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Gui Trader e Horizon Edge: como o maior escritório de trade de São Paulo ajuda pessoas a conquistarem a liberdade financeira

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Gui Trader

Com experiência no mercado de Forex, Gui Trader compartilha estratégias e mentorias para quem busca ganhos consistentes e independência financeira.

Para muitas pessoas, alcançar a liberdade financeira parece um objetivo distante. A ideia de ganhar dinheiro de forma consistente, sem depender de um emprego tradicional, soa quase como um sonho. Mas, na prática, essa realidade é possível para quem aprende a operar no mercado financeiro de forma estratégica. No entanto, existe um fator essencial que pode definir o sucesso ou o fracasso de um investidor: ter um mentor experiente para guiar o caminho.

O mercado de Forex, por exemplo, oferece grandes oportunidades, mas também exige conhecimento e disciplina. Muitas pessoas entram nele buscando ganhos rápidos, mas sem uma base sólida, acabam cometendo erros que poderiam ser evitados. Gui Trader, um dos principais nomes do trading no Brasil, conhece bem esse cenário. Antes de se tornar referência no assunto, ele passou por dificuldades financeiras, enfrentou tentativas frustradas em diferentes carreiras e até chegou a perder dinheiro ao tentar investir sem o conhecimento adequado. Foi só quando encontrou um método eficiente e estruturado que conseguiu reverter essa situação.

Gui Trader

“Eu já tentei diversas áreas e nunca me encontrei. Passei por três faculdades, trabalhei em diferentes empregos e sempre estava frustrado, sem dinheiro e sem perspectiva. Foi quando decidi investir no mercado financeiro que tudo mudou, mas, no início, sem conhecimento, acabei perdendo tudo. Só quando entendi a importância de ter um método sólido e um mentor para me guiar que as coisas começaram a dar certo”, conta Gui.

Essa experiência pessoal o levou a criar a Horizon Edge, um dos maiores escritórios de trade de São Paulo. Seu objetivo é ajudar outras pessoas a trilharem o mesmo caminho, sem precisar passar pelos mesmos desafios iniciais. Ele acredita que, com o suporte certo, qualquer pessoa pode aprender a operar no mercado financeiro de forma consistente e sustentável. “O maior erro de quem começa é acreditar que o trading é só sobre ganhar dinheiro rápido. Na verdade, é um processo que exige paciência, estratégia e, principalmente, alguém que já percorreu esse caminho para orientar”, afirma.

A presença de um mentor faz toda a diferença porque permite ao trader iniciante aprender com os acertos e erros de quem já tem experiência. Isso reduz o tempo necessário para alcançar resultados positivos e minimiza as chances de cometer falhas que poderiam ser evitadas. No Horizon Edge, Gui oferece essa orientação de forma prática, ajudando seus alunos a desenvolverem uma mentalidade correta e estratégias eficientes para operar no mercado.

Gui Trader

“Hoje, meu foco é mostrar para as pessoas que é possível viver do mercado financeiro de forma realista e segura. Eu já estive do outro lado, sei como é difícil começar sem direção. Por isso, ensino não apenas as técnicas, mas também como construir uma mentalidade forte para ter consistência e sucesso a longo prazo”, explica.

Além do suporte personalizado, ele também compartilha gratuitamente dicas e insights valiosos em suas redes sociais, mostrando na prática como funciona o dia a dia de um trader profissional. Para quem deseja aprender mais sobre o mercado financeiro e entender como é possível construir uma renda consistente com o trading, acompanhar especialistas como Gui Trader pode ser o primeiro passo para transformar esse objetivo em realidade.

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Analice Nicolau explica como construir uma narrativa humanizada antes que a IA tome conta

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84% da Geração Z engole conteúdo falso todo instante; aprenda com caso que custou milhões

Analice Nicolau sabe exatamente como é compartilhar um conteúdo sem checar se veio de humano ou máquina, la mesma já caiu nessa. Segundo a OECD, 84% da Geração Z vive essa confusão todo dia, rolando feeds sem aquele filtro instintivo que só experiência traz. Num mundo de prompts instantâneos, marcas enfrentam escolha dura: ou mergulham na alma do cliente através de conversas reais, ou viram mais um perfil genérico perdido no algoritmo. Nenhuma IA senta na sala de reunião captando emoção, história de vida, tom de voz. Esse é o superpoder humano que Analice entrega.

Com 20 anos de jornalismo e centenas de reuniões cara a cara, Analice aprendeu que narrativa não nasce de prompts, nasce de conexão. O framework da OECD lista 22 competências técnicas, mas esquece o principal: sentar com o empreendedor em São Paulo, ouvir o gestor contar a pressão do conselho, captar o sonho da PME de Fortaleza que quer ser gigante. “É esse “mergulhar na alma” que gera verdades impossíveis de falsificar. IA gera texto. Reunião gera descobertas que transformo em legado”. conclui Analice

O caso do deepfake do Jason Momoa em 2025 mostra o preço da superficialidade. Vídeo falso prometendo romance e investimento que enganou a viúva britânica, US$ 600 mil sumiram porque faltou o faro humano de desconfiar. Dois milhões de views antes de cair, e as marcas acabam perdendo 30% dos seguidores por compartilhar sem sentir a frieza artificial. Analice repete pros clientes: “IA viraliza em segundos. Mas a conversa humana reconquista em meses.”

No Brasil, campanhas de moda praia em 2025 viralizaram com biquínis impossíveis, costuras flutuando, sombras erradas, seis dedos nos modelos. Milhões curtiram antes do desmascaramento. Marcas de beachwear enfrentaram boicote: vendas cairam 25%, nas redes sociais gritando “fake”. O erro fatal? Confiaram em tela, não em conversa com público real. Analice nunca deixa isso acontecer, ela vive nas reuniões onde cliente revela o que algoritmo nunca vai entender. A sua narrativa. E ela é única.

A metodologia Analice é direto ao ponto, mas ninguém copia: Primeiro, ela ouve a história que o empreendedor nunca contou pra ninguém, a dor do fracasso, o sonho que  o mantém acordado às 3 da manhã. Segundo, usa IA para rascunho bruto, mas reescreve tudo com a voz dele, palavra por palavra, emoção por emoção. Terceiro, manda pros clientes uma pergunta simples: “Você sentiu que eu te entendi?”  Quarto, coloca aqueles detalhes que só brasileiro pega, o ritmo no texto que embala, a metáfora do jogo empatado no final, a saudade do interior que aperta o peito.

Os números só confirmam o que ela viveu em vários projetos cara a cara:  40% mais mensagens espontâneas via rede social. “Fico tão feliz quando vejo a face do cliente e o sorriso que o fez se sentir validado” funis que vendem 3x mais rápido, clientes que ligam domingo às 20h dizendo “Analice, você me entende como ninguém”. Enquanto consultorias entregam planilhas Excel, Analice entrega gente que compra de novo. Enquanto agências mandam 50 variações de prompt, ela olha nos olhos. Para 2026, quem entender que narrativa é relacionamento humano, ganha. Quem achar que IA substitui olho no olho, já perdeu.

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Imagem com propósito: como Jéssica Migliorini ressignifica o vestir como ferramenta de comunicação e influência

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Durante muito tempo, a imagem feminina foi tratada apenas como um recurso estético, dissociado de estratégia, identidade e intenção. Hoje, esse olhar vem sendo revisado por profissionais que entendem a imagem como parte fundamental da comunicação pessoal e do posicionamento social. Entre esses nomes, destaca-se Jéssica Migliorini, consultora de imagem e estrategista de posicionamento, que tem contribuído para uma nova leitura sobre o papel da imagem na construção de autoridade feminina.

O trabalho desenvolvido por Jéssica parte do princípio de que o vestir é um ato de comunicação consciente. Cada escolha visual carrega mensagens, símbolos e significados que impactam diretamente a forma como uma mulher é percebida e como ela se percebe. A partir dessa perspectiva, a imagem deixa de ser um elemento superficial e passa a ser compreendida como uma ferramenta de influência, clareza e direcionamento.

Criadora do método Vista-si, Jéssica propõe um processo de alinhamento entre identidade, essência e intenção. A metodologia integra moda, comportamento, comunicação não verbal e inteligência emocional, auxiliando mulheres a construírem uma presença coerente com seus valores e objetivos de vida. O foco não está em tendências passageiras, mas na construção de uma imagem que sustente crescimento, segurança e protagonismo.

Com uma estética clássica aliada a uma visão contemporânea e histórica da imagem feminina, Jéssica Migliorini desenvolveu uma atuação autoral, que respeita trajetórias individuais e contextos pessoais e profissionais. Seu trabalho se diferencia por transformar escolhas visuais em estratégias de posicionamento, fortalecendo a autoconfiança e a autoridade de mulheres em diferentes áreas.

Além da consultoria, Jéssica é criadora do projeto Vestida de História, que conecta imagem, memória e identidade, resgatando a relação entre o vestir e as narrativas que atravessam a vida de cada mulher. Como palestrante, mentora e influenciadora digital, compartilha conteúdos que convidam à reflexão sobre imagem, comportamento e presença consciente.

Ao propor uma abordagem que une estética, estratégia e inteligência emocional, Jéssica Migliorini reforça a ideia de que imagem não é vaidade, mas uma linguagem poderosa capaz de comunicar propósito, fortalecer decisões e ampliar oportunidades.

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Evento da Aliança Divergente reúne 4.500 pessoas e projeta São José dos Campos no cenário nacional

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Entre os dias 30 de janeiro e 1º de fevereiro, São José dos Campos (SP) recebeu um dos maiores eventos presenciais do país voltados ao desenvolvimento humano. Realizado pela Aliança Divergente, o encontro aconteceu na Arena Farma Conde e reuniu cerca de 4.500 participantes, vindos de diferentes regiões do Brasil e do exterior.

De acordo com estimativa da organização do evento, a realização movimentou aproximadamente R$ 40 milhões na economia local. O impacto foi percebido principalmente na rede hoteleira, no setor de alimentação, no transporte, no comércio e em serviços ligados à produção e à logística do evento.

A presença de um público expressivo ao longo de vários dias reforçou a capacidade do município de receber grandes encontros nacionais, ampliando a visibilidade de São José dos Campos como destino para eventos de grande porte.

A Aliança Divergente destaca que o evento não tem caráter terapêutico nem clínico. A proposta é criar um espaço de reflexão sobre desenvolvimento humano, relações e escolhas individuais, a partir de uma metodologia própria, chamada Teoria da Permissão, aplicada pela organização em sua comunidade.

Segundo Renato Torres, CEO da Aliança Divergente, o encontro foi pensado como uma experiência coletiva, voltada à consciência e à responsabilidade pessoal, sem promessas de cura ou intervenção médica. “O objetivo é provocar reflexão, clareza e decisões mais conscientes. O evento é um espaço de encontro, troca e aprendizado, não uma prática terapêutica”, afirma.

O evento reuniu participantes de diferentes faixas etárias e perfis, que já acompanham a comunidade da Aliança Divergente em formato digital e se encontraram presencialmente em São José dos Campos. A organização afirma ter mais de 150 mil aliados, distribuídos em 85 países, o que amplia o alcance da iniciativa.

Durante a programação, relatos pessoais e experiências compartilhadas pelos participantes reforçaram o caráter reflexivo do encontro, com foco em postura, relações e responsabilidade individual.

Mesmo avaliando a realização do evento em outras capitais, a organização optou por manter São José dos Campos como sede. A decisão levou em conta fatores como infraestrutura, localização estratégica e a relação da empresa com o município, onde está instalada desde 2018.

Com a realização do encontro, São José dos Campos se consolida como uma cidade capaz de unir infraestrutura, organização e capacidade de atração de grandes públicos, ampliando seu protagonismo no circuito nacional de eventos.

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