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Robôs de investimento: aprenda como ter lucros seguros com essa tecnologia

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Especialista explica como aplicar no mercado financeiro usando esse tipo de plataforma automatizada

O robô de investimento é uma tecnologia que vem crescendo cada vez mais no Brasil, sendo utilizada tanto por investidores iniciantes quanto os mais experientes, já que basicamente, é um sistema que investe de forma automatizada, levando em consideração o perfil do investidor e seus objetivos financeiros.

Apesar do benefício de baixos custos na operação, muitas pessoas ainda ficam em dúvida se vale a pena usar um robô de investimento. Para responder a essa questão, precisamos entender o que é e, principalmente, como ele funciona.

“É uma plataforma de gestão do mercado financeiro, mas quem opera são os robôs. Por isso a ideia é mostrar que é uma dinâmica menos arriscada onde tem 80% da assertividade e não precisa de acompanhamento. Após a contração da licença pode ser feita uma simulação que pode ser acompanhada através do aplicativo”, explica Gilson Seicofski CEO da Algorithmic Trading.

Gilson Seicofski - Crédito da Foto: Kall Rodrigues

Gilson Seicofski – Crédito da Foto: Kall Rodrigues

Apesar do nome dar a impressão de que são máquinas e robôs como vemos em filmes, na verdade são algoritmos e softwares de uma plataforma online que funcionam seguindo uma série de normas e configurações. Ou seja, é um programa de computador que, ao analisar o perfil do investidor, sem deixar de lado os objetivos a serem alcançados.

De acordo com Gilson Seicofski, os robôs – assim como os da Algorithmic Trading – ajudam a fazer investimentos mais seguros e eficientes, através da conectividade e da tecnologia, através de um processo completamente automatizado.

“Um robô não age por emoção. O processo garante maior segurança do investimento. Mesmo com o software programado, você consegue determinar o gerenciamento de risco que o robô deve seguir. Os robôs de investimento são extremamente conectados”, conta.

O especialista destaca que a rentabilidade não está em colocar dinheiro e sim a estratégia. Por exemplo, na Algorithmic Trading, o plano mínimo de investimento sugerido é de U$ 2 mil, além da assinatura anual, que consiste em três tipos de planos, que variam de U$ 500 a U$ 2.500, entre básico, standart e premium.

“Essa tecnologia foi criada em 1990 e chegou no Brasil em 2015 para ficar. O impacto no mercado está sendo positivo e, toda a inteligência artificial desenvolvida através de software, foi aplicada também na área das finanças com os robôs de investimentos. Vale lembrar também que o investidor pode ter ganhos acima da média se, além dos robôs de investimento, aprender também a investir de maneira autônoma”, finaliza.

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Leis de incentivo fiscal se tornam braço estratégico do marketing institucional em 2026

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Com a alta do custo da mídia digital, empresas passam a usar o imposto devido como alavanca para ampliar alcance, reputação e impacto por meio de projetos incentivados

Com a confirmação de que, a partir de 2026, a Meta, controladora do Instagram e do Facebook passará a repassar tributos como PIS, Cofins e ISS aos anunciantes, o custo da mídia digital no Brasil entrará em um novo patamar. A mudança, que eleva em mais de 12% o valor dos investimentos nessas plataformas, impõe um desafio direto aos orçamentos de marketing e acelera uma virada de chave: o uso estruturado das leis de incentivo fiscal como parte das estratégias de comunicação.

 

Nesse novo cenário, eficiência não será apenas uma questão de performance ou criatividade, mas de como as empresas organizam seus recursos, incluindo os tributos que já pagariam para potencializar seus planos de marketing institucional. É nesse contexto que as leis de incentivo ganham protagonismo, funcionando como um forte braço estratégico para marcas que precisam manter presença, relevância e impacto mesmo com a mídia mais cara.

 

A Brada atua exatamente nesse ponto de convergência, apoiando empresas a destinar parte do imposto devido para projetos incentivados, transformando esse valor em campanhas, ações de reputação e presença institucional. Em vez de simplesmente recolher esses recursos ao governo, as empresas passam a direcionar parte deles a iniciativas alinhadas aos seus objetivos de marca e posicionamento, ampliando o retorno do investimento em comunicação.

 

Segundo Vanessa Pires, CEO da Brada, o marketing moderno precisa conhecer e incorporar as leis de incentivo fiscal como ferramenta estratégica. “Hoje, profissionais de marketing precisam saber que existem mecanismos legais que permitem transformar parte do imposto que a empresa já pagaria em projetos de comunicação e impacto. Quando uma empresa do lucro real ou presumido destina esse valor a iniciativas incentivadas, ela não está criando um novo custo, está apenas redirecionando o imposto devido para gerar visibilidade, posicionamento e valor institucional. É assim que conseguimos transformar impostos também em marketing social”, afirma.

 

Com a mídia digital pressionada por custos mais altos, as empresas que saírem na frente em 2026 serão aquelas que compreenderem que as leis de incentivo fiscal não são apenas uma vantagem tributária, mas um instrumento de planejamento de marketing. Ignorar esse movimento significa depender cada vez mais de mídia paga, enquanto concorrentes passam a operar com uma estrutura mais inteligente, usando o próprio imposto para fortalecer sua presença de marca e seus projetos estratégicos.

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Morre Manoel Carlos, autor de novelas, aos 92 anos de idade

Autor de algumas das novelas mais emblemáticas da televisão brasileira, Manoel Carlos morreu neste sábado (10), aos 92 anos, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela família. A causa da morte não foi divulgada. Conhecido como Maneco, o dramaturgo estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana, onde realizava tratamento contra a Doença

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Autor de algumas das novelas mais emblemáticas da televisão brasileira, Manoel Carlos morreu neste sábado (10), aos 92 anos, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela família. A causa da morte não foi divulgada.

Conhecido como Maneco, o dramaturgo estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana, onde realizava tratamento contra a Doença de Parkinson, que, no último ano, comprometeu de forma significativa suas funções motoras e cognitivas.

Sua trajetória na TV Globo teve início em 1972, quando assumiu a função de diretor-geral do programa Fantástico. Antes disso, já havia construído uma sólida carreira em diferentes emissoras brasileiras, atuando como autor, produtor e até ator. O início na vida artística aconteceu ainda muito jovem, aos 17 anos, nos palcos do teatro.

Ao longo de décadas, Manoel Carlos consolidou um estilo próprio, marcado por novelas ambientadas no Rio de Janeiro, tratado não apenas como cenário, mas como um personagem central das histórias. Seus textos exploravam, com sensibilidade, os conflitos e as relações familiares da sociedade brasileira.

Um dos maiores símbolos de sua obra foram as icônicas “Helenas”. De Baila Comigo (1981) a Em Família (2014), as personagens representavam mulheres e mães fortes, cujo amor pelos filhos se sobrepunha a qualquer obstáculo.

Além de novelista, Manoel Carlos também atuou como escritor e diretor. Ele deixa duas filhas: a atriz Júlia Almeida e a roteirista Maria Carolina.

O velório será fechado, restrito a familiares e amigos próximos. Em nota, a família agradeceu as manifestações de carinho e pediu respeito e privacidade neste momento de luto.

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Dra. Ariane Bonucci, 20 anos de expertise, revoluciona a prevenção no Espaço da Audição

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Fones roubaram diálogos vivos de jovens que merecem ouvir o mundo real

Uma garota de 16 anos no ponto de ônibus: fones nos ouvidos, volume no máximo, olhos vidrados no celular. O ônibus chega, ela não ouve. O namorado liga, ela não atende. A mãe chama para jantar, ela não responde. Essa cena banal esconde uma tragédia silenciosa que se repete milhões de vezes: jovens trocando o pulsar da vida por ruído digital constante.

No Espaço da Audição, clínica pioneira há 13 anos em São Paulo, Dra. Ariane Bonucci vê o padrão se repetir diariamente. Jovens de 18, 20, 25 anos chegam com queixas sutis: “Meus ouvidos cansam”, “Preciso falar mais alto para entender”, “Sinto zumbido depois do rolê”. Não é cansaço comum, é o primeiro grito do sistema auditivo sobrecarregado, pedindo socorro antes que o dano se torne irreversível.

Ariane Bonucci não é nenhuma fonoaudióloga. Mestra em Ciências Médicas pela PUC-SP, CRO-SP 20836, com duas décadas orientando pacientes de volta ao som pleno da vida, ela é referência nacional em audiologia humanizada. Sócia-fundadora do Espaço da Audição ao lado de Cláudio Gonçalves desde 2013, revolucionou o atendimento com mapeamentos precoces e testes gratuitos que salvam histórias reais. “Vejo adolescentes atrasados, cheios de sonhos, desconectados do mundo por um hábito que parece inofensivo”, revela Dra. Ariane.

Que complementa com os olhos lacrimejando. “Eles chegam com fadiga auditiva após 6-8 horas de fones, perdem diálogos essenciais nas aulas, no trabalho, nas amizades. O ouvido cansa, a mente confunde, relações se rompem. Mas quando fazemos o diagnóstico precoce, devolvemos aquela clara que parecia perdida para sempre, é a transformação que vemos nos olhos marejados dos pais e no sorriso dos jovens”.
O problema vai além do físico. Fones em volume alto criam bolhas de isolamento que corroem conexões humanas específicas. Na escola, o aluno não capta nuances da explicação do professor.

No escritório, perde networking essencial. Em casa, conversas familiares viram monólogos. O cérebro, adaptado ao silêncio autoimposto, esquece de filtrar o mundo real. Estudos globais confirmam: OMS alerta que 1,1 bilhão de jovens de 12 a 35 anos correm risco irreversível por exposição. No Brasil, 28 milhões já convivem com algum grau de perda auditiva, sendo a juventude o grupo que mais cresce em consultas especializadas.

Dra. Ariane não fica na teoria. Seu método prático salva: regra 60/60 (60% do volume máximo, 60 minutos seguidos máximo), pausas ativas de 5 minutos por hora, aplicativos limitadores, protetores personalizados para shows e metrôs. “Prevenção é amor próprio auditivo”, ensina. No Espaço da Audição, mais de 500 pacientes mensais,  de adolescentes a executivos,  recuperam o pleno da vida através de soluções humanizadas e tecnologia de ponta.

Mães ansiosas veem filhos falando a ouvir risadas compartilhadas. Profissionais resgatam foco perdido nas reuniões. Namorados reconectam diálogos essenciais. São histórias reais que provam: a audição preservada é ponte para futuro pleno.

Em 2026, quando as notificações disputaram cada segundo da atenção, Dra. Ariane Bonucci clama: reconquiste o som da vida real. Pais, entreguem o celular e conversem sem fones hoje. Jovens, façam uma pausa auditiva habitual. O Espaço da Audição oferece testes gratuitos, primeira etapa para ouvidos que duram gerações.

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