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O Método TOI de Katya Neumeister: A Inovação Científica que Reestrutura a Mente Humana

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Nos bastidores das grandes conquistas, onde cada decisão molda o futuro, há um fator frequentemente negligenciado: a estrutura psíquica que sustenta a performance. Empresários, atletas e tomadores de decisão de alta exigência não são impactados apenas por fatores externos, mas, principalmente, pela forma como sua mente está organizada. A clareza, a confiança e a capacidade de agir no momento certo não são apenas habilidades, mas manifestações diretas da estrutura intrapsíquica de cada indivíduo.

Enquanto muitos buscam aprimorar sua performance por meio de técnicas de controle emocional, resiliência e desenvolvimento de habilidades cognitivas, poucos compreendem que o verdadeiro diferencial não está no esforço consciente, mas na forma como a mente está organizada em sua base estrutural.

É exatamente nessa base que atua o Método TOI (Técnica de Organização Intrapsíquica), desenvolvido por Katya Neumeister, criadora da Psicoterapia Intrapsíquica. Enquanto as abordagens convencionais buscam administrar sintomas ou modificar comportamentos, a TOI atua diretamente na estrutura que gera essas manifestações, permitindo que a pessoa acesse uma performance natural e sem esforço, livre dos bloqueios invisíveis que antes a limitavam.

Katya explica que o alto desempenho não depende apenas de estratégia ou treinamento, mas da estrutura intrapsíquica que determina como a mente processa desafios e oportunidades.

“Se a estrutura psíquica de alguém está desalinhada, nenhum esforço consciente será suficiente para sustentar a clareza e a segurança necessárias para decisões de alto impacto.” – Katya Neumeister

A TOI e a Reorganização da Mente

A Técnica de Organização Intrapsíquica (TOI) não se limita à identificação de padrões limitantes, mas atua diretamente na reestruturação da base intrapsíquica, eliminando a necessidade de estratégias compensatórias.

Katya desenvolveu a TOI com base na Teoria da Condicionalidade Intrapsíquica (TCI), que demonstra que o que nos acontece não é a causa dos nossos bloqueios, mas sim a manifestação de padrões preexistentes. Portanto, não se trata de tratar sintomas, mas de atuar na própria estrutura que os gera.

“A mente não precisa ser treinada para ser funcional. Ela precisa ser reorganizada.” – Katya Neumeister

Diferente das abordagens convencionais, a TOI não ensina técnicas de controle emocional ou gestão de estresse, pois parte do princípio de que a mente bem organizada naturalmente acessa um estado de clareza e potência. Isso significa que não há esforço consciente para superar bloqueios, pois eles deixam de existir.

Da Alta Performance à Expansão da Consciência

Os clientes que passam pela TOI relatam mudanças instantâneas em sua capacidade de tomada de decisão, na sensação de fluidez mental e na estabilidade emocional diante de desafios complexos.

Katya observa que a transformação não ocorre por tentativa e erro, mas porque a TOI acessa a raiz da organização psíquica, permitindo que o indivíduo opere naturalmente em seu potencial máximo.

“A TOI não melhora a performance. Ela a torna inevitável.” – Katya Neumeister

Esses resultados não se restringem ao ambiente profissional. Indivíduos que passam pelo processo relatam uma mudança completa na forma como vivenciam suas emoções, relacionamentos e desafios diários, sentindo-se mais leves, objetivos e livres da necessidade de compensações emocionais.

A Clínica Phi: Exclusividade e Precisão na Transformação Psíquica

A Clínica Phi, fundada por Katya Neumeister, é referência para aqueles que desejam uma abordagem precisa e exclusiva para reestruturação psíquica e otimização mental.

Diferente dos modelos convencionais, onde o atendimento segue um roteiro fixo e técnicas padronizadas, na Clínica Phi cada processo é estruturado de forma única, garantindo que a intervenção seja exata e eficaz para cada indivíduo.

“Não existe um protocolo genérico para a mente humana. Cada estrutura intrapsíquica é única, e a TOI é desenvolvida para atuar exatamente onde a desorganização acontece.” – Katya Neumeister

Por isso, a TOI não é uma técnica aplicável em massa, mas um processo de reestruturação profundamente personalizado, que atua na estrutura singular da psique de cada indivíduo.

Além da Terapia: A Nova Ciência da Mente

O impacto da TOI não se limita ao campo terapêutico. Katya Neumeister conduz pesquisas sobre a relação entre o Sistema Endocanabinoide (SEC) e a estrutura psíquica humana, demonstrando que a reestruturação da mente pode ser monitorada em nível biológico.

A TOI abre um campo completamente novo de possibilidades na compreensão da mente humana. A ideia de que os processos psíquicos podem ser reorganizados cientificamente, sem a necessidade de intervenções longas ou baseadas em diagnósticos convencionais, está redesenhando os fundamentos da psicoterapia e neurociência.

Katya observa que, ao compreender como o SEC regula os processos psíquicos e biológicos, é possível monitorar transformações psíquicas em tempo real, o que poderá redefinir completamente a forma como entendemos saúde mental, alta performance e até mesmo desenvolvimento humano desde a gestação.

“O futuro da psicoterapia não será baseado em diagnósticos ou em anos de tratamento. Ele será definido pela capacidade de estruturar a mente com exatidão.” – Katya Neumeister

Uma Nova Forma de Existir

A TOI não é apenas um método de alta performance, mas um caminho para uma nova forma de operar no mundo – sem esforço, sem sabotagens e sem limitações invisíveis.

Os relatos daqueles que passaram pela reestruturação intrapsíquica demonstram que a mente humana não precisa ser condicionada para se tornar funcional, pois uma vez reorganizada, ela simplesmente opera sem resistência.

Se você deseja compreender como essa inovação está redefinindo a forma como lidamos com a mente humana, acompanhe o trabalho de Katya Neumeister e a Psicoterapia Intrapsíquica.

Instituto Neumeister: www.institutoneumeister.com 

Instagram: @katya.neumeiste

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Conexão que transforma vidas: o eletricista que venceu o medo das nuvens para salvar a própria história

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Com 20 anos de jornada na Fundação Pró-Rim, Pedro Guida enfrentou a distância entre o Tocantins e Santa Catarina para realizar um transplante e hoje celebra o ciclo de superação garantido pelo SUS

Acostumado a subir em postes e percorrer fazendas para iluminar o Tocantins, o ajudante de eletricista Pedro Nascimento Guida, hoje com 65 anos, nunca imaginou que sua maior “voltagem” de esperança viria de um voo rumo ao desconhecido. O homem que lidava com a eletricidade nas ruas viu sua própria energia minguar em 2005, quando uma canseira persistente e febres frequentes revelaram que seus rins haviam parado de funcionar.

O choque do diagnóstico
Na época, trabalhando em Palmas, Pedro desconhecia o que era a hemodiálise. O diagnóstico foi um impacto profundo; a rotina de subidas em postes e viagens a trabalho deu lugar às sessões de diálise, iniciadas no Hospital Geral de Palmas (HGP). “Para mim, foi um choque muito grande. Eu sabia que não podia trabalhar mais, que teria que viver em função daquilo”, relembra ele sobre o início do tratamento.

A jornada de Pedro com a Fundação Pró-Rim começou em solo tocantinense, logo após a descoberta da doença. O apoio da instituição foi o alicerce para que ele pudesse processar a nova realidade e vislumbrar um futuro além das máquinas.

Ponte para o Sul: o medo de voar e o desejo de viver
A grande virada aconteceu em 2006, quando surgiu a oportunidade do transplante renal. A esperança ganhou um rosto familiar: seu irmão mais novo decidiu, em um gesto de amor puro, doar o rim. O destino para o procedimento era a matriz da Fundação Pró-Rim em Joinville, Santa Catarina.

Contudo, para alcançar o tratamento, Pedro precisou enfrentar um desafio que, para ele, era mais assustador que a mesa de cirurgia: o avião. “Meu medo maior era o avião, não era o transplante”, confessa entre risos. No dia da viagem, o nervosismo era nítido, mas ao ver a terra ficando pequena pela janela, ele entendeu que aquela conexão entre o Cerrado e o Sul era sua ponte para a vida.

Transplantes no Brasil
A generosidade do irmão de Pedro insere-se em um cenário no qual o Brasil se consolida como o detentor do maior sistema público de transplantes do mundo, com cerca de 90% dos procedimentos financiados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

No caso do doador vivo, como o irmão de Pedro, a Lei nº 9.434/97 e o Decreto nº 9.175/17 determinam que o procedimento é permitido entre cônjuges ou parentes de até 4º grau — pais, filhos, irmãos, avós, tios e primos — desde que haja compatibilidade sanguínea e imunológica. O procedimento é seguro e planejado, permitindo que tanto o doador quanto o receptor mantenham uma vida saudável após a cirurgia, encurtando o tempo de espera e aumentando as chances de sucesso do transplante.

Segundo Leonardo Barberes, vice-diretor da Associação Brasileira de Centros de Diálise e Transplante (ABCDT), histórias como a de Pedro evidenciam a relevância do sistema público. “O transplante renal é uma das terapias que melhor traduzem a eficiência do SUS quando há integração entre equipes, legislação bem estruturada e centros capacitados. É um modelo que salva vidas, reduz custos a longo prazo e devolve dignidade ao paciente”, destaca.

Para doadores sem laço familiar, a legislação brasileira permanece rigorosa, exigindo autorização judicial prévia para garantir que o ato seja solidário, livre e de espontânea vontade, protegendo a integridade de todas as partes envolvidas.

Renascimento em Santa Catarina
Durante os dois meses e quatro dias em que esteve sob os cuidados da unidade catarinense, Pedro se encantou com o acolhimento. “Lá é muito bom, gostei muito dos médicos, uma equipe nota dez”, afirma o eletricista, que mesmo sendo “friorento”, deu sorte de encontrar um clima agradável na região Sul.

O transplante foi um sucesso absoluto. O rim doado pelo irmão funcionou perfeitamente por 15 anos, um período que ele define como de total liberdade e gratidão, provando que a integração tecnológica entre as unidades da federação salva vidas.

O retorno à diálise e a gratidão ao SUS
Há dois anos, com o fim do ciclo natural do órgão transplantado, Pedro retornou à hemodiálise na Pró-Rim de Palmas. Recentemente, ele se mudou de Paraíso do Tocantins para a capital para ficar mais próximo do tratamento e dos filhos. Mesmo de volta à máquina, seu sentimento é de vitória.

“A Pró-Rim para mim é uma coisa muito boa. Se não fosse ela, abaixo de Deus, a vida de quem tem esse problema seria muito curta. Eu não teria condição de pagar esse tratamento no particular”, destaca, reforçando o papel do SUS.

Instituição que transforma o cuidado
A Fundação Pró-Rim é hoje uma das maiores referências em saúde renal no Brasil. Sendo uma instituição privada e sem fins lucrativos, ela sobrevive do profissionalismo de sua gestão e da solidariedade da sociedade. Com mais de 2.000 transplantes realizados e centenas de milhares de sessões de hemodiálise anuais — sendo 99% dos atendimentos pelo SUS — a Fundação oferece tecnologia de ponta e tratamento humanizado para quem mais precisa.

Como você pode ajudar?
Para que histórias como a do Seu Pedro continuem a ser escritas, a Fundação Pró-Rim conta com a sua ajuda. Você pode contribuir para a manutenção dos tratamentos e para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes renais:

PIX: doe@prorim.org.br

Site oficial: doe.prorim.org.br (doação única ou recorrente)

Telefone: 0800 474 546

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Leis de incentivo fiscal se tornam braço estratégico do marketing institucional em 2026

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Com a alta do custo da mídia digital, empresas passam a usar o imposto devido como alavanca para ampliar alcance, reputação e impacto por meio de projetos incentivados

Com a confirmação de que, a partir de 2026, a Meta, controladora do Instagram e do Facebook passará a repassar tributos como PIS, Cofins e ISS aos anunciantes, o custo da mídia digital no Brasil entrará em um novo patamar. A mudança, que eleva em mais de 12% o valor dos investimentos nessas plataformas, impõe um desafio direto aos orçamentos de marketing e acelera uma virada de chave: o uso estruturado das leis de incentivo fiscal como parte das estratégias de comunicação.

 

Nesse novo cenário, eficiência não será apenas uma questão de performance ou criatividade, mas de como as empresas organizam seus recursos, incluindo os tributos que já pagariam para potencializar seus planos de marketing institucional. É nesse contexto que as leis de incentivo ganham protagonismo, funcionando como um forte braço estratégico para marcas que precisam manter presença, relevância e impacto mesmo com a mídia mais cara.

 

A Brada atua exatamente nesse ponto de convergência, apoiando empresas a destinar parte do imposto devido para projetos incentivados, transformando esse valor em campanhas, ações de reputação e presença institucional. Em vez de simplesmente recolher esses recursos ao governo, as empresas passam a direcionar parte deles a iniciativas alinhadas aos seus objetivos de marca e posicionamento, ampliando o retorno do investimento em comunicação.

 

Segundo Vanessa Pires, CEO da Brada, o marketing moderno precisa conhecer e incorporar as leis de incentivo fiscal como ferramenta estratégica. “Hoje, profissionais de marketing precisam saber que existem mecanismos legais que permitem transformar parte do imposto que a empresa já pagaria em projetos de comunicação e impacto. Quando uma empresa do lucro real ou presumido destina esse valor a iniciativas incentivadas, ela não está criando um novo custo, está apenas redirecionando o imposto devido para gerar visibilidade, posicionamento e valor institucional. É assim que conseguimos transformar impostos também em marketing social”, afirma.

 

Com a mídia digital pressionada por custos mais altos, as empresas que saírem na frente em 2026 serão aquelas que compreenderem que as leis de incentivo fiscal não são apenas uma vantagem tributária, mas um instrumento de planejamento de marketing. Ignorar esse movimento significa depender cada vez mais de mídia paga, enquanto concorrentes passam a operar com uma estrutura mais inteligente, usando o próprio imposto para fortalecer sua presença de marca e seus projetos estratégicos.

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Morre Manoel Carlos, autor de novelas, aos 92 anos de idade

Autor de algumas das novelas mais emblemáticas da televisão brasileira, Manoel Carlos morreu neste sábado (10), aos 92 anos, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela família. A causa da morte não foi divulgada. Conhecido como Maneco, o dramaturgo estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana, onde realizava tratamento contra a Doença

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Autor de algumas das novelas mais emblemáticas da televisão brasileira, Manoel Carlos morreu neste sábado (10), aos 92 anos, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela família. A causa da morte não foi divulgada.

Conhecido como Maneco, o dramaturgo estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana, onde realizava tratamento contra a Doença de Parkinson, que, no último ano, comprometeu de forma significativa suas funções motoras e cognitivas.

Sua trajetória na TV Globo teve início em 1972, quando assumiu a função de diretor-geral do programa Fantástico. Antes disso, já havia construído uma sólida carreira em diferentes emissoras brasileiras, atuando como autor, produtor e até ator. O início na vida artística aconteceu ainda muito jovem, aos 17 anos, nos palcos do teatro.

Ao longo de décadas, Manoel Carlos consolidou um estilo próprio, marcado por novelas ambientadas no Rio de Janeiro, tratado não apenas como cenário, mas como um personagem central das histórias. Seus textos exploravam, com sensibilidade, os conflitos e as relações familiares da sociedade brasileira.

Um dos maiores símbolos de sua obra foram as icônicas “Helenas”. De Baila Comigo (1981) a Em Família (2014), as personagens representavam mulheres e mães fortes, cujo amor pelos filhos se sobrepunha a qualquer obstáculo.

Além de novelista, Manoel Carlos também atuou como escritor e diretor. Ele deixa duas filhas: a atriz Júlia Almeida e a roteirista Maria Carolina.

O velório será fechado, restrito a familiares e amigos próximos. Em nota, a família agradeceu as manifestações de carinho e pediu respeito e privacidade neste momento de luto.

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