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Jovens líderes globais: Gustavo Esteves e a geração que redefine os investimentos internacionais

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O mercado financeiro atravessa um dos períodos mais transformadores de sua história, marcado pela ascensão de uma nova geração de líderes que cresceu em um ambiente conectado, tecnológico e sem fronteiras, e que hoje redefine a forma de investir em escala global. Essa geração desafia a lógica de que apenas a experiência de décadas pode conduzir grandes fortunas e mostra que resiliência, inovação e soft skills são ativos tão valiosos quanto o conhecimento técnico. Entre esses nomes, Gustavo Esteves se destaca como símbolo de uma liderança jovem e global, capaz de unir visão estratégica a resultados expressivos em um setor cada vez mais competitivo.

Desde a juventude, Gustavo cultivou uma habilidade rara de comunicação e relacionamento, traços que sempre o aproximaram de pessoas e oportunidades. Ele se define como alguém naturalmente comercial, um perfil que se manifestou ainda nos tempos de escola, quando liderava o time de futebol e aprendeu que disciplina e espírito de equipe são pilares para qualquer conquista. Essa mentalidade se fortaleceu quando enfrentou o desafio de ingressar no Insper, uma das instituições mais prestigiadas em economia e negócios, onde sua resiliência e comprometimento garantiram a aprovação e construíram as bases de sua trajetória no mercado financeiro.

Sua entrada no setor ocorreu ainda durante a faculdade, como estagiário na Criteria Financial Group, um dos maiores escritórios de assessoria financeira. Foi nesse ambiente que sua lealdade, comprometimento e capacidade de criar relacionamentos sólidos chamaram atenção e aceleraram sua ascensão. Em apenas quatro anos, Gustavo deixou para trás a posição inicial para assumir o cargo de diretor internacional, algo incomum em um mercado marcado por hierarquias longas e progressões lentas. “Sempre acreditei que consistência abre caminhos, e que dedicação diária é o que transforma potenciais em conquistas reais”, afirma.

No cargo de Offshore Investments Director, Gustavo hoje administra uma carteira superior a 210 milhões de dólares, atende mais de dois mil clientes e lidera uma equipe dedicada ao relacionamento e à educação financeira. Seu papel, no entanto, vai além da gestão direta, já que ele também apoia bankers da empresa na administração dos portfólios de seus clientes, ampliando o impacto de sua atuação e assumindo um papel colaborativo de liderança que se reflete no desenvolvimento de outros profissionais do setor.

Esse perfil de liderança jovem encontra ressonância em um mercado internacional em plena expansão. A indústria global de ETFs atingiu um recorde de 16,99 trilhões de dólares em ativos sob gestão em junho de 2025, segundo a consultoria ETFGI, e só em 2024 esses produtos captaram mais de 330 bilhões de dólares em novos investimentos, de acordo com a State Street Global Advisors. Esses números mostram não apenas a força da indústria, mas também a tendência irreversível de democratização dos investimentos em escala mundial, tendência da qual Gustavo é um dos principais representantes no Brasil e que ele enxerga como parte de um movimento global. “Diversificar não é um luxo, é uma necessidade, e a democratização dos investimentos internacionais mostra que quando o acesso se amplia, todos os investidores ganham”, reforça.

Sua atuação em marcos estratégicos reforça essa conexão com a agenda global. Gustavo esteve à frente de iniciativas como a participação no lançamento de BDRs de ETFs internacionais listados em bolsa, abrindo portas para que milhares de investidores tivessem acesso a instrumentos financeiros globais que antes eram restritos a grandes instituições. Esses movimentos são exemplos concretos de como jovens líderes estão derrubando barreiras e criando pontes entre diferentes ecossistemas financeiros, transformando não apenas o acesso, mas também a mentalidade dos investidores.

O impacto da nova geração não se limita aos números, mas está na forma como conduz a relação com os clientes e com o próprio mercado. Em um setor onde historicamente predominou a distância entre investidores e produtos sofisticados, Gustavo representa uma liderança que coloca o relacionamento humano no centro da estratégia, equilibrando educação financeira com inovação tecnológica. “Abrir caminhos para investir no exterior não é suficiente se o cliente não entende o porquê, por isso acredito que educar e orientar é tão importante quanto oferecer novos produtos”, afirma.

Essa visão traduz uma mudança cultural mais ampla. Jovens líderes como Gustavo não veem fronteiras como barreiras, mas como oportunidades de conexão, e enxergam a integração dos mercados como inevitável. Essa mentalidade, que une técnica, disciplina, resiliência e habilidades humanas, está moldando o futuro do setor financeiro global, no qual decisões estratégicas se apoiam tanto em dados quanto em relacionamentos de confiança.

Gustavo Esteves é parte dessa geração que está transformando a indústria ao unir impacto humano e resultados concretos, mostrando que a liderança global não é definida apenas por idade ou tempo de carreira, mas pela capacidade de inspirar, inovar e educar. Sua história é a prova de que o futuro dos investimentos internacionais já está sendo escrito por jovens líderes que, como ele, entendem que a verdadeira riqueza está em preparar investidores para um mundo em constante transformação.

Referências

ETFGI (2025) – Ativos sob gestão em ETFs atingem recorde de US$ 16,99 trilhões em junho de 2025: etfgi.com

State Street Global Advisors (2024) – ETFs captaram mais de US$ 330 bilhões em aportes líquidos no último ano: ssga.com

 

Texto criado por Nathalia Pimenta
Supervisão jornalística aprovada por Radija Matos

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Carnaval 2026: Alana Miranda dá orientações estratégicas sobre como se portar nas redes sociais durante a folia

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Para Alana Miranda, estrategista de marca e conteúdo digital, o período de Carnaval é, ao mesmo tempo, uma grande oportunidade e um enorme desafio para quem usa as redes sociais de forma profissional, com o objetivo de fortalecer reputação e construir marca.

“O Carnaval é um dos maiores eventos culturais do Brasil, com blocos de rua, megablocos nas cidades, desfiles e ritmos que viram tendência nas redes”, lembra Alana. Diferente de outras épocas do ano, a folia faz parte da rotina dos brasileiros e ativa conexões emocionais muito fortes. Justamente por isso, exige ainda mais estratégia, intenção e bom senso de quem cria conteúdo.

Segundo a estrategista, poucas pessoas usam esse período para falar da cultura do Carnaval em si. “A maioria acaba usando as redes apenas para aparecer — e é aí que muita gente perde a mão”, alerta. Postagens impulsivas, feitas no calor do momento, às vezes mostram excessos, consumo de álcool, uso de substâncias ou uma ideia de festa eterna, como se não houvesse consequências. Para quem constrói marca, esse tipo de conteúdo pode comprometer imagem, credibilidade e posicionamento.

1. Contextualize sua presença com intenção e responsabilidade

Antes de publicar, a pergunta precisa ser clara: isso está de acordo com a marca que eu quero construir? Aproveitar o Carnaval não significa postar tudo o tempo todo. O timing é importante, mas o comportamento online também comunica. A folia pode gerar conexão, proximidade e engajamento, mas também pode expor descuidos. Mesmo um simples stories precisa ser avaliado com atenção, afinal, a rede social é um canal profissional e tudo o que vai ao ar constrói (ou destrói) reputação.

2. Entenda e respeite o timing das festas

O Carnaval não se resume aos dias oficiais. Os pré-carnavais já movimentam agendas e geram conteúdo semanas antes. Entender quando sua audiência está mais ativa, seja na sexta que antecede a folia, durante os blocos ou até no pós-Carnaval, ajuda a publicar com mais estratégia e menos excesso. Além disso, nem todo mundo está na rua: o período também pode ser uma oportunidade para dialogar com quem está trabalhando, descansando ou usando o feriado para produzir.

3. Use formatos que gerem experiência, não exagero

Vídeos curtos, bastidores, reels com momentos marcantes e stories bem pensados podem gerar empatia e engajamento sem exposição desnecessária. Música, ritmo e referências ao clima do Carnaval funcionam muito bem quando usados com equilíbrio. Mostrar presença não significa mostrar tudo e saber editar o que fica de fora é parte da estratégia.

4. Priorize intenção, diálogo e comunidade

Durante o Carnaval, as interações ganham ainda mais força. Comentários, respostas, mensagens e trocas com seguidores ajudam a construir comunidade de verdade. Para Alana, engajamento vai muito além de números: é sobre criar conversas reais e fortalecer vínculos, sem perder de vista o posicionamento e os valores da marca.

O Carnaval de 2026 promete ser vibrante e cheio de tendências que vão dominar as timelines. Ainda assim, a presença nas redes não deve ser improvisada. Aproveitar a festa é importante, mas aproveitar com intenção, responsabilidade e estratégia é o que garante que esse grande momento cultural gere resultados positivos, memoráveis e coerentes com a imagem que criadores e marcas desejam construir.

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Rede Social do Bem conecta pessoas através da oração, gratidão e presença coletiva

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Com poder de conexão genuína, a ORA surge para preencher um vazio no ambiente digital: o da presença real. A plataforma foi desenhada como um espaço de acolhimento onde a vulnerabilidade não é exposta, mas abraçada. Seja através de um pedido de apoio, um momento de fragilidade ou uma mensagem de gratidão, o app transforma vivências individuais em experiências de cuidado compartilhado.

https://www.ora.social.br

Diferencial e alcance

A ORA desafia o status quo das redes sociais tradicionais. Diferente das plataformas orientadas por performance, comparação ou exposição, a ORA não possui disputa por atenção, métricas de vaidade ou foco na construção de imagem. O foco da plataforma é a conexão genuína entre pessoas, baseada em empatia, acolhimento e intenção.

A plataforma nasceu de uma experiência pessoal do fundador, Jimmy Peixoto, que ao enfrentar uma cirurgia delicada, percebeu o impacto profundo do carinho recebido via mensagens digitais.

“Lendo as mensagens, senti uma energia enorme que foi o combustível necessário para a minha recuperação. Os médicos foram essenciais, mas o apoio coletivo foi o empurrão que mudou meu estado vibracional”, afirma Jimmy.

Na ORA, os usuários expressam suas vivências, e outras pessoas se unem em oração, pensamento positivo ou apoio silencioso. A plataforma não substitui crenças individuais nem propõe uma religião. Ela funciona como um espaço neutro e inclusivo, onde diferentes visões coexistem em torno de um valor comum: o cuidado humano.

Tecnologia a Serviço do Vínculo Humano

A tecnologia da ORA foi desenhada para amplificar essa experiência coletiva. Recursos em tempo real permitem que os usuários vejam que há outras pessoas conectadas naquele momento, criando uma sensação concreta de presença e comunidade.
Um dos grandes diferenciais é a Angélica, uma consultora de Inteligência Artificial integrada ao app. Desenvolvida com base em sabedorias milenares e princípios de escuta ativa, a Angélica oferece apoio e conselhos estratégicos.

“A Angélica não é apenas um chatbot; ela é uma curadora de bem-estar. Ela foi programada para oferecer a palavra certa no momento de vulnerabilidade, funcionando como um suporte imediato para quem precisa de um conselho ou uma perspectiva positiva no meio do dia”, explica o idealizador.

É fundamental ressaltar que a inteligência artificial atua como suporte, organização e acolhimento, mas nunca como substituição do vínculo humano.

Um Novo Tipo de Rede

Alinhada ao movimento global de Human Tech (Tecnologia Humanizada), a ORA reforça que sua atuação é complementar: a plataforma não substitui o acompanhamento médico ou psicológico, mas serve como uma rede de apoio estratégica para momentos de crise ou necessidade de conexão. O objetivo é humanizar o uso do smartphone, transformando-o de uma fonte de ansiedade em um veículo de solidariedade.

A ORA foi criada para escalar algo que já existe na vida real, mas que raramente encontra espaço no ambiente digital: a força de uma comunidade quando ela se une em torno de alguém.

Mais do que uma plataforma, a ORA se posiciona como um novo tipo de rede, baseada não em quem aparece mais, mas em quem se importa.

Sobre a ORA:

A ORA é uma plataforma digital criada para conectar pessoas por meio de apoio humano, oração, gratidão e presença coletiva. Com foco em saúde mental e bem-estar, o app permite a postagem de pedidos de apoio e a interação baseada em empatia e intenção positiva. O usuário pode se conectar com outros usuários no mesmo horário para um momento juntos de oração e reflexão, assim como, enviar mensagens de apoio.

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Blockchain e segurança cibernética: o próximo nível de proteção para empresas brasileiras

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O contador e CEO da Trivium Estratégia & Auditoria, Cláudio Lasso, afirma que esse assunto já chegou a pequenas empresas

Há uma mudança clara no tipo de risco que mais preocupa os empresários hoje. Não é apenas risco tributário ou financeiro. É risco digital, operacional e reputacional. Segundo o contador e CEO da Trivium Estratégia & Auditoria, Cláudio Lasso, à medida que empresas se tornam mais dependentes de sistemas, integrações e dados, a exposição a fraudes, vazamentos e manipulações aumenta. “O problema é que muitos negócios ainda operam com estruturas de segurança incompatíveis com o nível de digitalização que já atingiram”, disse ele.

Cláudio afirma, que nesse contexto, tecnologias como blockchain e práticas mais avançadas de segurança cibernética deixam de ser assunto restrito a grandes corporações e passam a ser pauta estratégica também para médias e pequenas empresas.

O novo cenário de risco

Segundo Lasso, as fraudes hoje não acontecem apenas por erro humano direto. “Elas surgem de acessos indevidos, manipulação de registros, falhas de integração entre sistemas e ausência de trilha confiável de informações. Em auditorias, isso se traduz em dificuldade de rastrear eventos, validar dados e garantir integridade das informações. Quando não há confiança nos dados, não há governança. E sem governança, qualquer crescimento fica vulnerável”, pontua.

O papel do blockchain na auditoria e no controle

O empresário destaca que blockchain surge como uma solução relevante exatamente nesse ponto. Sua principal característica é a imutabilidade dos registros. “Uma vez registrado, o dado não pode ser alterado sem deixar rastro. Isso cria um ambiente muito mais seguro e transparente para auditorias, controles internos e validação de informações sensíveis”.

Cláudio afirma que, na prática, o uso de blockchain permite:

trilhas de auditoria mais confiáveis,

redução de risco de manipulação de dados,

maior transparência entre partes,

validação automática de registros e transações.

Para empresas, isso significa menos dependência de controles manuais e mais confiança nos próprios sistemas.

Segurança cibernética como prioridade de gestão

“Blockchain sozinho não resolve tudo. Ele precisa estar inserido em uma estratégia mais ampla de segurança cibernética. Isso inclui controle de acessos, gestão de perfis, proteção de dados sensíveis, monitoramento contínuo e cultura interna de segurança”, completa.

Ele afirma que erro mais comum que vejo é tratar segurança como custo técnico e não como proteção do negócio. “Vazamento de dados, fraude digital ou paralisação de sistemas afetam diretamente caixa, imagem e continuidade operacional”.

Cláudio Lasso fez alertas ao empresário brasileiro:

Minha leitura é clara: empresas que não evoluírem seus controles digitais estarão mais expostas nos próximos anos. O ambiente regulatório ficará mais rigoroso, clientes mais exigentes e parceiros mais cautelosos.

A pergunta deixou de ser “se” um incidente pode acontecer. Passou a ser “quando” — e quão preparada a empresa estará para responder.

A melhoria começa com estrutura

Minha recomendação ao empresário brasileiro é objetiva:

reveja seus processos de controle e auditoria,

invista em tecnologia que garanta rastreabilidade e integridade dos dados,

trate a segurança cibernética como parte da estratégia, não como acessório.

“Blockchain não é moda. É infraestrutura de confiança.Segurança digital não é exagero. É proteção de valor. Empresas que entendem isso não apenas reduzem risco. Elas ganham credibilidade, previsibilidade e maturidade para crescer em um ambiente cada vez mais digital”, conclui o sócio da Trivium.

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