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Negócios

Licenciamento de Marcas: A Estratégia para Expandir Negócios, Criar Ecossistemas e Construir Novas Fontes de Receita

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Como o licenciamento pode levar marcas a novos territórios de negócios, criando ecossistemas de parceiros e fortalecendo o relacionamento com consumidores.

Licenciamento não é apenas um contrato para terceiros usarem uma marca. É uma estratégia poderosa de expansão de negócios, que permite que uma marca extrapole seu produto core, alcançando novas categorias, novos pontos de contato, novas bases de consumidores e gerando novas ocasiões de consumo, sem precisar investir diretamente na produção, distribuição ou divulgação.

“Licenciamento é sobre criar um ecossistema de parceiros B2B para que todos se relacionem com os fãs usando sua marca”, explica Daniel Godoy, especialista no tema, diretor da XGUIDES e  professor da ESPM.

Na prática, o licenciamento amplia os pontos de contato entre marca e consumidores, fortalecendo o relacionamento e permitindo que novas audiências tenham acesso ao seu universo. Isso não apenas reforça a identidade da marca, mas também cria novos territórios de negócio, diversificando as formas de receita.

O Poder do Licenciamento na Expansão de Marca

Ao licenciar sua marca, uma empresa consegue expandir sua presença sem precisar fabricar ou distribuir novos produtos diretamente. Isso porque os parceiros assumem esse papel, investindo na produção, divulgação e distribuição, enquanto a marca se fortalece e aumenta sua relevância no mercado.

Esse modelo de crescimento se baseia em sete pilares fundamentais:

Extensão de Produtos e Categorias – Aumenta o portfólio da marca sem a necessidade de produzir internamente, por meio de parcerias que permitem a entrada em novos segmentos e mercados.
Novas ocasiões de consumo – Abre novas oportunidades de interação com o consumidor, permitindo que a marca seja consumida em momentos e contextos inéditos.
Aumento de Alcance e Capilaridade – Parcerias com indústrias estabelecidas expandem o território da marca, permitindo sua entrada em novos mercados e alcançando um público maior.
Frequência e Intensidade de Relação com o Consumidor – A ampliação para novas categorias e ocasiões de consumo aumenta a visibilidade e a frequência com que o consumidor entra em contato com a marca.
Conexões e Relacionamentos Amplificados – Os parceiros utilizam seus canais de comunicação para promover a marca, fortalecendo a criação de vínculos autênticos e interações constantes com o público.
Acesso a Novos Públicos e Fandoms – O licenciamento permite que a marca atinja públicos e nichos desconhecidos, expandindo sua presença em diferentes faixas etárias e interesses.
Geração de Novas Receitas com pagamento de royalties por cada contrato.

“O licenciamento permite expandir produtos e categorias sem produção própria, gerando royalties e novas receitas. Também amplia o alcance da marca, atinge novos públicos e fortalece o relacionamento com os consumidores”, reforça Daniel.

Ecossistema de Parceiros: Como o Licenciamento Constrói Relações de Longo Prazo

O grande diferencial do licenciamento está na criação de ecossistemas de parceiros. Em vez de atuar sozinho, o detentor da marca forma alianças estratégicas com empresas que compartilham valores e interesses, multiplicando as oportunidades de negócio.

Nesse modelo, o licenciamento não apenas gera novas fontes de receita, mas também impulsiona toda a cadeia de valor ao conectar marcas, parceiros e consumidores. “Quando bem estruturado, o licenciamento transforma a marca em um ativo vivo, que se reinventa constantemente sem perder sua essência”, explica Daniel.

Tudo isso em um curso da ESPM

Se você quer entender como o licenciamento pode transformar sua marca em um ecossistema de sucesso, criar novas oportunidades de receita e expandir sua presença no mercado, o curso “Licenciamento de Marcas na Prática: Do Conceito à Comercialização”, ministrado por Daniel Godoy na ESPM, é a oportunidade ideal. Com uma abordagem prática, o curso ensina como estruturar um modelo de licenciamento eficiente, que fortaleça o relacionamento com consumidores e parceiros estratégicos.

Na aula de Daniel Godoy na ESPM, você aprenderá:
🔹 Como o licenciamento expande negócios e aumenta a relevância da marca;
🔹 Como criar um ecossistema de parceiros estratégicos;
🔹Como transformar consumidores em fãs;
🔹Como estruturar um modelo de licenciamento que gere novas receitas sem comprometer a identidade da marca.

“A grande vantagem do licenciamento é permitir que a marca transcenda seu core business sem perder controle sobre sua identidade. É uma forma inteligente de crescer sem precisar investir diretamente em todas as operações”, destaca Daniel.

Inscreva-se agora!

Quer entender como transformar sua marca em um ecossistema de sucesso? Participe do curso da ESPM, “Licenciamento de Marcas na Prática: Do Conceito à Comercialização”, e descubra como criar estratégias de expansão para o seu negócio.

📅 Quando: 10/03/2025

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Referência em turismo receptivo, empresa brasileira conecta viajantes a experiências completas

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Referência absoluta em Foz do Iguaçu e na região da Tríplice Fronteira, a Loumar Turismo é uma empresa 100% iguaçuense que atua desde 1990 no mercado de turismo receptivo, transporte e experiências integradas. Com mais de três décadas de atuação contínua, a companhia se consolidou como uma das maiores e mais respeitadas operadoras do destino, atendendo mensalmente mais de 20 mil turistas entre Brasil, Argentina e Paraguai.

Reconhecida pela excelência operacional e pela inovação constante, a Loumar lidera o mercado regional de receptivo turístico, logística e transporte de passageiros, com uma estrutura robusta, frota própria moderna e uma equipe altamente capacitada. Sua atuação estratégica faz da empresa uma das principais geradoras de empregos diretos e indiretos do setor turístico em Foz do Iguaçu.

Mais do que uma operadora local, a Loumar se posiciona como uma Tourism Tech, unindo tecnologia de ponta a um atendimento humanizado. O modelo, definido internamente como “Tecnologia Humanizada”, alia plataformas digitais, sistemas próprios e canais de venda online ao suporte próximo de especialistas no destino, garantindo segurança, eficiência e uma experiência personalizada para cada cliente.

Com presença marcante nas ruas, nos hotéis, nos atrativos turísticos e nas redes sociais, a Loumar também se destaca como uma das empresas mais influentes na promoção do Destino Iguaçu no Brasil e no exterior. Pioneira no uso estratégico das redes sociais e no live commerce turístico, a empresa alcança milhões de pessoas por meio de conteúdos próprios, campanhas digitais e transmissões ao vivo que conectam diretamente o viajante às experiências da Tríplice Fronteira.

A Loumar Turismo opera um portfólio completo de produtos e serviços, que inclui transporte regular e privativo, city tours no Brasil e na Argentina, pacotes integrados de ingressos, logística para eventos, atendimento a grupos e agências, além de soluções exclusivas que facilitam a mobilidade e o planejamento do turista no destino.

Com uma trajetória marcada por inovação, credibilidade e visão de futuro, a Loumar Turismo segue na vanguarda do turismo nacional, reafirmando seu papel como principal referência em turismo receptivo na Tríplice Fronteira e como parceira estratégica para quem busca viver Foz do Iguaçu com segurança, conforto e excelência.

Sobre a Loumar Turismo
Instagram: https://www.instagram.com/loumartur
Site: https://www.loumarturismo.com.br

Para cotações, informações e atendimento direto:
https://bit.ly/almeidasindicamloumar

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Negócios

Dra. Beatriz Bocchi apresenta modelo de advocacia trabalhista voltado à prevenção de riscos empresariais

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Créditos da Foto: Divulgação

A ampliação das discussões sobre jornada de trabalho, a intensificação da fiscalização digital e as mudanças nas dinâmicas de contratação colocam a prevenção de riscos trabalhistas no centro das estratégias empresariais em 2026. Nesse contexto, cresce a demanda por modelos jurídicos que atuem de forma integrada à gestão dos negócios, com foco na antecipação de passivos e na organização interna das companhias.

Autora do livro O Poder da Decisão, a advogada Beatriz Bocchi atua no Direito do Trabalho empresarial com foco em consultoria preventiva e orientação estratégica. Nascida em Ribeirão Preto e formada em Direito pela UNAERP, ela é sócia-fundadora do escritório Beatriz Bocchi Advocacia, localizado na Avenida Paulista, em São Paulo, onde desenvolve um modelo de atuação voltado à gestão de riscos trabalhistas e à tomada de decisões empresariais mais seguras.

Créditos da Foto: Divulgação
Créditos da Foto: Divulgação

Segundo a advogada, a proposta do escritório é integrar o jurídico à estrutura operacional das empresas, indo além da atuação tradicional focada exclusivamente no contencioso. Para ela, a prevenção exige entendimento dos fluxos internos, da cultura organizacional e da forma como a legislação é aplicada no dia a dia corporativo. “Não entregamos apenas a lei. Atuamos na construção de processos, engenharia de turnos e manuais internos que organizam a empresa de dentro para fora”, afirma.

De acordo com Beatriz, muitos passivos trabalhistas surgem de falhas recorrentes na gestão. Entre elas, destacam-se as contratações de pessoas jurídicas em condições incompatíveis com a legislação, ausência de documentação formal de conduta e ética, o tratamento das normas de segurança previstas na NR1 apenas como exigência burocrática e ajustes improvisados de jornadas e escalas. Para a advogada, esses fatores criam riscos financeiros relevantes quando não são tratados com base técnica e planejamento.

Créditos da Foto: Divulgação
Créditos da Foto: Divulgação

A atuação direta da advogada junto aos empresários também é um diferencial do modelo adotado pelo escritório. Segundo ela, o trabalho envolve participação nas decisões estratégicas, mantendo o diálogo constante com sócios e lideranças. “Traduzir o jurídico para a linguagem de negócios é essencial para que ele funcione como um viabilizador de decisões seguras”, explica. Essa abordagem reflete os conceitos apresentados em seu livro O Poder da Decisão, no qual aborda liderança, clareza e responsabilidade na condução das empresas.

Créditos da Foto: Divulgação
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Para as organizações que investem em assessoria trabalhista contínua, os reflexos são observados tanto no controle financeiro quanto na gestão interna. Segundo a Dra. Beatriz, nota-se uma redução no volume de novas ações trabalhistas, diminuição de autuações administrativas e maior previsibilidade nas operações. No campo da gestão, processos claros permitem que os empresários direcionem esforços à expansão, com maior segurança sobre a base operacional do negócio. “Quando a empresa organiza sua gestão de pessoas, ela protege o patrimônio e ganha liberdade para crescer”, afirma.

Créditos da Foto: Divulgação
Créditos da Foto: Divulgação

Créditos da Foto: Divulgação
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A advogada avalia que o cenário atual exige uma mudança de postura imediata por parte dos empresários. Para ela, a combinação entre novas regras, fiscalização tecnológica e transformações no mercado de trabalho torna indispensável a profissionalização da gestão. “Não decidir organizar a empresa já é uma decisão que gera risco. O momento pede clareza, estrutura e responsabilidade”, declara.

Créditos da Foto: Divulgação
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Mais informações sobre a atuação da Beatriz Bocchi Advocacia, o livro O Poder da Decisão, mentorias e conteúdos sobre Direito do Trabalho e gestão empresarial estão disponíveis no site www.beatrizbocchiadv.com.br. A advogada também compartilha análises e orientações práticas no Instagram @dra.beatrizbocchi e no YouTube @porbeatrizbocchi. Contato comercial e para palestras pelo e-mail beatriz@beatrizbocchiadv.com ou WhatsApp (11) 98804-8424.

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Negócios

Indústria têxtil enfrenta avanço dos importados e risco crescente de desindustrialização no Brasil

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Setor sofre perda de competitividade encarecimento produtivo e retração no emprego enquanto empresários buscam alternativas para manter operações

A indústria têxtil brasileira vive um processo consistente de enfraquecimento produtivo, marcado pela redução de capacidade instalada, fechamento de fábricas e aumento da dependência de produtos importados, especialmente vindos da Ásia. Levantamentos da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) apontam queda na produção interna ao longo dos últimos anos e aumento expressivo das importações de vestuário e artigos confeccionados. A China permanece como a principal origem desses produtos, respondendo pela maior parcela do volume comprado pelo Brasil. Essa combinação pressiona preços e reduz margens, ampliando o risco de desindustrialização em um dos setores mais tradicionais do país.

Para Cláudio Costa Cardozo, empreendedor com mais de 30 anos de atuação na indústria nacional e fundador da Declaus Confecções, o cenário atual evidencia desafios estruturais. “A competição com produtos internacionais sempre existiu, mas a diferença de escala, incentivos externos e custos produtivos internos coloca as empresas brasileiras em desvantagem. Aqui trabalhamos com carga tributária elevada, energia mais cara e menos acesso a financiamento para inovação”, afirma. Segundo ele, mesmo empresas consolidadas enfrentam dificuldades para manter competitividade em meio à pressão por preços mais baixos e prazos curtos de entrega.

A discussão sobre perda de densidade industrial não é exclusiva do setor têxtil. Estudos do Ipea e da CNI mostram que a indústria de transformação brasileira tem reduzido participação na economia nas últimas décadas, refletindo menor investimento em tecnologia e crescente penetração de importados. No caso têxtil, entidades representativas relatam níveis elevados de ociosidade, especialmente entre pequenas e médias empresas, que têm menor capacidade de absorver oscilações de custos ou modernizar maquinário.

Além da concorrência externa, fatores domésticos também contribuem para o quadro: logística complexa, volatilidade cambial, juros elevados e pressão tributária tornam a produção local significativamente mais onerosa que a de países concorrentes. “Para quem opera no Brasil, competir apenas por preço é inviável. A saída tem sido buscar diferenciação, investir em qualidade, foco no cliente e processos mais eficientes”, observa Cláudio.

A perda de dinamismo no setor também tem impacto social relevante. A cadeia têxtil é uma das maiores empregadoras industriais do país, distribuída em cidades de médio porte e fortemente dependente de produção local. A retração da atividade afeta renda, arrecadação e oportunidades de trabalho nessas regiões. Para evitar agravamento, entidades setoriais defendem medidas como simplificação tributária, instrumentos de defesa comercial mais ágeis e políticas de incentivo à modernização produtiva.

Para consumidores, pequenos fabricantes e profissionais da área, especialistas destacam caminhos possíveis para aumentar a resiliência do negócio. Entre as principais práticas recomendadas estão:

• diversificação de canais de venda, com integração entre loja física, e-commerce e redes sociais
• gestão de estoque baseada em dados para reduzir perdas e evitar imobilização financeira
• adoção gradual de automação e tecnologias de controle de produção
• foco em produtos com maior valor agregado e menor competição direta com itens importados

Apesar dos desafios, Cláudio acredita que ainda há espaço para recuperar competitividade. “A indústria têxtil brasileira tem conhecimento técnico e histórico de inovação. Com ambiente mais favorável para produzir, políticas adequadas e visão estratégica, o setor pode voltar a crescer e entregar produtos que valorizem a produção nacional”, conclui.

A trajetória da indústria têxtil revela não apenas obstáculos do presente, mas a necessidade de reposicionar o país diante das transformações globais. O debate sobre desindustrialização torna-se, assim, essencial para compreender como setores tradicionais podem se adaptar, preservar empregos e garantir futuro econômico sustentável.

 

 

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