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Startup lança a opção de pagamento parcelado em boleto para revendedores do setor da moda

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Através de suas parcerias financeiras, a plataforma Moda Online disponibilizará em um primeiro momento R$ 10 milhões em crédito

 

Com o objetivo de inovar e facilitar o trabalho de indústrias de confecção e revendedores/lojistas do ramo da moda de todo país, a startup Moda Online lança uma grande novidade que vai ajudar a movimentar ainda mais o setor: a opção de pagamento parcelado em boleto.

 

“No Brasil, pelo fato dos bancos não disponibilizarem limites altos no cartão de crédito para grande parte das empresas, se torna necessário que os revendedores façam suas compras através da forma de pagamento boleto parcelado. Desde 2017, quando lançamos a nossa primeira plataforma, esta foi uma dor nossa que foi muito difícil de sanar”, afirma Nathan Moojen, CEO da startup. Para oferecer essa opção, a empresa se aprofundou nos estudos sobre o mercado financeiro e em como se adequar às normas do Banco Central e Bacen. “Além de ser um processo custoso, essa análise levou tempo, mas era importante porque sabíamos que não podia haver erros”.

 

Hoje, o Moda Online é o primeiro marketplace B2B de moda do Brasil a disponibilizar esta forma de pagamento aos clientes sem depender financeiramente de nenhuma indústria – todo o fluxo foi criado do zero.

 

“As indústrias também são grandes beneficiadas com o sistema, pois não correm risco financeiro nenhum, mas conseguirão vender mais”, completa Moojen.

 

Através de suas parcerias financeiras, a plataforma disponibilizará no primeiro momento R$ 10 milhões em forma de crédito para que os revendedores/lojistas  de todo o Brasil possam efetuar compras para suas lojas com conforto e segurança.

 

Para se ter ideia, no Brasil a produção da cadeia de confecção passa de 7 bilhões de peças por ano (ABIT 2022), porém mesmo assim ainda encontramos alguns problemas quando o assunto é acesso ao crédito para pequenas e médias empresas principalmente em um período de pandemia pela Covid-19.

 

Além disto, o comércio online no Brasil registrou um faturamento recorde em 2021, totalizando mais de R$ 161 bilhões, um crescimento de 26,9% em relação ao ano anterior, acelerado em boa parte por conta dos marketplace.

 

Para ter acesso ao pagamento por boleto parcelado, basta que o revendedor tenha CNPJ e solicite uma análise de crédito pelo site do Moda Online.

 

Os campos de formulários são semelhantes aos campos para recebimento do cartão de crédito. Além disto, os dados podem ser enviados apenas uma vez pelo cliente.

 

“Buscamos simplificar todo o processo para disponibilizar praticidade e eficiência ao revendedor”.

 

Após o envio dos dados para análise de crédito, o revendedor/lojista poderá efetuar solicitação de pedidos comprando de várias marcas ao mesmo tempo e escolher a forma de pagamento por boleto parcelado em até 4x sem juros. Logo após, a equipe do Marketplace fará a análise dos dados e liberará ou não aquela determinada solicitação de compra. Dessa maneira, o shopping virtual oferecerá a mesma facilidade das compras por atacado tradicional, com a vantagem da segurança e praticidade da compra online.

 

 

“Nossa proposta não é reinventar a roda e sim digitalizá-la. Queremos centralizar essa forma de pagamento na plataforma para que, de um lado, a indústria não precise se preocupar com o risco financeiro, e do outro, o revendedor possa continuar tendo acesso a esta forma de crédito de forma digital”, finaliza o CEO

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Lucio Santana lidera iniciativa que reposiciona corretores no novo cenário do mercado imobiliário dos EUA

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Linha fina: Em um contexto de juros elevados, crédito mais seletivo e mudança no comportamento do comprador, executivo aposta em educação financeira e estratégia para fortalecer o Real Estate americano e atrair investidores internacionais.

Diante das transformações do mercado imobiliário dos Estados Unidos, impulsionadas por mudanças no ambiente econômico, taxas de juros mais seletivas e um consumidor cada vez mais estratégico, Lucio Santana, CEO da Royal Mortgage USA, vem se destacando como uma das lideranças que defendem um novo modelo de atuação para corretores de imóveis.

Essa visão esteve no centro da segunda edição do Realtor 360, movimento idealizado por Santana e realizado no Royal Business Center, em MetroWest, Orlando, Florida, reunindo corretores top performers da região. O encontro teve como foco preparar profissionais para atuar de forma mais técnica, consultiva e alinhada às exigências atuais do mercado imobiliário americano.

“O mercado imobiliário mudou. Hoje, o corretor precisa entender financiamento, leitura econômica e estratégia patrimonial para orientar decisões de longo prazo. O Realtor 360 nasceu para formar esse profissional mais completo”, afirma Lucio Santana.

Mais do que um evento pontual, o Realtor 360 se consolida como um movimento de líderes do Real Estate, voltado à formação contínua, troca de experiências e construção de uma comunidade profissional forte e conectada.

O encontro acontece em um momento decisivo para a economia dos Estados Unidos. Após um ciclo prolongado de juros elevados, com a taxa básica norte-americana ainda em patamar restritivo, o mercado imobiliário opera em um ambiente de crédito mais seletivo, maior exigência bancária e compradores mais racionais, atentos ao custo do dinheiro e ao potencial de valorização de longo prazo.

Nesse contexto, o volume de transações passou a depender menos de impulso e mais de planejamento financeiro, estruturação de crédito e leitura precisa do timing de mercado. Para investidores —,especialmente os brasileiros que acompanham de perto o mercado americano , o cenário abre espaço para estratégias mais sofisticadas, focadas em alavancagem responsável, proteção patrimonial e diversificação internacional. É nesse ambiente que o Realtor 360 se posiciona como resposta estratégica, preparando corretores para atuar de forma mais técnica, consultiva e alinhada às novas dinâmicas econômicas do setor.

Durante a programação, Lucio Santana apresentou uma análise do cenário atual do setor, abordando temas como estrutura de financiamento, alavancagem patrimonial, timing de mercado e novas oportunidades além da compra e venda tradicional. O objetivo foi mostrar como o corretor pode gerar mais valor ao cliente mesmo em um ambiente econômico mais desafiador.

Um dos destaques do encontro foi o debate sobre o HELOC (Home Equity Line of Credit), apresentado como uma ferramenta estratégica para clientes que já possuem patrimônio e como uma importante alavanca de negócios para corretores de alta performance, ampliando oportunidades dentro da própria base de clientes.

“Quando o corretor domina instrumentos financeiros como o HELOC, ele deixa de ser apenas um intermediador e passa a atuar como um consultor estratégico”, reforça Santana.

A programação contou ainda com conteúdo de vendas, liderança e posicionamento profissional, conduzido por Paulo Kazaks, empresário e palestrante, que abordou temas ligados à mentalidade de liderança, comunicação estratégica e condução de negociações em mercados altamente competitivos.

Com foco no desenvolvimento de profissionais mais preparados, no fortalecimento do mercado local e na construção de uma comunidade de alto nível, o Realtor 360 reforça o posicionamento da Royal Mortgage USA como parceira estratégica dos corretores no mercado imobiliário dos Estados Unidos.

Sobre Lucio Santana
Lucio Santana é CEO da Royal Mortgage USA e atua há anos no mercado de financiamento imobiliário nos Estados Unidos, com foco em educação financeira, estruturação patrimonial e desenvolvimento de lideranças no setor de Real Estate.

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Empresas em 2026 sofrem com negligência em segurança digital

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Empresas ignoram riscos digitais e entram em 2026 vulneráveis a perdas operacionais financeiras e reputacionais crescentes

A transformação digital acelerada tornou a segurança da informação um fator direto de continuidade dos negócios. Mesmo assim, muitas empresas seguem tomando decisões que ampliam riscos de forma silenciosa, como operar sistemas sem suporte, adiar hardening, deixar ambientes sem monitoramento contínuo e ignorar falhas de governança. Especialistas afirmam que essas escolhas aparentemente pequenas são, na prática, o que define quem sofrerá prejuízos significativos em 2026.

De acordo com Wagner Loch, CTO da Under Protection,  empresa que há mais de 20 anos atua para proteger ambientes digitais, essa negligência representa um risco direto para a operação. “Quando a empresa continua usando sistemas sem suporte, ela aceita rodar o negócio com brechas conhecidas e sem correção. É como manter uma porta destrancada mesmo sabendo que há alguém tentando entrar”, afirma o executivo .

A paralisação operacional é um dos impactos mais imediatos. Dependendo do segmento, minutos de indisponibilidade podem comprometer atendimento, logística, faturamento e relacionamento com clientes. Em setores regulados, incidentes podem gerar multas, exigências de auditoria e desgaste reputacional. Em muitos dos atendimentos realizados pela Under Protection, empresas afetadas relatam impacto financeiro superior a meses de investimento preventivo.

“As organizações que negligenciam o básico acabam pagando múltiplas vezes mais na recuperação do que teriam investido na prevenção. Segurança não é custo, é garantia de sobrevivência”, afirma Alberto Teixeira, fundador e Diretor de Novos Negócios da Under Protection e especialista em frameworks como ISO 27001, NIST, COBIT e ISF.

Investir antes ou pagar depois

A diferença entre prevenção e recuperação costuma estar na previsibilidade. Investimentos bem direcionados reduzem drasticamente o impacto de incidentes. Já ambientes sem inventário atualizado, sem monitoramento e sem políticas mínimas tendem a sofrer danos maiores e mais prolongados.

O especialista aponta três fatores que explicam por que o custo final de um incidente dispara:

  1. Falta de monitoramento contínuo, que atrasa a identificação.
  2. Ausência de controles compensatórios em sistemas descontinuados.
  3. Hardening negligenciado e políticas desatualizadas.

Ao analisar casos reais, Loch reforça que ataques não acontecem apenas por alta complexidade técnica, mas principalmente pela combinação de decisões equivocadas. “O problema raramente é uma única brecha. É a soma de permissões excessivas, sistemas antigos, processos frágeis e a falta de visibilidade. Quando esses pontos se acumulam, o ataque encontra um caminho fácil”, afirma.

Os três erros mais caros cometidos pelas empresas

O primeiro erro é manter sistemas sem suporte. Além de vulnerabilidades, isso limita o uso de ferramentas modernas de proteção, como EDRs avançados, dificultando respostas rápidas.

O segundo erro é não realizar hardening. Configurações inseguras, permissões amplas e ausência de segmentação facilitam a movimentação lateral de criminosos dentro do ambiente.

O terceiro erro é não monitorar o ambiente de forma contínua. Sem vigilância 24 horas por dia, incidentes que poderiam ser contidos se transformam em crises complexas, com maior perda de dados, tempo de paralisação e danos à reputação.

Como evitar prejuízos em 2026

Especialistas defendem que a prevenção mais eficiente combina análise profunda de risco, priorização de investimentos e controles sustentáveis. Metodologias como o NG LISA, utilizadas pela Under Protection, avaliam pessoas, processos e tecnologia, identificando vulnerabilidades invisíveis e orientando ações com base no impacto real para o negócio. O modelo oferece relatórios executivos claros, escala de risco comparável a frameworks de governança e um plano de ação priorizado, o que permite reduzir exposição e evitar surpresas de grande impacto .

Para 2026, recomenda-se uma estrutura que inclua revisão de políticas, testes regulares de restore (fazendo testes funcionais das aplicações), atualização contínua dos fatores de risco através de uma gestão de vulnerabilidades e exposições fortes (incluindo o hardernig como o processo contínuo), testes de segurança em APIs e aplicações e conscientização contínua das equipes.

Sobre Alberto Teixeira

Alberto Teixeira é fundador e Diretor Executivo Comercial e de Expansão da Under Protection desde 2001. Engenheiro Mecânico pela Universidade Federal da Paraíba e formado em Gestão Comercial pela Fundação Getúlio Vargas, sempre atuou com foco em elevar a maturidade das empresas por meio de valor, risco e controle. Sua trajetória é pautada em metodologias alinhadas às normas ISO e a regulamentações internacionais, como NBR ISO/IEC 17799 (27002), NBR ISO/IEC 27001, NBR ISO/IEC 19011, além de frameworks como ISF, MOF, (ISC)², COBIT, NIST, ITIL e CISSP® CBK®.

Com forte atuação em Segurança da Informação, Alberto participou da criação do LISA®, solução exclusiva da Under Protection para análise e mitigação de riscos.

Para mais informações, acesse o linkedin 

Sobre Wagner Loch

Wagner Loch é CTO da Under Protection e atua na área de cibersegurança desde 2013, onde construiu uma sólida trajetória iniciada como estagiário e consolidada como sócio da empresa. Formado em Gestão de Tecnologia da Informação pela FAEC, lidera atualmente áreas estratégicas como Implantação, MSSP, NG SOC, Gestão de Vulnerabilidades e Threat Intelligence, coordenando mais de 50 profissionais.

Ao longo da carreira, acumulou certificações como CCSE, CCSA e NSE (níveis 4, 5 e 7), além de ser auditor líder das ISOs 27001, 9001 e 22301. Entre suas conquistas, destacam-se a implantação do primeiro SOC proprietário da empresa, projetos de grande porte com tecnologias Fortinet e a obtenção das certificações ISO 27001, 27701 e 9001.

Sobre a Under Protection

Com mais de 20 anos de atuação, a Under Protection é especializada em cibersegurança e continuidade operacional. Criadora das metodologias LISA e NG LISA, combina monitoramento em tempo real, resposta imediata e análise integrada de pessoas, processos e tecnologia. Atua com planos priorizados e clareza executiva para proteger ambientes digitais com eficiência e resiliência.

A empresa também opera um centro de operações de segurança (NG SOC) que monitora ambientes 24/7, processando eventos em tempo real e executando ações automatizadas para contenção de ameaças. Com presença nacional e atuação em diversos setores, a Under Protection é reconhecida por sua abordagem estratégica e capacidade de adaptação às necessidades específicas de cada organização.

Para mais  informações, acesse o site underprotection.

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Obesidade, diabetes e hipertensão: a epidemia invisível da saúde pública

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Por José Eduardo Leite –  convidado especial – nutricionista formado pela USP (Universidade de São Paulo) de Ribeirão Preto e especialista em nutrição esportiva, obesidade e saúde metabólica

Em 2025, o mundo vive uma contradição evidente: nunca tivemos tanto acesso à informação sobre saúde e, ao mesmo tempo, nunca estivemos tão doentes. Segundo a Organização Mundial da Saúde, uma em cada oito pessoas no planeta vive com obesidade e mais de 2,5 bilhões de adultos estão com sobrepeso, o que representa cerca de 43% da população mundial. O número de adolescentes obesos quadruplicou desde 1990, e nas Américas dois terços dos adultos apresentam excesso de peso, um indicador de que o problema deixou de ser individual e tornou-se um fenômeno coletivo, silencioso e persistente. Essa é a verdadeira epidemia invisível, alimentada por hábitos modernos, alimentação ultraprocessada, sedentarismo e uma desconexão crescente entre conhecimento científico e comportamento cotidiano.

A obesidade é uma doença crônica complexa, multifatorial e frequentemente negligenciada, pois ainda é tratada socialmente como um problema estético. No entanto, o acúmulo excessivo de gordura corporal é apenas a superfície visível de um processo metabólico desajustado, que envolve inflamação, resistência à insulina e desequilíbrio hormonal. Em minha prática clínica, vejo que muitos pacientes chegam com exames que evidenciam alterações significativas muito antes de qualquer sintoma aparente, o que mostra como o corpo tenta alertar, mas raramente é escutado a tempo. A falta de monitoramento preventivo e o tratamento tardio transformam o que poderia ser ajustado com educação e acompanhamento em uma crise de saúde pública com impacto físico, emocional e econômico.

O Índice de Massa Corporal, ainda utilizado como parâmetro global, é um marcador limitado, pois não distingue composição corporal nem considera aspectos metabólicos e inflamatórios. Por isso, a interpretação de exames laboratoriais é essencial para compreender o que realmente acontece no organismo. Avaliar glicemia, perfil lipídico, marcadores hepáticos e inflamatórios permite identificar padrões precoces de disfunção metabólica e agir antes que a doença se instale de forma crônica. Essa é a essência da nutrição baseada em evidências: unir ciência e personalização para traduzir dados clínicos em estratégias práticas, acessíveis e eficazes.

 

Ao longo dos anos, percebi que a obesidade raramente é resultado de falta de disciplina, mas de um conjunto de fatores ambientais, sociais e emocionais que moldam escolhas diárias. A OMS (Organização mundial da saúde) define essa condição como uma consequência de ambientes obesogênicos, marcados pela abundância de alimentos ultraprocessados, pela escassez de tempo e pela dificuldade de acesso a orientações individualizadas. Vivemos em uma sociedade que estimula o excesso e culpa o indivíduo pelos efeitos desse próprio ambiente. Enquanto isso, as doenças metabólicas avançam de forma silenciosa e, segundo a OMS, já são responsáveis por cerca de 3,7 milhões de mortes anuais em decorrência do IMC elevado e hábitos ruins.

No Brasil, a realidade não é diferente. A rotina acelerada, o consumo de refeições industrializadas e a falta de sono de qualidade formam um cenário propício à disfunção metabólica. Quando falo de nutrição, não me refiro a dietas restritivas, mas a compreender como o corpo reage a cada alimento, a cada hábito e a cada escolha. É nesse ponto que o trabalho de interpretação dos exames laboratoriais se torna determinante, pois transforma o cuidado nutricional em um processo de autoconhecimento. O paciente que entende seus próprios resultados aprende a reconhecer o que está por trás do cansaço, da fome descontrolada e da dificuldade em perder peso, e a partir daí encontra motivação para manter o equilíbrio.

A prevenção deve ser o eixo central das políticas públicas e também da prática clínica. É preciso mudar o olhar sobre a nutrição e a saúde metabólica, passando de uma atuação corretiva para uma abordagem preditiva, que usa tecnologia, dados e acompanhamento contínuo. Tenho defendido que o futuro da nutrição está na integração entre inteligência artificial, exames laboratoriais e educação em saúde, permitindo que cada pessoa tenha acesso a informações precisas e decisões orientadas por evidências. Isso não substitui o profissional, mas amplia a capacidade de cuidar.

As projeções da OMS indicam que, se nada for feito, o custo global da obesidade pode ultrapassar três trilhões de dólares por ano até 2030. Mas o impacto mais profundo não é econômico, é humano. Trata-se de uma geração que cresce adoecida antes da idade adulta, de sistemas de saúde sobrecarregados e de uma sociedade que normalizou o mal-estar como parte da rotina. Reverter esse quadro exige que ciência e empatia caminhem juntas, transformando dados em diálogo e informação em prática.

Como nutricionista, acredito que o combate à obesidade começa quando enxergamos o paciente além do peso e entendemos que cada exame é uma conversa entre o corpo e a mente. Escutar esses sinais, compreender os padrões e agir com base em evidências é o que define o futuro da saúde metabólica. A epidemia invisível pode ser contida, mas depende de um compromisso coletivo com a educação, a tecnologia e o conhecimento. Afinal, a verdadeira mudança acontece quando a ciência deixa de estar apenas nos laboratórios e passa a fazer parte das escolhas de cada pessoa, todos os dias. 

 

Texto criado por Nathalia Pimenta
Supervisão jornalística aprovada por Radija Matos

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