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Grupo de Mídia Bahia retoma atividades com foco na capacitação profissional e parcerias acadêmicas

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O Grupo de Mídia Bahia – GMBA, presidido por Cristiana Chaves | Engenhonovo, retomou suas atividades com uma nova diretoria. A entidade, que representa os profissionais de mídia do mercado baiano, tem como principal foco a capacitação e o resgate do profissional como peça fundamental no ambiente publicitário.

Com o objetivo de atuar também em frentes educacionais, o GMBA pretende estreitar laços com as faculdades de Comunicação e Publicidade e propaganda, oferecendo eventos e cursos para o mercado. O grupo também busca promover a troca de conhecimento e experiências entre os profissionais da área.

A nova diretoria é composta por: Andrea Campodonico (BTS), Gabriele Nascimento (Engenhonovo), Mônica Hora (Ideia 3), Leonardo Araújo (Morya), Carol Moreira (Rocha), Cristiana Chaves (Engenhonovo), Andréa Sanfront (Objectiva), Rosana Ramos (Morya), Bruna Robls (Viamídia), Jadson Queiroz (Bahia Comunicação) e Isadora Falcão (Califórnia).

Para marcar o reinício das atividades, um almoço com a presença da mesa diretora foi realizado. Durante o encontro, foram discutidos os planos e metas para o futuro do GMBA, visando fortalecer ainda mais a presença e a atuação dos profissionais de mídia no mercado baiano.

** Este texto não necessariamente reflete, a opinião deste portal de noticias

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Gol, Palio, Uno, Onix e HB20 são os seminovos mais vendidos na Bahia

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Com 41.214 veículos vendidos em maio, o estado segue na liderança do ranking na região, com alta nas vendas na comparação com o mesmo período do ano passado

Um levantamento divulgado pela Federação Nacional das Associações de Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto) aponta que 41.214 veículos seminovos foram comercializados no mês de maio de 2024 na Bahia, número 6,5% acima dos 38.705 que foram comercializados no mesmo período do ano passado. Segundo o estudo, Gol, Palio, Uno, Onix e HB20 estiveram entre os preferidos dos consumidores.

A pesquisa divulgada na primeira quinzena de junho também apresenta um leve aumento no número de vendas de seminovos no estado, na comparação com o mês de abril deste ano. Foram 40.964 comercializados no quarto mês do ano, equivalente a 0,6% de diferença para maio.

No ranking por estados, a Bahia segue na liderança da tabela, seguido por Pernambuco (40.534 seminovos vendidos em maio), Rio Grande do Norte (17.932), Paraíba (15.687) e Maranhão (12.431).

Para o presidente da Associação Oficial de Revendedores de Veículos do Estado da Bahia (Assoveba), Ari Pinheiro Junior, o cenário positivo pode ser atribuído a inúmeros fatores de mercado. De acordo com ele, “as frequentes reduções da taxa básica de juros têm sido um componente importante para encorajar os consumidores que estão em busca da compra do primeiro veículo ou da troca por um seminovo”. Ari Pinheiro Junior destaca que “em junho do ano passado a taxa estava em 13,65% e chegou aos 10,5%”.

O presidente da Assoveba também ressalta “a busca constante pela qualificação dos serviços prestados pelas lojas de veículos seminovos vinculadas à entidade, que oferecem atendimento cada vez mais customizado aos clientes que buscam atendimento cada vez mais transparente e seguro”. De acordo com ele, “o consumidor está ainda mais consciente de seus direitos e sabe que não adianta apenas procurar pelo preço mais baixo, sendo cada vez mais importante buscar o melhor custo-benefício, evitando golpes e arrependimento nas compras”.

Para confirmar se um revendedor é filiado à Assoveba basta acessar o site https://www.assoveba.com.br

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Negócios

Dez motivos para usar chatbots no setor da saúde

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Após registrar o 1º trimestre mais positivo desde 2019, o mercado tem a chance de consolidar a recuperação com uso da tecnologia para eliminar desperdícios

O primeiro trimestre de 2024 trouxe sinais que confirmam a perspectiva de recuperação no setor de saúde após ele atravessar um longo período amargando notícias negativas. Números divulgados na semana passada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) demonstram que essa indústria registrou lucro líquido de R$ 3,33 bilhões nos primeiros três meses do ano. Esse resultado equivale a aproximadamente 3,93% da receita total acumulada no período e é o melhor percentual desde os três primeiros meses de 2019. Apesar disso, segundo especialistas, ainda há muitas oportunidades de melhorar o desempenho operacional e, consequentemente, a eficiência com a utilização da tecnologia para apoiar a melhoria do ambiente macroeconômico e consolidar a retomada dos lucros das operadoras de planos de saúde, dos hospitais, das clínicas e dos laboratórios brasileiros.

A diretora de Fiscalização da ANS, Eliane Medeiros, por exemplo, disse no final do ano passado, ao abrir uma audiência pública do setor que o aperfeiçoando dos atendimentos e dos serviços seriam caminhos viáveis para transformar o ambiente de negócios do setor. Neste sentido, Frederico de Souza, que é CEO da Botdesigner, healthtech especializada no desenvolvimento de soluções de Chatbots Omnichannel para o segmento, indica dez situações nas quais essa tecnologia amplia a rentabilidade. São elas:

1)Prejuízo financeiro com no-show

Um levantamento feito pela Botdesigner mostra a taxa de não comparecimento em procedimentos agendados em torno de 20% ao mês, o que representa uma receita 20% menor aos cerca de 4.666 hospitais privados brasileiros. Por meio de um sistema de confirmação automatizada, seja por Whatsapp ou ligação telefônica, os chatbots permitem que a taxa mensal de no-show seja reduzida pela metade.

2) Jornadas de atendimento reduzidas, operando apenas em horário comercial

As dores e doenças das pessoas não esperam e nem têm compromisso com o horário comercial. Desta forma, quando uma empresa de saúde restringe sua capacidade de atendimento para apenas o período entre as 8h00 e as 18 horas, ela acaba perdendo possíveis clientes para a concorrência. O Chatbot permite atendimento 24 horas por dia, durante os sete dias da semana.

3) Atendentes sobrecarregados de demanda

A capacidade humana de processar informações é significativamente inferior à da tecnologia. Quanto mais uma pessoa é colocada diante da necessidade de fornecer dados sobre as mais variadas situações, mais ela perde eficiência. Os chatbots dotados de inteligência artificial não só mantém a qualidade do atendimento como aperfeiçoa à medida que aprende com cada atendimento realizado.

4)Taxas longas de demora na primeira resposta ao paciente

O famoso uso abusivo do gerundismo associado a ciclos de coleta intermináveis de dados cadastrais antes que uma única ação de resolução de problemas seja executada são sinais claros do tipo de atendimento que afasta clientes novos e expulsa os antigos. Os chatbots podem ser programados com jornadas inteligentes que pulam etapas e surpreendem o usuário pela simplicidade e eficiência.

5) Taxas longas de conclusão do atendimento

O cenário inicial descrito acima pode ter um agravante se, no final do cadastro, o atendente apenas diga que vai passar o caso para outro departamento que repetirá este processo até que o cliente desista do atendimento enfurecido. Os chatbots podem ser conectados a sistemas inteligentes de ERPs que agilizam as etapas e respostas necessárias.

6)Altos custos com mão de obra para call center

O uso de chatbots permite o aumento da eficiência no atendimento com menos operadores humanos, liberando a força de trabalho operacional para funções estratégicas.

7) Alta rotatividade de profissionais na área do atendimento

O treinamento de pessoas para atender aos clientes é uma atividade custosa para as organizações, mas que muitas vezes não chega a trazer o benefício esperado, pois os trabalhadores mudam de emprego antes de utilizarem tudo o que aprenderam. Os chatbots podem ser treinados de forma contínua e automática sem o risco de desperdício deste investimento.

8) Falta de dados e histórico sobre os atendimentos realizados

A captura, processamento e uso de dados de forma inteligente feito por chatbots acoplados a estruturas de inteligência artificial e ERPs permite um atendimento cada vez mais customizado, com a criação de condições e produtos inovadores para encantar os clientes. Enquanto isso, o atendimento humano na maioria das vezes desperdiça essa oportunidade.

9) Sem dados, não é possível mensurar o real desempenho do time de atendimento

Acompanhar de forma individual a forma como cada operador está desempenhando suas funções é sempre uma tarefa difícil e custosa. Já os chatbots permitem a visualização rápida e fácil de relatórios que mostram as oportunidades de melhorias.

10) Pacientes insatisfeitos com o atendimento

Clientes insatisfeitos demandam menos serviços do que poderiam e, quando rompem o relacionamento. Além da redução do faturamento financeiro, ainda ampliam o prejuízo fazendo propaganda negativa da empresa para seus ciclos de influência. Os chatbots permitem monitoramento e ajustes contínuos para evitar que a situação chegue a este ponto.

Frederico de Souza chama a atenção para o fato de que apesar do grande potencial oferecido pelos atendentes virtuais, essa ferramenta ainda é pouco usada no segmento. Segundo a pesquisa TIC Saúde 2022, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), apenas 22% dos estabelecimentos de saúde no Brasil oferecem o serviço de agendamento de consulta pela internet, por exemplo.

“Os chatbots acenam com a viabilidade de elevar rapidamente tanto a qualidade do atendimento quanto a relação custo/benefício para as empresas do segmento. Agora que os números começam a ser mais favoráveis para as empresas deste ecossistema, parece ser uma oportunidade de disseminar essa tecnologia em busca de um ciclo virtuoso de crescimento”, conclui o executivo.

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Mercado de colchões cresce no Brasil

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O mercado de colchões, em 2023, movimentou no Brasil mais de R$ 17 bilhões de reais de acordo com dados do IBGE e da Associação Brasileira da Indústria de Colchões (ABICOL). Esse valor representa um crescimento em relação ao ano anterior, que movimentou R$ 16 bilhões de reais.

Para se ter ideia, a produção de colchões no Brasil atingiu 35,7 milhões de unidades, gerando emprego para cerca de 28,6 mil pessoas entre diretos e indiretos.

Existe uma variedade enorme de colchões no mercado nacional:  espumas (poliuretano, viscoelástica, HR, alta resiliência, látex e espuma mista), molas (bonnel, pocket ensacadas), LFK, Verticoil, Superlastic, Miracoil, entre outras), além de colchões pneumáticos, massageadores e com camadas de gel. A variedade é grande, mas lembre-se que a escolha do colchão ideal é um investimento em seu sono e bem-estar.

O varejo é o principal canal de venda, representando 96% do faturamento em 2022 e o comércio online representa 4% das vendas e vem crescendo.

Os colchões de espuma representam 54% e os de molas 46% do total comercializado. Os colchões “Bed in a Box”, que são comprimidos a vácuo, enrolados e entregues em uma caixa, estão ganhando popularidade devido à praticidade e design moderno. As regiões do Brasil mais consumidoras são o Sudeste com 40% e em seguida o Nordeste com 25%.

Segundo especialistas o mercado de colchões no Brasil deve continuar crescendo nos próximos anos, impulsionado por fatores como: aumento da renda familiar, conscientização sobre a importância do sono para a nossa recuperação física e bem-estar e crescimento do comércio online.

Mais que uma boa noite de sono, as pessoas buscam qualidade de vida para dormirem e acordarem renovados para enfrentar o novo dia.

Mas o que deve ser levado em consideração na hora de comprar um colchão?

Conversamos com Jean Schmuziger, CEO da Suisse Colchões, uma das marcas de maior ascensão no mercado, reconhecida pela excelência e compromisso com o bem-estar de seus clientes.

Jean é filho de Augusto Victorio Schmuziger, que em 1966 fundou a Schmuziger Máquinas, primeira empresa fabricante de máquinas voltadas para a fabricação de espuma e colchões do Brasil e desde a infância está envolvido nesse mercado. Há alguns anos atua no comando da empresa que desenvolve produtos inovadores e de alta qualidade, desde a seleção rigorosa dos materiais até o processo de produção artesanal, garantindo que cada colchão seja único e especial, reunindo tecnologia e conforto.

“Os nossos colchões foram desenvolvidos por uma equipe especializada para proporcionarem o máximo possível de conforto e bem-estar para os nossos clientes. Como produzimos as nossas próprias espumas, trabalhamos por 2 anos no desenvolvimento das camadas de conforto e de suporte dos nossos colchões. O resultado desse desenvolvimento é que os nossos colchões, independente da altura e do peso das pessoas, oferecem uma distribuição mais uniforme do corpo sobre o colchão, aliviando dessa maneira a pressão exercida principalmente nas áreas do quadril e dos ombros. Além de ajudar no correto alinhamento da coluna os nossos colchões beneficiam a circulação sanguínea periférica dos nossos corpos e dessa maneira nos auxiliam com a nossa recuperação física e mental durante o sono”, declara o empresário.

“Além de ajudar no correto alinhamento da coluna os nossos colchões beneficiam a circulação sanguínea periférica dos nossos corpos”

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