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Saúde

Neuralgia Occipital: Dr. Rodolfo Carneiro Explica Como Aliviar a Dor e Recuperar a Qualidade de Vida

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A dor crônica é um fardo silencioso, muitas vezes invisível, que afeta milhões de pessoas, comprometendo seriamente a qualidade de vida. Entre as diversas condições dolorosas que acometem a cabeça e o pescoço, a neuralgia occipital destaca-se por sua intensidade e caráter incapacitante. Descrita como pontadas agudas, queimação persistente ou choques elétricos na nuca, essa condição neurológica é frequentemente mal compreendida e, por vezes, erroneamente diagnosticada.

“Muitos pacientes convivem com a dor da neuralgia occipital por anos, sem um diagnóstico preciso ou um tratamento eficaz. É uma condição que, embora não seja maligna, pode devastar a rotina e o bem-estar emocional. Minha missão é trazer clareza e soluções para esses indivíduos”, afirma o Dr. Rodolfo Carneiro, neurocirurgião renomado e especialista em condições da coluna e nervos. Ele enfatiza a importância de um diagnóstico precoce e de uma abordagem terapêutica individualizada para restaurar a qualidade de vida.

A neuralgia occipital é um tipo de cefaleia secundária, o que significa que sua origem não é primária, como a enxaqueca, mas sim resultado da irritação ou compressão dos nervos occipitais. Esses nervos, principalmente o occipital maior e o occipital menor, nascem na região superior da medula espinhal, na coluna cervical, e se estendem pelo couro cabeludo na parte posterior da cabeça. São eles os responsáveis por transmitir a sensibilidade dessa área.

Quando sofrem algum tipo de agressão, seja por inflamação, compressão ou lesão, esses nervos disparam sinais de dor de maneira anormal. “Pense nos nervos occipitais como fios elétricos que, quando danificados, podem gerar curtos-circuitos de dor. É uma sensação muito característica, distinta de outros tipos de dor de cabeça”, explica o Dr. Carneiro.

As causas da neuralgia occipital são variadas e, em muitos casos, multifatoriais. A má postura é uma das principais, já que o uso prolongado de celulares e computadores nos leva a manter a cabeça inclinada para frente, criando sobrecarga crônica na coluna cervical e nos músculos do pescoço. Lesões na região, como acidentes de carro, quedas ou traumas esportivos, também podem causar danos diretos aos nervos ou estruturas adjacentes. Problemas estruturais da coluna, como hérnias de disco cervicais, artrite reumatoide, espondilose cervical e contraturas musculares intensas na nuca e ombros, são causas frequentes. Embora menos comuns, infecções, tumores ou certas doenças sistêmicas também podem inflamar ou comprimir os nervos occipitais.

A dor é o sintoma principal e possui características específicas que ajudam no diagnóstico. “A dor não é apenas uma sensação; ela é um sinal de alerta que o corpo emite. Na neuralgia occipital, esse sinal é inconfundível para o especialista”, destaca o Dr. Rodolfo Carneiro. Os pacientes geralmente descrevem uma dor intensa, aguda, em pontadas, queimação ou choques elétricos que partem da base da nuca e podem irradiar para o topo da cabeça, para a lateral ou mesmo para a região atrás dos olhos. Em muitos casos, a dor afeta apenas um lado da cabeça, embora possa ocorrer bilateralmente. Os episódios podem surgir de repente e durar de segundos a minutos. Entre as crises, é comum uma sensação de pressão ou peso constante na nuca. O couro cabeludo na área afetada torna-se extremamente sensível ao toque, e atividades simples como pentear o cabelo, apoiar a cabeça no travesseiro ou usar óculos podem ser excruciantes. Rigidez e espasmos musculares na nuca e nos ombros também são frequentes, intensificando a dor com movimentos bruscos.

A diferenciação com outros tipos de dor de cabeça, como enxaquecas ou cefaleias tensionais, é essencial. “A piora da dor com o movimento da cabeça é um indício importante que nos guia no diagnóstico da neuralgia occipital”, aponta o especialista.
A boa notícia, segundo o Dr. Rodolfo Carneiro, é que a neuralgia occipital não é uma condição maligna e não representa risco direto à vida. “Contudo”, ele alerta, “não confundir ‘não ser maligna’ com ‘não ser séria’. A dor intensa e recorrente é extremamente incapacitante, roubando a alegria de viver e impedindo a realização de atividades diárias básicas.” Quando não tratada adequadamente, a condição pode evoluir para um quadro crônico, tornando-se mais difícil de controlar e impactando severamente a saúde mental e emocional do paciente. A dor constante pode levar à fadiga, insônia, irritabilidade, ansiedade e até depressão. Por isso, buscar ajuda médica aos primeiros sintomas é fundamental.

O diagnóstico da neuralgia occipital é essencialmente clínico e exige a experiência de um neurocirurgião ou neurologista. “Não existe um exame de sangue ou uma imagem que, isoladamente, mostre a neuralgia occipital. O diagnóstico é um quebra-cabeça que montamos com base na história do paciente, nos sintomas e no exame físico detalhado”, explica o Dr. Carneiro.

Durante a consulta, o médico investiga a frequência, intensidade, localização e características da dor, além dos fatores que a desencadeiam ou aliviam. Também realiza exame físico e neurológico, palpando cuidadosamente a região cervical e occipital para identificar pontos de dor e testar a sensibilidade dos nervos. A reprodução da dor à palpação do nervo occipital é um sinal diagnóstico importante.

A aplicação de um anestésico local no trajeto dos nervos occipitais pode ser usada para confirmar o diagnóstico: se a dor aliviar temporariamente após o bloqueio, isso reforça a hipótese de neuralgia occipital. Exames de imagem, como ressonância magnética e tomografia computadorizada da coluna cervical e do crânio, são frequentemente solicitados para descartar outras causas de dor na nuca, como hérnias de disco, tumores ou anomalias estruturais.

O tratamento da neuralgia occipital é multifacetado e visa não apenas aliviar a dor, mas também abordar suas causas e melhorar a funcionalidade do paciente. “Nosso objetivo é resgatar a vida do paciente da tirania da dor”, afirma o Dr. Rodolfo Carneiro. As abordagens podem ser conservadoras, intervencionistas ou, em casos específicos, cirúrgicas.

A fisioterapia é essencial para corrigir a postura, fortalecer os músculos do pescoço, alongar áreas tensas e reduzir a compressão nervosa. Técnicas como massagem terapêutica, calor, ultrassom e mobilização articular podem ser empregadas. O uso de medicações também é comum, como relaxantes musculares para aliviar espasmos e tensão, neuromoduladores (gabapentina e pregabalina) para acalmar a atividade nervosa anômala, anti-inflamatórios e antidepressivos tricíclicos em baixas doses para controle da dor neuropática. Ajustes no estilo de vida, como melhorar a ergonomia, praticar exercícios regulares, gerenciar o estresse e manter boa postura, são cruciais para o sucesso a longo prazo.

Quando os tratamentos conservadores não proporcionam alívio suficiente, as intervenções podem ser consideradas. Bloqueios anestésicos e infiltrações, com anestésicos locais e corticosteroides, oferecem alívio imediato e prolongado da dor e da inflamação. A radiofrequência pulsada, por sua vez, utiliza ondas de rádio para modular a atividade dos nervos occipitais, reduzindo a transmissão dos sinais de dor sem destruí-los.

A cirurgia é reservada para casos mais refratários, quando todas as outras abordagens falham. “A intervenção cirúrgica é sempre a última opção, mas em pacientes selecionados, pode oferecer uma recuperação duradoura”, explica o Dr. Carneiro. O procedimento mais comum é a descompressão dos nervos occipitais, que visa liberar a pressão causada por estruturas circundantes.

Em muitos casos, a neuralgia occipital pode ser completamente resolvida ou ter seus sintomas controlados a ponto de não interferirem na vida do paciente. Tratamentos conservadores e intervenções como bloqueios podem levar à remissão da dor. No entanto, em situações crônicas ou de difícil controle, o foco é o manejo contínuo da dor e a melhoria da qualidade de vida a longo prazo.

O sucesso do tratamento depende muito de uma abordagem individualizada e do acompanhamento por um especialista experiente. “Cada paciente é único, e o plano terapêutico deve ser moldado às suas necessidades específicas”, conclui o neurocirurgião.

Diante de dores persistentes na nuca e na cabeça com as características descritas, a primeira consulta com um neurocirurgião é um passo decisivo.

“Não subestime a dor. Ela é um sinal. Quanto antes identificarmos a causa e iniciarmos o tratamento correto, maiores as chances de um resultado positivo e de uma recuperação plena”, ressalta o Dr. Rodolfo Carneiro.

Na consulta inicial, o especialista realiza uma avaliação completa, desde o histórico clínico detalhado até o exame físico e neurológico. Com base nessas informações, elabora um plano de tratamento individualizado, combinando diferentes abordagens para garantir um caminho eficaz e seguro rumo ao alívio da dor e ao retorno a uma vida ativa e sem limitações.

Aviso legal: este conteúdo é de caráter informativo e não substitui a consulta, diagnóstico ou tratamento médico. Sempre procure o aconselhamento de um profissional de saúde qualificado para quaisquer dúvidas sobre sua condição médica. Para conhecer mais sobre o trabalho do especialista e sua abordagem humanizada no tratamento da dor na coluna e nos nervos, acesse: https://colunaeneuro.com.br/

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Saúde

Aplicativo propõe reeducação sexual consciente com foco em autoconhecimento e saúde íntima

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Plataforma digital utiliza conteúdos educativos e práticas inspiradas no tantra para estimular consciência corporal e desempenho saudável

O debate sobre saúde sexual masculina tem ganhado espaço nos últimos anos, impulsionado pelo acesso à informação e pelo crescimento de plataformas digitais voltadas ao bem-estar. Nesse cenário, o aplicativo Equilíbrio Íntimo apresenta uma proposta de reeducação sexual consciente, com foco no autoconhecimento e no desenvolvimento de um desempenho considerado mais saudável.
De acordo com as informações institucionais da plataforma, o método combina fundamentos de neurociência e psicologia sexual com práticas inspiradas no tantra. A proposta central é estimular uma relação mais consciente com o próprio corpo, reduzindo a dependência de estímulos artificiais e promovendo maior controle da resposta sexual.

*Como o aplicativo funciona*

A plataforma é dividida em duas áreas principais. A primeira é a área de Sessões Guiadas, disponibilizada gratuitamente. Nela, o usuário encontra exercícios de percepção corporal, técnicas de ritmo e pausa, controle progressivo da excitação, respiração consciente, cronômetros personalizados e registro de evolução individual.
Segundo a descrição do método, essas sessões auxiliam na redução da ansiedade e no fortalecimento do autocontrole. A respiração é apontada como um dos pilares da proposta, por contribuir para a regulação do sistema nervoso e para diminuir respostas aceleradas associadas à ejaculação precoce.
A segunda área é a Biblioteca Educativa. O espaço reúne vídeos explicativos que abordam técnicas de automasturbação consciente, variações de pressão e ritmo, uso estratégico da pausa como ferramenta de controle, regulação da excitação e reconhecimento dos sinais corporais antes do chamado ponto de inevitabilidade ejaculatória.
A proposta apresentada não é incentivar abstinência, mas promover educação e inteligência sexual por meio de informação estruturada e prática orientada.

*Disponibilidade e acesso*

O aplicativo ainda não está disponível nas lojas oficiais de iOS e Android. O download é feito diretamente pelo site oficial da plataforma. Após a instalação, o usuário cria um perfil utilizando e-mail ou conta vinculada ao Gmail.
No site também é possível encontrar uma descrição detalhada sobre o funcionamento da metodologia e o link direto para instalação.

*Saúde sexual e orientação especializada*

Especialistas em saúde sexual apontam que o autoconhecimento corporal pode contribuir para redução da ansiedade de desempenho e melhora da autoestima. Técnicas de respiração, foco atencional e controle muscular, frequentemente associadas a abordagens terapêuticas, também são utilizadas em tratamentos voltados à saúde íntima.
No entanto, profissionais reforçam que casos de disfunção erétil, ejaculação precoce persistente ou outras dificuldades devem ser avaliados por médicos urologistas ou psicólogos especializados em sexualidade. Aplicativos e métodos digitais podem funcionar como ferramentas complementares, mas não substituem acompanhamento clínico quando necessário.

Desenvolvimento

O aplicativo foi desenvolvido por Igor Gomes dos Santos, que se apresenta como criador de ferramentas baseadas em ciência para apoiar jornadas de reeducação sexual consciente.
A ampliação de iniciativas digitais voltadas à sexualidade reflete uma mudança cultural na forma como o tema é tratado, cada vez mais associado a saúde integral, qualidade de vida e equilíbrio emocional.

Para baixar o aplicativo acesse o site https://equilibriointimo.com.br/

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Saúde

Quando formar médicos vira risco

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A expansão desordenada dos cursos de medicina expõe falhas graves no ensino e acende um alerta sobre a segurança dos pacientes

Autor: Carol Braga
Professora e diretora do FOCO MEDICINA

O Brasil vive um momento delicado na formação médica. A divulgação recente dos resultados do Exame Nacional de Avaliação da Medicina trouxe à tona um problema que há anos preocupa professores, conselhos profissionais e gestores da saúde: a qualidade do ensino oferecido por parte das faculdades de medicina não acompanha o ritmo acelerado de abertura de cursos no país.

Os dados mostram que uma parcela relevante das instituições avaliadas não atingiu desempenho satisfatório. Isso não é um detalhe técnico nem um debate restrito ao meio acadêmico. Trata-se de um alerta direto à sociedade. Médicos mal preparados tendem a chegar ao mercado sem domínio pleno de competências básicas, o que impacta diagnósticos, condutas clínicas e, principalmente, a segurança do paciente.

A formação médica exige muito mais do que carga horária cumprida ou diplomas emitidos. Pressupõe infraestrutura adequada, acesso a hospitais-escola, supervisão qualificada e vivência prática consistente. Em muitos cursos, no entanto, esses pilares são frágeis ou inexistentes. Há faculdades funcionando sem campos de estágio suficientes, com escassez de professores experientes e pouca integração entre teoria e prática.

O resultado é uma geração de recém-formados que enfrenta dificuldades para lidar com situações reais de atendimento. Em vez de consolidar habilidades ao longo da graduação, muitos acabam buscando esse aprendizado de forma improvisada após a formatura, o que transfere para o sistema de saúde e para os pacientes o custo dessa formação incompleta.

Outro ponto que merece atenção é a lógica de mercado que passou a orientar parte da abertura de cursos. O aumento no número de vagas não veio acompanhado de mecanismos rigorosos de controle de qualidade. Ter mais escolas médicas não significa, automaticamente, ter mais médicos bem preparados. Quando a expansão ocorre sem critérios sólidos, o efeito pode ser o oposto do desejado.

Essa precarização atinge de forma ainda mais sensível regiões afastadas dos grandes centros, onde a população depende quase exclusivamente do sistema público de saúde. Nessas áreas, a combinação entre falta de especialistas e formação deficiente amplia desigualdades e fragiliza o cuidado.

Discutir a formação médica é discutir saúde pública. Avaliações nacionais mais rigorosas, critérios claros para abertura e manutenção de cursos e fiscalização efetiva não são medidas punitivas, mas instrumentos de proteção à sociedade. Formar médicos é assumir um compromisso com vidas, e esse compromisso não pode ser flexibilizado.

Sobre: O Foco Medicina surgiu em 2014, no bairro da Tijuca, Rio de Janeiro, reunindo a experiência e a expertise de seus fundadores para criar o melhor cursinho pré-vestibular focado em Medicina do Brasil, se destacando, desde o início, por um número extraordinário de aprovações nas universidades de Medicina mais prestigiadas do país.

Site: Foco Medicina Vestibular – Cursinho pré-vestibular para Medicina Presencial e on-line ENEM

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Saúde

Diástase: o que ninguém te conta sobre recuperar sua barriga e sua autoestima-Por Carine Trindade

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Há 16 anos, quando comecei a tratar diástase abdominal, percebi algo que mudaria completamente a forma como eu enxergava minha profissão. As mulheres não me procuravam apenas por causa de um afastamento dos músculos abdominais. Elas vinham porque queriam voltar a se reconhecer no espelho. Queriam recuperar força, postura, confiança e aquela sensação de “eu voltei a ser eu”.

Eu trabalho exclusivamente com o tratamento não cirúrgico da diástase há mais de uma décadas e, nesse tempo, acompanhei milhares de histórias que começam de maneira parecida: uma gestação que transforma o corpo, uma barriga que não volta sozinha, uma frustração que cresce.

A diástase é um afastamento dos músculos retos abdominais ao longo da linha média (linha alba) que acontece, sobretudo, durante e após a gravidez. Estudos científicos mostram que a prevalência da diástase pode chegar até 100% das mulheres durante a gestação, com mais de 60% das mulheres apresentando algum grau de afastamento logo após o parto. Esses números tendem a diminuir ao longo do primeiro ano pós-parto, mas ainda assim uma parcela importante das mulheres continua com diástase meses depois do nascimento do bebê.

 

Pesquisas com imagens de tomografia computadorizada em outras populações adultas também mostram que aproximadamente 28% das mulheres adultas podem apresentar diástase fora do contexto imediato do puerpério, associada a fatores como idade, índice de massa corporal e histórico de gravidez.

Essa condição não é apenas um “defeito estético” temporário. Ela está diretamente ligada à funcionalidade do core, à estabilidade lombar e pélvica, e pode contribuir para desconfortos como dor nas costas e até alterações na dinâmica do assoalho pélvico.

Muitas mulheres acreditam que diástase é apenas um problema estético, mas a verdade vai muito além disso. A diástase envolve funcionalidade, movimentação, força do core e, principalmente, qualidade de vida. E a falta de informação faz com que muitas acreditem que só a cirurgia pode resolver. Mas não é assim.

Tratar diástase sem cirurgia é possível, seguro e eficaz quando existe avaliação correta, uma metodologia baseada em biomecânica e acompanhamento adequado. Foi exatamente por isso que desenvolvi o Diástase Reset. Eu queria que as mulheres entendessem que a recuperação da barriga pós-gestação não é sobre “consertar um defeito”, mas sobre reconstruir uma relação saudável com o próprio corpo.

Ao longo desses anos, percebi padrões que se repetem: mulheres que acreditam que falharam porque o corpo não voltou naturalmente.Mas o corpo não volta sozinho. Ele precisa de estímulo certo. Mulheres que escondem a barriga com roupas largas, na verdade, o desconforto é menor na roupa do que na própria autoestima.

Mulheres que acham que estão com “barriga mole” quando, na verdade, têm diástase.

E viver anos sem diagnóstico correto é mais comum do que deveria.
A diástase não é uma sentença. Ela é uma condição que pode e deve ser tratada com conhecimento, técnica, acompanhamento e paciência. Não existe milagre, mas existe método. Não existe urgência, mas existe processo. E o processo é transformador.

Ao ver minhas pacientes recuperarem não apenas a barriga, mas a postura, a segurança e o brilho no olhar, percebo que meu trabalho vai além da fisioterapia. É sobre devolver às mulheres o direito de se sentirem bem. É sobre libertar da culpa, eliminar mitos e mostrar que o corpo pós-gestação pode ser forte novamente.

Meu compromisso é com a verdade, com a ciência e com a autoestima feminina. Continuo, dia após dia, ajudando mulheres a reconstruírem o centro do corpo e o centro da própria história. Porque quando uma mulher se reconecta com o espelho, ela se reconecta com o mundo.

E isso é exatamente o que a diástase me ensinou: não tratamos apenas músculos. Tratamos mulheres inteiras.

Sobre a autora

Especializada em diástase sem cirurgia, há 17 anos ajuda mães a se tornarem mulheres felizes com o espelho. Criadora do método Diástase Reset. Fisioterapeuta, pós-graduada em fisioterapia dermatofuncional.

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