Hotel Ilhas da Grécia ganha nova identidade visual e site moderno
O Hotel Ilhas da Grécia, tradicional destino na Praia da Enseada, no Guarujá, apresenta uma nova fase com a atualização de sua identidade visual e o lançamento de um site moderno. A mudança, que visa fortalecer a marca e oferecer uma experiência mais coesa aos clientes, mantém a essência do hotel, que já conquistou seu lugar no coração de muitos viajantes.
A nova logo, com design mais clean e a sigla “HIG”, representa a modernização da marca, sem perder a tradição que a acompanha há mais de 20 anos. “O objetivo é trazer modernidade sem perder a essência, que nos acompanhou por muitos anos e atuou como pano de fundo de muitas conquistas”, explica Rodrigo Rocha, coordenador do Hotel Ilhas da Grécia.
Já o novo site, além de apresentar a nova identidade visual, oferece uma interface aprimorada, com navegação intuitiva e informações completas sobre o hotel. “Estamos entusiasmados com a evolução contínua da marca para o mundo dinâmico de hoje. Este rebranding não é apenas uma nova aparência, é sobre viver e respirar nossos valores em tudo o que fazemos”, afirma Rodrigo Rocha.
Além das novidades anunciadas, o Hotel Ilhas da Grécia continua investindo em sustentabilidade e oferece carregadores elétricos para carros, bem como outras comodidades que garantem uma estadia relaxante e prazerosa aos seus hóspedes. A diária acessível inclui Wi-Fi, bar com piscina e estrutura especial na areia, com disponibilização de toalhas, cadeiras e guarda-sóis aos hóspedes. Os hóspedes também têm à disposição restaurante com pratos à la carte e lanches variados, bem como estacionamento com manobrista.
Localizado a apenas 80 metros da praia, o Ilhas da Grécia ainda confere aos seus hóspedes a oportunidade de explorar a região a pé, desfrutando do verdadeiro lifestyle do litoral paulista. As acomodações oferecem camas confortáveis e uma excelente estrutura com ar-condicionado, TV a cabo, frigobar, armário e cofre digital. Algumas alas ainda contam com varandas para apreciar a vista deslumbrante da região. O hotel também é Pet Friendly, permitindo que animais de estimação de todos os portes se hospedem junto com seus donos.
Para reservas e informações adicionais, entre em contato pelo telefone (13) 3384-6660, WhatsApp (13) 97402-5105 ou e-mail: reservas@hotelilhasdagrecia.com.br. Visite também o site em www.hotelilhasdagrecia.com.br para conferir tarifas, galeria de fotos e outras informações úteis. Siga também as redes sociais em “Hotel Ilhas da Grécia – Guarujá” no Facebook e “@hotelilhasdagrecia” no Instagram.
Quando Sex and the City foi ao ar pela primeira vez, ela fez algo simples e, ao mesmo tempo, revolucionário: colocou mulheres falando de prazer como parte da vida cotidiana. Não era choque, nem provocação gratuita. Era conversa. Entre amigas, no brunch, no táxi, no sofá. O desejo aparecia como assunto possível, imperfeito, às vezes confuso, mas sempre humano.
O impacto da série não veio apenas das histórias amorosas, mas da forma como elas eram contadas. Falar de sexo não exigia personagens caricatas ou discursos extremos. Carrie refletia, Samantha falava sem rodeios, Miranda questionava, Charlotte hesitava. Cada uma comunicava o prazer a partir do próprio repertório, e isso tornava tudo mais real.
Essa naturalidade ainda serve como referência quando o assunto é comunicação sobre prazer fora da ficção. Durante muito tempo, o tema ficou preso entre dois extremos: o silêncio ou a linguagem apelativa. Sex and the City mostrou que existe um caminho intermediário, onde o prazer pode ser tratado com leveza, curiosidade e respeito.
Na prática, comunicar prazer passa muito mais pelo tom do que pelo conteúdo em si. Quando a conversa é honesta e próxima, o assunto deixa de parecer tabu. É o que acontece quando produtos entram no discurso não como algo escandaloso, mas como parte de uma experiência comum de autoconhecimento e bem-estar, como acontece hoje com brinquedos sexuais, cada vez mais inseridos em conversas cotidianas sobre cuidado e intimidade.
A série também ensinou que não existe uma única forma de falar sobre desejo. O que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra, e tudo bem. Essa pluralidade ajuda a explicar por que a comunicação sobre prazer evoluiu tanto nos últimos anos, abrindo espaço para abordagens mais simples, menos performáticas e mais conectadas com a vida real.
Produtos específicos acabam refletindo essa mudança de linguagem. Um vibrador clitoriano, por exemplo, costuma aparecer hoje associado a conforto, curiosidade e autonomia, e não a exageros ou estereótipos. Ele entra na conversa quase do mesmo jeito que entraria em um episódio da série: como parte de uma descoberta pessoal, tratada com naturalidade.
No fundo, Sex and the City nunca foi apenas sobre sexo. Foi sobre mulheres aprendendo a falar do que sentem sem culpa, sem vergonha e sem precisar se encaixar em expectativas externas. Esse legado segue atual justamente porque mostra que comunicar prazer não precisa ser um manifesto nem um segredo, pode ser só conversa.
Quando o assunto é tratado desse jeito, ele ocupa um espaço legítimo na cultura, no cotidiano e nas relações. Sem pedir permissão. Sem exageros. Apenas com a naturalidade de quem entende que prazer também faz parte da vida.
O ator, roteirista e diretor Roberto Rowntree, conhecido por seus trabalhos na Zorra Total, Aventuras do Didi e nas novelas Salve Jorge e A Força do Querer, está vivendo um momento especial na carreira e na vida pessoal.
Após 11 anos se dedicando somente ao cinema, retornou à emissora na novela Volta Por Cima, de Paulo Villamarim, interpretando Zezito. Mais vaidoso e atento à saúde, Roberto procurou a Dra. Jacqueline Renault, médica bastante conhecida entre os famosos. No acompanhamento médico, ele realizou tratamento para a tireoide, que incluiu suplementação de Vitamina D3 e Soro de Ácido Alfa Lipóico.
O ator comemora os resultados e aparece mais magro, disposto e com aparência visivelmente mais saudável e jovial, celebrando essa nova fase dentro e fora das telas.
Comportamento e identidade redefinem a forma de pensar cabelo, moda e o papel do cabeleireiro
Em 2026, o mercado da beleza consolida uma mudança clara na forma como tendências são compreendidas. A ideia de uma estética dominante perde força e conceitos como a cor da vez, o corte do momento e o styling da temporada deixam de orientar o consumo, abrindo espaço para escolhas mais pessoais e menos normativas. A análise é defendida por Rafaela de la Lastra, que acompanha os movimentos de comportamento e imagem no setor.
Esse cenário é resultado de um ambiente marcado pela hiperfragmentação. Estéticas, referências e comportamentos passam a coexistir ao mesmo tempo, impulsionados pelas redes sociais e pela cultura digital. Para Rafaela de la Lastra, as tendências deixam de disputar espaço e passam a funcionar de forma simultânea, sem hierarquia ou substituição.
O consumidor, nesse contexto, já não segue um único padrão. Ele transita entre referências distintas porque seus desejos mudam. Cores, cortes e acabamentos convivem lado a lado, respondendo a diferentes momentos, emoções e formas de expressão, como aponta Rafaela de la Lastra em suas leituras de mercado.
Essa mudança redefine o papel do cabeleireiro. O profissional deixa de entregar um visual padronizado ou um conceito anual e passa a atuar de forma mais estratégica, interpretando desejos e construindo identidade. Segundo Rafaela de la Lastra, a personalização se torna central nesse processo.
Nesse novo cenário, tendência deixa de ser produto. O valor passa a estar na leitura de comportamento. As referências estéticas funcionam como ferramentas de decisão, orientando escolhas e ajudando o profissional a criar visuais coerentes com cada cliente, e não a reproduzir modelos prontos, reforça Rafaela de la Lastra.