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Sophia Stedile apresenta “Lullaby”, nova faixa em inglês, em parceria com Carol Seubert

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A cantora e compositora Sophia Stedile e a talentosa DJ e produtora Carol Seubert lançam em parceria “Lullaby”. O novo single já está disponível em todas as plataformas digitais.

Ouça “Lullaby” em todas as plataformas digitais

Produzida por Carol, e com o time de produtores da Alma Music, sob o comando do músico e CEO do selo Antonio Eudi, na gravação de voz e piano, “Lullaby” foi criada para o festival Lollapalooza deste ano, após Carol Seubert lançar um concurso online, em busca de uma parceria vocal para um novo single, direcionado para o famoso festival de música, que acontece em São Paulo capital. Sophia Stedile, que já conhecia a DJ, se inscreveu e se dedicou por completo para ser escolhida.

Eu tinha um trecho de Lullaby guardada comigo há um tempo e escolhi essa música, porque adoro ela. Mandei mensagem e, umas duas semanas depois, antes do Lolla, a Carol me retornou, falando: “Oi, a gente vai se ver no Lolla?”. Então corremos para a música ficar pronta com tudo o que a gente queria: com um vibe bem animada, bem dançante, com Dua Lipa como referência e ficou incrível”, comenta Sophia.

Gravada em inglês, a canção traz batidas eletrizantes, especiais para tocar em festas de todo o país. Segundo Sophia, cantar em outra língua sempre foi algo que a artista amou fazer. Além disso, sair da zona de conforto e apresentar uma nova faixa eletrônica, é algo que abre caminho para novas oportunidades. “Adoro ter esse pé nas músicas mais dançantes, porque conversa com minha personalidade, de querer fazer algo mais animado e para cima”, complementa a artista.

Esta não é a primeira incursão de Sophia no mundo da música eletrônica, e inclusive a sua faixa mais ouvida nos apps de música, “Pretender”, é uma parceria com dois grandes nomes do segmento, Sevenn e Yann Camargo. Até o momento, a música já ultrapassa os 6.2 milhões de plays apenas no Spotify.

O último lançamento de Sophia foi Sustentar, em parceria com João Klein. A faixa Pop Lo-Fi surgiu e retrata uma situação em que ambas partes de um relacionamento não vem como sustentar o amor… Agora, ela dá um novo passo em sua carreira e apresenta um trabalho voltado para um festival extremamente dançante.

Estamos muito felizes de ser as mulheres que tocaram essa música no Lolla. A Carol é uma pessoa super decidida e é uma pessoa que eu aprecio, então estar com ela nesse projeto, ver o quanto ela é guerreira e corre atrás das coisas, é inspirador. As expectativas estão super altas. É uma música muito sentimental para nós duas, num momento importante em nossas carreiras, então estou super feliz!”, comenta.

Lullaby é assinado pela Alma MusicOuça agora em todas as plataformas digitais. Para este ano, Sophia Stedile segue compondo e lançando novas canções.

CONFIRA A LETRA DE “LULLABY”

Escrita por Sophia Stedile e Carol Seubert

 

Cause you are my sweet lullaby

You light up the skies at night

You’re a star, you light up the night

 

Baby come take a dive

Into my wild other side

Just Like Fire

You Light up my mind

Mind

 

Sweet lullaby

Light up my mind

Sweet lullaby

Just like fire

Sweet lullaby

Light up my mind

Just like fire

 

Somebody Call 911

Cause I wanna have some fun

I won’t lie, no no honey I won’t

I won’t lie, no no honey I won’t

 

Hmmm

Yeah yeah yeah

Yeah yeah yeah

Hm hmm

 

Cause you are my sweet lullaby

You light up the skies at night

You’re a star, you light up the night

 

Baby come take a dive

Into my wild other side

Just Like Fire

You Light up my mind

Mind

 

Sweet lullaby

Light up my mind

Sweet lullaby

Just like fire

Sweet lullaby

Light up my mind

Just like fire

 

Somebody Call 911

Cause I wanna have some fun

I won’t lie, no no honey I won’t

I won’t lie, no no honey I won’t

 

Hmmm

Yeah yeah yeah

Yeah yeah yeah

Hm hmm

 

Lost me in you

This feeling its true

Hits me black and blue

 

I’m done with you

Let’s solve

This through

Just me and you

 

Somebody Call 911

Cause I wanna have some fun

I won’t lie, no no honey I won’t

I won’t lie, no no honey I won’t

 

Sobre Sophia Stedile: 

Com timbre rouco e marcante, a jovem Sophia Stedile chama atenção pela sua espontaneidade e forma como se entrega à música. A artista, que sempre se interessou por música, acredita que seu amor pelo cenário musical veio através de seu pai, que cantava para ela quando ainda estava na barriga de sua mãe, o que ela acredita ter influenciado sua paixão. “Eu acho demais como a música consegue unir as pessoas, e fazer com que os sentimentos delas sejam compreendidos através de uma melodia”, conta.

Sophia é uma artista multitalentosa e se inspira em artistas como Dua Lipa, Ruel e Leon Bridges em suas músicas. Sua carreira teve início em 2018 na cena eletrônica ao lançar um EP auto-intitulado com cinco faixas cantadas em inglês. No entanto, foi em 2019 que o reconhecimento por seu trabalho chegou, quando ela assinou um contrato de distribuição com a gravadora Sony Music, na qual lançou dois de seus maiores sucessos: “Insecure” (com mais de 1.1 milhão de plays apenas no Spotify) e “Too Late” (parceria com BWAXX e Manimal, com mais de 1.9 milhão de reproduções até o momento).

Sophia é empresariada pela Alma Music Group, responsável por intermediar o lançamento de sua maior faixa até o momento nos apps de música: “Pretender” (com Sevenn e Yann Camargo) – que até o momento já ultrapassa os 6.2 milhões de plays apenas no Spotify. Pelo selo, a artista já lançou diversos trabalhos, incluindo o EP “Mais Uma História de Amor”, que conta com quatro músicas autorais, e as faixas “Nunca Vai Florescer” e “Sustentar”, feat. com o cantor João Klein.

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Nova Iguaçu recebe Bloco da Festa Meet

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Vem muito aí, depois de muito tempo em off, a Festa Meet comandado pelo produtor e agente cultural, Riik Souza retorna a Baixada com evento de Carnaval!

O Bloqinho é uma festa de carnaval que acontece em Nova Iguaçu e aposta em uma noite direta, popular e dançante, pensada para quem quer viver o sábado de folia na pista.

A proposta mistura clima de bloquinho com estrutura de festa noturna, reunindo música, brilho e encontro até o amanhecer.

A experiência gira em torno da pista cheia, com circulação constante, drinks acessíveis e público animado do início ao fim. O ambiente é aberto à performance espontânea, looks chamativos e interação coletiva, mantendo o ritmo alto durante toda a madrugada.

Foto: Divulgação

A curadoria musical passa por pop, funk e baile funk, com foco em hits conhecidos, batidas diretas e momentos de coro coletivo. O show de MC Nem conduz a noite com presença de palco e repertório pensado para manter a energia em alta, integrando o time da noite, também temos DJ Ghuto e vários nomes conhecidos na Baixada.

É um evento para quem busca carnaval sem complicação, pista animada, música popular e clima de celebração local em Nova Iguaçu.

O evento será realizado sábado 14 de Fevereiro em frente a prefeitura de Nova Iguaçu.

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André Pivetti leva emoção e intensidade cromática à exposição “Cromatismo: Alegoria das Cores” no Rio

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Artista carioca apresenta as obras “Engolindo Sapo” e “Drag King” no Vogue Gallery BR, explorando a força da cor e a clareza da emoção como linguagem artística

O artista carioca André Pivetti integra a exposição Cromatismo: Alegoria das Cores, que abre no dia 5 de fevereiro no Vogue Gallery BR, localizado no Vogue Square, no Rio de Janeiro. Com curadoria de Fátima Simões, a mostra reúne trabalhos que investigam a cor como elemento narrativo e sensorial. Pivetti participa com as obras Engolindo Sapo e Drag King, nas quais aposta na intensidade cromática e na emoção direta como formas de comunicação com o público.

A trajetória de André Pivetti é marcada pela mistura de linguagens e pela recusa a definições rígidas. Seu trabalho transita entre a street art, o expressionismo, a abstração e o cubismo, construindo uma estética própria que nasce da vivência urbana e das experiências pessoais. O Rio de Janeiro ocupa papel central nesse processo, não como paisagem literal, mas como território emocional que influencia gestos, personagens e atmosferas presentes em suas telas.

A relação do artista com a arte começou cedo e teve, desde o início, um caráter íntimo. Pintar surgiu como uma válvula de escape emocional e um espaço de elaboração de conflitos internos. Com o tempo, essa necessidade pessoal se transformou em pesquisa e linguagem artística. Para Pivetti, a arte não é ornamento, mas comunicação. “Meu trabalho é o reflexo do que eu vejo, consumo e vivo”, resume, ao reforçar a conexão entre experiência cotidiana e criação.

Esse olhar atento à cidade se traduz em obras que falam menos sobre o que se vê e mais sobre o que se sente ao habitar o espaço urbano. As tensões do cotidiano, as máscaras sociais e o emocional exposto nas ruas cariocas aparecem de forma simbólica, dando origem a narrativas visuais que dialogam diretamente com o observador.

Atualmente, Pivetti vive um momento de consolidação de sua produção. Se antes o amor era um tema recorrente, hoje o tempo ocupa o centro de suas reflexões. O tempo vivido, o tempo que passa e a maneira como escolhemos estar presentes nele surgem representados por símbolos como caveiras e figuras em transformação. Longe de uma leitura negativa, esses elementos funcionam como metáforas de ciclos, mudança e continuidade.

A construção narrativa se tornou um eixo fundamental de sua pesquisa recente. O artista busca clareza na mensagem e acredita que a obra precisa comunicar. Para ele, quando isso não acontece, o problema está na forma como a linguagem foi construída, e não na capacidade de leitura do público. Sofisticação, em sua visão, não precisa afastar, mas convidar.

Sua estética dialoga de maneira consciente e intuitiva com diferentes movimentos artísticos. O impulso visceral do neoexpressionismo e do abstrato convive com o uso do cubismo como ferramenta formal para abordar dualidades e conflitos internos. O resultado são obras de forte impacto visual, sustentadas por conceitos claros e acessíveis.

Um dos compromissos centrais de André Pivetti é aproximar a arte de pessoas que historicamente se sentem distantes do circuito artístico. Ele defende uma produção que gere identificação e reconhecimento, apostando na comunicação direta como valor estético.

Em constante expansão, o artista também demonstra interesse em explorar novos suportes, como esculturas, mini toys, peças de streetwear e a incorporação de elementos externos às obras, ampliando a experiência sensorial e o diálogo com o público.

Com uma produção que busca atravessar o tempo sem perder força e sentido, André Pivetti se firma como um artista que transforma emoção em narrativa visual e a vivência urbana em linguagem plástica, construindo uma obra que fala diretamente à experiência humana.

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Allianz Parque se consolida como palco de consagração de bandas dos anos 2000

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Após receber Evanescence, Bring Me the Horizon e Avenged Sevenfold, arena paulistana se prepara para novo capítulo histórico com My Chemical Romance e reforça protagonismo entre as grandes turnês solo internacionais

O Allianz Parque receberá, na próxima quinta e sexta-feira (05 e 06/02), os aguardados shows do My Chemical Romance. A apresentação dá sequência à agenda de grandes nomes do rock na arena, que recebeu, nos últimos anos, as maiores apresentações solo das carreiras do Evanescence, Bring Me the Horizon e Avenged Sevenfold, reforçando o espaço como um dos principais palcos de música ao vivo do continente.

 

Apesar de transitarem por estilos diferentes, Evanescence, Bring Me the Horizon, Avenged Sevenfold e My Chemical Romance compartilham um ponto em comum fundamental: todas emergiram e alcançaram sucesso global nos anos 2000, período em que redefiniram a relação do público jovem com o rock. São bandas que atravessaram gerações, mantiveram relevância ao longo do tempo e seguem mobilizando audiências massivas, tanto no ambiente digital quanto em grandes arenas.

 

O Evanescence, que já passou pelo Allianz Parque em 21 de outubro de 2023, e cantou para um público de mais de 34 mil pessoas, é um dos maiores fenômenos comerciais do rock alternativo do século. Com mais de 36 milhões de álbuns equivalentes vendidos mundialmente e um catálogo que soma bilhões de streams, a banda liderada por Amy Lee ajudou a definir a estética e o som de uma geração. Sua presença na arena marcou um dos primeiros momentos desse atual ciclo de grandes shows solo no espaço.

 

Já no dia 30 de novembro de 2024, o Bring Me the Horizon se apresentou no Allianz Parque, com sua NX GN WRLD Tour, registrando um público superior a 44 mil pessoas, na maior apresentação da carreira do grupo e marcando sua primeira vez como headliner em uma arena. O registro desse marco ganhou novo fôlego em 2026 com o anúncio de “L.I.V.E. in São Paulo (Live Immersive Virtual Experiment)”, um filme-concerto imersivo que será exibido nas salas de cinema mundialmente nos dias 25 e 28 de março, trazendo imagens cinematográficas, tomadas de drone e perspectivas dos fãs daquela noite histórica.

 

No último final de semana, foi a vez de o Avenged Sevenfold ocupar o palco, para levar à loucura sua legião de fãs, com um público de mais de 45 mil pessoas. Um dos principais nomes do heavy metal moderno, o grupo soma mais de 12 bilhões de visualizações e múltiplos discos no topo da Billboard 200, reforçando o Allianz Parque como destino natural para turnês de grande porte no rock e no metal contemporâneo.

 

Agora, com a chegada do My Chemical Romance, a arena avança ainda mais nesse posicionamento. Ícone absoluto do rock dos anos 2000, a banda retorna ao Brasil após 18 anos, cercada de enorme expectativa, para se apresentar pela primeira vez em uma arena no país, com a possibilidade de transformar o Allianz Parque em epicentro de uma celebração que vai além de um único show. A realização de duas datas no local reforça a força do grupo e também a vocação da arena para receber eventos que combinam escala, impacto cultural e forte conexão emocional com o público.

 

Ao alinhar apresentações solo de Evanescence, Bring Me the Horizon, Avenged Sevenfold e My Chemical Romance, o Allianz Parque se consolida como palco de consagração para bandas que ajudaram a escrever a história do rock no início do século XXI. Mais do que receber shows, a arena se afirma como espaço simbólico para artistas que transformaram números globais em legados duradouros, e experiências ao vivo à altura dessa importância.

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