiciário. A sobrecarga de processos, a complexidade das demandas contemporâneas e a pluralidade de interpretações jurídicas fazem parte da realidade institucional. Nem toda decisão desfavorável pode ser classificada como arbitrária, e o uso indiscriminado desse rótulo tende a esvaziar o debate.

Por isso, a reflexão sobre os limites das decisões judiciais precisa se afastar de discursos acusatórios e se aproximar de uma análise técnica e responsável. A exigência de fundamentação clara, proporcionalidade e respeito ao contraditório não enfraquece o sistema de Justiça, mas contribui para seu aprimoramento.

Nesse cenário, a advocacia exerce uma função de equilíbrio. Ao defender interesses individuais, também atua como elemento de controle técnico, colaborando para que o processo judicial cumpra sua finalidade dentro dos parâmetros legais. A presença de profissionais preparados e de instituições atuantes reforça a previsibilidade e a confiança no sistema.

A discussão sobre decisões judiciais e seus limites, portanto, ultrapassa casos isolados. Ela aponta para um debate mais amplo sobre responsabilidade institucional, garantias processuais e maturidade democrática. Em um Estado de Direito, a proteção de direitos depende tanto de quem decide quanto de quem atua para que a lei seja aplicada com coerência, técnica e equilíbrio.

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