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Esporte

Victor Habermann: Esforço e talento trilham a carreira do jogador brasileiro na Europa

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Victor Habermann
Por: Rosana Ramos
 

O sonho de grande parte das crianças brasileiras envolve uma bola, um campo de futebol  e onze jogadores em cada lado. Considerado o país do futebol, o Brasil é atrativo para quem sonha em se tornar um herói nacional, levando orgulho aos milhões de brasileiros. Infelizmente, esse mercado é extremamente concorrido e são poucos os que conseguem chegar ao patamar de reconhecimento geral.

Talento não é apenas o diferencial para continuar na busca pelo sonho de se tornar um jogador profissional de futebol, é preciso antes de tudo ser esforçado. É assim que a vida do jovem Victor Habermann mudou de direção ao ser chamado para jogar profissionalmente em Portugal.

Apesar de hoje em dia Victor ter uma oportunidade única de jogar da Europa, o mesmo conta que sua paixão pelo esporte começou ainda criança. ‘’Comecei a gostar de futebol por conta do meu pai que desde pequeno me incentivou, porque ele era um esportista também, só que no vôlei, e acabou que ele passou esse gosto pelo esporte para mim. Quando pequeno, ele começou a jogar bola comigo na quadra do prédio que morávamos e foi ali que comecei a jogar bola, aos cinco ou seis anos de idade. Meus pais viram que eu gostava de futebol e começaram a procurar uma escolinha de futsal’’, disse o paulista.

Victor Habermann - Crédito das Fotos: Acervo Pessoal

Victor Habermann – Crédito das Fotos: Acervo Pessoal

Com o apoio dos pais, Victor passou por diversas escolinhas de base que atuam em específico no futsal, tendo sua primeira participação no Sub-7 em uma escolinha de associados. Sempre se destacando entre os colegas, Habermann entrou para o time de futsal do São Paulo após passar em uma peneira que participou. Assustado por conta da estrutura do grande time, ele conta que no início não conseguiu mostrar todo seu potencial. ‘’ Estava assustado, eu sofri no começo, foi muito difícil para mim, joguei um campeonato, mas fiquei mais no banco. Fiquei um ano aprendendo como se joga em clube grande e decidi que era hora de jogar com tudo o que tinha ‘’, destaca.

Buscando maneiras de se aperfeiçoar, o jovem decidiu que iria jogar também futebol de campo, integrando assim, o Clube Pequeninos do Jockey de São Paulo. Foi neste clube que sua vida começou a mudar. Suas jogadas começaram a serem gravadas até que chegou às mãos do empresário do Palmeiras, que convidou Victor para uma peneira no time. Após se destacar e ganhar o Campeonato Paulista de base, o jogador foi dispensado do time e seu futuro se tornou uma incógnita.

Sem deixar de lado toda sua humildade, o jovem passou alguns meses sem um time profissional até receber convite para jogar no time de várzea Moreiras, onde teve sua primeira experiência como capitão do time. Após jogar um campeonato pelo Moreiras, Victor recebeu convite para passar a treinar no time Juventus da Mooca pelo Sub-15. Logo em seguida, recebeu a oportunidade de jogar no clube da Ponte Preta, onde precisou morar sozinho nas dependências do time.  Com a chegada da pandemia, as atividades ficaram paralisadas durante um ano e dois meses, tendo retorno em 2021, mas Victor foi dispensado um mês após o retorno das atividades de treinamento. Sem clube novamente, o paulista precisou recomeçar sua carreira em busca de seu sonho.

Victor Habermann - Crédito das Fotos: Acervo Pessoal

Victor Habermann – Crédito da Foto: Acervo Pessoal

Promessa Internacional

Com grandes times e oportunidades em seu currículo, Habermann precisou da ajuda de amigos e familiares para não desistir de ser um jogador profissional. Mesmo com muitas incertezas, Victor conversou com um amigo que reside em Londres, que o questionou se ele não gostaria de mudar de vida e tentar realizar seu sonho na Europa.

Com uma nova perspectiva, o paulista aceitou o desafio após a ajuda da empresária de seu amigo. Uma nova porta se abriu em sua vida em novembro de 2021 após ser chamado para integrar o time do FC Alverca Futebol SAD, em Portugal. Hoje em dia, aos 17 anos, Victor atua no clube que o acolheu e revela que possui uma inspiração para realizar seu maior sonho.

Victor Habermann - Crédito das Fotos: Acervo Pessoal

Victor Habermann – Crédito da Foto: Acervo Pessoal

‘’Meu maior ídolo é o Cristiano Ronaldo, me inspiro muito nele pelo esforço e força de vontade. Eu acredito que o esforço vai vencer o talento, minha vida sempre teve muito esforço, além da dedicação para treinar e evoluir cada vez mais, por isso, me vejo muito igual a ele. Também me inspiro no Sérgio Ramos por conta das nossas posições em campo serem as mesmas, ele é uma referência como zagueiro. Meu sonho é me tornar um grande jogador profissional, ganhar uma Champions League, se Deus quiser irei conseguir, trabalho e treino todos os dias para isso’’, finaliza o jogador.

Victor Habermann - Crédito das Fotos: Acervo Pessoal

Victor Habermann – Crédito da Foto: Acervo Pessoal

Victor Habermann - Crédito das Fotos: Acervo Pessoal

Victor Habermann – Crédito das Fotos: Acervo Pessoal

Esporte

Bandoleros Drift Festival desafia a chuva e consagra espetáculo em Interlagos

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Edição 2026 contou o patrocínio da V!be Energy Drink

Mesmo sob chuva, o Autódromo de Interlagos (SP) foi tomado por adrenalina e pneus cantando forte no último sábado, 7 de fevereiro, durante a segunda edição do Bandoleros Drift Festival, evento que já se consolida no calendário do motorsport paulistano.

Nem o tempo fechado foi capaz de frear o espetáculo. Diante de um público empolgado, os pilotos, protagonizaram manobras radicais e disputas que levantaram a arquibancada. As apresentações reforçaram o alto nível técnico do evento e o crescimento da modalidade no Brasil.

Além das exibições na pista, o festival ofereceu uma experiência completa ao público, com área de exposição de carros modificados, food trucks e apresentações de kart e motos, em uma arena especialmente montada na icônica Curva do Lago, um dos pontos mais emblemáticos de Interlagos.
Para Fernando Martinelli, organizador do Bandoleros Drift Festival, o evento vai além do entretenimento. “O drift é uma modalidade que cresce a cada ano no Brasil, e eventos como o Bandoleros são fundamentais para fortalecer a comunidade, revelar novos talentos e atrair investimentos para o esporte”, afirma. Martinelli também destacou o trabalho coletivo envolvido na realização do festival. “Registro meu agradecimento a toda a equipe que trabalhou no evento e à administração do Autódromo de Interlagos, que mais uma vez abriu as portas para que esse espetáculo acontecesse”, completa.

O Bandoleros Drift Festival contou com o patrocínio da V!be Energy Drink, marca que vem se consolidando como uma das principais apoiadoras do automobilismo e dos esportes de ação no país, além de Sparco, Gass Amortecedores, Radiex Produtos Automotivos, Corujão MR, Touch&Go, Canal Entre Motores e Rodas, Mosda Preparações e Rental Mais, Locações & Serviços.

V!be: Energia 100% Nacional nos Bandoleros Drift Festival

Os energéticos V!be estão sempre prontos para levar animação para onde você quiser, sempre com a dose necessária. No Bandoleros Drift Festival , os pilotos e convidados puderam degustar toda a sua linha de produtos, além de ter curtido as caronas radicais. E o melhor é que a V!be é uma bebida não alcoólica, com efeito estimulante e 100% nacional. Conheça a linha completa de produtos acessando o site https://vibeenergydrink.com.br/ .

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Esporte

Inovação nos esportes e os conflitos enfrentados pelas Confederações Esportivas no Brasil – Do futebol ao fitness

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Enquanto se aguarda a decisão do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6) sobre os agravos apresentados pela Confederação Brasileira de Musculação e Fisiculturismo (CBMF) contra a liminar que suspendeu a comercialização de seus cursos de formação de treinadores, o caso ganhou novas camadas de complexidade, uma vez que vieram a público condenações por desvio de verba envolvendo o atual presidente do Conselho Federal de Educação Física (CONFEF), Cláudio Augusto Boschi, além de novas acusações de crimes como apropriação indébita, descumprimento de normas legais e condução da autarquia como se fosse patrimônio particular.

Especialistas em Direito Esportivo, entre eles Giovani Ravagnani, doutor em Direito Processual Civil pela USP, defendem a legitimidade da atuação de treinadores formados por confederações esportivas. Ragnani aponta a incoerência do sistema CONFEF/CREF ao tentar barrar novas formações enquanto técnicos de futebol comandam clubes e a Seleção Brasileira sem diploma em Educação Física.

Para o jurista, a resistência a modelos semelhantes em outras modalidades, como a musculação, evidencia uma tentativa indevida de criação de reserva de mercado. O tema já foi objeto de atenção da imprensa nacional. Em abril do ano passado, a Folha de São Paulo questionou se realmente seria obrigatório possuir registro no CREF para atuar como personal trainer. Além disso, o Supremo Tribunal Federal, ao julgar a ADI nº 6.260, reafirmou que a Lei nº 9.696/1998 não cria exclusividade nem reserva de mercado para profissionais de Educação Física.

O conflito se estabelece de forma clara: de um lado, a CBMF propõe um modelo específico de certificação, respaldado pela Lei Geral do Esporte; de outro, o sistema CONFEF/CREF insiste em defender um monopólio regulatório baseado em resoluções internas. A Lei nº 9.696/1998 regula exclusivamente a profissão de Educação Física, exigindo formação universitária e registro profissional, mas não alcança o esporte nem as confederações esportivas.

O futebol brasileiro exemplifica a aplicação bem-sucedida da Lei Geral do Esporte. A CBF, por meio da CBF Academy, forma e certifica seus próprios treinadores. Técnicos como Tite, Dorival Júnior e Abel Ferreira atuam sem registro no CREF, com ampla aceitação social, estabilidade jurídica e reconhecimento internacional. Esse modelo de validação da expertise esportiva nunca foi questionado, levantando a pergunta: por que o mesmo raciocínio não poderia ser aplicado na musculação? Parece razoável que um atleta com duas décadas de experiência em levantamento de peso, medalhista internacional e especialista prático em biomecânica aplicada, seja impedido de treinar jovens no esporte porque não cursou Educação Física?

É nesse espaço que a CBMF atua, propondo uma via de certificação focada na especificidade da modalidade, sem confronto direto com o sistema atual. Do ponto de vista jurídico, não há conflito entre a Lei nº 9.696/1998 e a Lei Geral do Esporte. O que levanta a pergunta: Porque os CREFs insistem na judicialização do tema?

A explicação reside na opção dos conselhos por priorizar suas próprias resoluções internas, como a Resolução CONFEF nº 206/2010, em detrimento da legislação federal que delimita sua atuação. A pretensa exclusividade invocada pelo sistema CONFEF/CREF não está prevista em lei, mas decorre de normas internas infralegais editadas pelo próprio Conselho. Esse embate ocorre em meio a um cenário de graves questionamentos sobre a atual gestão do CONFEF. Denúncias e escândalos marcam a administração de Cláudio Augusto Boschi, presidente da entidade, que responde a processos por crimes como apropriação indébita e já foi condenado por desvio de verba pública, conforme o processo nº 9018919-53.1992.8.13.0024, já transitado em julgado.

Esse contexto levanta a pergunta de milhares de associados ao próprio Conselho: como alguém com tal histórico assume e permanece no comando de um conselho profissional responsável por arrecadar centenas de milhões de reais em anuidades, taxas e multas cobradas de profissionais e academias em todo o país?

Eleito em 2020 para suceder Jorge Steinhilber, que estranhamente permaneceu por mais de 22 anos na presidência do Conselho, Boschi iniciou sua gestão com decisões controversas, como a centralização das movimentações financeiras do CONFEF em uma conta bancária aberta em Belo Horizonte, sua cidade de residência, apesar de a entidade possuir sede no Rio de Janeiro. Tal prática afronta a Lei Federal nº 4.320/1964, que veda pagamentos de autarquias por meio de cheques, além de contrariar normas da Controladoria-Geral da União (CGU). Questionamentos públicos sobre essas irregularidades jamais foram respondidos pela presidência ou pelo setor jurídico do Conselho. Diante desse contexto, torna-se evidente que o embate do CONFEF contra a CBMF — incluindo a tentativa de impedir a formação de treinadores pela confederação — está diretamente ligado à disputa pelo controle de um mercado que movimenta milhões de reais.

No centro da controvérsia está a resistência do sistema CONFEF/CREF em dividir esse espaço e aceitar modelos alternativos mais modernos e legitimados pela legislação esportiva vigente.

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Esporte

Capoeira Para Todos: a arte brasileira que cruza fronteiras e derruba preconceitos

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Mestre Daniel Muralha reforça expansão global da capoeira e destaca inclusão de raças, gêneros e nacionalidades

A capoeira, patrimônio cultural brasileiro, segue se consolidando como uma prática inclusiva e sem fronteiras. Um dos principais nomes dessa expansão é Mestre Daniel Muralha, que acumula 40 anos de trajetória, títulos nacionais e internacionais e atuações em países como Estados Unidos, Espanha, Portugal, Alemanha, Colômbia, França, Itália e Polônia.

Reconhecido como treinador de atletas de alto rendimento, Muralha destaca que a capoeira mantém sua origem na resistência do povo negro, mas hoje é uma arte global que acolhe todas as pessoas.
“A capoeira nasceu da luta contra a opressão. Por isso, não existe espaço para preconceito. É uma prática aberta a negros, brancos, mulheres, homens, jovens e idosos”, afirma.

Estudos recentes mostram que a capoeira é praticada em mais de 80 países, e o mestre testemunha essa diversidade em suas viagens. Durante sua passagem pela cidade de Krakow, Polônia, nos últimos dias, Muralha conduziu atividades para mais de 150 capoeiristas, com idades entre 5 e 70 anos, enfrentando neve e temperaturas negativas.

A programação incluiu aulas práticas, técnicas, teóricas e estratégicas, além de um seminário de MMA ministrado por Muralha na academia Gracie Barra, referência na região. O evento foi organizado pelo professor Bocca, polonês que vem fortalecendo a capoeira no país. Em outra cidade, ao lado do Contramestre Cajueiro, o mestre também realizou um treinamento intensivo de sete horas com atletas locais.

Para Muralha, ensinar no exterior reforça o alcance e o impacto da capoeira como ferramenta cultural.
“É uma alegria imensa levar nossa arte para outros países. Em cada lugar, percebo como a capoeira conecta pessoas diferentes e cria um ambiente de respeito e integração”, destaca.

O mestre já planeja a próxima edição internacional de atividades, com expectativa de ampliar o alcance do projeto e fortalecer ainda mais a presença da capoeira no cenário mundial.
“A capoeira pertence ao mundo. Ela une, transforma e derruba barreiras”, conclui.

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