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Julliana Cunha é especialista em harmonização de celebridades e se torna referência mundial

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Dra Julliana Cunha - Fotos Marcus Mattos / Jaqueline Santos Assessoria de Imprensa – Divulgação

Julliana Cunha é professora de harmonização OroFacial no Brasil e Mundo, sendo referência em harmonização, empresária de sucesso, além de proprietária da OralFace Academy, onde mistura cursos de vários assuntos ligados a Harmonização Orofacial e também onde têm uma equipe multidisciplinar de médicos, biomédicos, cirurgiões dentistas e especialistas.

Está previsto para em meados de agosto de 2022, a Dra Julliana Cunha ministrar o seu curso em Las Vegas, juntamente com professores nacionais e internacionais aos quais já aceitaram o convite da Dra para fazerem parte desse grande evento que mudará a história da Harmonização Orofacial no mundo. Em outubro, a Dra Julliana Cunha também ministrará um curso no Hospital Nicholson Center que fica na Flórida – EUA, e que também já é sucesso de emendas. A agenda da Dra Julliana Cunha já está praticamente sem vagas para este ano de 2022 devido à fama da empresária em fazer um trabalho de transformação na vida das pessoas .

A Dentista que também é empresária, lançará mais uma nova empresa em 2022 dentro do padrão AA, a Oralfaceclinic, onde disponibilizará uma equipe especializada e referência em harmonização, dermatologia, odontologia estética e outras especialidades para seus clientes exclusivos .

Além do mais, Julliana é referência em Rinomodelação, sendo conhecida como a “Rainha do nariz”, com sua técnica exclusiva JC6D Nose e tem mais de 1 milhão de seguidores em seu Instagram que é muito chamativo.

Foto: Marcus Mattos / Jaqueline Santos Assessoria de Imprensa – Divulgação

Foto: Marcus Mattos / Jaqueline Santos Assessoria de Imprensa – Divulgação

Em suas redes sociais costuma compartilhar fotos e vídeos de procedimentos com seus pacientes que inclusive muitos deles são empresários de sucesso e celebridades como Nicole Bahls, Adriana Bombom, Juju Salimeni, entre outros.

“Diferente da cirurgia plástica, a harmonização integra procedimentos não cirúrgicos e pouco invasivos com o objetivo de rejuvenescer e embelezar o rosto do paciente”,explica Julliana Cunha.

O foco de Julliana é muito além de ver sorrisos momentâneos em seu consultório, e sim ver sonhos se realizando através de uma transformação sutil que possibilita o paciente a enxergar de maneira deslumbrante. “Gratificante ver os olhos dos meus pacientes brilhando,amo meu trabalho e minha equipe.”

Para acompanhar mais sobre os trabalhos realizado pela Dra Julliana Cunha, basta segui-la no Instagram @drajullianacunha

Crédito das Fotos: Marcus Mattos / Jaqueline Santos Assessoria de Imprensa – Divulgação

Dra Julliana Cunha - Fotos Marcus Mattos / Jaqueline Santos Assessoria de Imprensa – Divulgação

Dra Julliana Cunha – Fotos Marcus Mattos / Jaqueline Santos Assessoria de Imprensa – Divulgação

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Como escolher toalhas que secam rápido em dias quentes

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Tecidos certos, gramatura equilibrada e bons acabamentos fazem toda a diferença no conforto e na praticidade do dia a dia

Com a chegada dos dias mais quentes, pequenos detalhes da rotina fazem toda a diferença no conforto do dia a dia, e a escolha da toalha certa é um deles. Mais do que maciez ou aparência, fatores como tipo de tecido, gramatura e acabamento influenciam diretamente na velocidade de secagem, na sensação após o banho e até na prevenção de odores indesejados.

Segundo Rafael Salomão, especialista no setor e CEO da Hoomy, em períodos de calor, a toalha ideal vai além da capacidade de absorção. “Em dias quentes, a toalha ideal não é apenas aquela que absorve bem a água, mas a que seca rápido e evita sensação de abafamento. Escolher o modelo certo melhora o conforto após o banho, reduz odores e facilita a rotina, especialmente em casas com pouco sol direto ou uso frequente da toalha”, explica.

Um dos primeiros pontos de atenção, de acordo com o especialista, é o tipo de fio. As toalhas de algodão seguem como as mais indicadas, mas a qualidade do fio faz diferença. “Vale priorizar fios penteados ou de melhor qualidade, que absorvem sem ‘segurar’ água em excesso. Tecidos muito grossos podem parecer mais luxuosos, porém demoram mais para secar. Em climas quentes, o equilíbrio é mais eficiente do que o volume”, destaca Rafael.

A gramatura também é decisiva na escolha. O especialista recomenda modelos entre 350 g por metro quadrado e 450 g por metro quadrado, que oferecem boas absorções, aliadas a uma secagem mais rápida. “Toalhas muito pesadas tendem a acumular umidade, enquanto as muito leves podem não cumprir bem a função. O ideal é buscar uma sensação de maciez sem excesso de densidade”, orienta.

Rafael destaca que outro aspecto importante é o acabamento do tecido. Toalhas com felpa curta ou média secam mais rápido do que aquelas com felpas longas e muito fechadas. “Peças com boa circulação de ar entre as fibras reduzem o tempo de secagem e diminuem o risco de cheiro desagradável”, afirma o CEO da Hoomy.
Por fim, o especialista informa que até a cor da toalha pode influenciar no uso diário. “Tons claros refletem mais calor e costumam secar um pouco mais rápido do que cores escuras, que retêm calor e umidade. Não é uma regra absoluta, mas faz diferença no dia a dia”, conclui.

Escolher a toalha certa, portanto, é uma combinação de conforto, funcionalidade e atenção aos detalhes, especialmente nos dias quentes, quando a praticidade faz toda a diferença.

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Como manter a cama aconchegante mesmo nos dias de calor

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Conforto térmico não depende de peso, mas de escolhas inteligentes de tecidos, ventilação e composição da cama

Com as temperaturas mais altas, garantir noites de sono confortáveis se torna um desafio para muitas pessoas. Ainda assim, é possível manter a cama aconchegante mesmo nos dias de calor ao apostar em escolhas que favoreçam a ventilação, o toque agradável e o equilíbrio térmico, transformando o descanso em um momento de relaxamento, sem excesso de calor.

Segundo Rafael Salomão, especialista no setor e CEO da Hoomy, o conceito de aconchego muda quando o termômetro sobe. “Manter a cama aconchegante durante os dias de calor pode parecer um desafio, mas o segredo está em repensar o que significa conforto. Em temperaturas elevadas, aconchego não vem de camadas pesadas ou tecidos grossos, e sim de leveza, respirabilidade e sensação agradável ao toque. Uma cama bem escolhida pode ajudar o corpo a relaxar e melhorar a qualidade do sono, mesmo nas noites mais quentes”, afirma.

A escolha dos tecidos é um dos principais pontos de atenção. De acordo com o especialista, lençóis de algodão, percal ou malha de boa qualidade permitem melhor circulação de ar e evitam a sensação de abafamento. “Tecidos naturais absorvem a umidade do corpo e ajudam a manter a pele seca, o que faz toda a diferença no conforto térmico. Evitar materiais sintéticos é fundamental, já que eles tendem a reter calor”, explica Rafael.

Outro fator importante está nos travesseiros e cobertas. O especialista destaca que travesseiros com boa ventilação interna e enchimentos respiráveis ajudam a manter a cabeça mais fresca ao longo da noite. “No lugar de edredons pesados, mantas leves ou colchas finas cumprem bem o papel de aconchego sem aquecer demais”, orienta.

A forma como a cama é montada também interfere diretamente na sensação térmica. “Camadas excessivas dificultam a dissipação do calor. Uma cama visualmente leve, com menos volume, transmite sensação de frescor e conforto ao mesmo tempo”, diz o CEO da Hoomy.

Além disso, ele reforça a importância de manter o quarto ventilado antes de dormir, ajudando a equilibrar a temperatura do ambiente e proporcionando noites mais agradáveis mesmo nos dias mais quentes.

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O Novo Multiplicador do PIB: Por que a Governança Financeira é a Fronteira da Produtividade em 2026

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No início deste primeiro trimestre de 2026, enquanto os principais blocos econômicos consolidam seus balanços de produtividade, um debate central ganha urgência fora do circuito acadêmico: a correlação direta entre a literacia financeira e a resiliência das Pequenas e Médias Empresas (PMEs). Enquanto o relatório de competitividade da União Europeia aponta a educação financeira como um ativo de infraestrutura, o Brasil enfrenta o desafio de converter o empreendedorismo de sobrevivência em estratégia de crescimento sustentável.

Para Alessandra Santos Alves Ferreira, executiva do setor financeiro, especialista em governança e cofundadora da associação Multiplicando Sonhos, o cenário global oferece um diagnóstico pragmático. “A diferença entre mercados maduros e emergentes não reside apenas no volume de capital disponível, mas na capacidade cognitiva de gerir esse capital. A alfabetização financeira é o novo multiplicador de valor: ela define quem escala e quem sucumbe à volatilidade”, afirma.

O Benchmark Europeu: Conhecimento como Garantia Colateral

O relatório europeu de 2026 introduz um conceito inovador: a “Resiliência Financeira Sistêmica”. No bloco europeu, a educação financeira para empreendedores deixou de ser vista como um programa social para se tornar uma ferramenta de mitigação de risco de crédito.

“A Europa consolidou o entendimento de que o domínio técnico das finanças pelo gestor é uma garantia colateral tão relevante quanto os ativos físicos da empresa”, observa Alessandra. “Lá, a literacia financeira é integrada aos hubs de inovação para garantir que o capital injetado não seja drenado por ineficiências operacionais. No Brasil, a desconexão entre o ‘saber produzir’ e o ‘saber gerir’ ainda é o nosso maior gargalo de produtividade.”

Brasil: Sofisticação Regulatória e o Desafio da CVM 175

Ao correlacionar o contexto global com o cenário brasileiro, Alessandra destaca que o país vive um momento de inflexão regulatória com a plena maturidade da Resolução CVM 175. Para a especialista, a nova arquitetura do mercado de capitais brasileiro exige que o pequeno e médio empresário saia da “gestão de caixa” básica para a “gestão de ativos estratégica”.

“A sofisticação das regras de transparência e governança imposta pela CVM 175 é um esforço para aproximar o Brasil dos padrões globais, mas ela cria um abismo para quem não possui literacia financeira. Sem o domínio técnico dessas novas camadas regulatórias, o empreendedor brasileiro continua excluído por complexidade, perdendo competitividade frente a players internacionais”, critica Alessandra.

Empreendedorismo como Estratégia, não Lotería

Para a executiva, o custo da ineficiência financeira no Brasil é mensurável em menor produtividade e desperdício de capital humano. Enquanto o plano europeu foca em sofisticação de portfólio para PMEs, o Brasil ainda lida com a mortalidade empresarial precoce por erros de fluxo de caixa e confusão patrimonial.

“Criar um CNPJ é um ato burocrático; sustentar a viabilidade econômica é um ato de governança. O analfabetismo financeiro opera como um freio silencioso: empresas subcapitalizadas e decisões de curto prazo são sintomas de uma base educacional frágil. No agregado, isso se traduz em um risco sistêmico que compromete a resiliência da economia nacional”, resume.

O Custo de não Agir: Uma Agenda de Interesse Nacional

A visão de Alessandra é pouco indulgente quanto à procrastinação dessa pauta. Para ela, a educação financeira deve ser tratada como política de Inclusão Econômica Estratégica.

“Não se combate desigualdade apenas com transferência de renda, mas com a transferência de ferramentas cognitivas para a gestão do dinheiro. O conhecimento financeiro é o que permite ao indivíduo e ao empresário não desperdiçar janelas de oportunidade”, afirma. “A Europa está ajustando suas políticas para 2026 com base nessa premissa. O Brasil precisa entender que a literacia financeira não é um luxo, é a infraestrutura necessária para que o empreendedorismo deixe de ser uma aposta e se torne um motor real de PIB.”

Perfil — Alessandra Santos Alves Ferreira

Alessandra Santos Alves Ferreira é executiva de liderança estratégica no setor financeiro, com trajetória sólida em instituições de importância sistêmica como o Itaú Unibanco, onde atua na governança de orçamentos de alta magnitude (R$ 120 milhões) e eficiência de custos. Especialista em engenharia de governança e cofundadora da Multiplicando Sonhos, possui pós-graduação pela FGV (com distinção acadêmica) e é autora de análises técnicas sobre o marco regulatório da CVM 175. Sua atuação integra o rigor das finanças corporativas ao desenvolvimento de metodologias de educação financeira focadas em produtividade, competitividade e mobilidade social.

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