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Paulo Cigano: A Voz Apaixonada da Cultura Cigana

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Fotografia: Nelson Gomes

 

Uma história de amor, resistência e celebração de um povo que tem muito a contribuir.

Carioca, cigano, filho e neto de portugueses e brasileira, nascido na Beneficência Portuguesa, na Cidade Maravilhosa. Assim é Paulo Marcello, ou como é mais conhecido, Paulo Cigano. Músico, compositor, arranjador, multi-instrumentista e produtor cultural e musical, Paulo atualmente lidera o grupo musical “Paulo Cigano y Los Gitanos”. Sua jornada musical é um tributo à cultura cigana e à luta contra os preconceitos que seu povo enfrenta.

Um Homem e Sua Cultura

Desde a infância, Paulo Cigano mergulhou na música, um amor que o acompanhou durante sua adolescência e que continua a guiá-lo até hoje. Com três filhos criados graças à sua carreira musical, Paulo percorreu diversos estilos musicais, do samba ao forró, do MPB ao axé, provando ser um artista versátil e talentoso. No entanto, foi na música cigana que encontrou sua verdadeira essência e propósito.

Seu nome artístico não é apenas uma identidade, mas um símbolo de resistência e orgulho de sua etnia. Paulo Cigano, como é chamado desde os tempos em que tocava no grupo Razão Brasileira, carrega consigo a força e a paixão de um povo que, muitas vezes, é invisibilizado pela sociedade.

A Beleza das Canções e o Romantismo

Com 30 anos de carreira, Paulo Cigano lançou dois álbuns que refletem a riqueza de sua trajetória e a profundidade de sua conexão com a cultura cigana. “Paulo Cigano Gipsy Rock” é uma mistura de rock e música cigana, todas compostas por ele. Já “Dracarys”, seu segundo álbum, é um convite a incendiar as almas com a intensidade e a paixão da música cigana.

Atualmente, Paulo está finalizando um novo álbum de composições autorais, desta vez cantadas em português. “Tenho cantado em romanês, espanhol, árabe… Mas nesse álbum vai ser em português para que o grande público entenda um pouco mais as nuances da cultura cigana e possa interagir um pouco mais, fazendo algo mais inclusivo”, conta Paulo. Este novo trabalho promete aproximar ainda mais as pessoas da cultura cigana, desmistificando preconceitos e promovendo a inclusão.

O Bailão Cigano: Uma Imersão Cultural

Paulo Cigano é também o idealizador do Bailão Cigano, eventos que propõem uma verdadeira imersão na cultura cigana. Realizados em clubes, tsaras e eventos particulares, esses bailes são uma celebração da dança, música e oráculos ciganos. Paulo explica que o objetivo do Bailão é divulgar a cultura cigana e desmistificar as questões que envolvem essa etnia. Com diversos expositores, atividades e números musicais e de dança, o evento é uma oportunidade única de conhecer e vivenciar a riqueza cultural cigana.

Recebimento de Moção a Paulo Cigano y Los Gitanos.

“Com eventos como o Bailão e meu trabalho com o grupo Paulo Cigano y Los Gitanos, a proposta é levar a música, a arte e a cultura cigana a todos que pudermos alcançar”,declara Paulo. Ele acredita que a música é uma ferramenta poderosa para combater o preconceito e promover a empatia e a solidariedade.

A Voz de um Povo Silenciado

A jornada de Paulo Cigano é um testemunho de amor e dedicação à sua cultura e ao seu povo. Ele se tornou um porta-voz dos ciganos, representando uma voz que foi silenciada por muito tempo. Em uma sociedade que muitas vezes finge que os ciganos não existem, Paulo emerge como um defensor fervoroso, mostrando ao mundo que os ciganos têm muito a contribuir.

Seu trabalho é um apelo para que todos conheçam melhor a cultura cigana e valorizem suas contribuições. Através de suas canções e performances, Paulo Cigano transmite uma mensagem de amor, resistência e esperança. Ele é um homem apaixonado pela sua cultura, comprometido em manter viva a chama de um povo que, apesar das adversidades, continua a brilhar intensamente.

O Grupo Paulo Cigano y Los Gitanos

O grupo “Paulo Cigano y Los Gitanos” é composto por talentosos músicos que compartilham da mesma paixão pela cultura cigana. Além de Paulo, que é cantor e guitarrista principal, o grupo inclui Williana Carine (cantora, castanholas e panderola), Léo Rugero (violino), Lorenzo (guitarra base) e Nilton Guran (percussão). Juntos, eles criam uma sinfonia que celebra a vida e a tradição cigana, encantando plateias por onde passam.

Conheça Paulo Cigano e Deixe-se Encantar

A história de Paulo Cigano é uma inspiração para todos nós. Sua dedicação à música e à cultura cigana é um lembrete do poder da arte em unir e transformar. Ao conhecer seu trabalho, você não apenas aprecia belas canções e performances apaixonadas, mas também se torna parte de uma jornada de resistência e celebração cultural.

Seja você também um embaixador da cultura cigana. Apoie Paulo Cigano e sua banda, conheça suas músicas, participe dos Bailões Ciganos e ajude a espalhar a beleza e a riqueza dessa cultura. Juntos, podemos combater o preconceito e dar voz a um povo que tem muito a nos ensinar.

Paulo Cigano: a música, a cultura, o amor e a resistência de um povo que jamais será silenciado, porque eu o BX não irei permitir.

Optchá!!

Maiores informações :

WhatsApp: +55(21)99748-9166
YouTube : https://youtube.com/@paulociganoylosgitanos8340?si=QiCKuOsViOFu3-rq
Instagram : https://www.instagram.com/paulo_ciganos_y_los_gitanos_/

Texto escrito por: BX – Luiz Guilherme

 

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André Pivetti leva emoção e intensidade cromática à exposição “Cromatismo: Alegoria das Cores” no Rio

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Artista carioca apresenta as obras “Engolindo Sapo” e “Drag King” no Vogue Gallery BR, explorando a força da cor e a clareza da emoção como linguagem artística

O artista carioca André Pivetti integra a exposição Cromatismo: Alegoria das Cores, que abre no dia 5 de fevereiro no Vogue Gallery BR, localizado no Vogue Square, no Rio de Janeiro. Com curadoria de Fátima Simões, a mostra reúne trabalhos que investigam a cor como elemento narrativo e sensorial. Pivetti participa com as obras Engolindo Sapo e Drag King, nas quais aposta na intensidade cromática e na emoção direta como formas de comunicação com o público.

A trajetória de André Pivetti é marcada pela mistura de linguagens e pela recusa a definições rígidas. Seu trabalho transita entre a street art, o expressionismo, a abstração e o cubismo, construindo uma estética própria que nasce da vivência urbana e das experiências pessoais. O Rio de Janeiro ocupa papel central nesse processo, não como paisagem literal, mas como território emocional que influencia gestos, personagens e atmosferas presentes em suas telas.

A relação do artista com a arte começou cedo e teve, desde o início, um caráter íntimo. Pintar surgiu como uma válvula de escape emocional e um espaço de elaboração de conflitos internos. Com o tempo, essa necessidade pessoal se transformou em pesquisa e linguagem artística. Para Pivetti, a arte não é ornamento, mas comunicação. “Meu trabalho é o reflexo do que eu vejo, consumo e vivo”, resume, ao reforçar a conexão entre experiência cotidiana e criação.

Esse olhar atento à cidade se traduz em obras que falam menos sobre o que se vê e mais sobre o que se sente ao habitar o espaço urbano. As tensões do cotidiano, as máscaras sociais e o emocional exposto nas ruas cariocas aparecem de forma simbólica, dando origem a narrativas visuais que dialogam diretamente com o observador.

Atualmente, Pivetti vive um momento de consolidação de sua produção. Se antes o amor era um tema recorrente, hoje o tempo ocupa o centro de suas reflexões. O tempo vivido, o tempo que passa e a maneira como escolhemos estar presentes nele surgem representados por símbolos como caveiras e figuras em transformação. Longe de uma leitura negativa, esses elementos funcionam como metáforas de ciclos, mudança e continuidade.

A construção narrativa se tornou um eixo fundamental de sua pesquisa recente. O artista busca clareza na mensagem e acredita que a obra precisa comunicar. Para ele, quando isso não acontece, o problema está na forma como a linguagem foi construída, e não na capacidade de leitura do público. Sofisticação, em sua visão, não precisa afastar, mas convidar.

Sua estética dialoga de maneira consciente e intuitiva com diferentes movimentos artísticos. O impulso visceral do neoexpressionismo e do abstrato convive com o uso do cubismo como ferramenta formal para abordar dualidades e conflitos internos. O resultado são obras de forte impacto visual, sustentadas por conceitos claros e acessíveis.

Um dos compromissos centrais de André Pivetti é aproximar a arte de pessoas que historicamente se sentem distantes do circuito artístico. Ele defende uma produção que gere identificação e reconhecimento, apostando na comunicação direta como valor estético.

Em constante expansão, o artista também demonstra interesse em explorar novos suportes, como esculturas, mini toys, peças de streetwear e a incorporação de elementos externos às obras, ampliando a experiência sensorial e o diálogo com o público.

Com uma produção que busca atravessar o tempo sem perder força e sentido, André Pivetti se firma como um artista que transforma emoção em narrativa visual e a vivência urbana em linguagem plástica, construindo uma obra que fala diretamente à experiência humana.

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Allianz Parque se consolida como palco de consagração de bandas dos anos 2000

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Após receber Evanescence, Bring Me the Horizon e Avenged Sevenfold, arena paulistana se prepara para novo capítulo histórico com My Chemical Romance e reforça protagonismo entre as grandes turnês solo internacionais

O Allianz Parque receberá, na próxima quinta e sexta-feira (05 e 06/02), os aguardados shows do My Chemical Romance. A apresentação dá sequência à agenda de grandes nomes do rock na arena, que recebeu, nos últimos anos, as maiores apresentações solo das carreiras do Evanescence, Bring Me the Horizon e Avenged Sevenfold, reforçando o espaço como um dos principais palcos de música ao vivo do continente.

 

Apesar de transitarem por estilos diferentes, Evanescence, Bring Me the Horizon, Avenged Sevenfold e My Chemical Romance compartilham um ponto em comum fundamental: todas emergiram e alcançaram sucesso global nos anos 2000, período em que redefiniram a relação do público jovem com o rock. São bandas que atravessaram gerações, mantiveram relevância ao longo do tempo e seguem mobilizando audiências massivas, tanto no ambiente digital quanto em grandes arenas.

 

O Evanescence, que já passou pelo Allianz Parque em 21 de outubro de 2023, e cantou para um público de mais de 34 mil pessoas, é um dos maiores fenômenos comerciais do rock alternativo do século. Com mais de 36 milhões de álbuns equivalentes vendidos mundialmente e um catálogo que soma bilhões de streams, a banda liderada por Amy Lee ajudou a definir a estética e o som de uma geração. Sua presença na arena marcou um dos primeiros momentos desse atual ciclo de grandes shows solo no espaço.

 

Já no dia 30 de novembro de 2024, o Bring Me the Horizon se apresentou no Allianz Parque, com sua NX GN WRLD Tour, registrando um público superior a 44 mil pessoas, na maior apresentação da carreira do grupo e marcando sua primeira vez como headliner em uma arena. O registro desse marco ganhou novo fôlego em 2026 com o anúncio de “L.I.V.E. in São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)”, um filme-concerto imersivo que será exibido nas salas de cinema mundialmente nos dias 25 e 28 de março, trazendo imagens cinematográficas, tomadas de drone e perspectivas dos fãs daquela noite histórica.

 

No último final de semana, foi a vez de o Avenged Sevenfold ocupar o palco, para levar à loucura sua legião de fãs, com um público de mais de 45 mil pessoas. Um dos principais nomes do heavy metal moderno, o grupo soma mais de 12 bilhões de visualizações e múltiplos discos no topo da Billboard 200, reforçando o Allianz Parque como destino natural para turnês de grande porte no rock e no metal contemporâneo.

 

Agora, com a chegada do My Chemical Romance, a arena avança ainda mais nesse posicionamento. Ícone absoluto do rock dos anos 2000, a banda retorna ao Brasil após 18 anos, cercada de enorme expectativa, para se apresentar pela primeira vez em uma arena no país, com a possibilidade de transformar o Allianz Parque em epicentro de uma celebração que vai além de um único show. A realização de duas datas no local reforça a força do grupo e também a vocação da arena para receber eventos que combinam escala, impacto cultural e forte conexão emocional com o público.

 

Ao alinhar apresentações solo de Evanescence, Bring Me the Horizon, Avenged Sevenfold e My Chemical Romance, o Allianz Parque se consolida como palco de consagração para bandas que ajudaram a escrever a história do rock no início do século XXI. Mais do que receber shows, a arena se afirma como espaço simbólico para artistas que transformaram números globais em legados duradouros, e experiências ao vivo à altura dessa importância.

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Primícias Roots: reggae, fé e resistência a serviço da paz

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Formada no ano 2000, a banda *Primícias Roots* nasceu com um propósito claro e poderoso, liderada pelo vocalista Cristiano Ramos, o grupo busca propagar a paz, o amor e a comunhão entre os homens por meio da música.

Ao longo de mais de duas décadas de estrada, o grupo vem lutando, persistindo e vencendo, sempre com a fé como base e o reggae como linguagem.

Inspirada na ideia de que Deus é o próprio amor, a Primícias Roots leva sua mensagem a diversos espaços e públicos, transformando o reggae em um instrumento de conscientização, entretenimento e transformação social.

*O estilo musical*

Marcado por sua raiz afro e batida contagiante, serve como canal para falar de temas urgentes como desigualdade social, racismo, preconceito, fé, luz, amor e paz.

Com forte atuação em movimentos culturais e sociais, a banda já participou de eventos como Caminhadas pela Paz, Marcha pra Jesus, projetos de carnaval, lavagens de ruas e inúmeras ações comunitárias que marcaram sua trajetória.

Cada apresentação é mais do que um show: é um ato de resistência, espiritualidade e compromisso com o bem comum.

Sem nunca abrir mão de seus valores, a Primícias Roots segue firme, cantando com a força de Deus e do povo, pilares que sustentam esse projeto musical e social. A banda prova que o reggae vai além do ritmo: é mensagem, é missão, é instrumento de luz.

*Para saber mais sobre a banda de gospel acesse: Primíciasrootsoficial*

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