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Open Finance inicia nova era no monitoramento de atividades suspeitas em contas bancárias

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(*) Alexandre Pegoraro

A vigilância das atividades suspeitas em contas bancárias é um processo vital para assegurar a proteção financeira tanto dos clientes quanto das instituições financeiras. Com o crescimento das transações online e a evolução tecnológica, a adoção de mecanismos eficazes para detectar e evitar fraudes e práticas ilícitas se torna ainda mais relevante. Neste contexto, a boa notícia surgiu recentemente por meio de um comunicado da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) comemorando os resultados obtidos no projeto do Open Finance que está completando quatro anos de funcionamento.

Considerando que a eficácia do monitoramento depende fundamentalmente de um esforço conjunto entre bancos, instituições financeiras e órgãos reguladores, o que pode ser dificultado por questões de compartilhamento de dados e concorrência, é realmente de se festejar o fato de que o número de consentimentos registrados no Open Finance evoluiu de 43 milhões, em janeiro de 2024, para 62 milhões em janeiro de 2025, o que representou um crescimento de 44% no período.

Mais significativo ainda é a informação de que este volume de pessoas colaborando com o sistema tem proporcionado mais de 2,3 bilhões de comunicações bem-sucedidas todas as semanas entre os bancos e instituições financeiras participantes.

Ao anunciar esses números, a Febraban crava a afirmação de que Open Finance brasileiro já é o maior do mundo, tanto em escopo de dados, como em volume de chamadas. A instituições destaca ainda o potencial do modelo para gerar novos produtos e serviços personalizados e com melhores custos como agregadores financeiros, iniciação de pagamentos, propostas de crédito adequadas a cada perfil, cashbacks e tarifas, por exemplo.

Mas no campo do monitoramento das atividades suspeitas, o Open Finance parece extrapolar sua contribuição, porque neste caso, ela não se restringe ao mercado financeiro. Afinal, a implementação de tecnologias avançadas, aliadas a uma forte colaboração entre as partes envolvidas, como ocorre no Open Finance pode ser a receita para viabilizar a criação de ambientes mais seguros e confiáveis em áreas como a saúde, os seguros e outros. Não por acaso, já estão em andamento, porém em estágios ainda embrionários, projetos como o Open Heath e o Open Insurance.

A razão é bastante simples e pode ser explicada com apenas um exemplo entre os golpes mais comuns aplicados contra a indústria financeira. Até pouco tempo, uma pessoa podia tranquilamente solicitar crédito na instituição A, não pagar por este contrato e correr para a instituição B onde fazia a mesma coisa e assim por diante. Como nenhuma dessas empresas conhecia a jornada do cliente mal-intencionado em suas concorrentes, elas concediam o crédito para só depois todas amargarem juntas o prejuízo da inadimplência.

No ecossistema da saúde este tipo de comportamento também é comum. Um conluio entre prestadores de serviço e usuários pode fazer com que as empresas de planos de saúde paguem reembolsos indevidos pela falta de conhecimento sobre o comportamento de seus clientes, assim como uma seguradora pode pagar altos volumes de recursos por sinistros forjados pelo mesmo motivo.

O Open Finance surge como indício de uma nova era para coibir este tipo de prática porque, de acordo com a explicação da Febraban, o sistema opera sob regulação do Banco Central por meio de APIs (interfaces de programação de aplicações), que fazem a conexão entre as instituições participantes e permitem a troca de informações entre elas de uma maneira padronizada.

Neste ciclo, o cliente dá o seu consentimento para o compartilhamento de suas informações, que deverão ser usadas pela instituição somente para a finalidades específicas nas quais foram autorizadas e dentro de um período escolhido, não podendo qualquer instituição fazer o uso das informações para outra finalidade.

Com isso, as instituições A, B e C elevam significativamente os níveis de seus processos de KYC (Know Your Customer ou Conheça seu Cliente) tendo condições de tomar decisões muito mais acertadas e correr muito menos riscos na concessão de crédito oferecendo inclusive alternativas aos bons pagadores que estejam eventualmente enfrentando dificuldades. Prova disso é que, segundo a federação de bancos, desde abril do ano passado, os clientes já podem programar transferências automáticas entre suas contas em instituições diferentes e, desta forma, evitar entrar em cheque especial em um determinado banco, por exemplo, transferindo recursos de uma conta de outra instituição que tenha fundos.

É óbvio que não é fácil fazer com que isso tudo funcione de forma eficiente, sem invadir a privacidade dos consumidores e cumprindo regras estabelecidas pela LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), entre outras. No caso do Open Finance, a Febraban informa que os bancos já investiram mais de R$ 2 bilhões no projeto.

Parece caro, mas se comparado às fraudes será que não vale a pena?

No segmento da saúde, por exemplo, as projeções mais confiáveis apontam para o alarmante cenário no qual todos os anos cerca de R$ 34 bilhões são perdidos com abusos e fraudes e que esse montante equivale a 12% da receita das operadoras.

Olhando por este ângulo, o modelo Open parece realmente uma alternativa absolutamente vantajosa.

() *Alexandre Pegoraro é CEO do Kronoos, plataforma que usa IA para realizar pesquisas em milhares de fontes para conferir a idoneidade de pessoas e empresas

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ESTAÇÃO 1610 TERÁ ESPAÇO GASTRONOMICO COM CARDAPIO REPLETO DE VARIEDADES QUE VÃO DESDE CARNES NOBRES ATÉ PIZZAS

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São Paulo, março de 2026 – Um novo capítulo do lazer e da gastronomia no interior paulista começa a ser escrito em Itu com a chegada, em fevereiro, da Estação 1610, um complexo de 20 mil m² que une alta gastronomia, entretenimento, educação e convivência ao ar livre, em um projeto sem precedentes na região. O espaço nasce com um posicionamento de ser um destino completo, onde cada visita se transforma em uma experiência memorável.

Localizada em uma cidade com cerca de 170 mil habitantes, que chega a receber até 300 mil pessoas nos finais de semana, a Estação 1610 reforça o potencial turístico de Itu e se consolida como um novo ponto de encontro para moradores e visitantes.

Com a proposta de ser um ponto de encontro para celebrar a boa comida e os bons momentos, o complexo gastronômico da Estação 1610 foi projetado para receber famílias, casais e grupos de amigos em um ambiente descontraído, confortável e integrado à natureza, com a vantagem de contar também com ambientes climatizados, que garantem bem-estar em qualquer época do ano. Com 380 lugares o espaço é ocupado pela Churrascada Itu, do renomado Grupo Fazenda Churrascada @fazendachurrascada, e o cardápio contará com entradas, carnes nobres, drinks e delícias criadas com exclusividade para Estação 1610.

Entre os principais atrativos está a tradicional Parrilla, com Pit em uma carreta américa. A casa oferece costela preparada no fogo de chão, reforçando a proposta de valorizar técnicas tradicionais do churrasco. O cardápio é exclusivamente à la carte.

À noite, o complexo conta ainda mais charme com a Bella Capri, tradicional pizzaria com capacidade para 120 pessoas, preparada para receber eventos e encontros especiais. O cardápio conta com as pizzas tradicionais e especiais, entradas que vão surpreender, e para finalizar sobremesas diversas e gelato italiano.

Além da gastronomia, que reúne cortes especiais preparados na parrilla, carnes defumadas no estilo American BBQ, fogo de chão e acompanhamentos tradicionais, o Estação 1610 aposta também no entretenimento como parte da experiência. A programação contará com música ao vivo, com apresentações de artistas locais e shows de nomes da música nacional, especialmente do sertanejo.

A Estação 1610 tem compromisso filantrópico de destinação de recurso para Irmandade do Lar Nossa Senhora da Candelária de Itu, localizada ao lado do complexo.

Mais do que um espaço, a Estação 1610 nasce como um destino, onde cada detalhe convida a permanecer, explorar e viver Itu de um jeito totalmente novo.

Informações Estação 1610
• endereço – Av. Dr. Graciano Geribelo, 165 Setor E
Itu – SP;
• horário de funcionamento – quinta e sexta, almoço das 12h às 15h, jantar das 18h às 22h; sábado, domingo e feriados das 12h às 22h30;
• reservas – @estacao_1610.

 

 

Assessoria de imprensa Estação 1610
AVA Comunicação

Jornalismo:
Julia Arcos – (11) 99269-8007
julia@avacom.com.br

Sandra Calvi – (11) 99142-4433
sandra@avacom.com.br

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Gigante americana KIDS2 chega ao Brasil em parceria estratégica com a Styll Baby a partir de 2026

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O mercado brasileiro de primeira infância prepara-se para uma movimentação significativa em seu cenário comercial. A partir de 2026, a distribuição dos produtos da KIDS2, empresa número 1 nos Estados Unidos na produção de brinquedos e produtos para a primeira infância, será realizada pela Styll Baby. A parceria une a expertise global da fabricante americana à solidez da empresa brasileira, que acumula mais de duas décadas de experiência no setor infantil nacional.

A operação marca a chegada oficial de um portfólio robusto que abrange as três marcas globais da companhia: Baby Einstein, Bright Starts e Ingenuity. Para encantar os bebês brasileiros e atender às demandas das famílias locais, a Styll Baby preparou uma seleção estratégica composta por aproximadamente 150 produtos, focados em design premiado e valor excepcional.

Histórico de Inovação e Alcance Global

A KIDS2 desembarca no país com credenciais de peso. Com mais de 50 anos de história dedicados a inventar e reinventar brinquedos e acessórios, a companhia consolidou-se como uma das empresas de produtos para bebês que mais crescem no mundo. Sua infraestrutura inclui 13 escritórios globais, operações em cinco continentes e cinco fábricas próprias na China, garantindo uma capacidade de distribuição que leva alegria para bebês em mais de 90 países.

O histórico da empresa é marcado pelo desenvolvimento de invenções inovadoras, nascidas de um produto inicial revolucionário e que hoje evoluíram para mais de 500 itens no mercado, todos projetados para atender a necessidades específicas das famílias modernas.

Sinergia e Expectativas do Mercado

Um ponto crucial desta união é a convergência de licenciamentos: tanto a KIDS2 quanto a Styll Baby detêm os direitos de uso dos principais personagens da Disney, o que potencializa a força comercial do catálogo a ser distribuído.

Para a diretoria da empresa brasileira, o movimento é estratégico na expansão de portifólio da empresa. “Desde o início das negociações com a empresa americana, sabíamos que esta parceria seria um importante passo na direção da diversificação da linha no Brasil”, afirma Guilherme Lima, Diretor de novos negócios da Styll Baby.

A visão é compartilhada por Homero, CEO da Styll Baby, que reforça o alinhamento cultural e corporativo entre as organizações: “este novo projeto coloca lado a lado duas grandes empresas do setor que tem grande sinergia e propósitos muito parecidos”.

Impacto no Varejo

A expectativa é que a introdução dessas marcas eleve o padrão das gôndolas nacionais. Alexandre Santos, Diretor Comercial da Styll Baby e executivo com 15 anos de casa, projeta uma recepção positiva tanto por parte dos lojistas quanto das crianças. “O varejo de puericultura brasileiro será surpreendido com a qualidade e sofisticação dos novos produtos e o consumidor passará pela experiência de poder adquirir o que há de melhor no universo de produtos de primeira infância no mundo”, destaca Alexandre.

Com este lançamento, o mercado brasileiro ganha acesso direto a uma linha de produtos que combina tecnologia, sofisticação e o aval de liderança no exigente mercado norte-americano, prometendo redefinir as opções de compra para a primeira infância no país nos próximos anos.

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Volume recorde de transações digitais amplia pressão por controles internos e fortalece papel da conciliação financeira

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Crescimento dos meios eletrônicos de pagamento e maior rigor regulatório colocam governança e compliance no centro da estratégia das empresas

O avanço acelerado dos meios digitais de pagamento no Brasil, impulsionado por PIX, cartões, e-commerce e plataformas integradas, tem elevado significativamente o volume e a complexidade das transações financeiras nas empresas. Como consequência, cresce também a pressão por controles internos mais robustos, rastreabilidade de dados e mecanismos eficazes de prevenção a riscos.

Segundo dados recentes do Banco Central, o PIX já supera bilhões de transações mensais, consolidando-se como o principal meio de pagamento do país. Paralelamente, o mercado de cartões e pagamentos eletrônicos segue em expansão, ampliando o volume de operações que precisam ser conciliadas diariamente por empresas de diferentes portes e setores.

Esse cenário foi debatido na live “Governança & Compliance x Conciliação Financeira”, promovida pela Boavista Tecnologia, que reuniu especialistas para discutir como a conciliação financeira passou a ocupar uma posição estratégica dentro das estruturas de governança corporativa.

Para Daniel de Los Angeles, executivo de Novos Negócios e Parcerias da Boavista Tecnologia, o aumento do volume transacional exige uma mudança de mentalidade nas empresas.

“Quanto maior o número de transações e a diversidade de meios de pagamento, maior o risco de inconsistências. A conciliação financeira deixa de ser uma rotina operacional e passa a ser um instrumento essencial de governança e mitigação de riscos”, afirma.

Em um ambiente de crescente complexidade operacional, o avanço das transações digitais trouxe ganhos de eficiência e escala, mas também ampliou o desafio de garantir a integridade e a precisão dos dados financeiros. Empresas que operam com múltiplos adquirentes, bancos, marketplaces e sistemas de gestão precisam consolidar informações de diferentes fontes, muitas vezes em tempo real.

Falhas nesse processo podem gerar distorções contábeis, prejuízos financeiros e riscos reputacionais, além de comprometer a conformidade regulatória.

Para Danielle Pinheiro Diógenes, especialista em Governança & Compliance e participante do debate promovido pela Boavista Tecnologia, o momento é de amadurecimento das práticas corporativas. “Não basta ter um programa de compliance formal. Reguladores e investidores exigem evidências de controle efetivo. A conciliação estruturada garante rastreabilidade, transparência e fortalece a governança na prática”, destaca.

Pressão regulatória e busca por transparência

O ambiente regulatório também tem reforçado a importância de controles financeiros consistentes. No Brasil e no exterior, autoridades vêm ampliando o monitoramento sobre instituições financeiras e empresas que operam com grande volume de recursos, exigindo maior robustez na gestão de riscos.

Além disso, relatórios recentes de consultorias internacionais indicam que as empresas estão ampliando investimentos em tecnologia para automatizar processos financeiros e implementar monitoramento contínuo, reduzindo erros operacionais e aumentando a confiabilidade das informações.

“Automatizar a conciliação reduz falhas humanas e amplia a capacidade de análise preventiva. Em um cenário de alta digitalização, a governança precisa acompanhar o ritmo da inovação”, afirma Daniel de Los Angeles, destacando que a tecnologia é parte central dessa transformação.

Mais do que atender às exigências regulatórias, os especialistas defendem que controles financeiros estruturados se tornaram um diferencial competitivo. Empresas com dados organizados e conciliados de forma consistente ganham previsibilidade, aprimoram a tomada de decisão e fortalecem a confiança de investidores e parceiros.

Para 2026, com a digitalização crescente dos pagamentos e o aumento da fiscalização, a agenda de Governança, Riscos e Compliance (GRC) deve permanecer como prioridade estratégica. O consenso entre os especialistas é que as empresas que tratam a conciliação financeira como parte central da governança e não apenas como atividade operacional, estarão mais preparadas para enfrentar a volatilidade econômica, as exigências regulatórias e o avanço contínuo da transformação digital.

Para Daniel, o caminho é claro: “A conciliação financeira precisa estar integrada à estratégia da empresa. Não se trata apenas de conferir números, mas de garantir consistência, transparência e inteligência de dados para sustentar decisões. Em um ambiente cada vez mais digital e regulado, quem estrutura bem seus controles internos, ganha segurança, competitividade e visão de longo prazo”, conclui o executivo da Boavista Tecnologia.

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