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Os 7 Melhores Cursos de Investimento do Brasil em 2025

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(Ranking independente, aprofundado e 100% atualizado)

Com o boom do mercado financeiro nos últimos anos, surgiram milhares de cursos, perfis e promessas de enriquecimento rápido. Mas, no meio desse mar de informações (e desinformações), como saber quem realmente ensina a investir de forma séria, responsável e com resultado real?

Para responder essa pergunta, realizamos uma análise criteriosa, sem patrocínios ou jabás. Avaliamos dezenas de cursos de investimento disponíveis no Brasil com um único objetivo: identificar quais realmente entregam valor de forma consistente em 2025.

Nosso processo de avaliação incluiu:

Imersão no conteúdo: Assistimos todas as aulas, avaliamos a didática, a profundidade técnica, a atualização dos materiais e a aplicabilidade prática das estratégias ensinadas.

Experiência e credibilidade do professor: Investigamos o histórico de mercado dos instrutores, sua coerência entre o que pregam e o que fazem, e o quanto conseguem traduzir teoria em prática de forma clara.

Recursos oferecidos ao aluno: Consideramos a existência de materiais complementares (planilhas, simuladores, lives, exercícios práticos), organização da plataforma, usabilidade e frequência de atualizações.

Suporte e comunidade: Avaliamos a qualidade do atendimento, os canais de dúvidas, a velocidade de resposta e o valor da comunidade de alunos — fator decisivo para quem quer crescer junto e evitar erros comuns.

Garantias reais de satisfação: Demos nota máxima para os cursos que oferecem garantia de reembolso justa, sem pegadinhas, e que demonstram confiança na entrega do conteúdo.

Todos os cursos listados foram testados na prática e comparados com dezenas de outros disponíveis no mercado.

🥇 1º lugar – AUVP (Fundado por Raul Sena)

A AUVP é hoje a principal escola de formação de investidores do Brasil. Fundada por Raul Sena (Investidor Sardinha), o curso oferece uma jornada completa: da organização financeira pessoal até investimentos internacionais e gestão de grandes fortunas.

O destaque da AUVP vai além do conteúdo. A escola possui uma comunidade ativa, suporte real, e é a única do ranking que oferece garantia de devolução total do valor caso o aluno não aprenda. Além disso, Raul é fundador da AUVP Capital, a maior consultoria de investimentos do Brasil segundo o ranking do BTG Pactual, maior banco de investimentos da América Latina.

✅ O que você aprende:

  • Finanças pessoais e organização
  • Renda fixa (básica e avançada)
  • Análise de ações (básica e avançada)
  • Fundos imobiliários
  • Declaração de imposto de renda
  • Criptomoedas e reservas de valor
  • Investimentos internacionais
  • Gestão de grandes fortunas

🛠 Recursos oferecidos:

  • Certificado
  • Livros (um por módulo)
  • Plantão de dúvidas ao vivo
  • Garantia total de devolução do valor
  • Comunidade ativa 24h
  • ❌ Sem grupo de WhatsApp
  • ❌ Sem grupo de Telegram
  • ❌ Não oferece parcelamento inteligente

👤 Sobre Raul Sena

Raul é investidor e empresário. Ficou conhecido como “Investidor Sardinha” no YouTube, onde ensina finanças com linguagem direta e sem enrolação. Fundou a AUVP em 2020 e hoje lidera a maior consultoria de investimentos do país. Raul defende o estudo como ferramenta de independência financeira, e é um dos poucos do setor que oferece garantia real de aprendizado. Suas aulas são diretas, práticas e exigem dedicação — mas entregam resultado.

📌 Inscrição: acesse diretamente o site www.auvp.com.br

🥈 2º lugar – O Jeito Barsi de Investir (Louise Barsi, Felipe Ruiz, Fabio Baroni e Jean Melo)

Inspirado na filosofia de Luiz Barsi Filho, o curso é focado em investimentos de longo prazo e geração de renda com dividendos. É voltado para quem quer aprender a montar uma carteira sólida com base no método do maior investidor pessoa física do Brasil.

✅ O que você aprende:

  • Introdução à Bolsa
  • Controle emocional para investidores
  • Formação de carteira “Barsiana”
  • Estratégias de longo prazo com dividendos
  • ❌ Não aborda IR, criptomoedas ou análise técnica

🛠 Recursos oferecidos:

  • Garantia de 7 dias
  • Acesso à história do Barsi
  • ❌ Sem certificado
  • ❌ Sem comunidade ativa
  • ❌ Suporte apenas por chat

👤 Sobre Luiz Barsi e equipe

Luiz Barsi é o maior investidor pessoa física do Brasil e tem mais de 60 anos de Bolsa. Começou como engraxate e construiu uma fortuna com foco em dividendos. A equipe responsável pelo curso é formada por sua filha, Louise Barsi, e analistas da AGF+. O conteúdo é fiel à filosofia de “buy and hold”, mas a entrega é mais teórica que prática.

📌 Inscrição: acesse o perfil @acoesgarantem no Instagram e clique no link da bio.

🥉 3º lugar – Dólar Masters (Fábio Holder)

Curso voltado para diversificação internacional e construção de portfólio em dólar. Fábio Holder é conhecido por seu perfil técnico e conservador, e oferece um conteúdo sólido para quem quer investir fora do Brasil com segurança.

✅ O que você aprende:

  • Alocação passiva e ativa
  • Construção de portfólio internacional
  • Estratégias de Reit Picking e Factor Investing
  • ❌ Não cobre ações brasileiras, criptomoedas ou IR

🛠 Recursos oferecidos:

  • Suporte técnico
  • Grupo no Telegram
  • ❌ Sem devolução do valor
  • ❌ Sem comunidade ativa

👤 Sobre Fábio Holder

Engenheiro civil de formação, Fábio atua como analista CNPI e investe desde 2008. Em 2017, passou a compartilhar conteúdo na internet. É respeitado pelo seu posicionamento mais técnico, mas também é criticado por alguns pela falta de acessibilidade e por não mostrar tanto da própria carteira.

📌 Inscrição: acesse o perfil @fabio.holder no Instagram e clique no link da bio.

4º lugar – Buy and Hold (Lucas Pit Money)

Criado por Lucas Nogueira, conhecido como Pit Money, o curso é indicado para quem quer aprender a investir em ações com foco no longo prazo. É didático e direto, mas tem foco limitado e deixa de fora vários temas importantes.

✅ O que você aprende:

  • Análise fundamentalista
  • Fundos imobiliários
  • Gestão de carteira
  • ❌ Não aborda IR, renda fixa ou cripto (apenas menções ao Bitcoin)

🛠 Recursos oferecidos:

  • Suporte com equipe Inside
  • Lives exclusivas
  • Acesso a App próprio
  • ❌ Sem certificado
  • ❌ Sem comunidade ou grupos

👤 Sobre Pit Money

Lucas Pit é economista e youtuber. Já trabalhou como trader no mercado futuro, mas ficou conhecido por defender o investimento mensal de 25% da renda com foco em dividendos. Apesar do carisma, já enfrentou críticas por simplificar demais alguns conceitos técnicos.

📌 Inscrição: acesse o perfil @lucaspit no Instagram e clique no link da bio.

5º lugar – Mira na Independência (Professor Mira)

Mentoria distribuída em 10 módulos com abordagem prática, voltada para quem está no início da jornada e precisa de uma base sólida.

✅ O que você aprende:

  • Educação financeira
  • Renda fixa e variável
  • Análise técnica e setups
  • ❌ Não cobre criptomoedas ou gestão de fortunas

🛠 Recursos oferecidos:

  • Certificado
  • Grupo no Telegram
  • ❌ Sem plantão de dúvidas ao vivo

👤 Sobre Professor Mira

Eduardo Mira é ex-militar, educador financeiro e conhecido pelo tom direto e disciplinado. Iniciou sua jornada nos investimentos aos 17 anos, enfrentando muitos desafios pessoais e profissionais. Atualmente, é pai de duas filhas, certificado em diversos órgãos do mercado e busca tornar o aprendizado acessível.

📌 Inscrição: acompanhe @professormira no Instagram e clique no link da bio.

6º lugar – Sociedade Anônima da Riqueza (Bea Aguillar)

Curso voltado para quem busca independência financeira com foco em mulheres investidoras. A linguagem é acessível e o conteúdo é organizado, mas tem foco mais comportamental do que técnico.

✅ O que você aprende:

  • Construção de carteira
  • Estratégias para curto e médio prazo
  • Planejamento de vida financeira
  • ❌ Não aborda IR, criptomoedas ou renda fixa

🛠 Recursos oferecidos:

  • Aulas online
  • Comunidade engajada
  • ❌ Sem suporte técnico avançado

👤 Sobre Bea Aguillar

Economista de formação, Bea trabalhou em grandes instituições financeiras antes de migrar para a educação financeira. Criadora do canal Papo de Bolsa, se posiciona como voz feminina no mercado de capitais. Já teve polêmicas por apresentar rentabilidades questionadas publicamente, mas mantém forte base de seguidores.

📌 Inscrição: acesse o perfil @papodebolsa no Instagram e clique no link da bio.

7º lugar – Lucro FC (Ricardo Natali)

Curso com abordagem simples e didática, voltado para iniciantes que ainda estão se organizando financeiramente.

✅ O que você aprende:

  • Organização financeira
  • Planejamento de aposentadoria
  • Fundamentos para renda passiva
  • ❌ Não aborda Bolsa de Valores ou estratégias avançadas

🛠 Recursos oferecidos:

  • Curso online com 6 módulos
  • Estratégias divididas por perfil de investidor
  • ❌ Sem grupo, suporte ou provas

👤 Sobre Ricardo Natali

Educador financeiro credenciado pela ABEFIN, é conhecido pelo trabalho social em ONGs e por palestras em veículos como Globo e Record. É autor do livro “Lucro FC” e mantém canal ativo no YouTube com mais de 300 mil inscritos.

📌 Inscrição: acesse o perfil @lucrofc no Instagram e clique no link da bio.

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Negócios

Dra. Beatriz Bocchi apresenta modelo de advocacia trabalhista voltado à prevenção de riscos empresariais

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Créditos da Foto: Divulgação

A ampliação das discussões sobre jornada de trabalho, a intensificação da fiscalização digital e as mudanças nas dinâmicas de contratação colocam a prevenção de riscos trabalhistas no centro das estratégias empresariais em 2026. Nesse contexto, cresce a demanda por modelos jurídicos que atuem de forma integrada à gestão dos negócios, com foco na antecipação de passivos e na organização interna das companhias.

Autora do livro O Poder da Decisão, a advogada Beatriz Bocchi atua no Direito do Trabalho empresarial com foco em consultoria preventiva e orientação estratégica. Nascida em Ribeirão Preto e formada em Direito pela UNAERP, ela é sócia-fundadora do escritório Beatriz Bocchi Advocacia, localizado na Avenida Paulista, em São Paulo, onde desenvolve um modelo de atuação voltado à gestão de riscos trabalhistas e à tomada de decisões empresariais mais seguras.

Créditos da Foto: Divulgação
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Segundo a advogada, a proposta do escritório é integrar o jurídico à estrutura operacional das empresas, indo além da atuação tradicional focada exclusivamente no contencioso. Para ela, a prevenção exige entendimento dos fluxos internos, da cultura organizacional e da forma como a legislação é aplicada no dia a dia corporativo. “Não entregamos apenas a lei. Atuamos na construção de processos, engenharia de turnos e manuais internos que organizam a empresa de dentro para fora”, afirma.

De acordo com Beatriz, muitos passivos trabalhistas surgem de falhas recorrentes na gestão. Entre elas, destacam-se as contratações de pessoas jurídicas em condições incompatíveis com a legislação, ausência de documentação formal de conduta e ética, o tratamento das normas de segurança previstas na NR1 apenas como exigência burocrática e ajustes improvisados de jornadas e escalas. Para a advogada, esses fatores criam riscos financeiros relevantes quando não são tratados com base técnica e planejamento.

Créditos da Foto: Divulgação
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A atuação direta da advogada junto aos empresários também é um diferencial do modelo adotado pelo escritório. Segundo ela, o trabalho envolve participação nas decisões estratégicas, mantendo o diálogo constante com sócios e lideranças. “Traduzir o jurídico para a linguagem de negócios é essencial para que ele funcione como um viabilizador de decisões seguras”, explica. Essa abordagem reflete os conceitos apresentados em seu livro O Poder da Decisão, no qual aborda liderança, clareza e responsabilidade na condução das empresas.

Créditos da Foto: Divulgação
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Para as organizações que investem em assessoria trabalhista contínua, os reflexos são observados tanto no controle financeiro quanto na gestão interna. Segundo a Dra. Beatriz, nota-se uma redução no volume de novas ações trabalhistas, diminuição de autuações administrativas e maior previsibilidade nas operações. No campo da gestão, processos claros permitem que os empresários direcionem esforços à expansão, com maior segurança sobre a base operacional do negócio. “Quando a empresa organiza sua gestão de pessoas, ela protege o patrimônio e ganha liberdade para crescer”, afirma.

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A advogada avalia que o cenário atual exige uma mudança de postura imediata por parte dos empresários. Para ela, a combinação entre novas regras, fiscalização tecnológica e transformações no mercado de trabalho torna indispensável a profissionalização da gestão. “Não decidir organizar a empresa já é uma decisão que gera risco. O momento pede clareza, estrutura e responsabilidade”, declara.

Créditos da Foto: Divulgação
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Mais informações sobre a atuação da Beatriz Bocchi Advocacia, o livro O Poder da Decisão, mentorias e conteúdos sobre Direito do Trabalho e gestão empresarial estão disponíveis no site www.beatrizbocchiadv.com.br. A advogada também compartilha análises e orientações práticas no Instagram @dra.beatrizbocchi e no YouTube @porbeatrizbocchi. Contato comercial e para palestras pelo e-mail beatriz@beatrizbocchiadv.com ou WhatsApp (11) 98804-8424.

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Negócios

Indústria têxtil enfrenta avanço dos importados e risco crescente de desindustrialização no Brasil

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Setor sofre perda de competitividade encarecimento produtivo e retração no emprego enquanto empresários buscam alternativas para manter operações

A indústria têxtil brasileira vive um processo consistente de enfraquecimento produtivo, marcado pela redução de capacidade instalada, fechamento de fábricas e aumento da dependência de produtos importados, especialmente vindos da Ásia. Levantamentos da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) apontam queda na produção interna ao longo dos últimos anos e aumento expressivo das importações de vestuário e artigos confeccionados. A China permanece como a principal origem desses produtos, respondendo pela maior parcela do volume comprado pelo Brasil. Essa combinação pressiona preços e reduz margens, ampliando o risco de desindustrialização em um dos setores mais tradicionais do país.

Para Cláudio Costa Cardozo, empreendedor com mais de 30 anos de atuação na indústria nacional e fundador da Declaus Confecções, o cenário atual evidencia desafios estruturais. “A competição com produtos internacionais sempre existiu, mas a diferença de escala, incentivos externos e custos produtivos internos coloca as empresas brasileiras em desvantagem. Aqui trabalhamos com carga tributária elevada, energia mais cara e menos acesso a financiamento para inovação”, afirma. Segundo ele, mesmo empresas consolidadas enfrentam dificuldades para manter competitividade em meio à pressão por preços mais baixos e prazos curtos de entrega.

A discussão sobre perda de densidade industrial não é exclusiva do setor têxtil. Estudos do Ipea e da CNI mostram que a indústria de transformação brasileira tem reduzido participação na economia nas últimas décadas, refletindo menor investimento em tecnologia e crescente penetração de importados. No caso têxtil, entidades representativas relatam níveis elevados de ociosidade, especialmente entre pequenas e médias empresas, que têm menor capacidade de absorver oscilações de custos ou modernizar maquinário.

Além da concorrência externa, fatores domésticos também contribuem para o quadro: logística complexa, volatilidade cambial, juros elevados e pressão tributária tornam a produção local significativamente mais onerosa que a de países concorrentes. “Para quem opera no Brasil, competir apenas por preço é inviável. A saída tem sido buscar diferenciação, investir em qualidade, foco no cliente e processos mais eficientes”, observa Cláudio.

A perda de dinamismo no setor também tem impacto social relevante. A cadeia têxtil é uma das maiores empregadoras industriais do país, distribuída em cidades de médio porte e fortemente dependente de produção local. A retração da atividade afeta renda, arrecadação e oportunidades de trabalho nessas regiões. Para evitar agravamento, entidades setoriais defendem medidas como simplificação tributária, instrumentos de defesa comercial mais ágeis e políticas de incentivo à modernização produtiva.

Para consumidores, pequenos fabricantes e profissionais da área, especialistas destacam caminhos possíveis para aumentar a resiliência do negócio. Entre as principais práticas recomendadas estão:

• diversificação de canais de venda, com integração entre loja física, e-commerce e redes sociais
• gestão de estoque baseada em dados para reduzir perdas e evitar imobilização financeira
• adoção gradual de automação e tecnologias de controle de produção
• foco em produtos com maior valor agregado e menor competição direta com itens importados

Apesar dos desafios, Cláudio acredita que ainda há espaço para recuperar competitividade. “A indústria têxtil brasileira tem conhecimento técnico e histórico de inovação. Com ambiente mais favorável para produzir, políticas adequadas e visão estratégica, o setor pode voltar a crescer e entregar produtos que valorizem a produção nacional”, conclui.

A trajetória da indústria têxtil revela não apenas obstáculos do presente, mas a necessidade de reposicionar o país diante das transformações globais. O debate sobre desindustrialização torna-se, assim, essencial para compreender como setores tradicionais podem se adaptar, preservar empregos e garantir futuro econômico sustentável.

 

 

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Negócios

Bahia supera número de veículos usados vendidos em 2025 e segue na liderança do Nordeste

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Em todo o Brasil, setor de usados e seminovos comercializa mais de 18,5 milhões, registrando um recorde histórico

_Fotos: Cleiton Ramos/ Divulgação/ Pé Quente Publicidade_

A Bahia fecha 2025 na liderança do Nordeste no mercado de veículos usados e seminovos, registrando 646.946 unidades comercializadas entre janeiro de dezembro, segundo dados divulgados pela Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto). O relatório divulgado pela entidade aponta que o número é 25,2% superior ao contabilizado no ano anterior, quando foram vendidas 516.894 unidades.

Ao todo, o Nordeste também registrou alta de 25,3% em 2025, na comparação com 2024, chegando à marca de 2.858.041 veículos vendidos. No ranking da região, a Bahia é seguida por Pernambuco (568.563) e Ceará (490.528).

De acordo com o presidente da Associação Oficial de Revendedores de Veículos do Estado da Bahia (Assoveba), Ari Pinheiro Junior, o resultado é reflexo da profissionalização dos lojistas e vendedores associados, empenhados em oferecer negócios mais vantajosos para os clientes, criando um ecossistema favorável para o setor no estado.

“Nosso empenho em reunir empresários e colaboradores em torno de um ambiente bom para todos vem dando resultados favoráveis ao longo dos últimos tempos, garantindo recordes de vendas ano após ano. A qualificação dos lojistas e seus vendedores, além dos investimentos em mídia para conscientizar os consumidores a negociar com os estabelecimentos associados à Assoveba vem dando resultados claros para todos os envolvidos, principalmente para quem quer ter mais segurança”, afirmou Ari Pinheiro Junior que também acaba de ser empossado como integrante do Conselho Fiscal da Fenauto, sendo representante baiano na entidade máxima do setor no país.

Ari Pinheiro Junior também destaca a consolidação “dos feirões ‘Duelo dos Seminovos’ como um ponto de encontro para quem busca por segurança e bons negócios na hora de trocar de veículo. Essa fórmula de sucesso vem sendo incrementada e ampliada e nossa meta é levá-la para o máximo de regiões do nosso estado”, conclui.

Brasil – Em âmbito nacional, o mercado de veículos seminovos e usados no Brasil encerrou 2025 com um desempenho sem precedentes. Segundo a Fenauto, o setor comercializou 18.508.929 unidades ao longo do ano, estabelecendo o recorde histórico absoluto desde o início da série, em 2011.

O resultado representa um crescimento de 17,3% em relação a 2024, ano que já havia sido histórico para o segmento. O fenômeno de “recorde sobre recorde” confirma a solidez do setor: em 2024, as vendas somaram 15,7 milhões de unidades e, agora, o patamar ultrapassa a barreira dos 18,5 milhões.

Dezembro aquecido e força econômica – O encerramento do ano foi marcado por um fôlego extra. Em dezembro, 1.774.488 veículos trocaram de propriedade, um salto de 19,1% sobre novembro e 20,4% superior ao mesmo mês do ano anterior.

Para a Fenauto, esses números não são apenas estatísticos, mas refletem a importância vital do setor para a economia nacional, facilitando o acesso ao transporte individual além de gerar milhares de negócios em todo o país.

Profissionalização e Liderança – O recorde histórico coincide com um ciclo de maturação do mercado, impulsionado pelo trabalho da Fenauto na qualificação das lojas multimarcas e na segurança das transações.

José Everton Fernandes, recém-eleito Presidente da Fenauto, destaca que o resultado é fruto de um esforço contínuo de profissionalização. “A Fenauto vive um momento histórico. Esse recorde é o reflexo de um trabalho intenso para fortalecer a categoria e aumentar a geração de negócios. Estamos colhendo os frutos de um setor cada vez mais organizado e essencial para o giro da economia brasileira”, completou o presidente.

Perspectivas para 2026: Desafios e Otimismo – Apesar de 2026 ser um ano atípico, com o calendário influenciado pela Copa do Mundo e pelas Eleições, a expectativa da entidade permanece positiva. A meta é manter o ritmo de crescimento e a sustentabilidade dos negócios.

“Sabemos que 2026 trará desafios importantes devido ao cenário político e aos eventos esportivos, que costumam alterar o comportamento de consumo. No entanto, a confiança do setor e a maturidade que alcançamos nos dão a segurança de que continuaremos em uma trajetória de bons resultados”, conclui Everton Fernandes.

Confira os modelos mais procurados pelos consumidores em dezembro de 2025.

AUTOS
VW – GOL (74.497)
GM – ONIX (45.285)
HYUNDAI – HB20 (42.583)

COMERCIAIS LEVES
FIAT – STRADA (40.361)
VW – SAVEIRO (24.478)
TOYOTA – HILUX (24.265)

MOTOS
HONDA – CG150 (84.337)
HONDA – BIZ (38.186)
HONDA – NXR150 (29.865)

COMERCIAIS PESADOS
VOLVO – FH (2.897)
FORD – CARGO (2.621)
M.BENZ – ATEGO (1.668)

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