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Villa Country traz Gustavo Mioto e Matheus e Kauan na noite do “Dose Dupla”

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O Villa Country, a maior e mais tradicional casa sertaneja da América Latina, apresenta no dia 5 de maio, quinta-feira, mais dois grandes shows do projeto “Dose Dupla”. Matheus e Kauan e Gustavo Mioto prometem cantar seus maiores sucessos em uma noite imperdível.

Em 2022, comemorando 10 anos de carreira, Gustavo Mioto divulga um projeto com 10 lançamentos ao longo do ano. Nomeado de “Ano X”, ele começa divulgando o registro de um grande show audiovisual, gravado em Jaguariúna/SP. Intitulado “Gustavo Mioto – Sem Cortes Ao Vivo em Jaguariúna”, o projeto já está disponível na íntegra, em todas as plataformas digitais. Sucessos “Anti-Amor”, “Não Parei de Sofrer”, “Despedida de Casal”, “Restrição Sentimental”, a autoral “Solteiro Não Trai”, “Impressionando os Anjos”, “Com ou sem Mim”, fazem parte da gravação.

Já, Matheus e Kauan, uma das maiores duplas da atual música brasileira, que conta com quase 10 milhões de ouvintes mensais no Spotify, prepara um repertório especial. Músicas como “Imagina a Saudade”, “Gatilho”, “Expectativa x Realidade” não faltarão. A dupla trará também “Imagina a Sentada” e “Vagabundo” , além de outras. Neste show, eles focarão no projeto audiovisual “Se Melhorar Estraga”, gravado em novembro de 2021. Trata-se do primeiro lançamento após o projeto comemorativo de 10 anos de carreira da dupla. O novo trabalho, que traz um repertório com músicas inéditas escritas e escolhidas cuidadosamente por Matheus & Kauan, marca o início de uma nova década na carreira dos artistas, que será tão promissora quanto a primeira.

Os ingressos já estão à venda no site da Ticket 360 e podem também ser adquiridos presencialmente nas bilheterias do Villa Country.

Gustavo Mioto - Crédito da Foto: GM - Divulgação

Gustavo Mioto – Crédito da Foto: GM – Divulgação

Sobre o Villa Country:

A casa mais sertaneja do Brasil comemorou sua maioridade em julho de 2020. Com um projeto visionário, o Villa Country abriu suas portas em 2002, tendo como primeira dupla a fazer um show, ninguém menos que Rionegro e Solimões. Pioneira, tornou-se referência e, seguramente, contribuiu para que a música sertaneja se tornasse a potência que é nos dias atuais. Poucas casas noturnas alcançam vida tão longa e tão cheia de boas histórias, com shows inesquecíveis dos maiores artistas do segmento no país. Com público fiel, a casa recebe semanalmente cerca de doze mil pessoas – em dias de apresentações de artistas conhecidos do grande público, esse número pode dobrar.

O Villa Country é a maior e mais tradicional casa temática do Brasil, opção para quem quer curtir boa música sertaneja, que navega no country, sertanejo de raiz, moda de viola e até o famoso sertanejo universitário. Sua fachada reproduz um cenário de filme do Velho Oeste. Em seu espaço, há ambientes como a Praça Sertaneja, Saloon, Praça Caipira e Praça do Cavalo, que dão charme ao local, com destaque para o Restaurante John Wayne, que além de trazer o sabor da comida texana, garante conforto para seus clientes que preferem um clima intimista.

São 12 mil m² divididos em casa de shows, restaurantes, pista de dança, mesas de bilhar, cachaçaria, loja de roupas, café, sete bares, camarotes, espaço para convenções e a rádio Villa Country FM, comprometida em tocar música de qualidade.

Muitos nomes tiveram a casa como seu palco principal em seus primeiros shows de carreira. Cristiano Araújo, Zé Neto e Cristiano, Luan Santana, Jorge e Mateus foram só alguns que passaram pelos palcos da casa quando estavam no início de carreira. “O Villa Country é o tipo de casa que leva a cultura sertaneja adiante. Ela abre as portas para os artistas iniciantes e os coloca na vitrine para o público. Vida longa a essa casa tão importante”, completa Rionegro.

Villa Country – Matheus e Kauan e Gustavo Mioto

Villa Country – Matheus e Kauan e Gustavo Mioto

Serviços – Villa Country – Matheus e Kauan e Gustavo Mioto

Show: Dose Dupla – Matheus e Kauan e Gustavo Mioto no Villa Country

Data:  05 de Maio de 2022 (quinta-feira)

Abertura: 20h

Início:  00h

Local: Villa Country (Av. Francisco Matarazzo, 774, Parque da Água Branca, São Paulo)

Censura: 18 Anos

Acesso para deficientes: sim

Ingressos: Pista: R$ 70,00 | Camarote Brahma: R$ 250,00.

Compra de ingressos: Nas bilheterias do Villa Country (de segunda a sábado das 10h às 22h e aos domingos das 13h às 22h) ou Online no Dose Dupla com Gustavo Mioto + Matheus e Kauan.

Formas de Pagamento: Dinheiro, Cartões de Crédito e Débito, Visa, Visa Electron, MasterCard, Diners Club, Rede Shop. Cheques não são aceitos.

Mais informações: http://www.villacountry.com.br | (11) 3868-5858

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Como escolher toalhas que secam rápido em dias quentes

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Tecidos certos, gramatura equilibrada e bons acabamentos fazem toda a diferença no conforto e na praticidade do dia a dia

Com a chegada dos dias mais quentes, pequenos detalhes da rotina fazem toda a diferença no conforto do dia a dia, e a escolha da toalha certa é um deles. Mais do que maciez ou aparência, fatores como tipo de tecido, gramatura e acabamento influenciam diretamente na velocidade de secagem, na sensação após o banho e até na prevenção de odores indesejados.

Segundo Rafael Salomão, especialista no setor e CEO da Hoomy, em períodos de calor, a toalha ideal vai além da capacidade de absorção. “Em dias quentes, a toalha ideal não é apenas aquela que absorve bem a água, mas a que seca rápido e evita sensação de abafamento. Escolher o modelo certo melhora o conforto após o banho, reduz odores e facilita a rotina, especialmente em casas com pouco sol direto ou uso frequente da toalha”, explica.

Um dos primeiros pontos de atenção, de acordo com o especialista, é o tipo de fio. As toalhas de algodão seguem como as mais indicadas, mas a qualidade do fio faz diferença. “Vale priorizar fios penteados ou de melhor qualidade, que absorvem sem ‘segurar’ água em excesso. Tecidos muito grossos podem parecer mais luxuosos, porém demoram mais para secar. Em climas quentes, o equilíbrio é mais eficiente do que o volume”, destaca Rafael.

A gramatura também é decisiva na escolha. O especialista recomenda modelos entre 350 g por metro quadrado e 450 g por metro quadrado, que oferecem boas absorções, aliadas a uma secagem mais rápida. “Toalhas muito pesadas tendem a acumular umidade, enquanto as muito leves podem não cumprir bem a função. O ideal é buscar uma sensação de maciez sem excesso de densidade”, orienta.

Rafael destaca que outro aspecto importante é o acabamento do tecido. Toalhas com felpa curta ou média secam mais rápido do que aquelas com felpas longas e muito fechadas. “Peças com boa circulação de ar entre as fibras reduzem o tempo de secagem e diminuem o risco de cheiro desagradável”, afirma o CEO da Hoomy.
Por fim, o especialista informa que até a cor da toalha pode influenciar no uso diário. “Tons claros refletem mais calor e costumam secar um pouco mais rápido do que cores escuras, que retêm calor e umidade. Não é uma regra absoluta, mas faz diferença no dia a dia”, conclui.

Escolher a toalha certa, portanto, é uma combinação de conforto, funcionalidade e atenção aos detalhes, especialmente nos dias quentes, quando a praticidade faz toda a diferença.

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Como manter a cama aconchegante mesmo nos dias de calor

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Conforto térmico não depende de peso, mas de escolhas inteligentes de tecidos, ventilação e composição da cama

Com as temperaturas mais altas, garantir noites de sono confortáveis se torna um desafio para muitas pessoas. Ainda assim, é possível manter a cama aconchegante mesmo nos dias de calor ao apostar em escolhas que favoreçam a ventilação, o toque agradável e o equilíbrio térmico, transformando o descanso em um momento de relaxamento, sem excesso de calor.

Segundo Rafael Salomão, especialista no setor e CEO da Hoomy, o conceito de aconchego muda quando o termômetro sobe. “Manter a cama aconchegante durante os dias de calor pode parecer um desafio, mas o segredo está em repensar o que significa conforto. Em temperaturas elevadas, aconchego não vem de camadas pesadas ou tecidos grossos, e sim de leveza, respirabilidade e sensação agradável ao toque. Uma cama bem escolhida pode ajudar o corpo a relaxar e melhorar a qualidade do sono, mesmo nas noites mais quentes”, afirma.

A escolha dos tecidos é um dos principais pontos de atenção. De acordo com o especialista, lençóis de algodão, percal ou malha de boa qualidade permitem melhor circulação de ar e evitam a sensação de abafamento. “Tecidos naturais absorvem a umidade do corpo e ajudam a manter a pele seca, o que faz toda a diferença no conforto térmico. Evitar materiais sintéticos é fundamental, já que eles tendem a reter calor”, explica Rafael.

Outro fator importante está nos travesseiros e cobertas. O especialista destaca que travesseiros com boa ventilação interna e enchimentos respiráveis ajudam a manter a cabeça mais fresca ao longo da noite. “No lugar de edredons pesados, mantas leves ou colchas finas cumprem bem o papel de aconchego sem aquecer demais”, orienta.

A forma como a cama é montada também interfere diretamente na sensação térmica. “Camadas excessivas dificultam a dissipação do calor. Uma cama visualmente leve, com menos volume, transmite sensação de frescor e conforto ao mesmo tempo”, diz o CEO da Hoomy.

Além disso, ele reforça a importância de manter o quarto ventilado antes de dormir, ajudando a equilibrar a temperatura do ambiente e proporcionando noites mais agradáveis mesmo nos dias mais quentes.

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O Novo Multiplicador do PIB: Por que a Governança Financeira é a Fronteira da Produtividade em 2026

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No início deste primeiro trimestre de 2026, enquanto os principais blocos econômicos consolidam seus balanços de produtividade, um debate central ganha urgência fora do circuito acadêmico: a correlação direta entre a literacia financeira e a resiliência das Pequenas e Médias Empresas (PMEs). Enquanto o relatório de competitividade da União Europeia aponta a educação financeira como um ativo de infraestrutura, o Brasil enfrenta o desafio de converter o empreendedorismo de sobrevivência em estratégia de crescimento sustentável.

Para Alessandra Santos Alves Ferreira, executiva do setor financeiro, especialista em governança e cofundadora da associação Multiplicando Sonhos, o cenário global oferece um diagnóstico pragmático. “A diferença entre mercados maduros e emergentes não reside apenas no volume de capital disponível, mas na capacidade cognitiva de gerir esse capital. A alfabetização financeira é o novo multiplicador de valor: ela define quem escala e quem sucumbe à volatilidade”, afirma.

O Benchmark Europeu: Conhecimento como Garantia Colateral

O relatório europeu de 2026 introduz um conceito inovador: a “Resiliência Financeira Sistêmica”. No bloco europeu, a educação financeira para empreendedores deixou de ser vista como um programa social para se tornar uma ferramenta de mitigação de risco de crédito.

“A Europa consolidou o entendimento de que o domínio técnico das finanças pelo gestor é uma garantia colateral tão relevante quanto os ativos físicos da empresa”, observa Alessandra. “Lá, a literacia financeira é integrada aos hubs de inovação para garantir que o capital injetado não seja drenado por ineficiências operacionais. No Brasil, a desconexão entre o ‘saber produzir’ e o ‘saber gerir’ ainda é o nosso maior gargalo de produtividade.”

Brasil: Sofisticação Regulatória e o Desafio da CVM 175

Ao correlacionar o contexto global com o cenário brasileiro, Alessandra destaca que o país vive um momento de inflexão regulatória com a plena maturidade da Resolução CVM 175. Para a especialista, a nova arquitetura do mercado de capitais brasileiro exige que o pequeno e médio empresário saia da “gestão de caixa” básica para a “gestão de ativos estratégica”.

“A sofisticação das regras de transparência e governança imposta pela CVM 175 é um esforço para aproximar o Brasil dos padrões globais, mas ela cria um abismo para quem não possui literacia financeira. Sem o domínio técnico dessas novas camadas regulatórias, o empreendedor brasileiro continua excluído por complexidade, perdendo competitividade frente a players internacionais”, critica Alessandra.

Empreendedorismo como Estratégia, não Lotería

Para a executiva, o custo da ineficiência financeira no Brasil é mensurável em menor produtividade e desperdício de capital humano. Enquanto o plano europeu foca em sofisticação de portfólio para PMEs, o Brasil ainda lida com a mortalidade empresarial precoce por erros de fluxo de caixa e confusão patrimonial.

“Criar um CNPJ é um ato burocrático; sustentar a viabilidade econômica é um ato de governança. O analfabetismo financeiro opera como um freio silencioso: empresas subcapitalizadas e decisões de curto prazo são sintomas de uma base educacional frágil. No agregado, isso se traduz em um risco sistêmico que compromete a resiliência da economia nacional”, resume.

O Custo de não Agir: Uma Agenda de Interesse Nacional

A visão de Alessandra é pouco indulgente quanto à procrastinação dessa pauta. Para ela, a educação financeira deve ser tratada como política de Inclusão Econômica Estratégica.

“Não se combate desigualdade apenas com transferência de renda, mas com a transferência de ferramentas cognitivas para a gestão do dinheiro. O conhecimento financeiro é o que permite ao indivíduo e ao empresário não desperdiçar janelas de oportunidade”, afirma. “A Europa está ajustando suas políticas para 2026 com base nessa premissa. O Brasil precisa entender que a literacia financeira não é um luxo, é a infraestrutura necessária para que o empreendedorismo deixe de ser uma aposta e se torne um motor real de PIB.”

Perfil — Alessandra Santos Alves Ferreira

Alessandra Santos Alves Ferreira é executiva de liderança estratégica no setor financeiro, com trajetória sólida em instituições de importância sistêmica como o Itaú Unibanco, onde atua na governança de orçamentos de alta magnitude (R$ 120 milhões) e eficiência de custos. Especialista em engenharia de governança e cofundadora da Multiplicando Sonhos, possui pós-graduação pela FGV (com distinção acadêmica) e é autora de análises técnicas sobre o marco regulatório da CVM 175. Sua atuação integra o rigor das finanças corporativas ao desenvolvimento de metodologias de educação financeira focadas em produtividade, competitividade e mobilidade social.

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